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Lisbela e o Prisioneiro

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by

gabriele duarte

on 19 September 2013

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Transcript of Lisbela e o Prisioneiro

Lisbela e o Prisioneiro
Lisbela e o Prisioneiro
Sobre o autor
Sobre a obra
Personagens
Espaço, Local
Linguagem
Enredo
Primeiro Ato
Segundo Ato
Terceiro Ato
Osman Lins foi um importante escritor brasileiro, nasceu em Vitória de Santo Antão - Pernambuco, em 1924. Sempre envolvido com as artes nas suas mais variadas formas, foi jornalista,
dramaturgo
, e escritor. Morreu em 1978, deixando uma vasta obra literária.
Dramaturgo
: autor de peças de teatro.

Sobre a Obra
Lisbela e o Prisioneiro foi a primeira peça de Osman Lins a ser encenada, obtendo sucesso de público e de crítica.
Recentemente o texto de Lisbela e o Prisioneiro foi roterizado e transformado em filme, este que se tornou um fenômeno no mercado cinematográfico brasileiro.
Personagens
Jaborandi: Soldado e corneteiro, ama séries cinematográficas
Testa-Seca: Preso por assassinar uma velha e roubar seu ouro
Paraíba: Preso pelo mesmo motivo de Testa-Seca
Citonho: Velho carcereiro
Tenente Guedes: Delegado
Leléu: Aramista, prisioneiro e protagonista
Juvenal: Soldado
Heliodoro: Cabo de destacamento
Lisbela: Filha do Tenente Guedes e protagonista
Dr. Noêmico: Advogado, noivo de Lisbela
Tãozinho: Vendedor ambulante de pássaros
Frederico: Assassino profissional
Lapiau: Artista de circo e amigo de Leléu
Sobre o Autor
Jaborandi
:Vive fugindo do local de trabalho, para assistir fitas em série no cinematógrafo, interrompendo seus momentos de fantasia, na hora que tem que tocar a corneta. Em meio a idas e vindas, ele vive entre o sonho e a realidade, sonho que vive ao longo dos episódios das séries e realidade na qual sua função, tocar corneta, é sem sentido. " -para que tocar corneta numa prisão?" ele mesmo pergunta ao longo do livro.
Heliodoro
:Cabo de destacamento, casado, já com uma certa idade, apaixonado por uma jovem, o qual chega a forjar um falso casamento para possui-la.
Tãozinho
:Vendedor ambulante de pássaros, que rouba a mulher de Raimundinho.
Frederico
:Assassino profissional, à procura de Leléu, que deflorou sua irmã Inaura, e que, sem saber, por ele é salvo de um ataque de boi.
Lapiau
:Artista de circo, amigo de Leléu, participa da farsa do casamento de Heliodoro com a jovem.

Citonho
:Velho carcereiro, esperto e dinâmico, cúmplice de Lisbela e de Leléu no final.
Lisbela
: Filha única do tenente Guedes, enfrenta a autoridade patriarcal do pai e do noivo ao tomar iniciativa para colaborar com a fuga de Leléu da prisão e a se dispor a abandonar o noivo no dia de seu casamento para aventurar-se na vida com o equilibrista. Como se não bastasse isso, é ela quem livra Leléu da morte, ao atirar, aparentemente, em Frederico, o assassino profissional, quando este apontava a arma para Leléu, pouco antes do desfecho da peça. Parece e julga-se tornar-se uma criminosa, colocando o pai numa situação incômoda, que para livrar a própria filha da cadeia embaralha e oculta a autoria do suposto crime, comprometendo sua imagem de autoridade correta. Por suas ações, Lisbela não apenas renega os mesquinhos valores, mas também expoe as marcas de uma sociedade patriarcal.
Leléu
: Era um homem sedutor, conquistador, tipico Don Juan nordestino, experimentador de várias profissões, portador de diferentes identidades, esperto, acostumado a riscos e deslocamentos... Até que um dia conhece Lisbela no parque da cidade e se apaixona a primeira vista. Leléu, vive sempre com fervor, estando alegre ou aflito. Preso por defloramentos de diversas mulheres. O defloramento de uma garota de 16 anos foi o fator final para botar Leléu na cadeia, mas este consegue fugir.
A estória se passa em Pernambuco, e quase todos os conflitos do livro acontecem na cadeia da cidade de Vitória de Santo Antão, mesma cidade em que o autor Osman Lins nasceu.
O cenário é típico de pequenas cidades nordestinas.

