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Personalidade II - Young

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by

Kátia Caetano

on 4 October 2016

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Transcript of Personalidade II - Young

- Depressão ou ansiedade crônicas.
- Transtornos alimentares.
- Problemas difíceis de casal.
- Dificuldades duradouras na manutenção de relacionamentos íntimos.
- Manejo de condutas delitivas( usuários de drogas e álcool).

Personalidade II - Young
Estrutura
Dinâmica
Processos do Esquema
Psicopatologia
Crescimento e Desenvolvimento
Necessidades Emocionais Fundamentais
Prof.ª Dr.ª Carmem Beatriz Neufeld
Monitora: Me. Kátia Caetano

- Fundador e Diretor do Centro de Terapia Cognitiva de Nova York e Connecticut, e do Instituto de Terapia de Esquemas.

- Dep. de Psiquiatria da Universidade de Columbia.

- Pós-doutorado: Aaron Beck


Terapia do Esquema
Jeffrey Young
Terapia dos Esquemas
Pacientes
- Transtornos de personalidade.

- Difíceis e crônicos.

- Não conseguem identificar a queixa ou com problemas vagos.

- Transtornos mais arraigados.




- Ênfase:

. Na infância e adolescência.



. Relação terapêutica como veículo de mudança.
Aplicabilidade
Esquemas
"Estrutura cognitiva que filtra, codifica e avalia os estímulos aos quais o organismo é submetido” - Beck.

- Contaminam a interpretação dos eventos : Coerência Cognitiva.

- Modo de guiar a percepção: reações e experiências passadas.
Domínios dos Esquemas
. Desconexão e rejeição

. Autonomia e desempenho prejudicados

. Limites prejudicados

. Orientação para o outro

. Supervigilância e inibição
Domínio I:
Desconexão e Rejeição
- Expectativas sobre:
Necessidade de segurança
Estabilidade
Carinho
Empatia
Compartilhamento de sentimentos
Aceitação
Respeito
- Família de origem:
Desligada/Rejeitadora
Abusiva/Imprevisível
. Falta de confiança com aqueles que estão disponíveis para apoio e conexão.

. Os outros são entendidos como emocionalmente instáveis.

. Podem abandonar a criança a qualquer momento.


Abandono/Instabilidade
Desconfiança/Abuso
. Acreditar que os outros podem magoar, abusar.

. O dano é visto como intencional.

Privação Emocional
. Acreditar que os outros não podem dar o carinho necessário.

. Privação de carinho/Empatia/ Proteção.

Defectividade/Vergonha
. Sentimento de ser indesejado ou inferior.

. Não será digna de amor.

. Sentimento de culpa.

. Falhas privadas/Falhas públicas.
Isolamento Social/Alienação
. Sentimento de estar isolado do resto do mundo.

. Acreditar que é diferente das outras pessoas.

. Não se adequar ao grupo.

Domínio II:
Autonomia e Desempenho prejudicados
Expectativas sobre si mesmo e o ambiente interferem:

Capacidade de separar-se
Funcionar independentemente
Ter um bom desempenho
Dificuldade em reforçar a criança

Família de origem:
Emaranhada/Superprotetora

Dependência / Incompetência:

. Acreditar ser incapaz de manejar as responsabilidades.

. Só ser capaz mediante o outro.
Vulnerabilidade
. Medo de que aconteça uma catástrofe a qualquer momento.

. Catástrofe médica / emocional / externas.
Emaranhamento / Self Subdesenvolvido
. Excessivo envolvimento emocional, minimizando a individualização;

. Sentimentos de vazio quanto a própria identidade.

Fracasso

. Crença de que inevitavelmente irá fracassar.

. Ser inadequado.

Domínio III:
Limites Prejudicados
Deficiência:
. Limites internos.
. Responsabilidades com os outros
. Orientação para objetivos de longo
prazo
. Dificuldade em respeitar os limites
dos outros
. Dificuldade em cumprir metas
pessoais

Família de origem
. Permissiva/excesso de indulgência.
. Falta de supervisão
Merecimento / Grandiosidade

. Acreditar que é superior as outras pessoas.

. Tentativa de controlar o comportamento do outro.
Autocontrole / Autodisciplina Insuficiente
. Dificuldade de tolerar a frustração.

. Evitação a qualquer custo do desconforto.
Domínio IV:
Orientação para o outro
Foco sobre:
. Desejos, sentimentos e respostas dos outros.
. Interiorização das próprias necessidades.
. Evitar a retaliação.
. Ausência de consciência da própria raiva e das inclinações naturais.
. Status social .

