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Perifíton

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by

Rony Andrade

on 6 September 2016

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Transcript of Perifíton

Sucessão da comunidade de algas perifíticas em reservatório oligotrófico tropical (São Paulo, Brasil): comparação entre período seco e chuvoso
ILKA SCHINCARIOL VERCELLINO
DENISE DE CAMPOS BICUDO
Estrutura da comunidade de algas perifíticas em
Eleocharis acutangula
(Roxb.) Schult (Cyperaceae) em reservatório tropical raso, São Paulo, SP, Brasil​
Hoehnea vol.41 no.1 São Paulo Mar. 2014​

Resultados
O local escolhido foi o rio do Corvo, margem
esquerda da usina hidroelétrica de Rosana,
situado no trecho inferior do rio Paranapanema (PR).

Existe 15 tanque-rede para criação de tilápia do nilo.
Para desenvolvimento da comunidade, substrato artificial foi garrafa pet em lâminas, sendo fixadas do lado externo de cada tanque. A instalação dos substratos ocorreu dia
13 de abril de 2006, as coletas do material perifítico
foram realizadas entre 26 de abril e 09 agosto de 2006;
nas 3º, 5º, 7º, 9º, 11º, 13º, 15º e 18º semana.
Para coleta, foram selecionado lâminas de uma
das baterias dos tanques, onde foi analizado
e determinação de clorofila e forma de
peso seco.
PERIFÍTON
Variação sazonal e sucessional da comunidade de algas perifíticas
em substrato natural em um reservatório mesotrófico tropical
A psicultura brasileira é praticada em tanques escavados de forma planejada;
A criação de perifíton foi a partir de tanques-rede, que contribui para a produtividade de várias especies de peixes.
Sendo seu objetivo: avaliar a biomassa
perifítica em substratos artificiais,
verificando o tempo necessário para
a construção da comunidade.
Biomassa Perifítica em tanques-rede de Tilápia do Nilo
Adriana Martins
Camila Formaggi
Julia Nogueira
Mariana Bocchi
Ronival Andrade

Camila
Material e Métodos
As lâminas eram acondicionadas em
câmaras umidas e em caixa térmica com gelo.
O perifíton foi removido com auxílio de lâmina
de barbear e jatos de água destilada, sendo filtrado em bomba a vácuo em filtros de vidro.
Para extração da clorofila, os filtros foram
macerados na penumbra com auxílio de
almofariz utilizado como solvente acetona.
A variação da clorofila no início do experimento está variável, apresentou aumento no dia 26 quando o pico de concentraçã foi atingdo, observa-se uma queda e logo aumento gradativo.
Figura 2. Variação temporal dos valores de
clorofila- a (mg cm-2), da comunidade perifítica
registrado no rio do Corvo, entre 13º e 118º dias
(26 de abril a nove de agosto de 2006) (Média e
desvio padrão - DP; n=4)

O máximo de concentração de clorofila foi obtido através da quarta semana de colonização, sendo que no verão obteve uma grande biomassa. Essas densas massas perifíticas formaram-se após duas semanas na exposição do substrato.
A média de concentração de clorofila variou entre 1,04 e 4,26mg, e de peso seco 4,07 e 26,03.
Conclusão
A biomassa perifítica, medida por meio da concentração da clorofila e peso seco.

Picos de concentração obtido na quarta semana e periodo uniforme de concentração.

A aquicultura baseada na comunidade perifítica possibilita a prática da criação de forma ecológica para manejo sustentável dos sistemas
Curso de pós-Graduação em ciências Biológicas - Biologia Vegetal da Universidade Estadual Paulista
Aceito 13 de julho de 2006
Pesquisa
Influência da sazonalidade

Algas perfídicas em reservatórios oligotróficos tropicais

Análise física do ambiente (abiótica)
Fatores limitadores

Lago do IAG, Parque Estadual das
Fontes do Ipiranga (PEFI)

Reservatório urbano, para fins paisagísticos
1932-1933

Área 11.270 m²
Profundidade Máxima 4,7 m
Profundidade Média 1,5 m

Clima da região: Tropical de altitude

Material e Métodos
Coleta: Sub-superfície da regio litoral do sistema (2m de profundidade)
Período seco (10 de Julho - 03 de Agosto de 1998)
Período chuvoso (25 de Fevereiro - 21 de Março de 1999)
Durante 27 Dias com intervalos de 3 dias; Total = 9 coletas

Cultura feita com o mesmo padrão e substrato. Para quantifcação de algas, o perifíton foi imediatamente fixado e preservado em lugol acético 0,5%.

