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Bacias Hidrográficas

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by

Joana Silva

on 21 February 2013

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Transcript of Bacias Hidrográficas

Trabalho realizado por:
Andreia Delgado número 2
Bruno Alexandre número 4
Joana Soares número 10
Leonor Delgado número 12

Ano lectivo: 2012/2013
11 C4 Bacias Hidrográficas Geologia EROSÃO
TRANSPORTE
DEPOSIÇÃO Notícia: O número de mortes causadas pelas cheias na atual estação de chuvas em Moçambique, iniciada em outubro passado, ascende já a 113, de acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC).
Os mesmos números referem que 240.827 pessoas foram afetadas pela intempérie, a maior parte pelo transbordo de rios, das quais 185.897 continuam alojadas em centro temporários de abrigo, estabelecidos pelo Governo de Maputo.
A província mais afetada foi a de Gaza, no sul, que teve duas localidades, Chókwé e Caniçado, completamente submergidas pelas águas do rio Limpopo.
Naquela província, 41 pessoas morreram e 170.950 continuam refugiadas em centros de abrigo.
Foi, entretanto, confirmada a eclosão de uma epidemia de cólera na província de Cabo Delgado, norte, tendo sido já identificados 386 casos de doença, dos quais resultaram apenas duas mortes.
Para os próximos cinco dias, prevê-se a continuação de chuva persistente no centro e norte do país, o mesmo acontecendo nas regiões do centro e oeste da Zâmbia, cuja precipitação acabará por desaguar em Moçambique, através da bacia do Zambeze.
Os rios Zambeze e Licungo têm caudais acima dos níveis de alerta, e, para agravar a situação meteorológica no centro do país, um sistema de baixa pressão está a formar-se no Canal de Moçambique, podendo transformar-se em ciclone.

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=3059649&seccao=CPLP&page=-1
por Lusa - 18-02-2013 - DN Implica:
Composição e tipo de carga sedimentar
Elaboração de perfis topográficos
Longitudinais => são traçados ao longo do percurso do rio
Transversais => são traçados transversalmente ao percurso do rio Cursos de água superficiais e regulares, que podem desaguar num outro rio, num lago ou no mar Água como agente modelador da paisagem Bacias Vs Redes Hidrográficas Os diferentes tipos de leitos Actividade geológica de um Rio Rios Estes planos permitem avaliar e, se necessário, intervirem alguns aspectos: Captação de água e rejeições de água residuais;
Armazenamento de águas em albufeiras e transferências de água entre bacias hidrográficas ou dentro de uma mesma bacia;
Intervenções na rede hidrográfica e na ocupação do solo das bacias hidrográficas;
Análise da ocorrência de fenómenos extremos (cheias e secas, por exemplo);
Distribuição dos recursos hídricos e avaliação da qualidade da água;
Conservação da natureza e dos recursos naturas, incluindo os valores patrimoniais, naturais e contruídos e os valores paisagísticos relevantes. Bacia Hidrográfica => área drenada por um rio e pelos seus afluentes e subafluentes, ou seja pelos rios, ribeiros e riachos do rio principal. Rede Hidrográfica => conjunto do rio principal e seus rios, ribeiros e riachos tributários.
Geralmente, estes cursos de água possuem o mesmo sentido de drenagem e uma única saída. Leito normal de um rio => espaço que pode ser ocupado pelas águas e sedimentos em situações climáticas normais.
Podem ser:
Rochosos
Contituídos por areias e cascalhos - AREIAS
Acumulação de lodos - LOUDEIRAS

