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Doitian Fuhrmann

on 11 June 2013

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paulo mendes da rocha planta pavimento superior planta pavimento térreo paulo mendes da rocha 1957 1965 1969 1973 1975 1987 1989 1986 1988 1989 1996 1998 2002 2006 2008 2010 Ginásio do Clube Atlético Paulistano, São Paulo. Edifício Guaimbê, Rua Haddock Lobo, Jardins em São Paulo. Pavilhão brasileiro da Feira Internacional de Osaka, Japão. Estádio Serra Dourada, Goiânia. Participação: Flávio Motta, Júlio Katinsky, Ruy Ohtake. Demolido Museu de Arte Contemporânea da USP, São Paulo Participação Jorge Wilheim, não construído. Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), São Paulo. Capela São Pedro Apóstolo, Campos do Jordão. Anexo ao Palácio Boa Vista, residência de inverno oficial do governador de São Paulo. Reforma Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo. início: 1988
fim: 1999 Museu de Arte de Campinas, Campinas. Casa Gerassi, Campinas. início: 1989
fim: 1990 Reforma do Centro Cultural da FIESP, São Paulo. Participação: MMBB e SPBR. Poupatempo, Itaquera São Paulo. Participação MMBB. Obra: Rino Levi Projeto de Cobertura sobre Galeria Prestes Maia, Praça do Patriarca, São Paulo. início: 1996
fim: 1998 Intervenção e reforma Estação da Luz, São Paulo. Novas instalações do Museu Nacional dos Coches, Lisboa. Início das Obras Cais das Artes, Vitória- ES. principais obras residência no butantã
as casas gêmeas PMR nome: residência no butantã, as casas gêmeas
tema: residências unifamiliares
arquiteto: paulo mendes da rocha
execução projeto - 1964
término da obra - 1966
localização: bairro do butantã, são paulo -sp, brasil. cidade universitária - usp jockey club são paulo marginal pinheiros instituto butantã distrito paulistano
área : 12,9 km²
48.040 habitantes
idh - 0,928 (elevado)
região oeste de são paulo butantã sp brasil acesso pedestres acesso veículos acesso jardim acesso superior 04 05 06 07 02 01 03 08 10 09 planta térreo - acessos N perspectiva - insolação museu - casa bandeirante casa PMR rua mapa situação vista aérea - 2008 rua eng. joão de ulhoa cintra rua stan getz vista aérea - implantação vista aérea - vegetação vista aérea - entorno predominantemente residencial
construções alto padrão
fluxo moderado de carros
poucos pedestres
bairro arborizado foto - acesso à residência colonial x moderno semelhanças:
terreno
vegetação diferenças:
cobertura
aberturas
estrutura “em ambos os casos, pode-se destacar o procedimento de sustentação de um prisma puro sobre o solo, pensado sob o modelo da geometria planar do sistema euclidiano e por princípio avesso à hierarquização das fachadas..." ana luiza nobre (NOBRE, 2007) a casa foi locada paralelamente as ruas saint getz e engenheiro joão de ulhoa cintra, em lote de esquina, quase que cetralizada no lote com recuos em todo o perímetro da edificação.
locada a aproximadamente 45° do norte verdadeiro, tem suas fachadas principais (voltadas para as ruas) orientadas a nordeste (longitudinal) e noroeste (tranversal). nordeste noroeste nordeste noroeste foto 01 foto 02 foto 03 foto 05 foto 04 foto 06 foto 07 foto 08 foto 10 foto 09 o sol penetra a casa por entre as árvores e o skyline de são paulo ao amanhancer, na fachada nordeste-leste e é obstruído pela vegetação na fachada noroeste-oeste ao entardecer. plantas quadradas planta implantação e cobertura B B garagem
circulação
serviços
social
íntimo garagem
circulação
serviços
social
íntimo zenitais prateleiras estar bloco serviços exaustor lareira ducha escada - acesso superior método construtivo concreto armado, moldado in loco, adotado pela escola paulista como elemento construtivo á suas formas de construção. viam neste método a possibilidade de desenvolvimento de habitações sociais, por ser relativamente econômico, facilitar montagem e manutenção.
o concreto se reproduz em toda a casa, na estrutura, nas vedações (zenitais) e no mobiliário.
PMR não nega a forma bruta do concreto, reduzindo as técnicas formais, sendo condizente com a tentativa de síntese formal.
o concreto impõe que as instalações hidráulicas e elétricas sejam aparentes, o que expões seu aspecto funcional e facilita a manutenção.
a obra contém duas grandes janelas em fita dispostas nas fachadas de menor comprimento que segundo o arquiteto "um desenho só resolve todas as aberturas da casa" ao apresentar um caixilho único para cada janela (desenvolvido a partir de peças automotivas e elementos simples de serralheria).
