Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

TÉCNICA DA SILHUETA E ESCUTA CORPORAL COMO INSTRUMENTO DE AM

No description
by

Bruno Esteves

on 27 November 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of TÉCNICA DA SILHUETA E ESCUTA CORPORAL COMO INSTRUMENTO DE AM

TÉCNICA DA SILHUETA E ESCUTA CORPORAL COMO INSTRUMENTO DE AMPLIAÇÃO DA PERCEPÇÃO CORPORAL E CONTATO COM A VISÃO SIMBÓLICA
Avidaébela
Bruna
Natureza
Penélope
Charmosa
Maria
Flor
Modelo
biomédico
Visão integradora Naturologia Simbolismo

Psicossomática

Silhueta corporal
Liebmann (2000)





Escuta corporal
Leloup (2009)



Amplificação simbólica - Jung (1991)

OBJETIVO
Compreender se a escuta e
silhueta corporal influênciam
na percepção corporal
e como é esta influência,
e também investigar como
estas técnicas podem promover
o contato com o
campo simbólico.

METODOLOGIA
Exploratória de natureza qualitativa
Centro de Práticas Naturais
critérios de inclusão
critério de exclusão
ser do sexo feminino
idade entre 28 e 49 anos
estar sendo atendida no CPN no segundo semestre de 2013.

alto grau de comprometimento físico e/ou mental

Materiais
papel pardo, de 2 metros de comprimento por 1 metro de largura para cada participante
5 potes grandes de tinta guache (cores: branca, preta, azul, vermelha e amarela)
3 pincéis de tamanhos 8, 10 e 12
1 caixa de giz de cera
revistas variadas
1 tesoura grande
1 pote de cola grande


PROCEDIMENTO
Dois encontros
(de 1h a 1h e 30 min)

1º: escuta corporal
2º: silhueta corporal

Entrevista: semi-estruturada
Agrupamento por classificação, reunindo e fazendo uma contagem de palavras idênticas, sinônimas ou próximas em nível semântico. (BARDIN, 2011)


Análise de conteúdo
ANEXO I - Instrumentos de Avaliação em arteterapia
Nome: / DN: ......./ ......./ .......... Idade: . Sexo: Etnia: Nível socioeconômico: Naturalidade (Cidade, Estado): Nacionalidade: Ocupação: Profissão: Grau de escolaridade:Religião: Há quanto tempo é atendido: Queixa: Faz uso de alguma medicação? Se sim, qual?  
Pratica alguma atividade física? Se sim, qual?
Trabalho nº/Total ........................... Tempo consumido para o trabalho: .............................
 Título dado: ............................................................ Data: ....../ ....../ .........
 
Valladares (2005)
 

Pés / Tornozelos / Panturrilhas / Joelhos / Coxas / Glúteos / Genital / Ânus / Ovários / Bexiga / Intestino / Estômago / Rins / Pulmões / Coração / Base da coluna – cóccix, sacro e vertebras lombares / Parte média da coluna – vértebras toráxicas / Parte superior da coluna – vértebras cervicais / Ombros / Braços / Cotovelos / Antebracos / Pulsos / Mãos / Pescoço / Garganta / Couro cabeludo / Testa / Têmporas / Olhos / Nariz / Orelhas / Maxilares / Dentes / Língua / Lábios / Cérebro
Por ultimo, deixa-se um tempo para a pessoa escutar alguma parte não mencionada. Talvez glândulas, ossos, músculos, etc.

APÊNDICE II – Entrevista semi-estruturada
 
Entrevista semi-estruturada pós aplicação da escuta corporal
Como foi fazer a escuta corporal?
Como você esta se sentindo agora?
Possui alguma sensação corporal evidente?
Possui algum pensamento evidente?
Possui alguma intuição neste momento?
Quais aspectos lhe chamaram mais atenção?
Têm algum aspecto que se repete?
 