Família de origem
. Aceitação incondicional
Subjugação
. Submissão excessiva ao controle do outro;

. Subjugação das necessidades/das emoções;

. Obediência excessiva.

Auto-sacríficio
. Foco no atendimento das necessidades alheias.

. Evitar causar qualquer tipo de desconforto nos outros.

Busca de aprovação / Busca de Reconhecimento

. Ênfase na obtenção de aprovação das pessoas.

. Se adaptar aos outros.

. Ênfase no status, aparência, dinheiro ou realizações.

Domínio V:
Supervigilância e Inibição
Ênfase sobre:
. Supressão dos sentimentos, dos impulsos e das escolhas pessoais
. Criação de regras e expectativas internalizadas
. Rigidez sobre desempenho e comportamento ético.
. Minimização da felicidade e auto-expressão.
. Ausência de relacionamentos íntimos .

Família de origem
. Severa/Punitiva
Negativismo / Pessimismo:

. Foco permanente em aspectos negativos da vida.

. Negligencia os aspectos positivos.

. Medo extremo de cometer erros.

Caráter punitivo
. Crença de que as pessoas devem ser punidas pelos seus erros.

. Dificuldade de perdoar os próprios erros e erros alheios.
Inibição Emocional
. Inibição das ações e sentimentos espontâneos.

. Tentativa de evitar a desaprovação dos outros.

. Ênfase na racionalidade.

Padrões inflexiveis / Crítica Exagerada
. Padrões internalizados muito elevados de comportamento ou desempenho.

. Perfeccionismo.

Manutenção do Esquema:
. Modo de reforçar o Esquema Inicial Desadaptativo.
. Padrões de comportamento auto-derrotistas.
. Salienta e exagera informações que confirmam os esquemas.
Exemplo:
Esquema de Abandono
. Escolher pares que são muito críticos, não mantendo uma relação segura e estável.
. Processos para evitar acionar o esquema.
Evitação do Esquema
. Tentativa de não sentir o afeto relacionado ao esquema.

.Evitação cognitiva.

. Evitação afetiva.
Exemplo:
Esquema de Defectividade
- Evita relações.
. Supercompensar os esquemas iniciais desadaptativas (EIDs) ou esquemas desadaptativos remotos.
Compensação dos Esquemas
. Padrões de comportamento opostos aos esquemas.
Exemplo:

Esquema de Subjulgação
- Contestar a todos.
. Vínculos seguros com os outros.

. Autonomia.

. Sentimento de identidade.

. Liberdade de expressão.

. Espontaneidade.

. Autocontrole.
Transtorno de Personalidade
. Padrões inflexíveis.

. Círculos viciosos/sequências autoderrotistas.
. Sentimentos e pensamento são evitados ou bloqueados.
. Relacionamento interpessoal
disfuncional.
Esquemas Iniciais Desadaptativos (Esquemas Desadaptativos Remotos)
. Crenças e sentimentos incondicionais sobre si mesmo em relação ao ambiente.
. São autoperpetuadores.

. Ativados por acontecimentos ambientais.

. Compreendem memórias, cognições e emoções.
. Nível mais profundo de cognição.

. Temas estáveis e duradouros.

. Se desenvolvem na infância e são elaborados durante a vida.

. São disfuncionais.

Pacientes caracterológicos
. Não estão dispostos ou não conseguem cumprir os procedimentos da TCC.

. Demonstram grande relutância a aprender estratégias para autocontrole: parecem mais motivados a receber consolo do terapeuta do que a aprender estratégias que ajudem a si próprios.
Motivações para a terapia?
. Evitação cognitiva, afetiva e comportamental:
- Bloqueiam pensamentos, imagens, memórias e sentimentos pertubadores e negativos.
- Evitam muitos dos comportamentos e situações essenciais a seu avanço.
Características:
Evitação se torna uma estratégia para enfrentar as emoções negativas habituais e é extremamente difícil de mudar.
. Padrões autodestrutivos
: parecem estar integrados a quem são (egossintônico).

Pacientes refratários
. Apresentam problemas vagos e crônicos.

. São infelizes em várias áreas importantes da vida.

. Talvez sejam incapazes de estabelecer um relacionamento romântico de longo prazo.

