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Ami

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cristene pinto

on 29 April 2010

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AMI O que é a AMI? A AMI é uma Organização Não Governamental (ONG) portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos. Quando se fundou? A data da sua fundação foi a 5 de Dezembro de 1984, pelo médico cirurgião urologista Fernando Nobre. Sede Situada em Lisboa (Marvila), a sede da AMI tem um quadro permanente de cerca de 60 profissionais que asseguram o funcionamento quotidiano da Fundação.
Conselho de Administração

 
Presidente: Fernando José de La Vieter Ribeiro Nobre
Vice - Presidente: Maria Leonor de La Vieter Ribeiro Nobre
Secretária - Geral: Maria Luísa Nemésio
Vogal: Serafim de Figueiredo Jorge
Vogal: José Luís de La Vieter Ribeiro Nobre
Vogal: Carlos Manuel La Vieter Ribeiro Nobre
Vogal: Rafael Luís da Silva Reis
Com que objectivo se formou a AMI? A AMI fundou-se com o objectivo de formar uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo. Delegações Em Portugal a AMI tem cinco delegações: Açores – Ilha Terceira, Açores – São Miguel, Centro (Coimbra), Madeira e Norte (Porto).
No estrangeiro a AMI tem uma delegação: Austrália.

O objectivo das delegações, dependentes da sede da AMI, é “chegar” mais rapidamente aos pontos estrategicamente importantes para o desenvolvimento do trabalho da Fundação, ao nível local.
Qual a principal preocupação da AMI? Com o Homem no centro de todas as suas preocupações, a AMI criou doze equipamentos Sociais em Portugal e já actuou em dezenas de países de todo o Mundo, para onde enviou toneladas de ajuda (medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores, entre outros.) e centenas de voluntários. Acções Humanitárias
Desde 1984 até 1994:

-Primeira Missão de Desenvolvimento: Guiné-Bissau

-Primeira Missão de Emergência: São Tomé e Príncipe
 
-Novas Missões de Desenvolvimento: Cabo Verde, Moçambique, São Tomé, Príncipe, Benin, Brasil, Cuba;
 
-AMI presente em todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP)
 
-Novas Missões: Angola, Croácia, Equador, Quénia e Somália, República Democrática do Congo, Burundi, Ruanda (campo de refugiados), Moçambique (apoio a desmobilizados da Renamo)
De 1995 a 2005:

-Abertura do Centro Porta Amiga do Porto;

- Foi leccionado o primeiro Curso de Socorrismo AMI

-Novas Missões: Azerbaijão, Geórgia, México
  De 2006 a 2009:
 
-Abertura de um Abrigo Nocturno no Porto;

-Novas missões: Afeganistão, Angola, Austrália, Camarões, Indonésia, Líbano, Malásia, Moçambique, Palestina, Tailândia, Timor, Quénia, Argélia, Iraque, Palestina, Ruanda, Austrália, Paquistão, Peru, Iraque/Jordânia, Bolívia, Estados Unidos da América, entre outros.

-Abertura do Centro Porta Amiga de Angra do Heroísmo

-Oficialização do Ambiente como um dos pilares de Acção da AMI

-Abertura do Abrigo Nocturno da Graça e do Centro Porta Amiga do Funchal

- Início do Projecto “Equipa de Rua” em Lisboa

-Lançamento do Prémio AMI Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias

Reconhecimentos -Diploma de “Honra ao Mérito”;

-Diploma “Medalha de Mérito Grau Ouro”.

-Prémio “Direitos Humanos” atribuído pela assembleia da República;

-Prémio Cidadania;

-Diploma de Honra e Conhecimento atribuído pela Comunidade Islâmica de Lisboa;



Acção social
O Departamento de Acção Social da AMI tem como objectivos globais promover e facilitar a inclusão e integração social de grupos com dificuldades de inserção geradoras de fenómenos de pobreza persistente.
Na AMI existem vários projectos, destinados a ajudar os mais necessitados.
Alguns desses projectos são:

Centros de porta amiga;

Equipas de rua;

Abrigos nocturnos;

Apoio domiciliário;
Centros de porta amiga Os Centros Porta Amiga prestam serviços que visam satisfazer as necessidades básicas dos indivíduos e desenvolver a autonomia dos cidadãos.
A população alvo dos Centros Porta Amiga da AMI são:

- Sem-abrigo;

- Famílias empobrecidas;

- Desempregados (as) de longa duração;

- Outros grupos em risco que indiquem como principais causas de exclusão social: a toxicodependência, o alcoolismo, a ruptura familiar, a desprotecção social, o desenraizamento, o isolamento social, e/ou outras formas de exclusão social.
Equipas de rua Especificamente as Equipas de Rua servem para dar apoio social e psicológico às pessoas que se encontram na rua através de uma intervenção multidisciplinar, que permita responder às suas necessidades e prevenir futuras formas de exclusão social. Abrigos nocturnos O Abrigo vem *colmatar uma necessidade que se vinha a sentir, como complemento dos serviços disponíveis nos Centros Porta Amiga.
Os utentes do abrigo são indivíduos homens que necessitam de apoio em termos de alojamento, estando a viver na situação de sem-abrigo.

Aos homens recebidos no Abrigo é garantido o alojamento, alimentação, higiene da roupa e pessoal, apoio social, apoio psicológico, ausência de qualquer tipo de descriminação, confidencialidade e uma morada para correspondência.

* colmatar – completar.
Apoio domiciliário O projecto de Apoio Domiciliário foi criado para dar resposta a situações de dependência de pessoas com problemas de mobilidade e sem apoio de familiares ou amigos, que ficam, muitas vezes, privadas de refeições. Outros projectos Desportos contra a indiferença;

Ajuda familiar;

Educação, formação profissional e emprego;

Saber estar com emoções;
Voluntariado Na AMI, os voluntários, cerca de 3.000, são uma peça essencial e desempenham um papel fundamental na concretização dos projectos da instituição, actuando em duas áreas: nacional e internacional. Voluntariado em Portugal Em Portugal, nos Centros Porta Amiga, a AMI conta com voluntários médicos, enfermeiros, advogados, professores, assistentes sociais, psicólogos e com todos aqueles que nos ajudam a prestar serviços aos utentes que, de outro modo, não teriam acesso a essa assistência.
Voluntariado internacional Nas missões internacionais, a AMI recorre a profissionais das mais variadas áreas (médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, engenheiros, logísticos, etc.) que aceitam, durante algumas semanas, alguns meses, ou mesmo alguns anos da sua vida, pôr os seus conhecimentos e as suas competências ao serviço das populações vítimas de guerra catástrofes naturais, subdesenvolvimento e crises de vária ordem. Trabalho elaborado por: Cristène Pinto Carlos Almeida Jorge Pinho “A AMI parte para onde ninguém quer ir, sem olhar a raça, política, religião, filosofia ou posição social.”
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