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Revolução Francesa

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by

Renato Albuquerque

on 26 February 2015

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Transcript of Revolução Francesa

A R
EVO
LUÇ
ÃO FRANCESA

Antigo Regime: sociedade de ordens e de privilégios da nobreza e do clero
NOBREZA
propriedade (e rendas) de ¼ das terras francesas
ministros, embaixadores, comandantes militares, principais cargos eclesiásticos
não pagam impostos
Difusão das ideias revolucionárias
A CRISE
ANTECEDENTES:
uma sociedade anacrónica
CLERO
propriedade (e rendas e privilégios feudais) de 10% das terras mais ricas de França
dízima eclesiástica
não pagam impostos
Sem privilégios: Terceiro Estado
TERCEIRO ESTADO:
camponeses
80% da população
pagam rendas para trabalhar a terra
pagam imensos impostos
fome
TERCEIRO ESTADO:
povo miúdo
trabalham nas manufaturas
ordenados baixos
fome
TERCEIRO ESTADO:
média burguesia
mestres, lojistas, médicos, advogados…
TERCEIRO ESTADO:
grande burguesia
grandes mercadores, banqueiros
ANTECEDENTES:
novas ideias
Iluminismo
Revolução Americana
cafés, salões, lojas maçónicas…
ANTECEDENTES:
A conjuntura económico-financeira
(em 1789)
AGRICULTURA:
(década anterior) baixa dos preços e lucros trigo e vinho
(1789) tempestades, perda de colheitas, subida de preços, psicose da fome
INDÚSTRIA
(1786) tratado de Eden (livre-cambismo) abre o mercado francês aos têxteis ingleses em troca dos vinhos franceses
200.000 desempregados na indústria têxtil
DÉFICE CRÓNICO DAS FINANÇAS
impostos não são pagos por todas as pessoas
despesas elevadas
guerras
gastos da corte
pensões de ex-militares e ex-funcionários
obras públicas, ensino
juros da dívida

A INOPERÂNCIA
DO
PODER POLÍTICO
R
EI
poder
absoluto
reformas de Turgot (ministro das finanças de Luís XVI que tenta resolver a crise financeira)
propõe: liberalização do comércio dos cereais e tributação dos proprietários (para substituir as corveias)
falham por oposição dos privilegiados
doc.s 3-A e 3-B, p. 33
reformas dos ministros seguintes (Necker, Calonne e Brienne) também falham
privilegiados atribuem a culpa da miséria ao Rei.
CADERNOS DE QUEIXAS (ao rei)
apresentadas por todos os estados
apresentadas nas assembleias (da nobreza)
contestam o absolutismo [e o despesismo da Rainha (austríaca) Maria Antonieta]
esperam uma solução do Rei
O Rei convoca
OS ESTADOS
GERAIS
ESTADOS GERAIS
(maio 1789) Abertura dos Estados Gerais (Versalhes): representantes dos 3 Estados
Clero e Nobreza exigem voto por Ordem
Terceiro Estado exige voto por cabeça doc. 5, p. 36
Luís XVI adia e nada decide
(17 junho 1789) Terceiro Estado assume-se como Assembleia Nacional: poder deriva da Nação soberana e não de Deus
ASSEMBLEIA NACIONAL
CONSTITUINTE
(20 junho 1789) juramento da sala do jogo da Péla: Assembleia Nacional Constituinte
doc. 5-C , p. 37
(14 julho 1789) Tomada da Bastilha (prisão política, símbolo do Absolutismo)
ASSEMBLEIA
NACIONAL
TOMADA DA BASTILHA
fome
Rei tinha colocado 50 000 soldados às portas de Paris
burguesia tinha criado a Guarda Nacional
(14.julho.1789) assalto e tomada da prisão da Bastilha para arranjar armas
libertação dos presos, assalto ao arsenal, morte do governador da prisão e sua demolição
doc. 6-D, p. 38
A ABOLIÇÃO DOS DIREITOS FEUDAIS
(julho/agosto 1789) – jacquerie: Grande Medo
(agosto 1789) - abolição dos direitos e privilégios feudais
doc. 7, p. 39
igualdade perante a lei
A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS
DO HOMEM E DO CIDADÃO
doc. 8, p. 40
(agosto 1789) – base da futura Constituição
condena os privilégios das Ordens
rejeita o absolutismo
direitos: liberdade, propriedade, segurança, resistência à opressão
define o Homem como cidadão que participa no governo
A REVOLUÇÃO
LIBERALISMO
A REORGANIZAÇÃO
ADMINISTRATIVA
criados 83 departamentos
departamentos divididos em distritos
distritos divididos em cantões
cantões divididos em comunas
A REORGANIZAÇÃO
ECONÓMICA
unificação do mercado interno (fim das alfândegas internas e monopólios
sistema único de pesos e medidas (quilo e metro-padrão)
Liberdade de cultivo e emparcelamento; manutenção dos baldios
abolição das corporações
liberdade de empresa
LIBERDADE ECONÓMICA
A CONSTITUIÇÃO
DE 1791
A MONARQUIA
CONSTITUCIONAL
A CONSTITUIÇÃO DE 1791
sufrágio censitário
sistema representativo
A propósito do poder de veto a atribuir ao Rei
surgimento dos conceitos de
direita (favorável ao veto absoluto)
esquerda (favorável ao veto apenas suspensivo)
A CONSTITUIÇÃO CIVIL
DO CLERO
doc. 9, p. 42
(julho 1789) abolição de privilégios
nacionalização de bens
membros do clero passam a funcionários do Estado
obrigados a jurar a Constituição
extinção do clero regular
divisão dos franceses
Assembleia Nacional passa a
CONVENÇÃO
Rei aceita as leis mas não está "de alma e coração" com a Convenção
obrigado a abandonar Versalhes e ir para as Tulherias (em Paris)
tenta fugir e é capturado
Declaração de Pillnitz (Prússia, Áustria e Saxónia invadem a França para restaurar o poder do Rei):

