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TRAUMAS DE EXTREMIDADES, ESMAGAMENTOS E AMPUTAÇÕES TRAUMÁTIC

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by

Natália Rodighero

on 19 December 2013

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Transcript of TRAUMAS DE EXTREMIDADES, ESMAGAMENTOS E AMPUTAÇÕES TRAUMÁTIC

AVALIAÇÃO DOS TIPOS DE TRAUMA:
Hemorragias
"Não existe sangramento insigificante; toda hemácia é importante."

- Hemorragia arterial externa: deve ser contida durante a verificação das vias; se não for possível, deve ser feita ao avaliar a circulação ou retirar as roupas do paciente;

- Hemorragia interna: Pode decorrer da lesão de vasos importantes no músculo lesado. Bons indicativos são inchaço persistente em algum órgão, membro frio e pálido;

* A HEMORRAGIA INTERNA SEMPRE DEVE SER CONSIDERADA A FIM DE PREVER A PERFUSÃO E O CHOQUE E PREPARÁ-LO PARA AGIR EM CASO DE DETERIORAÇÃO SISTÊMICA *
PRIMEIROS PASSOS:
- Imobilização em prancha longa, o mais próximo possível da posição anatômica.

- Se feita de maneira eficaz, a imobilização permite que o socorrista possa se preocupar apenas com as lesões que podem causar riscos.
Instabilidade (Fraturas e Luxações)
- Podem ser expostas ou fechadas;

- O manuseio incorreto pode transformar uma fratura fechada em exposta;

- Fraturas de bacia e fêmur são as que mais comumente causam hemorragias;

- A cavidade pélvica permite grande armazenamento sanguíneo sem sinais externos significativos;
TRAUMAS DE EXTREMIDADES, ESMAGAMENTOS E AMPUTAÇÕES TRAUMÁTICAS
MECANISMO DO TRAUMA
- Melhor fonte de informações: paciente;

- Paciente inconsciente: testemunhas;

- "Adivinhação" baseando-se nas lesões, caso ninguém tenha presenciado;

- O mecanismo permite um alto índice de suspeita das lesões que o paciente possui;

- Lesões se dividem em primárias e secundárias;



Exame Primário
Trata dos riscos de vida identificados imediatamente. As partes mais importantes da avaliação são as vias aéreas, a ventilação e a circulação (ABC).


ANÁLISE:
- Manter as prioridades sem se distrair com lesões dramáticas que não apresentem risco de vida;

- Reconhecer as lesões músculo-esqueléticas com risco de vida;

- Reconhecer a biomecânica do trauma para saber se a bioenergia transferida não causou alguma lesão grave em outra parte
- Trauma isolado sem risco de vida (fraturas isoladas);

- Trauma sem risco, mas associado a trauma multissistêmico com risco de vida;

- Traumas com risco de vida (hemorragias);
Exame Secundário

- Conversa com o paciente;
- Avaliação visual;
- Pulsação, temperatura;
- Teste de sensibilidade;
Imobilizar as possíveis fraturas e luxações;
Tratamento de fraturas expostas ou fechadas
- Controle hemorrágico e tratamento do choque;

- Imobilização;

- Movimentar o membro para a posição normal apenas em casos de impossibilidade de transporte;

- Não esquecer de: acolchoar as talas rígidas,remover joias e relógios, analisar a função neurovascular periodicamente, elevação do membro, pós-mobilização e se possível, para diminuir o edema e o latejamento;

FRATURA DE FÊMUR
- Situação diferenciada de mobilização devido a musuculatura da coxa;

- Tala de tração para estabilizar as fraturas da porção média da diáfise do fêmur;

- Tração ajuda a diminuir o sangramento interno e a dor do paciente;

- Contraindicações da tala de tração: suspeita de fratura de bacia, de colo do fêmur, de amputação do tornozelo do pé ou de fraturas adjacentes do joelho;
FRATURA DE BACIA
- A primeira preocupação é estancar (comprimir) a hemorragia interna;

- A segunda preocupação é a dificuldade de movimentar o acidentado sem que fragmentos ósseos aumentem a hemorragia.
Luxações
Separação de ossos de uma articulação causada pela ruptura significativa dos ligamentos que proporcionam a estabilidade.

Deve ser feita a imobilização e controle do pulso e cor no membro afetado, antes e após a execução.

Recomenda-se a redução das luxações quando o tempo de transporte for prolongado.
Amputações
e Avulsões
Amputação é a perda da parte ou da totalidade de um membro.

Avulsão é a laceração e desprendimento de partes moles.



- O psicológico do paciente deve ser levado em conta, pois uma amputação é traumatizante;

- Mesmo que uma amputação possa ser horrível, se o pacinte não estiver respirando, a perda do membro é secundária;

- O transporte não deve ser retardado pela busca da parte amputada;

- Cuidados com o membro amputado.
Síndrome Compartimental
Ocorre quando há risco de perda de um membro pelo fato do suprimento sanguíneo estar comprmetido devido ao aumento da pressão nele.

5 P's:
- Dor (
pain
)
- Parestesia
- Pulso
- Palidez
- Paralisia
Síndrome do Esmagamento
A síndrome do esmagamento ocorre com a destruição do músculo, liberando mioglobina.

Posteriormente ocorre insuficiência renal e morte decorrente do trauma
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