Quando os rios são suficientemente largos podem formar ilhas que podem ser cultiváveis (mouchões); A precipitação proveniente da chuva, granizo e/ou neve infiltra-se no solo e quando em excesso, pode começar a escorrer Pluviosidade muito abundante faz com que o fluxo do rio aumente. Inundação das margens do rio. Forma-se um leito de cheia. Quando o caudal diminui, ou seja quando ocorre uma diminuição da água do rio, em resultado de uma seca, por exemplo. Forma-se um leito de estiagem. Tal como a largura, a profundidade e a altitude, o leito normal de um rio pode sofrer grandes modificações Estudo geológico de um rio Permitem calcular a largura dos leitos, a elevação das margens e as variações na altitude dos leitos em relação ao nível do mar. Formulação da história geomorfológica, a dinâmica e as influências climáticas num determinado local de um rio Desgaste e remoção dos materiais rochosos que constituem o leito de um rio, alterando assim os seus contornos;
é maior junto à nascente, onde os desníveis e o fluxo de água são maiores;
leva à modificação e modulação do relevo, como a formação de vales e sulcos, que ao longo dos tempo vão-se tornando mais profundos e largos. Pode também levar à formação de meandros;
normalmente, um rio possui mais força erosiva no seu curso superior e médio e menos no seu curso inferior;
Pode ser:
Mecânica => é efectuada pelas partículas que o caudal do rio transporta.
Hidrólica => é efectuada pela água do rio.

A acção erosiva dos rios é principal agente de transformação das bacias hidrográficas. As partículas dissolvidas e em suspensão deslocam-se à mesma velocidade da água, enquanto a partículas levadas por tração deslocam-se a uma velocidade inferior à da água. Depois da erosão, os materiais resultantes são carregados pelas águas (constituindo assim a carga de um rio) de diferentes maneiras e posteriormente depositados. Assim, os materiais podem ser transportados em suspensão, dissolvidos na água ou por tração sobre o fundo (arrastamento, rolamento e saltação). Vale em V- esculpidos por rios, na região onde seu curso está numa altitude mais elevada do que seu nível de base, isto é, onde o rio está numa fase activa de erosão. Normalmente isto acontece no alto e médio curso de um rio. Vales em U- com paredes íngremes e fundo achatado, na forma da letra U. É típico de vales esculpido por glaciares. Consiste na acumulação de detritos no leito e nas margens do rio. A deposição acontence em maior escala em troços de menor energia das águas, com a proximidade da foz, como estuários ou deltas. É influnciada pelos seguintes factores:
pelas dimensões e peso dos detritos;
pela velocidade da corrente. Os materiais maiores e mais pesados depositam-se normalmente mais perto da nascente. Os de pequenas dimensões, e mais finos, depositam-se mais próximo da foz ou podem mesmo ser transportados até ao mar. Os processos de erosão, transporte e deposição ocorrem, com maior ou menor incidência em repetidos ciclos geralmente associados:
À variação de factores climatéricos, nomeadamente a pluviosidade e as oscilações do nível do mar, que condiciona fortemente os perfis dos rios.
Natureza e estrutura das rochas;
Relevo
Cobertura vegetal
Acção Antrópica Factores que contribuem para o desiquilibrio das Bacias Hidrográficas CHEIAS Fenómenos naturais extremos e temporários, provocados por precipitações moderadas e prolongadas, por precipitações repentinas e de elevada intensidade ou por fusão de grandes massas de gelo

Fénomemos antropológicos como rutura de barragens ou diques também podem estar na origem de cheias. Cheias em Moçambique já provocaram 113 mortes Inundação das áreas circunvizinhas Extravazamento do leito normal Aumento do caudal dos cursos de água Excesso de água Cheia Vantagens:
Os sedimentos acumulados nas margens inundadas enriquecem o solo, trazendo contributos benéficos para a agricultura.

Nota: esta vantagem é apenas a considerar quando as cheias não são de grandes dimensões. Caso contrário as consequências podem ser devastadoras Desvantagens:
isolamento, a evacuação e o desalojamento das populações;
destruição de propriedades e explorações agrícolas;
submersão e/ou danos em vias de comunicação e edìficios;
interrupção no fornecimentoo de elctricidade, água, gás e telefone;
alterações no meio ambiente. Controlo e prevenção de cheias:
ordenar e controlar as acções humanas nos leitos de cheia;
implementar medidas que impessam a construção e a urbanização em potenciais zonas de cheia;
construir sistemas integrados de regularizção dos cursos de água, como a construção de barragens e diques nas suas margens;
Alargamento, aprofundamento e remoção de obstáculos nos leitos dos rios;
Elaboração de cartas/mapas de zonas inundáveis. Diques: Construção para deter a passagem das águas ou para retê-las em determinada direcção. Algumas soluções também pode acarretar consequências negativas, se forem feitas desordenadamente e sem grande ponderação e estudo. CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS O que são barragens?