as paredes que dividem os ambientes internos são em argamassa armada (3cm) fixadas por hastes metálicas, independentes e passíveis de relocação.
cobertura é plana impermeabilizada com manta asfáltica e calhas perimetrais com uma descida de água em cada lado das paredes "cegas" da casa. sistema estrutural apreço por estruturas rigorosas e ao mesmo tempo sintéticas e claras. 04 pilares delgados e 04 vigas principais em forma de "pi". duas lajes nervuradas - de piso e de cobertura. pilares com peso de 100 tonelada cada
casa 400 toneladas de concreto
cobertura:
balanços maiores, vigas h=60cm
nervuras transversais 60x10 cm (hxl)
pavimento:
balanços menores, vigas h=45cm
nervuras transversais 50x8 cm (hxl) terreno
devido o terreno "frouxo" foi interessante concentrar cargas dentro de alguns limites aplicando a técnica das estacas de concreto na fundação. a esbeldade das vigas se tornou possível devido a legislação vigente na época da construção, fato passível de de não execução nos dias de hoje devido a preocupação com grandes deformações provocadas pelos grandes vãos.
as lajes e empenas são independentes diminuindo a possibilidade de grandes áreas de flambagem. usabilidade e estado da edificação. o edifício foi construído como residência do próprio arquiteto; habitado hoje por seu filho lito mendes da rocha, não sofreu alterações a não ser a instalação de espuma de poliuretano de 5cm de espessura na cobertura aprimorando a eficiência do isolamento térmico.
não vem indisposição em usarem aquecedores no inverno, já que a casa tem uma relação íntima com as estações. quando chove apesar da ausência de janelas, é possível ouvir a chuva "tentando advinhar em qual dos galhos os pingos estão atingindo", como afirma o morador.
os espaços íntimos não resguardados, criticado por muitos analistas, é vista como benefício pelos moradores que tem uma relação com maior comunhão, contribuindo para a união da família que conta com apenas uma televisão na casa, diz lito.
apesar de não haver janelas nos quartos a natureza é sempre presente, já que é possível "dormir vendo a lua" através das zenitais. biografia Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Localização: São Paulo, SP.
Ano de construção: 1991
Área do terreno: 700 m²
Área construída: 420 m² Casa Gerassi Ginásio Clube Atlético Paulistano Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Localização: São Paulo, SP.
Ano de construção: 1958-1961
Área do terreno: 40.654,98m²
Área construída: 5.490,67m² Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Paisagista: Roberto Burle Marx
Localização: São Paulo, SP.
Ano de construção: 1987-1995
Área do terreno: 6.935,91 m²
Área construída: 3.478,80 m² - 2.746,80 m² (subsolo) e 732,00 m² (abrigo). Museu Brasileiro da Escultura - MuBe Arquiteto: Paulo Mendes da Rocha
Localização: Goiânia, GO.
Ano de construção: 1973-1975
Área do terreno: 500.000,00 m²
Área construída: 160.000,00 m²
Capacidade: 50.049 pessoas
Gramado: 118x80m Estádio Serra Dourada - A implantação buscava tirar partido da grande área, deixando o edifício ressaltar o caráter de edifício singular, de monumentalidade. A ideia era construir um estádio que não enfrentasse problemas no futuro, principalmente relacionado a acessos e estacionamento. Lamartine e sua equipe: Armando Antunes Scartezini, Silas Rodrigues Varizo e Ariel Veiga Costa Campos, levantaram as áreas disponíveis na capital e chegaram a conclusão que o melhor local seria a margem da BR-153, que oferecia fácil acesso e escoamento de trânsito, além da grande área de estacionamento. O engenheiro Lamartine Reginaldo da Silva Júnior ficou responsável por dar início ao processo de construção do novo estádio. - A decisão de construir um novo estádio se deu a partir da constatação da precariedade do Estádio Olímpico Pedro Ludovico, que não tinha capacidade de abrigar grande público. Rampas e escadas dão acesso à plataforma de entrada. 