Entrevista semi-estruturada pós aplicação da silhueta corporal
Como foi fazer a intervenção na silhueta?
Como você se sente agora olhando para sua silhueta?
Ocorre algum pensamento?
Tem alguma sensação corporal?
Ocorre alguma intuição?
Qual parte você mais gostou?
Qual parte você menos gostou?
É possivel fazer associações entre a silhueta e as mensagens advindas do corpo?
É possível fazer associações entre a silhueta e aspectos do seu corpomente?
Como você classificaria a realização desta técnica? Em uma palavra, frase ou imagem.

Aprovação do comitê de ética e pesquisa da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), protocolo 194.568

Assinatura do TCLE

Baseada na Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Corpo como símbolo
Fragmentação entre corpo e mente
Contribuições da silhueta corporal para o tratamento naturológico
Percepção corporal
Racionalização exacerbada
Negação e dificuldade de contato com os sentimentos
Ampliação da percepção da autoestima
Ampliação da percepção do autocuidado
Corpo como símbolo
Bruna: "nó no pescoço" - enjoo
Comportamento: "Sim, eu associo a esse negocio de... é... não dar minha opinião [...]eu não sei expressar direito meus sentimentos, porque eu guardo tudo assim, é... pra não brigar com a pessoa eu prefiro aceitar o que ela falou do que argumentar"

Flor (esôfago): “refluxo" - falta de expressão
Penélope Charmosa – dores nos ombros - "peguei muita coisa pra mim".
Escuta - "sentimos um pouco de peso".
Silhueta - transformação - ser adulto
Maria (maxilares) - tensão
FRAGMENTAÇÃO ENTRE CORPO E MENTE

RACIONALIZAÇÃO EXACERBADA
Na escuta corporal, dentre as seis participantes quatro escreveram o maior número de palavras no cérebro.








Falas do cérebro:
"pensamentos a mil" (Penélope Charmosa)
"pensa muito – gostaria até não pensar tanto" (Flor)
"muitos pensamentos, dificuldade de silenciar a mente" (Bruna).

Flor sobre como lida com o excesso de pensamentos: "Eu bloqueio, agora eu não penso, tem hora que eu to tão despercebida que eu vou pensando vou pensando, e não freio, mas quando eu do por mim eu freio. Não quero mais pensar, vai me fazer mal."

Natureza - ombro - "estamos cansados, doloridos e você está sentindo isso, já se perguntou por que? parece que estamos carregando todo o peso do mundo para você. [...]agora mesmo você está sentindo como nós estamos sobrecarregados, quando vamos relaxar? quando você vai deixar?"
Partilha: "eu sou muito perfeccionista, então eu prefiro fazer e ficar do jeito que eu quis do que pedir pros outros fazerem".
NEGAÇÃO E DIFICULDADE DE CONTATO COM OS SENTIMENTOS
FRAGMENTAÇÃO ENTRE CORPO E MENTE.
"A gente quase não pensa né?"
Penélope Charmosa
(maxilares e dentes) Avidaébela: "Eu sorrio para a vida"
(Língua): "Eu não posso ficar furiosa".
Comentario: "eu botei uma foto minha no facebook, eu brincando com as meninas e dando sorriso, então eu tenho uma amiga que bota assim: 'Sempre sorrindo né, sempre feliz!', e eu botei assim pra ela, as vezes um sorriso não quer dizer que estamos felizes, mas eu tenho que sorrir pra vida, [...] eu tenho problemas, mas não é por isso que eu vou ficar de cara amarrada, eu gosto de sorrir, eu gosto de ta brincando."
Avidaébela (ossos): "Eu tenho medo de enfraquecer".
Depoimento sobre a escuta: "Foi bem legal, interessante que acabou com o que me trouxe aqui: "eu não posso enfraquecer".
"preciso ser forte!”
CONTRIBUIÇÕES DA SILHUETA CORPORAL PARA O TRATAMENTO NATUROLÓGICO.
Avidaébela (nariz)
"Eu recebo o sopro da vida"
Comentário: "Fiquei agoniada pra colocar nariz nessa boneca. Queria colocar nariz logo porque ela não tava respirando!".
Núcleos mais presentes: cansaço e necessidade de cuidado.

