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A BAGACEIRA

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by

Geovanna Oliveira

on 30 May 2014

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Transcript of A BAGACEIRA

A Bagaceira, de José Américo de Almeida. Adaptação: W. J. Solla. Direção: Fernando Teixeira. Elenco: Elton Veloso; Walmor Pessoa; Kilma F. Bezerra;
O enredo central gira em torno de um triângulo amoroso entre Soledade, Lúcio e Dagoberto. Soledade, menina sertaneja, uma retirante da seca, chega ao engenho de Dagoberto, pai de Lúcio, acompanhada de vários retirantes: Valentim, seu pai, Pirunga, seu irmão de criação e outros que fugiam da seca. Lúcio e Soledade acabam se apaixonando. A relação entre ambos ganha ares dramáticos no momento em que Dagoberto, o dono da fazenda, violenta Soledade e faz dela sua amante.
Enredo
Espaço e tempo
Espaço -
A história se passa no
ambiente de uma fa-
zenda (Margazão)
onde há um engenho
de cana, elemento
fundamental para a organização econômica e
social do nordeste brasileiro.

Tempo-
Cronológico e psicológico. É predominantemente cronológico, com influência da estética naturalista.
Análise dos meios de que
se vale o autor
Personagens centrais
Brejeiros:
Dagoberto (Coronel), Lúcio (estudante/advogado), Milonga (mãe preta), Manoel Broca (feitor), Latomia (empregado).
Sertanejos:
Soledade, Valentin (pai de soledade), Pirunga (primo e protetor de soledade).
José de Américo Almeida
A BAGACEIRA
Descrição e intervenções do autor
A Bagaceira é um romance do escritor José Américo de Almeida publicado em 1928. É considerado o marco inicial do romance regionalista do Modernismo brasileiro.
Foco Narrativo, Linguagem e monólogo
Foco narrativo
- Narrador observador onisciente.
Linguagem -
A linguagem de “A Bagaceira” pode ser vista de modos diferentes, variando de acordo com os personagens que a usam: a fala do autor, de seu filho doutor ou do povo da seca e do engenho. O autor utiliza em sua obra a linguagem regional popular na boca de seus personagens não cultos, e a língua culta pelo narrador.
Monólogo -
monólogo interior, reproduzido pelo narrador.


Narração
- 3º pessoa
A narrativa, com o vocabulário mais simplório do sertanejo, e utilização gramatical correta do autor, traz à tona um dualismo literário, no mínimo, interessante. Como no trecho a seguir:
“ (...) Mas, ali não se brigava por mulher: o amor não valia uma facada. O ciúmes mal passava de ameaças:

- Olhe que eu te dou uns croques!…

- Quando chegar em casa, você chia no relho!…”
Lúcio despertou, ouvindo um vozear estranho. Um formidável clamor que uivava dentro da noite. (Página 44)


Gênero literário escolhido
- lírico
“O sol que é para dar o beijo de fecundidade dava um beijo de morte longo, cáustico, como um cautério monstruoso”
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