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Constituição da IPB

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by

Civaldo Almeida

on 4 December 2012

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Transcript of Constituição da IPB

O Governo da Igreja O governo dos quacres ou darbistas 1. Rejeitam toda e qualquer forma de governo eclesiástico;
2. Toda formação externa da Igreja degenera e leva a resultados que contrariam o espírito do cristianismo, pois exalta o elemento humano em detrimento do divino;
3. Todo governo humano suprime a liberdade do Espírito Santo na Igreja e negligencia os dons dados por Deus e os substitui por ofícios instituído por homens, e por conseqüência, oferece à igreja a casca do conhecimento humano, ao invés das comunicações vitais e diretas do Espírito;
Ex. Quacres (EUA), Igreja Darbista, Congregação Cristã no Brasil, A Igreja, etc. O Sistema Erastiano (Erasto – 1524-1583) ou sistema estatal ou Nacional 1. Considera a Igreja como uma sociedade que deve sua existência e sua forma às regulamentações promulgadas pelo Estado;
2. Os oficiais da Igreja são meros instrutores ou pregadores sem nenhum direito ou poder de governar;
3. É função do Estado governar a Igreja, exercer a disciplina e aplicar a excomunhão;
Ex. Igrejas Luteranas da Alemanha, Igreja Presbiteriana da Escócia, Igreja Reforma da Holanda, Igreja Anglicana (Inglaterra) O Sistema Episcopal – O governo de um sobre todos 1. Afirmam que Cristo, como chefe da Igreja, confiou o governo da Igreja direta e exclusivamente à uma ordem de prelados ou bispos;
2. Esses bispos constituem uma ordem separada, independente e capacitada para perpetuar-se;
3. Neste sistema, o coetus fidelium (comunidade dos fiéis) não tem nenhuma participação no governo da Igreja O sistema Episcopal é a forma de governo adotada por muitas igrejas. Cada uma apresenta algumas características distintas, conservando, porém, a essência do sistema.
Alguns exemplos:
Igreja Católica Romana – também chamado de sistema episcopal monárquico – por causa da supremacia papal;
Igreja Episcopal (EUA e Brasil);
Igreja Anglicana (Alguns países, exceto a Inglaterra);
Igreja Metodista;
Assembléias de Deus;
Igreja Universal do Reino de Deus;
Igreja Internacional da graça;
Comunidades: Sara nossa Terra, Fonte da vida, etc. O Sistema Congregacional – O governo de todos também conhecido como sistema de independência 1. Cada Igreja é uma Igreja completa, independente de todas as demais.
2. O poder de governo fica com todos os membros da Igreja, que tem autoridade para regulamentar os seus próprios assuntos.
3. Os oficiais são meros “funcionários” designados para ensinarem e executar funções emanadas da Assembléia e não poder de governo além do que possuem como membros que são da Igreja.
4. Nesse sistema, se a Igreja local achar conveniente exercer comunhão com outras Igrejas que adotam o mesmo sistema e professam a mesma fé e doutrina, esta comunhão se expressa em concílios, associações ou convenções eclesiásticas e em reuniões ou conferências locais ou regionais para consideração de seus interesses comuns. Todavia, os atos desses corpos associados são meramente consultivos ou declarativos. Jamais determinativos. Esse sistema torna o ofício do ministério totalmente dependente do povo.
A Independência fecha as portas para qualquer tipo de apelação sobre quaisquer decisão da Igreja local.
Alguns exemplos:
Igrejas Batistas
Igreja Congregacional
Igreja Cristã Evangélica As Igrejas reformadas (calvinistas) não tem a pretensão de que o seu sistema seja determinado, em todas as suas minúcias, pela Palavra de Deus; mas asseveram que os seus princípios fundamentais são derivados diretamente das Escrituras.
As Igrejas reformadas não arrogam um jus divinum (direito divino) quanto aos pormenores, mas unicamente quanto aos princípios gerais e fundamentais do sistema.
As Igrejas reformadas (calvinistas) estão mui dispostas a admitir que muitas das suas particularidades são determinadas pela utilidade e pela sabedoria humana.
Decorre disto que, enquanto a estrutura geral deve ser mantida rigidamente, alguns pormenores podem ser mudados, conforme a maneira eclesiástica própria, por razões de prudência como proveito geral das Igrejas. Os Oficiais da Igreja Presbítero – ancião, mais velho, experimentado.
O termo presbítero é empregado na Bíblia (especialmente na Septuaginta), para denotar homens idosos e para designar uma classe de oficias um tanto parecida com a que exercia funções de liderança e ensino nas sinagogas.diakonoi – aquele que serve.

