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Copy of O Diagnóstico em Orientação Vocacional

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Maircon Araújo

on 17 April 2015

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Transcript of Copy of O Diagnóstico em Orientação Vocacional

O Diagnóstico em Orientação Vocacional
O primeiro diagnóstico
Momento de aproximação e conhecimento entre as partes
O psicólogo irá formular as primeiras hipóteses acerca da pessoa e do trabalho que irá realizar
Compreensão da dinâmica interna do indivíduo como um todo
Partindo dessa compreensão, focar as questões relativas à problemática vocacional

Instrumentos para a elaboração do diagnóstico
Entrevista inicial: um dos principais mecanismos para a elaboração do primeiro diagnóstico, a primeira entrevista visa conhecer o cliente e entender sua demanda. Ela também é útil para mostrar a ele o método de trabalho que servirá como base para a orientação.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
1) Manejo do tempo:
No caso da problemática vocacional, torna-se significativo o tipo de manejo do tempo feito pelos adolescentes. Suas colocações podem centrar-se no passado, presente ou futuro, ou em vários sentidos. Além disso, a dimensão temporal pode ser "estirada" ou "encolhida", para dizer-lo de algum modo. Em ambos os casos pode se dar uma maior ou menor adequação ao tempo real e é importante detectar este fato, pois toda escolha implica num projeto e um projeto nada mais é do que uma estratégia no tempo.
Prognóstico
Teste psicológico: apontado por Bohoslavsky como um instrumento na tarefa clínica que serve aos fins do psicólogo.
Em orientação vocacional é utilizado o prognóstico. Este por sua vez é baseado no Diagnóstico. “A função do diagnóstico é a capacidade de traçar"
Manejo da crise do adolescente: a Orientação Vocacional apreende as escolhas ocupacionais, analisa os desdobramentos das crises do adolescente, aponta para um prognóstico no que se refere a adaptação do jovem no processo de orientação e nas condições impostas pela fase adulta.
Estrutura da Personalidade: "um esquema ou modelo típico de relações do indivíduo com o ambiente que se expressa segundo o objeto e o vínculo, as defesas e as áreas fenomenológicas predominantes” (Bleger apud Bohoslavsky, 2003, pag. 88)”.
Histórico escolar: evidencia quais foram os vínculos adquiridos no período de aprendizagem no contexto escolar. Este item possibilitará prognosticar o desempenho do adolescente na Universidade.
História familiar: é possível prognosticar as profissões valorizadas pelos indivíduos que são da mesma classe social do adolescente entrevistado e as identificações familiares.
Identidade vocacional/ocupacional: a descrição e diagnóstico da mesma são considerados a forma mais eficiente para “traçar” uma estratégia, tática e técnica no decurso da orientação vocacional.
Maturidade para escolher: este item é difícil, entretanto para Bohoslavsky (1998, pag.90) tal conceito pode ser investigado no período de seleção, escolha e decisão; na resolução; na deuteroescolha e nas fantasias da resolução.

Prognóstico e orientalidade
Após a descrição dos seis itens, formar-se o prognóstico no tocante a orientalidade do adolescente.
A orientalidade consiste na possibilidade de ajustar-se ao que se refere à modalidade clínica e pode precaver as identificações vocacionais e profissionais prejudiciais, ou desfazer embates entre identidades ocupacionais que se contrapõem.
FATORES AMBIENTAIS:
Familiar
Institucionais

O prognóstico é útil na escolha de um teste psicológico apropriado ao cliente, caso seja necessário. Com ou sem o uso desse recurso, a partir do prognóstico, o psicólogo seguirá com o projeto desenvolvido para a Orientação Vocacional, tendo em vista que essas etapas são dinâmicas e não ocorrem necessariamente nessa ordem. Consideramos importante ressaltar que o diagnóstico não consiste em algo fechado ou definitivo, estando sujeito a reformulações ao longo de todo o processo.
Reflexões iniciais
Orientação Vocacional objetiva "fornecer uma compreensão mais profunda dos conflitos relacionados ao processo de decisão quanto à escolha da carreira profissional e propor formas de minimizar os efeitos negativos dos conflitos dele advindo (Melo-Silva & Santos, 1998).

Platão e Cícero apontam para uma adequação de pessoas e talentos a determinadas tarefas, mas apenas no início do nosso século surgiram possibilidades reais para a mobilidade socioeconômica.

A Psicologia se implica nesse processo.

Reflexões Finais
Orientação Vocacional: meio de ajudar os jovens a se conhecerem melhor como indivíduos inseridos em um contexto social, econômico e cultural.
Hoje: perspectiva do envelhecimento populacional e necessidade da OP nos Planos de Preparação para a Aposentadoria e outros projetos.
O psicólogo deve estar preparado para as mudanças, pois muitos são os campos de trabalho possíveis!
FATORES PROFISSIONAIS:
Capacidade e experiência
Identidade profissional
Critérios para a elaboração do diagnóstico
2) Momentos Pelos Quais o Adolescente Passa

Entendemos por momento, as operações que caracterizam a elaboração do comportamento numa situação de mudança. Há três momentos: o de seleção, o de escolha e o de decisão.