. Não são capazes de atingir o potencial desejado no trabalho ou tem a sensação de que suas vidas são um vazio
Abordagem psicoterapêutica
Terapia do Esquema
. Pacientes com transtornos crônicos arraigados, considerados difíceis de tratar.

. Terapia de casal: influência dos esquemas precoces na escolha do parceiro e na estruturação do vínculo conjugal.
Pesquisas
. Estudos: validade do Young Schema Questionnaire (YSQ) em diferentes culturas (América, Europa, Ásia e Oceania ).
. Efetividade da abordagem:
Terapia Focada em Esquemas
Características:
- Maior confrontação.

- Relacionamento terapêutico como veículo de mudança.

- Terapeuta mais ativo

- Terapia mais longa.


Características:
- Nível de afeto mais elevado.

- Preocupação terapêutica: identificar e superar a evitação cognitiva, afetiva e comportamental .

- Extensão da Terapia Cognitiva e integração de técnicas de outras abordagens (Teoria do apego; Gestalt; Relações objetais; Construtivista; e Psicanalítica).

Objetivo:
- Ajudar os pacientes a encontrar formas adaptativas de satisfazer suas necessidades emocionais fundamentais.
A terapia é dividida em duas fases:
1ª) Avaliação e conceituação do caso

- Identificar os sintomas e problemas apresentados.

- Identificação dos esquemas desadaptativos.

- Instrumentos:

. Young Schema Questionnaire (YSQ) - versão original com 205 afirmativas; versão reduzida com 75 itens. Versão atual: 90 itens.

. Questionário de Esquemas parentais.
- Instruir o paciente sobre os esquemas desadaptativos e discutir os resultados do YSQ.

- Desencadear esquemas (dentro e fora da sessão) através:
Imagens, discutindo acontecimentos perturbadores do passado e do presente.
Relacionamento terapêutico.
Livros e filmes relevantes.
Análise de sonhos
Tarefas de casa

- Confrontar esquemas (se necessário).
- Identificar comportamentos desencadeados pelo esquema:
manutenção
,
evitação
ou
compensação
.


- Conceituando os esquemas:
. Conectar esquemas, emoções, acontecimentos atuais desencadeantes, relacionamento terapêutico e origens do passado.
- Distinção dos esquemas:

. Primários
. Secundários
. Vinculados
2ª) Mudança do Esquema
- Técnicas cognitivas

- Técnicas experienciais

- Técnicas interpessoais

- Técnicas comportamentais

Técnicas cognitivas

- Revisar as evidências que apóiam os esquemas.

- Examinar criticamente as evidências comprobatórias

- Revisar as evidências que contradizem os esquemas

- Ilustrar como o paciente descarta as evidências contraditórias.

- Criar cartões que contradigam os esquemas.

- Contestar o esquema sempre que ele for ativado (em sessão ou fora dela).

Técnicas Experenciais
. Criar diálogos imaginários:

- O eu criança e o eu adulto.
- O eu dominado pelo EID e o eu saudável.
- Catarse Emocional

Técnicas Interpessoais
- Relacionamento terapêutico.

- Proporcionar um relacionamento terapêutico que se contraponha aos Esquemas Iniciais Desadaptativos (Reparentamento).

- Experiências de terapia de grupo.

Técnicas Comportamentais
- Mudanças de comportamento provocadas pelo esquema.

- Mudanças ambientais, quando necessária

Terapia de casal
- Identificar o EIDs de cada parceiro que acabam sendo acionados e reforçados, gerando interações negativas.

- Compreender a conjunção de esquemas disfuncionais formada.
Objetivo:
. Reestruturação dos esquemas mal adaptativos.
. Redimensionamento das expectativas e das exigências exageradas quanto ao outro e quanto ao casamento.
. Contribuir para resolução de conflito e bem estar conjugal
Relação conjugal
- Muitas vezes condensa expectativas de satisfação de necessidades antigas oriundas de relações primitivas e que armazenadas ao longo dos anos, renascem com a esperança de redenção na interação com o parceiro.

- A atribuição ao outro, e a própria relação, a condição de resolver as necessidades internas, muitas vezes contraditórias, torna o casamento complexo.
Família
. Membros da família: são influenciados pelos pensamentos, emoções e comportamentos de cada um de seus componentes.

.
Esquemas familiares
:
- Crenças mantidas em comum entre os membros familiares.
- Se formam como resultado de anos de interação integrada dentro da unidade familiar.
- Compartilhadas sobre a maioria dos fenômenos familiares. Ex: mulheres tentam controlar homens.
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