Flor - "bela escultura"
Ampliação da percepção da autoestima e do autocuidado
Bruna - modo de lidar com o peso

Penélope Charmosa - autocuidado e visão integradora
Percepção corporal
5 entre 6 - benefícios - todo e partes

Bruna, com relação ao que a prática suscitou, disse: "que eu tenho que tomar mais cuidado sabe? eu venho aqui (CPN) pra tratar a mente mas dai tem o corpo também que tu tem que cuidar." E complementou: "aprender a olhar o corpo como um todo mas prestar atenção nas partes também [...]depois que eu coloquei no papel eu acho que não é assim tão difícil assim de... de querer mudar né? É porque parece que antes fica tudo embaralhado na cabeça um monte de coisa sabe? Parece que na cabeça é muito maior assim! [...] e agora é uma coisa mais simples, não tão importante como era. Parece que quando a gente lê é mais fácil [...] eu to me sentindo assim, mais leve, [...]"
"o que se repetiu foi o fato de eu estar apertada, precisar me abrir, precisar ser, ficar tranquila com o que se é."
Penélope Charmosa
Considerações Finais
Novas pesquisas
Integração
Educação em saúde
Intervenção e avaliação
Contato com o simbólico
Percepção corporal

REFERÊNCIAS

ANDRÉ, S. B.; RODRIGUES, T. N.; MORAES-FILHO J. P. P. Constipação Intestinal Funcional. Rev Bras Med 2000.

ANDRADE, L. Q. Terapias expressivas: arte educação, arte terapia. São Paulo: Vector. 2000.

APPOLINÁRIO, F. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Cengage Learning, 2006.

ARCURI, I. G. (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São Paulo: Vetor, 2006.

BATELLO, C. F. Iridologia e irisdiagnose: o que os olhos podem revelar. São Paulo: Ground, 1999. 269 p.

BECKER JR. B. Manual de Psicologia aplicada ao Exercício & Esporte. Porto Alegre: Edelbra. 1999

BUCARETCHI, H. A. (Org.) Anorexia e bulimia nervosa: uma visão multidisciplinar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. 183 p.

CASTILHO, S. M. A Imagem Corporal. Santo André: ESTEc Editores Associados,
2001.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos: mitos, sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números. 26. ed., rev. e aum. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2012.

CIRLOT, J. E. Dicionário de símbolos. 4. ed. São Paulo: Centauro, 2007.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Ed. rev e ampl. São Paulo: Edições 70, 2011.

BARROS, N. F; LEITE-MOR, A. C. M. B. Naturologia e a emergência de novas perspectivas na saúde. In: RODRIGUES, D. M. de O.; HELLMANN, F.; DARÉ, P. K.; WEDEKIN, L. M. Naturologia: diálogos e perpectivas. Palhoça: Ed. Unisul, 2012.

BERRY, C. R. Memória corporal: o que significa a dor e como massagens e terapias podem ajudar na recuperação. Rio de Janeiro: Nova Era, 2003.

BYINGTON. C. A. Introdução ao Estudo das Técnicas Expressivas pela Psicologia Simbólica Junguiana. In: SEMINÁRIO DE TÉCNICAS EXPRESSIVAS NA MAESTRIA DE PSICOLOGIA ANALÍTICA. 2008, Santiago. Disponível em: <http://www.carlosbyington.com.br/downloads/artigos/pt/as_tecnicas_expressivas_na_psicologia_simbolica.pdf>. Acesso em: 09 de jun. de 2013

CAMPIGLIA, H. Psique e medicina tradicional chinesa. São Paulo: Roca, 2004

CAPRA, F. O ponto de mutação. 24. ed. São Paulo: Cultrix, 2003.