7 portões de entrada e 12 portões de saída, permitem o acesso ao edifício. A circulação interna se dá por grandes anéis. - O primeiro projeto foi adaptado, dando espaço para o projeto de Paulo Mendes da Rocha. A estrutura é sustentada por pilares de seção circular, dispostos de forma proporcional. A escala dos pilares permite aberturas nas fachadas que permitem a visualização de partes do interior do edifício. A cobertura em grande balanço é o marco do projeto de Paulo Mendes, que buscou fugir das coberturas comumente usadas. O edifício é um misto de simetria, simplicidade, funcionalidade e racionalidade, onde a estrutura valoriza a forma. O concreto aparente destaca na fachada do edifício e na paisagem. - O estádio possui 22 lanchonetes, 53 banheiros, 34 cabines de rádio, 4 vestiários, 2 salas de aquecimento, 5 bilheterias, 44 guichês e 2 departamentos médicos, além dos portões de acesso citados anteriormente. Paredes estruturais As lajes são protendidas e nervuradas, apoiam-se nas paredes estruturais. As paredes são estruturais, de concreto armado, que já servem como pilares e muros de arrimo, sendo muito bem impermeabilizadas, por estarem em contato direto com a água. Como a maior parte do museu é subterrâneo, foi necessário um sistema de drenagem muito eficiente ao longo de toda sua extensão, pois o lençol freático existente fica numa cota acima do nível da construção. - Para vencer o grande vão de 60m, foi utilizada uma estrutura alveolar, com paredes delgadas, resultado das nervuras da laje do tipo caixão protendido e vigas do tipo vierendeel, mais leves e tão eficientes quanto a de alma cheia, além do concreto de alta resistência. Acessos - Os acessos são feitos por meio de rampas e escada. - As instalações foram locadas no museu semi-subterrâneo, aproveitando o desnível do terreno. A construção aflora na estrada da Rua Alemanha, solução que auxilia na acústica e térmica da área enterrada. “... um horizontal perfeito é um valor arquitetônico e técnico incomensurável que pouco se dá atenção. Não existe nada horizontal no universo, na face do planeta.”
Paulo Mendes da Rocha, 2002 - Os espaços são contínuos, favorecendo a continuidade entre os ambientes e entre o espaço interno e o externo. O projeto intervêm no lote todo, a planta é o rebatimento quase em escala natural do perímetro do lote. Segundo Paulo Mendes, o projeto nasceu como uma resposta ao urbano: uma praça com um marco, sendo ela mesma e seu subsolo. Foi inicialmente imaginado como um museu de escultura e ecologia, porém foi realizado apenas como museu da escultura, ainda assim não deixou de ser pensado como jardim. O marco é uma grande viga protendida, perpendicular a Av. Europa, que foi idealizada com a intenção de colocar uma pedra no céu, assim como as pedras de Stonehenge. Serve também como proteção a área externa, um lugar de sombra, um abrigo. - Resultado da mobilização da Sociedade dos Amigos do Jardim Europa e Paulistano ( SAJEP), liderada pela presidente da Sociedade de Amigos do Museu (SAM), Marilisa Rathsan, contra a construção de um Shopping Center no local. A briga durou 20 anos, quando a prefeitura cedeu a área em sistema de comodato. Planta nível inferior:
1. Foyer;
2. Entrada;
3. Recepção e Administração;
4. Sala de Espera;
5. Pinacoteca;
6. Salas de Exposição;
7. Restaurante;
8. Auditório;
9. Salas de Workshops;
10. Almoxarifado p/ coleção do museu;
11. Almoxarifado geral;
12. Sala de documentação;
13. Sala de apoio técnico. Planta nível superior:
1. Foyer;
2. Teatro;
3. Esplanada, exposição ao ar livre;
4. Espelho d’água;
5. Jardim;
6. Claraboia. - Assim como a estrutura da casa, o programa e a distribuição dos ambientes, são bem simples. A área de serviço e a cozinha ficam lateral ao salão, sendo iluminada, também, zenitalmente. As grandes janelas em fita, permitem uma integração do interior com o exterior, trazendo a natureza para dentro da residência, além de permitir maior circulação de ar e iluminação. - Os quartos tem acesso direto ao salão, dispensando o uso de corredores. A escada é o único acesso a casa. A casa de desenvolve ao redor de uma claraboia quadrada e de seu ralo, que foi disposto no centro do salão de estar e jantar, como um gradil horizontal. Os pilares de destacam no volume do edifício. A estrutura é composto por 6 pilares de secção quadrada, dispostos nas laterais do edifícios, 6 vigas transversais que unem em pares os pilares, sendo 3 sustentando o pavimento superior e outras 3 estruturando a cobertura, e mais oito vigas unindo em pares as extremidades das demais vigas. A casa fica no pavimento superior. O térreo é livre, uma grande área destinada ao lazer. Há apenas o volume da escada e outro de apoio a piscina interrompendo o grande vão. - A residência foi construída com peças de concreto pré-fabricados. Sua estrutura principal foi montada em apenas 2 dias e meio. garagem
circulação
serviços
social
íntimo Primeiro grande projeto de Paulo Mendes da Rocha.

