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Gastronomia

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by

cowboy carreira

on 31 May 2013

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Transcript of Gastronomia

Viaje connosco através da gastronomia portuguesa... Neste Roteiro Gastronómico revelam-se sabedorias seculares, usos, costumes e, sobretudo, imaginação que, as mais das vezes, nos fazem sentir o pulsar de uma vida, de uma família, de uma região, de um país...
Ao longo do litoral a caldeirada portuguesa, tão diferente conforme a região, para não falar das tripas à moda do Porto, prato de reis em edição do povo, nas tabernas; Ameijoa à Bulhão Pato, Perdiz à moda de Mirandela; nas açordas, gaspacho do Alentejo, sem esquecer as sardinhas ou o cozido de grão do Algarve. a importância de demonstrar a nossa gastronomia a outros povos Tripas à moda do Porto Ameijoas à Bolhão de Pato Caldeirada Portuguesa História dos Pasteis de Belém Projecto REACT Internacional Perdiz á moda de Mirandela Açorda
do Alentejo Alheira de Mirandela Gaspacho Um pouco de história da Alheira Cozido De Grão Sardinha Algarvia Vinhos Adega de Borba vinho tinto de produção Alentejana Moscatel de Setúbal Da da casa Venâncio Costa Lima Licor Beirão Produzido Na Serra Da Lousã Pasteis de Belém

No início do Século XIX, em Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos, laborava uma refinação de cana-de-açúcar associada a um pequeno local de comércio variado. Como consequência da revolução Liberal ocorrida em 1820, são em 1834 encerrados todos os conventos de Portugal, expulsando o clero e os trabalhadores. Numa tentativa de sobrevivência, alguém do Mosteiro põe à venda nessa loja uns doces pastéis, rapidamente designados por "Pastéis de Belém". Na época, a zona de Belém era distante da cidade de Lisboa e o percurso era assegurado por barcos de vapor.

No entanto, a imponência do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém, atraíam os visitantes que depressa se habituaram a saborear os deliciosos pastéis originários do Mosteiro. Em 1837, inicia-se o fabrico dos "Pastéis de Belém", em instalações anexas à refinação, segundo a antiga "receita secreta", oriunda do convento. Transmitida e exclusivamente conhecida pelos mestres pasteleiros que os fabricam artesanalmente, na "Oficina do Segredo". Esta receita mantém-se igual até aos dias de hoje. De facto, a única verdadeira fábrica dos "Pastéis de Belém" consegue, através de uma criteriosa escolha de ingredientes, proporcionar hoje o paladar da antiga doçaria portuguesa. Ginja De Alcobaça Licor Tradicional Produzido Desde 1930 Vinho tinto do Douro produzido em Quinta Nova Licores Vinho do Porto Ramos Pinto produzido e delineado na terra mãe do Douro Vinhateiro Doces

Diz a tradição, que a receita do Pão-de-Ló pertencia às freiras do Convento de Coz e teria sido transmitido a algumas senhoras da terra que em dias de festa confeccionavam esta receita original. Um dia, o Rei D. Carlos fez uma visita a esta localidade e logo chamaram uma dessas senhoras para confeccionar um Pão-de-Ló para o Rei. Tamanho era o desejo de bem servi-lo, que a cozedura ficou incompleta! Ao invés do esperado, esta atrapalhação resultou num enorme sucesso que
mereceu a preferência do Rei e o
aplauso
dos presentes.
Estava, assim, descoberto o
Pão-de-Ló de Alfeizerão. História do Pão-de-Ló de Alfeizerão Bolo Rei Cornucopias Farturas Fios de Ovos Ingredientes para 4 pessoas

- 1 frango cortado em 8 pedaços
- 400 g de presunto cortado em cubos *
- 20 batatinhas
- 2 cenouras
- 4 tomates
- 400 g de cebolinhas
- 5 dentes de alho descascados
- 1,5 dl de vinho branco
- 1,5 dl de vinho do Porto
- 2 folhas de louro
- 1 raminho de salsa
- azeite q.b.
- colorau (pimentão doce) q.b.
- sal & pimenta
- caldo de galinha

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 220C.
Descascar todos os vegetais. Cortar as cenouras em rodelas médias e os tomates em cubos. Temperar os pedaços de frango com colorau, sal e pimenta.
Colocar as batatinhas, as rodelas de cenouras e os cubos de tomate numa panela de barro funda. Cobrir com os pedaços de frango e de presunto. Juntar as cebolinhas e os dentes de alho inteiros, assim como as folhas de louro e a salsa.
Regar com os dois vinhos e um fio de azeite. Cobrir com uma tampa e levar a cozer no forno por 1h45-2h00, a 220C.
Durante a cozedura, verificar que o frango não está a secar. Juntar um pouquinho de caldo de galinha se for necessário.
15 minutos antes do final da cozedura, rectificar os temperos e retirar a tampa para que a superfície fique dourada.

Servir logo à saída do forno, na própria panela. Frango na Púcara Ameijoas á Bulhão pato

6 dentes de alho
1 Kg de ameijoas
2 colheres (sopa) de azeite
1 molho de coentros
1 limão (1/2 para sumo e o restante para enfeitar)
pimenta q.b.
sal q.b.

Ponha as ameijoaas de molho em água com bastante sal e lave-as em várias águas para largarem a areia. (as compradas em vácuo já vêm sem areia). Leve o azeite ao lume e quando estiver quente, junte os alhos para alourarem.
Introduza as ameijoas e os coentros picados, tempere com sal e pimenta e vá mexendo de vez em quando.
Regar com vinho branco quando estão a abrir.
Quando todas as ameijoas estiverem abertas regue-as com o sumo de limão. Sirva com o restante limão em quartos. Ameijoas á Bulhão pato
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