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Ascensção chinesa continua pacífica?

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Giulia Rocatto

on 16 August 2013

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Transcript of Ascensção chinesa continua pacífica?

Ascensão chinesa continua pacífica?
Os primeiros sinais de alerta veio das tensões envolvendo o controle das áreas marítimas e arquipélagos. Os arquipélagos disputados são áreas ricas pesqueiras e com grande reserva de petróleo e gás natural. Essas áreas são disputadas pela China, Malásia, Vietnã e Filipinas. Hoje essas ilhas estão sob o poder do Japão.
As ilhas da discórdia não passam de rochedos e as riquezas marítimas parecem insuficientes para desencadear uma guerra de consequências imprevisíveis e desastrosas. A disputa se articula em torno de valores simbólicos, significados históricos que é combustível para o nacionalismo Chinês.
Dois exemplos de relações internacionais que evidenciam ricos de confronto são:
Grã-Bretanha, maior mercado de
exportações alemãs e a Alemanha sendo o
2° maior mercado de exportações britânicas
um pouco antes da Primeira Guerra.
O segundo exemplo é, o Japão tornou-se
importante parceiro econômico das potências ocidentais, um pouco antes da aventura de expansão imperialista.
Uma visão de Washington, desenvolvendo políticas, Barack Obama articulou o chamado “giro estratégico para a Ásia”, um conjuntos de iniciativas para aumentar a influência dos EUA na China. Ele apoia a entrada da China e da Índia no Conselho de Segurança da ONU. Whashington firmou uma parceria nuclear com a Índia, reconhecendo implicitamente a condição de potência nuclear da Índia. Os norte-americanos multiplicam essas cooperações com os países do sudeste asiático. O mais recente é uma parceria com o Vietnã, inimigo de guerra há 40 anos.
A rivalidade entre as duas potências
China e EUA, pode ser inevitável, mas
não torna impossível a cooperação em
estratégias atualmente sensíveis. Na atual
crise coreana, a China revela um interesse na estabilidade geopolítica no Extremo Oriente,
que é a base de seu crescimento.
Tudo o que a política interna da China quer
é construir uma “sociedade socialista harmônica”.
A política externa se junta em torno de um
plano para o crescimento pacífico. Os dirigentes chineses não querem parecer que gostem
de guerra, durante quase duas décadas
a potência crescente era um fator de
prosperidade econômica e de estabilidade
no extremo oriente.
Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos,
ocupam os primeiros lugares em parceria
comercial com a China. Na complexa rede
produtiva da região da Ásia do Pacífico,
a China funciona como um elo entre a
indústria oriental e o mercado do ocidente.
O temor de que a palavra
“pacífica” fosse ilusão crescia. A partir
do momento em que a China
ultrapassasse o estágio inicial, passaria
a agir como uma potência imperial
e usaria sua força econômica para
impor suas vontades.
As disputas envolvem diretamente seus vizinhos e parceiros econômicos e indiretamente os Estados Unidos. O mesmo mantém um tratado militar desde 1950 com o Japão, que converte os EUA em vigia. Numa hipótese impensável de um ataque chinês às Senkaku (os arquipélagos), os EUA seriam tragados para um confronto com a China. Do mesmo modo, Indonésia, Brunei, e Filipinas são aliados regionais de Whashington, que não poderia virar as costas para possíveis conflitos no mar da China meridional.
As crises no Extremo Oriente lança um feixe de luz sobre os EUA e a China. Os dois países estão conectados por uma rede de interesses financeiros e comerciais que configura a espinha dorsal da globalização.
Giulia Campos Rocatto n° 10
1° ano EM
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