Temos presbíteros Regentes e Docentes

O termo diacono de diakonia – serviço, designa alguém para servir.
Segundo a opinião predominante, At. 6.1-6 contém o registro do diaconato. Embora haja questionamentos acerca disso, é certo que a instituição do diaconato se dá nessa altura da vida da Igreja primitiva pelos seguintes motivos:
O nome diacono que, antes do evento narrado em At. 6 era sempre empregado no sentido geral de servo ou servidor; susequentemente passou a ser empregado como desgnativo daqueles que se dedicavam às obras de misericórdia e caridade. E com o tempo veio a ser usado exclusivamente neste sentido. As Assembléias Ecelisiásticas
O governo das Igrejas Presbiterianas é caracterizado por um sistema de assembléias eclesiásticas numa escala ascendente. O Conselho (ou consistório) – que tem jurisdição sobre uma Igreja local.
É composto do pastor, ou pastores e de todos os presbíteros regularmente eleitos, ordenados e empossados.
O Conselho reúne-se pelo menos de 3 em 3 meses. O Presbitério (ou classe) - que tem jurisdição sobre um determinado número de Igrejas locais (no mínimo 04).
É composto de pelo menos 04 igreja e igual número de ministros.
A Igreja local se faz representar no presbitério através de seu (s) pastor (s) e de um presbítero até 2.000 membros e mais uma cada grupo de 1.000.
O Presbitério reúne-se ordinariamente uma vez ao ano e extraordinariamente quando se fizer necessário, sob convocação de sua comissão executiva. Sínodo – que tem jurisdição sobre um determinado número de presbitérios ( no mínimo 03)
É composto de 03 ministros e 03 presbíteros de cada presbitério.
O Sínodo reúne-se ordinariamente a cada 02 anos e extraordinariamente quando se fizer necessário, sob convocação de sua comissão executiva. Supremo Concílio (ou Assembléia geral) - que tem jurisdição sobre todos os presbitérios.
É composto de 02 ministros e 02 presbíteros de cada Presbitério.
O Supremo Concílio reúne-se ordinariamente a cada 04 anos e extraordinariamente quando se fizer necessário, sob convocação de sua comissão executiva. Comissão Executiva do Supremo Concílio – Representa a Assembléia Geral ou Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil em seus interregnos
É composta do presidente, vice, secretário executivo, tesoureiro e todos os presidentes dos Sínodos.
Os secretários gerais de causa, presidentes de juntas e autarquias são membros ex-officio (tem direito a voz mas não tem direito a voto nas reuniões da CE/SC).
Reúne-se ordinariamente 01 vez ao ano e extraordinariamente quando convocada pela mesa (presidente, vice, secretário executivo e o tesoureiro). As Igrejas presbiterianas não crêem no governo de um homem só (episcopal), tão pouco admitem como bíblico o governo popular (congregacional).
Elas elegem presbíteros como seus representantes que, juntamente com os ministros, formam o Conselho e exercem o governo da Igreja.
Os presbíteros, que devem ser homens especialmente qualificados, são escolhido por voto secreto pela Assembléias da Igreja.
Embora sejam os representantes do povo, sua autoridade não deriva do povo, mas do SENHOR da Igreja. Eles exercem o governo em nome do SENHOR da Igreja e são responsáveis unicamente perante Ele. O sistema Presbiteriano reconhece a autonomia da Igreja local. Isto significa:
a – Que toda Igreja local é uma Igreja de Cristo completa, plenamente equipada com tudo que se requer para seu governo.
b – Os Concílios superiores não representam um poder mais alto, mas exatamente o mesmo poder inerente ao Conselho, conquanto esse poder é exercido numa esfera mais ampla.
c – Que a autoridade e as prerrogativas dos concílios superiores não são ilimitadas, mas tem sua limitação nos direitos dos Concílios inferiores. Não lhes é permitido assenhorar-se das Igrejas locais ou de seus membros independentemente dos direitos constitucionais do Conselho. Tão pouco os Concílios superiores podem interferir nos assuntos da Igreja local, a menos que esta esteja fora dos padrões doutrinários confessionais ou constitucionais.
d – Que a autonomia da Igreja local tem suas limitações na relação existente entre ela e as Igrejas com as quais está associada (outras Igrejas do mesmo Presbitério ou Sínodo).
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