ESPÉCIES DOMINANTES: densidade superior a 50% da densidade total da amostra
ESPÉCIES ABUNDANTES: superam a densidade média de cada amostra

Termistor, disco de Secchi, condutímetro e filtro.
Resultados
Algas perifíticas sempre foram presentes em ambos períodos, porém no ciclo chuvoso as
clorofíceas
tiveram maior desempenho 43% seca e 48% chuvoso.
Outras duas se apresentaram estáveis durantes os períodos,
diatomáceas
e
cianofíceas
, entretanto apenas no período da seca as
dinofíceas
ocorreram, quase se igualando ás
clorofíceas
.

Identificação de 112 táxons de algas perifíticas, 87 distribuidos no período seco e 93 no período chuvoso
Nenhum dominante
Abundantes 31 9 comuns em ambos períodos
Conclusão

Bioindicadores
da qualidade da água e de
seu estado trófico.

Base alimentar
em ecossistemas aquáticos.
Em geral a comunidade de algas perifídicas
apresentou maior número de espécies no
período
chuvoso
.
A principal limitação para essa comunidade é a
disponibilidade de
fósforo
em segundo plano
outros fatores como
temperatura e
disponibilidade de outras formas
nitrogenadas.
Introdução
Comunidades de algas perifíticas podem ser determinada por inúmeros fatores ambientais, que podem atuar em diferentes escalas. As macrófitas, apesar da competição por recursos aquáticas são substratos muito favoráveis para a colonização da comunidade perifítica.​
O número de espécies de macrófitas aquáticas na região Neotropical é o mais elevado do planeta, mas o conhecimento sobre a estrutura da comunidade perifítica em macrófitas é ainda escasso. ​
A Eleocharis acutangula (Roxb.) Schult é uma espécie nativa presente nos domínios fitogeográficos da Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal porém não se há estudo de perifíton sobre essa espécie​
O artigo avalia a influência da variação sazonal das condições ambientais sobre o perifíton.​
Material e Métodos
O estudo foi realizado no Lago das Ninféias, do córrego Pirarungaua no Jardim Botânico de São Paulo, localizado no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (PEFI), São Paulo.​

As coletas das variáveis físicas, químicas e biológicas da água foram realizadas no outono (abril/2010), inverno (julho/2010), primavera (outubro/2010) e no verão (janeiro/2011).​

Os bancos de macrófitas aquática com presença de E. acutangula foram divididos em parcelas de 10 m², das quais duas parcelas foram selecionadas aleatoriamente.​

O material perifítico foi removido do colmo de E. acutangula por meio de raspagem com escova de cerdas macias e jatos de água destilada.
As variáveis analisadas das amostras de água da subsuperfície foram: transparência da água, radiação subaquática, temperatura, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, alcalinidade, pH, formas de carbono inorgânico dissolvido, nitrito e nitrato, amônio, ortofosfato e fósforo total dissolvido (PTD), nitrogênio total (NT) e fósforo total (PT) e sílica solúvel reativa.​

A biomassa fitoplanctônica foi determinada pela clorofila-a (corrigida da feofitina), utilizando etanol (90%) como extrator.​

As algas perifíticas foram classificadas de acordo com a forma de aderência ao substrato em prostradas, móveis, emaranhadas, heterotricosa (com projeções rizoidais) e pedunculada. A riqueza de espécies foi determinada pelo número total de táxons em cada amostra.
Materiais e Métodos
Resultados
-Considerando a disponibilidade de recursos
para o perifíton, verificou-se que a maior
disponibilidade de luz foi registrada na primavera
e no verão. ​

- Quanto à disponibilidade de nutrientes dissolvidos
na água, verificou-se que a maior concentração de
amônio ocorreu no outono e a de nitrato no inverno.​

- A uniformidade de distribuição das espécies
apresentou pouca ou nenhuma variação
entre as estações do ano.
Conclusão
- No presente estudo nenhum indício de inibição do
desenvolvimento do perifíton foi observado em

E. acutangula
, pois a biomassa algal máxima esteve
dentro da amplitude registrada para o perifíton em outras
espécies de macrófitas.​

- Concluiu-se que a estrutura da comunidade de algas
perifíticas em
Eleocharis acutangula
foi fortemente
influenciada pela cobertura de macrófitas e biomassa do
fitoplâncton. A disponibilidade de nutrientes na água parece
ter menor importância sobre a organização da comunidade. ​