Construções transversais a um curso de água, ficando esta retida, criando uma albufeira.

Vantagens:
regularização dos caudais dos rios, evitando inundações;
irrigação de terrenos agrícolas;
abastecimento de água para as populações;
produção de energia hidroeléctrica;
actividades de recreio;

Desvantagens:
Ao longo dos tempos vão-se acumulando, no fundo, sedimentos, transportados pelo rio. Esta situação diminui a capacidade de armazenamento de água da barragem e reduz a capacidade de detritos debitados no mar, funcionando como barreiras artificiais ao trãnsito de sedimentos.
T~êm um determinado tempo de vida útil e quando este termina podem criar-se problemas de segurança.
Têm um impacto negativo nos ecossistemas terrestres e aquáticos da zona, provocando a destruição de habitats. O estudo das bacias hidrográficas possibilita o conhecimento das distribuições dos recursos hídricos e dos factores que condicionam a sua quantidade e qualidade, bem como a conservação da natureza e dos recursos naturais. As bacias hidrográficas são separadas por linhas divisórias, que marcam a mudança de sentido no escoamento das águas e correspondem a áreas mais elevadas, como montanhas. EXTRAÇÃO DE INERTES A evolução das bacias hidrográficos depende de factores humanos e naturais:

Processos naturais:
Acção erosiva dos cursos de água;
Alteração do nível médio das águas do mar;

Processo artificiais:
Poluição das águas, por resíduos urbanos, industriais e agro-pecuários;
Contrução em leito de cheia;
Diferentes uso do solo, como a construção de habitações, de estradas, de linhas férreas e cultivo dos campos;
Assoreamento dos cursos de água provocado, por exemplo pela desflorestação;
contrução de barragens. É a designação dada à extração de sedimentos que se depositam nos leitos e nas margens dos rios.
Estes sedimentos constituem uma importante matéria-prima, que está na base da construção civil, pelo que esta actividade constitui um negócio fiável e rentável.

Prejuízos (quando esta atividade não se dá de forma regularizada e fiscalizada):
Alterações nas correntes e no equilíbrio do rio;
Redução da quantidade de sedimentos que chegam à foz de um rio;
Alteração da estabilidade das fundações de obras de engenharia;
Redução da fertilidade de algumas espécies de peixes nos estuários fluviais;
Modificações irreversíveis a nível dos ecossistemas;
Destruição de terrenos cultiváveis circundantes;
Desaparecimento de prais fluviais.

Em casos extremos poderá conduzir à perda de vidas humana!

Exemplo (4 de Julho de 2001)
Queda da ponte de Hintze-Ribeiro, em Castelo de Paiva
Foram admitidas como causas para a queda da ponte, a extração de inertes (que pode ter favorecido a erosão da base de um dos pilares que assentava no leito do rio Douro e que sustentava o tabuleiro da ponte) e a erosão fluvial, associada à ocorrência de cheias anteriores. Constituem instrumentos de gestão equilibrada, planificação, valorização e protecção das bacias hidrográficas. Estes planos podem ajudar a seleccionar e prevenir alguns dos problemas associados às bacias hidrográficas. Bacias hidrográficas internacionais (Portugal e Espanha):
Minho
Douro
Tejo
Guadiana



Bacias hidrográficas nacionais:
Ave
Cávado
Leça
Lima
Lis
Mira
Mondego
Ribeiras do Algarve
Ribeiras do oeste
Sado
Vouga Planos de Bacia Hidrográficas OBRIGADA PELA VOSSA ATENÇÃO
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