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a Ressurreição de Cristo

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by

Vera Rainho

on 14 April 2011

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Transcript of a Ressurreição de Cristo

DESCONHECIAM OU ENGANARAM-SE
NO TÚMULO TIVERAM ALUCINAÇÕES
E PENSARAM TER VISTO
JESUS VIVO JESUS APENAS DESMAIOU
E FOI COLOCADO NO
TÚMULO AINDA VIVO EXPLICAÇÕES
ALTERNATIVAS ORIGEM DO CRISTIANISMO:
UM MISTÉRIO AINDA
POR RESOLVER A EXPLICAÇÃO PRESENTE
NOS EVANGELHOS:
JESUS RESSUSCITOU
DOS MORTOS REACÇÕES SUCESSIVAS A
ESTA EXPLICAÇÃO : Pensamos: "É o resultado da superstição do povo judaico do século I" No entanto, o facto seria tão
chocante para um judeu do
século I como para nós hoje Nenhuma explicação
alternativa consegue
esclarecer satisfatoriamente
a “ressurreição de Jesus” Mas, afinal...?! "«[…] é um facto que os seguidores de Jesus (e, mais tarde, Paulo) tiveram experiências da ressurreição. Mas não sei que realidade suscitou estas experiências. […] nada é mais misterioso do que a história da ressurreição, que tenta retratar uma experiência que os próprios autores não conseguiam compreender»" E.P.Sanders, A verdadeira História de Jesus, p.349
Costume judaico implicava a utilização
de túmulos, mesmo em caso de condenados à morte.
Os evangelhos falam que José de Arimateia, membro do Sinédrio, utilizou um túmulo seu para o sepultamento de Jesus .
Todos se enganariam na localização?
Um erro na identificação do túmulo seria imediatamente
corrigido pelas autoridades judaicas . Na cultura judaica os túmulos não se ocultavam,
pois eram considerados lugares impuros. A tese da alucinação não explica por si mesma o túmulo vazio
O relato dos evangelhos não se
enquadra no que se considera ser
em psicologia uma “alucinação colectiva”.
Quantidade a mais:
“Qualidade” a mais:
Outras dificuldades psicológicas:
Ausência total de expectativas
e excitação emocional
Dificuldades culturais:
São relatadas cerca de 15 ocasiões de convívio com Jesus
Em algumas delas o apóstolo Paulo fala de cerca de 500 pessoas vendo-o ao mesmo tempo.
«[…] apareceu depois a mais de quinhentos irmãos de uma só vez. A maior parte deles vive, mas alguns já morreram»
I Cor. 15:6
Os relatos dos discípulos implicam um
convívio e não uma visão. Conversavam,
comiam e tocavam nele. Estudos recentes têm demonstrado que os colectivamente alucinados não defendem convictamente as suas alucinações se estiverem entre quem as negue. Ora, os discípulos chegaram ao ponto de morrer devido às mesmas.
Não importa quantas ‘visões’ de Jesus pudessem ter existido, os discípulos nunca teriam concluído que ele teria ressuscitado.
A restante história judaica do século I
invalida esta hipótese. Soldados romanos na Palestina do século I estavam mais do que habituados a identificar um corpo morto.
O sepultamento judaico implicava, mesmo entre condenados, rituais demorados de enfaixamento do corpo e aplicação de perfumes.
A utilização do flagrum no chicoteamento aplicado antes da crucificação, arrancava pedaços de carne (costas, ombros, braços e pernas ) de músculos e rompia vasos sanguíneos. As costelas partidas e a laceração do fígado e do baço eram também possibilidades.

A crucificação implicava a utilização de cavilhas nos pés e no pulso, e uma tortura e morte lenta por asfixia.
Supondo o impensável: a sobrevivência de Jesus a estas circunstâncias obrigaria os discípulos a lutarem pela sua sobrevivência, cuidando de um corpo em estado crítico e à beira da morte. Mas os discípulos anunciaram depois da ressurreição que Cristo havia “vencido a morte” e morreriam segundo esta convicção.
A RESSURREIÇÃO DE JESUS:
FACTO OU FICÇÃO? Os discípulos esperavam que Jesus Cristo
derrotasse os romanos, e não que fosse
crucificado e morto por eles. Segundo as expectativas messiânicas de então,
não havia qualquer possibilidade do Messias ser
derrotado por aqueles que deveria derrotar. “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste?”
O relato dos discípulos que saiam de
Jerusalém a caminho de Emaús. "Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos"

I Cor. 15,1-7
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