- Finalmente, as respostas dos atributos estruturais
do perifíton evidenciaram a forte interrelação
entre macrófitas, fitoplâncton e perifíton.
Barbara Golebski Pellegrini e Carla Ferragut
A colonização e sucessão da comunidade
de algas perifíticas em substrato natural
(
Nymphaea spp)
foi avaliar em um reservatório raso.
O estudo avaliou as fontes de variabilidade
da estrutura da comunidade perifítica em
dois períodos climáticos.
Material e Métodos
O estudo foi realizado no lago das Ninféias, o qual está localizado em reserva ecológica de remanescente da Mata Atlântica dentro da área urbana da cidade de São Paulo. É um ecossistema pequeno, raso, com a dimensão de 5.433m².
A colonização do perifíton desenvolvido no pecíolo da Nymphaea ssp. foi acompanhada durante 30 dias no período seco (04/07 a 03/08/2007) e chuvoso (09/01 a 08/02/2008) nos intervalos de 3, 6, 9, 12, 15, 20, 25 e 30 dias. No início do período amostral as macrófitas com folhas de tamalho semelhante foram selecionadas e identificadas com fio de nylon ( inerente). Os pecíolos das macrófitas selecionadas foram limpos utilizando gazes esterilizados.
Delineamento Amostral
Variáveis Analisadas
Variáveis abióticas: radiação subaquática, temperatura da água, alcalinidade, formas de carbono inorgânico, ph, condutividade elétrica, nitrogênio e fósforo total. O material perifítico aderido ao pecíolo das ninféias foi retirado através de raspagem com escova dental de cerdas macias e lavado com água destilada.
Resultados
No período seco a temperatura do ar apresentou
média mensal de 15,6 °C e no chuvoso de 20,9 °C. A
precipitação pluviométrica mensal foi de 106,9 mm no período seco e de 237,0 mm no chuvoso.

A condição limnológica no período chuvoso
caeacterizou-se, principalmente pela maior
temperatura e disponibilidade de nutrientes e no
período seco pela maior disponibilidade de luz.
* Observou-se a ocorrência de 46 espécies abundantes no período seco e 33 no chuvoso. Synechocystis aquatilis e Frustulia crossinervia foram as principais descritoras da comunidade no período seco.
Conclusão
As condições limnológicas mudaram sazonalmente no interior dos bamcos de Nymphaea spp. e influenciaram a estrutura da comunidade perifitica.
A escala sazonal foi então a principal fonte de variabilidade da estrutura da comunidade.
A temperatura, a disponibilidade de luz e nutrientes foi determinante na distinção do processo de colonização e trajetória sucessional das algas.
Rony
Mariana
Julia
Microalgas Perifíticas Associadas à Macrófitas Aquáticas em Reservatório no Semiárido Cearense
Microalgas perifíticas são fotoautotróficas, microscópicas que vivem associadas a substratos, como sedimentos ou macrófitas aquáticas, estas por sua vez, são vegetais visíveis a olho nu que variam de macroalgas a angiospermas. O estudo da comunidade perifítica é relevante, pois as mesmas servem como indicadoras ambientais da qualidade da água. O objetivo da presente pesquisa foi identificar a comunidade perifítica associada à macrófitas aquáticas no Reservatório Thomaz Osterne de Alencar, localizado no Distrito de Monte Alverne, Município de Crato, Ceará.
Introdução
Material e métodos
Foram realizadas coletas mensais por meio de
espremidos de macrófitas aquáticas no período de
outubro de 2013 a março de 2014, correspondendo
aos períodos seco e chuvoso. As amostras foram
fixadas com formol a 4% e transportadas para o Laboratório de Botânica - LaB/URCA, sendo analisadas
com auxílio de microscopia óptica, câmera fotográfica e
bibliografia especializada para identificação e
sistematização dos táxons.
Resultados
Adriana
Para a comunidade perifítica foram identificados 172 táxons, com predomínio de Chlorophyta (38%), seguida de Cyanobacteria (31%), Bacillariophyta (20%), Euglenophyta (10%) e Dinophyta (1%). No período seco ocorreram 103 táxons com maior representatividade de Chlorophyta (36%), seguida de Cyanobacteria (33%), Bacillariophyta (25%), Euglenophyta (5%) e Dinophyta (1%), e 155 no chuvoso, também com Chlorophyta (42%) como a divisão mais representativa, seguida de Cyanobacteria (28%), Bacillariophyta (18%), Euglenophyta (11%) e Dinophyta (1%) (Figura 1).

Figura 1. Distribuição percentual dos táxons de microalgas perifíticas por períodos sazonais.
Pela grande ocorrência de microalgas perifíticas,
principalmente clorofíceas e cianobactérias, bem
como os táxons dominantes, o reservatório pode
estar passando por um processo de eutrofização,
sendo classificado como oligo-mesotrófico.
Conclusão
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