CONGER, J. P. Jung e Reich: o corpo como sombra. São Paulo: Summus, 1993. Campinas: [ s.n ], 2003. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000296063>. Acesso em: 12 de jun. de 2013

DALFOVO, M. S.; LANA, R. A.; SILVEIRA, A. Métodos quantitativos e qualitativos: um resgate teórico. Revista Interdisciplinar Científica Aplicada, Blumenau, v.2, n.4. 2008.

DEL PRIORE, M. Corpo a corpo com a mulher: pequena história das transformações do corpo feminino no Brasil. São Paulo: SENAC São Paulo, 2009.

DIEHL, A. A. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004.

DINIZ, L. Arteterapia na psicossomática. Revista Imagens da Transformação, v.9, n.9. 2002.

DUARTE, J. Apostila de Aromaterapia. Palhoça, 2011. Apostila da disciplina de Aromaterapia do curso de Naturologia Aplicada da Universidade do Sul de Santa Catarina.

DUARTE, J. KATEKARU, K. Teste Olfativo, uma ferramenta de avaliação naturológica. In: STERN, F. L. Os aspectos sutis, simbólicos e sagrados das plantas medicinais. 1 ed. Curitiba: Appris, 2013. p.49-56.

DYCHTWALD, K. Corpomente: uma síntese dos caminhos do oriente e do ocidente para a autoconsciência, saúde e crescimento pessoal. São Paulo: Summus, 1984.

FONSECA, R. A. L. O uso da arteterapia somática em casos de dor crônica no contexto naturológico. Universidade do Sul de Santa Catarina, 2010. Material não publicado.

FURTH, Gregg. O mundo secreto dos desenhos: uma abordagem junguiana da cura pela arte. São Paulo: Paulus, 2004. 222 p.
GUERTZENSTEIN, S. O corpo em terapia. In: ARCURI, I. G. (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São Paulo: Vetor, 2006.

GRODDECK, G. Estudos Psicanalíticos sobre Psicossomática. São Paulo: Perspectiva, 1992.

JAFFÉ A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C. G. HENDERSON, J. L.; FRANZ, M. L. V. (Edit.). O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

JUNG, C. G. Símbolos da transformação. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.

______; HENDERSON, J. L.; FRANZ, M. L. V. (Edit.). O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998 a.

______; A natureza da psique. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 1998 b. 402 p. (Obras completas de C. G. Jung ; v. 8)

______; A energia psíquica. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. 78 p. (Obras completas de C. G. Jung ; v. 8)

______. Estudos sobre psicologia analítica: psicologia do inconsciente, o eu e o inconsciente. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1991 a.

______: Tipos psicológicos. Petrópolis: Vozes, 1991 b. 558 p. (Obras completas de C. G. Jung 6)

KELEMAN, S. Anatomia emocional. São Paulo: Summus, 1992.

KÜBLER-ROSS, E. A roda da vida: memórias do viver e do morrer. Rio de Janeiro: GMT. 1998

KURTZ, R. PRESTERA, H. O corpo revela: um guia para leitura corporal. São Paulo: Summus, 1989.

LELOUP, J. Y. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 133 p.

LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. Ed. erv. e atual. São Paulo: Atheneu, 2005 .xvi, 698 p.

LIEBMANN, M. Exercícios de arte para grupos: um manual de temas, jogos e exercícios. São Paulo: Summus, 2000. 286 p.

LOWEN, A. Alegria: a entrega ao corpo e à vida. São Paulo: Summus, 1997.

LUNDY-EKMAN, Laurie. Neurociência: fundamentos para a reabilitação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. xv, 347 p.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos de metodologia científica. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

MENEGUZZI, L.; HELLMANN, F. Educação em saúde como mecanismo do fortalecimento da autonomia dos interagentes: concepções de bacharéis em naturologia aplicada. [Internet] Artigo realizado pelo PUIC – Programa Universitário de Iniciação Científica. Palhoça: UNISUL, 2011. [acesso em 2013 Out 03] Disponível em: http://filosofianaturologica.blogspot.com.br/2013/05/a-relacao-de-interagencia-na-pratica.html

MINDELL, A. The quantum mind and healing: how to listen and respond to your body’s symptoms. Charlottesvile, VA: Hampton Roads Pub. Co., 2004.