A implantação do edifico é feita em uma extensa plataforma retangular, que serve de esplanada e abrigo de atividades complementares. O ginásio foi locado no centro, onde foi erguido um grande anel de concreto armado.

A estrutura do anel é apoiada em 6 pilares.

Cabos de aço tensionados, sustentam a cobertura metálica central.

O edifício é vazado para a rua, permitindo a entrada de luz.

Rampas suaves cruzam o eixo do ginásio, proporcionando a circulação e dando acesso ao patamar superior. 1 2 2 3 4 5 9 10 11 12 7 8 6 6 13 4 3 2 6 5 1 4 "ARQUITETURA PAULO MENDIANA" - "projeto de humanidade" - evolui na progressão de sua carreira,
não se resume a sua obra - expressa na ESCOLA PAULISTA.
- atitude rígida, certeira sobre o território, é um elemento fundamental na expressão do domínio e da integração do homem sobre e com a natureza:
mudança na topografia;
completa redefinição;
ação sobre os fluxos de circulação do entorno. - clara intenção espacial em que as características da ESCOLA são evidenciadas;
- exemplo paradigmático de pensamento estético
- raciocínio de pórticos e planos
- rápido jogo estrutural através de elementos convencionais (vigas, pilares, lajes)
- legítimo mestre quando lida com esta linguagem estrutural "A PRIMEIRA E PRIMORDIAL ARQUITETURA É A GEOGRAFIA." Esplanada - Ginásio Clube Atlético Paulistano Esplanada - MuBe Térreo livre - Casa Gerassi Jardins Internos - Estádio Serra Dourada Espaço de Convivência Ginásio Clube Atlético Paulistano MuBe Casa Gerassi Estádio Serra Dourada Concreto aparente Linguagem do Arquiteto Janelas em fita - MuBe Janelas em fita - Casa Gerassi Vão dos pilares - Estádio Serra Dourada Vão dos pilares - Ginásio Clube Atlético Paulistano Integração Interior/Exterior Lajes nervuradas Nasceu em Vitória, no Espírito Santo, em 1928;
Filho do engenheiro de portos e vias navegáveis PauloMenezes Mendes da Rocha (1887 - 1967);
Formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo naUniversidade de Mackenzie, SP, em 1954;
Começou a lecionar na Faculdade de SP em 1959;Em 1955 abre seu escritório em São Paulo;
Sua arquitetura foi influenciada por Vilanova Artigas desdeseu primeiro grande projeto aos 29 anos, Ginásio do Clube Atlético Paulistano. Acho que a arquitetura brasileira tem o seu valor universal. Temos aobrigação de fazer um raciocínio peculiar, porque apesar de sermos ‘europeus’, somos nós que estamos aqui. O que está por trás disto, e é fundamental, é a questão de termos uma visão erótica sobre a vida, ouseja, uma visão de vida desejável, não de uma carga a ser vivida; umavisão que por mais amarga que possa ser para um homem, consciente da pobreza de sua individualidade, do efêmero, consegue ainda ser eróticacom a questão da humanidade, da formação da linguagem e damonumentalidade de sermos o produto de nós mesmos. Acho que istotransparece nos projetos, talvez muito mais na arquitetura de Oscar Niemeyer, que é simbolista por excelência, como se fosse um sublimeinventor! ”
Frase ..
Finalista premiado para o anteprojeto do Central CulturalGeorges Pompidou, em Paris;
Indicado ao I Prêmio Mies van der Rohe de ArquiteturaLatino-Americana;
Vencedor do Pritzker, prêmio máximo da arquitetura mundial,em 2006.
Prêmio “Trayectoria Profesional”, recebido na I Bienal Iberoamericana de Arquitecturay Ingeniería Civil, Madrid em 1998;
Prêmio “Ministério da Cultura” ;
Prêmio “Vitrúvio 99" de Arquitetura Latino Americana;
II Prêmio Mies van de Rohe de Arquitetura Latino Americanaem Barcelona (2000);