Espaço, Local
Linguagem
Osman Lins utiliza do palavreado que o povo nordestino tem e isso facilita e acelera a leitura do livro. Esta obra é dividida em três atos, além de possuir um pequeno relato de como ocorrerá à cena, já que a cadeia é o lugar onde se passa todo o enredo, e logo após há apenas as falas dos personagens, ou seja, é uma peça teatral transcrita para as folhas de um livro.
Enredo
A obra começa com Jaborandi, Citonho, Testa-Seca e Paraíba conversando sobre as séries que Jaborandi ama assistir.
Primeiro Ato
Segundo Ato
Terceiro Ato
O primeiro ato se passa todo na cadeia. Primeiramente temos Jaborandi, Testa-seca, Paraíba e Citonho discutindo sobre a série que Jaborandi tem assistido no cinema.
Depois o Tenente Guedes chega interrompendo o assunto e dando a notícia de que Leléu, um prisioneiro fugitivo, havia sido encontrado e estava sendo trazido para a cadeia novamente. Os personagens entram em um conflito para decidirem em que cela o colocarão, Leléu chega e é colocado na mesa cela em que Testa-seca e Paraíba . Depois chega a Lisbela com seu noivo Dr. Noêmico e o Tãozinho com seus pássaros na gaiola, os personagens entram em conflito para falarem se é certo ou não Tãozinho prender os animais em gaiolas, Lisbela pede a seu pai que compre um para ela e seu noivo intromete dizendo que não gosta de animais presos e por isso ela nao poderá ter um, nesta parte do livro podemos perceber o autoritarismo patriarco do noivo de Lisbela quando o esse diz o seguinte: "Lisbela, vamos. Você é minha noiva, não deve se opor ás minhas convicções. As convicções do homem devem ser, optarum causa (acatadas), as de sua esposa ou noiva." Lisbela e o noivo vão embora. Tãozinho faz queixa ao delegado e também vai embora. Um pouco depois chega Frederico para agradecer Leléu que o salvará de um boi bravo que iria lhe matar, diz que agora deve um favor a Leléu e que logo voltaria para ajudar quando ele precisasse.

O segundo ato começa com Leléu na calçada da cadeia fazendo limpeza e o cabo Heliodoro o vigiando. Heliodoro, casado, diz que está apaixonado por uma outra mulher e que precisa se casar com ela na igreja, Leléu diz que o ajudaria a encontrar um padre que realizasse a cerimonia, mas que em troca Heliodoro desse um recado á Lisbela. Quando Leléu termina a limpeza volta para sua cela e recebe a visita de Lapiau, um grande amigo e companheiro, e lhe pede para ajuda-lo em um serviço, Lapiau teria de arrumar uma roupa de padre para abençoar a união de Heliodoro e que este não poderia saber que ele seria um falso padre. Lampiau aceita e vai embora. Quando estão só Leléu, Testa-seca e Paraíba na cela, Leléu conta-lhes que está planejando fugir e que para isso só precisaria de uma corda e que os levaria com ele. Pouco depois chega Lisbela dizendo que o irmão de Inaura, moça que ele havia deflorado, estava á procura dele e iria o matar, Heliodoro diz que o irmão da moça era o Matador profissional que Leléu salvou da morte quando matou o boi. Leléu começa a pensar que teria de fugir o quanto antes se quisesse ficar vivo.
O terceiro ato começa com Citonho e Heliodoro jantando, os presos já estão dormindo. Lapiau chega se despedindo, pois o circo parte para outra cidade naquela noite, pede para mandar lembrançar a Leléu e se vai. Heliodoro e Citonho começam a conversar e se perguntam como Leléu conseguiu que o tenente Guedes o désse uma corda. Leléu havia alegado que era para treinar suas habilidades na "corda-bamba", pois havia trabalhado de equilibrista no circo. Heliodoro diz a Citonho que foi Lisbela quem o ajudou a convencer o tenente e que Lisbela havia fugido 3 vezes de casa quando todos estavam dormindo para conversar com Leléu e diz que ele iria lhe ajudar a casar-se com uma moça por quem havia se apaixonado. Tenente Guedes chega e manda Citonho ir visitar Lisbela em sua casa, pois ela estava na festa de seu casamento e reclamava dizendo estar com saudade dele. Quando Citonho sai, o tenente diz a Heliodoro que o irmão de Inaura havia chegado a cidade e que era para colocar Leléu em uma cela sozinho. O tenente estava bolando um plano para que Frederico matasse Leléu e no fim Heliodoro chegasse e matasse Frederico, ficando como o herói da história, Heliodoro não aceita, mas o tenente o obriga e eles vão até a cela para trocarem Leléu de cela, mas ao chegarem lá encontram a cela vazia, os 3 presos haviam fugido usando a corda que Leléu havia ganhado. O tentente manda Heliodoro ir até sua casa chamar os outros sargentos. Quando o tenente estava sozinho na delegacia, chega Dr. Noêmico dizendo que Lisbela havia fugido, os dois entram em discursão pensando que ela havia fugido com os presos, quando de repente Lisbela entra na delegacia e diz que iria fugir com Leléu, mas não fugiu porque ele não apareceu para busca-la. Soldados encontram Testa-seca e Paraíba e os leva para a delegacia. Tempo depois aparece Leléu se entregando o tenente pergunta porque ele voltou e ele diz que voltou para ficar perto de Lisbela. Lisbela pede a seu pai que a deixe fugir com Leléu ele ameaça lhe bater e em um gesto rapido ela pega uma arma que estava em cima da mesa e sai correndo, quando seu pai ia atrás dela entra Frederico pela porta e quando ele vai atirar para matar Citonho e depois Leléu, Lisbela aparece e atira em Frederic. Tenente Guedes deixa Lisbela fugir com Leléu para que ela não sofra as consequencias da morte de Frederico. Lisbela e Leléu fogem para serem "felizes para sempre" longe dali!

Fim!
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