Se a patologia da escolha se dá no momento da seleção, possivelmente o adolescente manifestará um desses comportamentos: indiferença (as carreiras, as profissões são equivalentes e intercambiáveis) e confusão quase absoluta quanto a classificações afetivas que faz das carreiras e profissões.
O momento da escolha implica não só num reconhecimento seletivo, como no anterior, como também no estabelecimento de vínculos diferenciais como os objetos. Neste momento, acha-se comprometida à função do ego quanto à capacidade de estabelecer relações satisfatórias e relativamente estáveis com os objetos.
O momento de decisão compromete um projeto de prazo relativamente extenso e, portanto, componentes de ação ligados à função (do ego) de regulagem e controle dos impulsos. A possibilidade do decidir está estritamente ligada à possibilidade de suportar a ambigüidade (todo o futuro o é, de certa forma), de resolver conflitos, de postergar ou graduar a ação, de tolerar a frustração, etc.
3) Ansiedades Predominantes

Toda primeira entrevista, predominante na medida em que constitui uma situação nova, desencadeia no entrevistado, ansiedades do tipo persecutório. Não obstante esta predominância não elimina o fato de que, no transcurso da mesma entrevista, o entrevistado passe muitas vezes por estados em que predomina outros tipos de ansiedade, mais ou menos transitoriamente.

Para a elaboração do diagnóstico vocacional talvez interesse, mais que o tipo de ansiedade, o grau, o objeto ao qual está ligada, a persitência ou mobilidade e o tipo de mecanismo defensivo que desencadeia.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
Baseando-se no objeto implicado nos vínculos persecutórios, depressivo ou confuso, Leibovich de Duarte propõe a seguinte classificação de "fantasias e temores", segundo suas manifestações clínicas :


a) Referentes a auto-imagem (impotência, onipotência, dependência, etc.);
b) Referentes ao futuro (medo do fracasso, aborrecimento, mediocridade, rivalidade e inveja, erros no exercício da profissão, etc.);

c) Referentes à vida universitária (estar super exigido; não conseguir submeter-se ao trote, considerado como rito de iniciação, etc.);

d) Referentes à escola secundária (desvalorização; não poder discriminar matéria-professor; matéria-faculdade; matéria-profissão; etc.).
4. Carreiras como Objeto

As carreiras constituem o que de seu comportamento como opção. As carreiras podem ser analisadas como objetos de comportamento do adolescente, tanto no presente como no futuro. Estes objetos podem acompanhar, proteger, perseguir, destruir, reparar, esvaziar, frustrar, confundir, superexigir, reter, agredir, etc. , na fantasia do sujeito, independentemente do que a carreira ou profissão seja "na realidade".
Critérios para a elaboração do diagnóstico

5. Identificações Predominantes

Neste momento, referimo-nos aos comportamentos predominantes cognitivos do adolescente referentes ao "identificar". Trata-se de comportamentos de conhecimento e reconhecimento da situação de oportunidade que está vivendo. A identidade vocacional não se reduz a um ajustamento satisfatório dessas identificações, mas essas constituem uma condição necessária. Por isso, deve ser diagnosticada pelo psicólogo o mais rápido possível.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
6. Situações que o Adolescente Vive

A escolha do futuro implica sempre num aumento de conflitos. O conflito manifesta-se em toda opção, como uma dúvida que é necessária resolver. Diante desta dúvida, os adolescentes passam por quatro situações, descritas como predilemática, dilemática problemática ou de resolução.

A situação predilemática é aquela por que passa o adolescente que "não se dá conta" de que deve escolher.

A situação dilemática caracteriza-se pela presença de afetos confusos numa pessoa que se dá conta de que enfrenta uma dúvida, uma dificuldade num momento de mudança.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
Na situação problemática, o adolescente está realmente preocupado. Suas funções (do ego) encontram-se a serviço de uma análise exaustiva da situação.

A situação de resolução está caracterizada pela qualidade e pelo grau de ansiedade vinculadas à elaboração normal de um luto. O adolescente vê reativados seus antigos mecanismos postos a serviço da elaboração de situações de perda.
7. Fantasias de Resolução

Denominamos Fantasias de Resolução aquilo que, num contexto terapêutico, designa-se como "fantasias de cura". Correspondem as expectativas conscientes ou inconscientes frente ao processo de orientação vocacional.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
8. Deuteroescolha

Define-se com esse termo o processo de como escolheu escolher o adolescente. Foi criado por analogia ao de deuteroaprendizagem (aprender a aprender). A deuteroescolha evidencia-se na primeira manifestação do sujeito, que ao formula-la nos revela, como metamensagem, o que escolheu dizer e o que omitir.
Critérios para a elaboração do diagnóstico
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