Concursos & Prêmios "ARQUITETURA" Sua obra é dita por alguns como caracterizada por um "raciocínio depórticos e planos". Em vários de seus projetos, a plena configuraçãoespacial se dá através de um rápido jogo estrutural, promovido pelodomínio compositivo de elementos construtivos tradicionais ( pilares evigas, assim como paredes simples e lajes).
Os projetos nos quais mais se torna clara esta característica são os do Museu Brasileiro de Escultura, da loja Forma e de algumas residências.
Apesar da influência visível dos já citados Mies van der Rohe e Artigas,Paulo Mendes da Rocha é aclamado por alguns como um legítimomestre quando lida com esta linguagem.
A preocupação primordial com o conteúdo orienta o modo de trabalho doarquiteto. Sua produção não começa pelos desenhos, ou pelasmaquetes, constantes nos trabalho do arquiteto, tem início na reflexão.
"Ele é capaz de passar duas semanas analisando, debatendo... E sódepois partir para a prancheta”
, revela Milton Braga.
O arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha recebeu dia 10 de abril o prêmio de arquitetura de maior prestígio no mundo: o Pritzker. Em citação oficial, o júri analisou a carreira de Mendes da Rocha como devotada "à criação de uma arquitetura guiada pelo senso de responsabilidade aos habitantes de seus projetos assim como por uma sociedade mais abrangente". Um dos principais pontos focados foi o uso inteligente de materiais simples, criando uma arquitetura arrojada. Lord Palumbo destacou que o mundo se influenciou pela "monumentalidade de seus edifícios e parcos materiais, que é sua marca registrada". Carlos Jimenez cita a "excepcional economia para alcançar uma arquitetura de profundo engajamento social".
PRÊMIO PRITZKER
PAULO MENDES DA ROCHA :
O prêmio, de qualquer forma, não é meu, mas de todos os arquitetos brasileiros. Antes de mim, no Brasil, foi Oscar Niemeyer. O importante nessa premiação não é a pessoa, mas as questões intelectuais e do debate arquitetônico atual, que passam pelo reconhecimento de uma arquitetura latino-americana que luta pela defesa da natureza, do meio ambiente, pelo direito à cidade, pela qualidade do ensino e pela inclusão social, pela aproximação das pessoas. É um prêmio que traz um estímulo para todos nós, arquitetos brasileiros. Um prêmio para o Brasil, para a FAU e para o IAB, que continuam a defender nossa condição profissional e a registrar nosso conhecimento. Voltamos, em suma, a ser reconhecidos pelo mundo.
aU O que significou o Pritzker? Arquitetura e Urbanismo Arquitetura Brasileira
Profª. Sonia Cimo

Acadêmicas: Doitian Fuhrmann
Marcia Tavares
AU34 - Faculdade de Concórdia

06/2013 o edifício foi construído como residência do próprio arquiteto; habitado hoje por seu filho lito mendes da rocha, não sofreu alterações a não ser a instalação de espuma de poliuretano de 5cm de espessura na cobertura aprimorando a eficiência do isolamento térmico.
não vem indisposição em usarem aquecedores no inverno, já que a casa tem uma relação íntima com as estações. quando chove apesar da ausência de janelas, é possível ouvir a chuva "tentando advinhar em qual dos galhos os pingos estão atingindo", como afirma o morador.
os espaços íntimos não resguardados, criticado por muitos analistas, é vista como benefício pelos moradores que tem uma relação com maior comunhão, contribuindo para a união da família que conta com apenas uma televisão na casa, diz lito.
apesar de não haver janelas nos quartos a natureza é sempre presente, já que é possível "dormir vendo a lua" através das zenitais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/entrevista.http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Mendes_da_Rocha.
http://nuancesoslugaresdaarquitectura.blogspot.com.br/2003/11/o-universo-segundo-paulo-mendes-da.html. http://www.wikiarq.com/profissionais/paulo-mendes-da-rocha/. http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/146/cenario-22172-1.asp
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