guerra
Rei apoiado pelos "emigrados" nobres (exilados)
contexto de fome e perda de poder de compra
descontentamento do povo mais pobre que não ten direito ao voto: criação de uma Comuna em Paris
(10 agosto 1792) assalto às Tulherias
o Rei é suspenso
(22 setembro 1792) Convenção proclama o fim da Monarquia
A REPÚBLICA
A OBRA DA CONVENÇÃO
Ano I da República
divisão da Convenção em 2 grupos: Girondinos e Montanheses
GIRONDINOS
mais moderados
defendem a propriedade e a liberdade de comércio
defendem um julgamento clemente para o Rei
perdem a votação
Brissot, Verginaud, Roland
MONTANHESES
mais radicais (defendem a violência se necessária)
repartição da propriedade pelos mais pobres
defendem a execução do Rei
ganham a votação e o Rei é executado (21 janeiro 1793)
Danton, Marat, Robespierre
SANS CULOTTES
(sem calções)
burguesia que tinha feito a Revolução é ultrapassada pelo povo mais pobre (sans culottes)
sans culottes intervêm nas ruas de Paris e nas galerias da Convenção
radicalização
Girondinos perdem a Convenção que passa a ser dominada pelos Montanheses
(junho 1793) nova Constituição (que nunca entrará em vigor devido à guerra)
CONSTITUIÇÃO DO ANO I
sufrágio universal direto (eleitores masculinos apenas)
criação do Referendo
nova Declaração dos Direitos
direito ao trabalho, à assistência, à instrução e à insurreição
GOVERNO REVOLUCIONÁRIO E TERROR
Contexto:
revoltas federalistas apoiadas pelos Girondinos contra a Convenção
revoltas da Vandeia (monárquicos e católicos contra a República)
guerra contra uma vasta coligação de países europeus
Consequências:
criação de um governo revolucionário ainda mais radical e ditatorial
mobilização geral (para o exército)
eliminação da livre concorrência: Lei dos Máximos (salários e preços)
nacionalização e venda em pequenas parcelas dos bens dos exilados
partilha dos bens comunais
ensino gratuito e obrigatório
assistência médica, abonos de família, velhice...
abolição da escravatura nas colónias
política de descristianização; culto da Razão e do Ser Supremo
Lei dos Suspeitos permite as prisões arbitrárias e as execuções (Maria Antonieta, por ex.)
doc. 20, pp 54-55
Robespierre executa todos os que o criticam
acaba por ser preso e executado
DIRETÓRIO
DIRETÓRIO
vitória da revolução burguesa
(agosto 1795) Constituição do Ano III
sufrágio censitário indireto
igualdade é definida como "a lei é igual para todos"
defende a propriedade e a liberdade de económica
poder executivo: 5 diretores (em cada ano é substituído 1 deles)
poder legislativo: Conselho dos Quinhentos (propõe as leis) e Conselho dos Anciãos (aprovam-nas)
Consequências:
manutenção da guerra com a Europa
crise financeira
miséria para os trabalhadores
opulência e ostentação para os novos-ricos
revoltas e tentativas de golpes de estado
(1799) 18 Brumário dá o poder a Napoleão
CONSULADO
CONSULADO
(dezembro 1799) Constituição do Ano VIII
Napoleão: primeiro-cônsul, propõe as leis, nomeia os juízes e os funcionários locais (prefeitos e subprefeitos)
centralização administrativa e judicial
recuperação financeira
pacificação e reconciliação nacional (com radicais e realistas e com a Santa Sé)
criação do Banco de França
criação de uma nova moeda: o franco
criação de Legião de Honra
criação dos Liceus (para os filhos dos burgueses estudarem)
publicação do Código Civil
Napoleão nomeado cônsul vitalício
Napoleão coroa-se Imperador
Manual:
O Tempo da História, 2ª parte
Porto Editora

Danton, Marat, Robespierre
Maria Antonieta

Luís XVI
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