NUNES, M. A.; APPOLINARIO, J. C.; GALVÃO, Ana luiza; COUTINHO; Walmir. Transtornos alimentares e obesidade. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
PENNA, E. D. Um estudo sobre o método de investigação da psique na obra de C. G. Jung, Mestrado em Psicologia Clínica da PUC. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) - Pontifícia Universidade Católica de SãoPaulo, São Paulo. 2003. Disponível em: <http://www.sapientia.pucsp.br//tde_busca/arquivo.php?codArquivo=8553> Acesso em: 24 de mar. De 2013.

RAMOS, D. G. A psique do corpo: uma dimensão simbólica da doença. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Summus, 2006.

ROTHEMBERG, R. E. A jóia na ferida: o corpo expressa as necessidades da psique e oferece um caminho para a transformação. São Paulo: Paulus, 2004.

ROSSI, M. J. S. A Arte de Cuidar: Formação do Campo Profissional, Tese em Antropologia Social. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade Estadual de Campinas . Instituto de Filosofia e Ciências Humanas. Campinas, SP Nível: Tese (doutorado) UNICAMP: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. 2001. Disponível em: <http://www.ifch.unicamp.br/pos/cs/teses/2001/mariarossi.pdf> Acesso em: 06 de jun. de 2013

RUBIN, C. B. Discurso, representação e identidade: depoimentos de garotas com transtornos alimentares em redes sociais. 2011. 131f. ;Dissertação (Mestrado) - Universidade do Sul de Santa Catarina, Palhoça, 2011. Disponível em: <http://aplicacoes.unisul.br/pergamum/pdf/102861_Carolina.pdf>. Acesso em: 15 set. 2013

SHARAMON, Shalila; BAGINSKI, Bodo J. Chakras: mandalas de vitalidade e poder. 7. ed. São Paulo: Pensamento, 2006. 206 p.

SILVA, A. E. M. Naturologia e pensamento complexo. In: RODRIGUES, D. M. de O.; HELLMANN, F.; DARÉ, P. K.; WEDEKIN, L. M. Naturologia: diálogos e perpectivas. Palhoça: Ed. Unisul, 2013.

SCHILDER, P. A imagem do corpo: as energias construtivas da psique. 3. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 1999.

SIMONTON, O. C.; SIMONTON, S.; CREIGHTON, J. L. Com a vida de novo: uma abordagem de auto-ajuda para pacientes com câncer. 6. ed. São Paulo: Summus, 1987.

TAVARES, M. da C. G. C. F. Imagem corporal: Conceito e desenvolvimento. Barueri, Sp: Manole, 2003.
THURM, B. E. Perfil da percepção corporal e o nível de insatisfação corporal em mulheres com transtornos alimentares: uma proposta de intervenção corporal. Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, 2012.

URRUTIGARAY, M. C. Interpretando imagens, transformando emoções. Rio de Janeiro: Wak, 2007.

VALLADARES, A. C. A. Possibilidades de avaliação em Arteterapia: o que se deve buscar, o que se deve olhar? In: Ormezzano, G. (Org.). Questões de Arteterapia. 2.ed. Passo Fundo, RS: UPF, 2005. p. 15-32.

WOODMAN, M. A feminilidade consciente. São Paulo: Paulus, 2003.

______. O vício da perfeição: compreendendo a relação entre distúrbios alimentares e desenvolvimento psíquico. São Paulo: Summus, 2002.

______. A coruja era filha do padeiro: obesidade, anorexia nervosa e o feminino reprimido. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 2001.

______. A virgem grávida: um processo de transformação psicológica. São Paulo: Paulus, 1999.


Full transcript