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A Arte de Falar em Público

Técnicas e Estratégias
by

Wilson Ramos

on 16 March 2013

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Transcript of A Arte de Falar em Público

Expressar-se sem objectividade e clareza; “Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio”. (Provérbio indiano) Técnicas e Estratégias A Arte de Falar em Público Como estudantes do curso de gestão, teremos de falar em público diversas vezes ao longo da nossa vida profissional, tendo assim que administrar de forma correcta todas as ansiedades e receios que poderemos ter. Para combater isso existem várias técnicas e estratégias que iremos falar de seguida. Para melhor estudar este tema iremos dividi-lo nas seguintes três categorias: Introdução Universidade de Coimbra - Faculdade de Economia Disciplina: Comportamento Organizacional I Professor: Filipe Almeida Adolfo Oliveira
Bruno Rocha
Tiago Azevedo
Wilson Ramos Realizado por: Ano lectivo 2012/2013 Emissor Mensagem Recetor Protagonista do ato da comunicação.
O seu objectivo é fazer chegar a mensagem ao recetor através da postura, gestos, linguagem e voz. Emissor: Mensagem: Recetor: Ideia que o emissor faz todos os possíveis para transmitir ao recetor. Explicita, não confusa, e com linguagem acessível dependente do nível de conhecimento do tema do recetor. Sujeito passivo do acto de comunicação.
Pessoa à qual o emissor tenta fazer chegar a sua mensagem e tenta adequá-la de acordo com a faixa etária e o nível sócio-cultural predominante na plateia. Postura Gestos Linguagem Voz Caminhar calmamente até ao local de apresentação; Sem que o auditório perceba, alternar o peso das pernas frequentemente; Colocar as mãos nos bolsos nem as cruze; Estudar o espaço com antecedência, para maior conforto; Fazer movimentos harmoniosos e delicados, mas energéticos; Deverá: Dar mais vida à mensagem através da movimentação gestual; Usar um gesto para cada emoção; Deixar que as mãos acompanhem naturalmente o discurso; Usar gestos excessivos e repetitivos; Não deverá: Ficar de costas para a plateia; Olhar para o teto nem para o chão; Sentar-se durante a exposição; Cruzar as pernas em "X". Ir aos extremos: nem uma postura relaxada nem uma postura tensa; Mostrar sempre um postura agradável, alegre e bem-disposta. Deverá: Não deverá: Deverá: Deverá: O orador que não sabe gesticular torna a sua peça fria e inexpressiva. As expressões faciais, os movimentos dos olhos, do rosto, das mãos, enfim, qualquer gesto, por mínimo que seja, traduz o que as palavras muitas vezes não conseguem expressar.
Os movimentos do corpo têm a mesma importância que a palavra no que se refere à comunicação humana. Esses recursos expressivos riquíssimos favorecem a ligação entre as pessoas e fortalecem a magia da interação social.
Para uma melhor prestação, deixamos algumas estratégias e técnicas em relação a esta temática. Ser natural e ajustar-se às ideias e às palavras que são expressas pelo orador. Usar determinados gestos, exagerados ou inconscientes que podem ridicularizar a imagem do orador. Ter um objetivo, um motivo, para dar forma ao conteúdo; Cuidado com os gestos contraditórios Fazer gestos contraditórios em relação à mensagem a ser transmitida; Usar uma linguagem de cariz popular e informal; Não deverá: Falar fluentemente e sem hesitações, articulando bem todas as palavras; Usar uma linguagem adequada aos conhecimentos do público; Conquistar a atenção dos ouvintes; Ser aborrecida; Usar uma linguagem eloquente, eficaz, simples e persuasiva; Começar falando vigorosamente, com entusiasmo, demonstrando prazer pela oportunidade; Ter receio do silêncio, das pausas. Ele é importante para enfatizar o assunto e dar espaço à plateia para refletir; Falar muito rapidamente nem muito lentamente. Existir ausência de gesticulação; Cometer erros gramaticais; Enfatizar as ideias principais. Não deverá: Ser bem audível e com boa dicção para transmitir credibilidade; Conhecer bem a sua própia voz; A voz é tão importante quanto a mensagem porque é ela que vai dar credibilidade ao conteúdo.
Tal como a linguagem corporal é fundamental para uma boa assimilação da mensagem.
Para uma melhor prestação, deixamos algumas estratégias e técnicas em relação a esta temática. Utilizar uma voz clara e bem-definida de forma a facilitar a compreensão do conteúdo; Transmitir entusiasmo, vivacidade e convicção. Usar a voz com coragem e ousadia; Alterar o tom de voz constantemente. Falar muito baixo nem muito alto; Baixar a voz no final das palavras e das frases; A postura é um dos elementos mais importantes num discurso, palestra, ou qualquer outro tipo de apresentação. Esta influencia totalmente a imagem que os demais têm do orador (e consequentemente a opinião que terão em relação ao que foi dito).
Para uma melhor prestação, deixamos algumas estratégias e técnicas em relação a esta temática. A linguagem é importante pois é através dela que transmitimos a mensagem ao público.
Conhecer bem o tema a apresentar será muito importante para ter sucesso durante a apresentação.
Para uma melhor prestação, deixamos algumas estratégias e técnicas em relação a esta temática. Faixa Etária Nível Sócio-cultural A linguagem, a postura e o assunto a ser tratado deve ser adaptado de acordo com a faixa etária da plateia. Dentro dela distinguimos quatro tipos: infantil, juvenil, adulto e idoso. Infantil O orador deve valer-se de pequenos contos, fábulas, entre outros, facilitando assim a compreensão da criança. Possui pouca paciência e grande distração. Quanto mais rápida a exposição, maiores chances de captação da mensagem. Juvenil Assimila informações com mais facilidade. Interessa-se por projectos futuros e ambiciosos. Adultos Idosos Contêm experiência e o seu vocabulário de certa forma encontra-se estruturado. Interessam-se muito pelas conquistas das pessoas. Possuem um espírito desconfiado e é crítico. É mais difícil que se empolguem por projetos futuros. É a faixa etária que dá maior valor aos interesses de ordem económica, visto serem em grande maioria trabalhadores activos, prendendo assim a sua atenção através de mensagens de cariz financeiro. O orador deve-se focar nas experiências que o público pode obter com a informação que lhes é prestada e não tanto com os factores económicos. O nível sócio-cultural da plateia desempenha um factor muito importante a ter em conta aquando o ato de falar em público. Dentro dele distinguimos dois tipos: público ignorante ou despreparado e público culto. Público ignorante ou despreparado Caracterizam-se por muita dificuldade em entender. A colocação emocional é mais relevante que a razão. Bastante influenciados pela tonalidade da voz e gestos. O orador para facilitar a compreensão deste público, deverá usar termos comuns que expressem conceitos concretos com raciocínios curtos. Público Culto É uma plateia mais preparada e exigente, receptiva às colocações racionais. Se o orador não estiver preparado, os ouvintes descobrirão, desinteressando-se pelo assunto. A utilização de exemplos facilita a assimilição das ideias. E tu, continuas a ter medo de falar em público? Possíveis motivos desse medo são:

• perfeccionismo;
• auto-imagem negativa;
• excesso de autocrítica;
• barreiras verbais e não-verbais;
• sensação de ridículo;
• instabilidade emocional;
• desmotivação para superar desafios;
• inexperiência na função;
• apresentações anteriores frustrantes;
• medo da responsabilidade proveniente do sucesso;
• falta de treino, bem como de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à comunicação eficaz. Com quais mais te identificas? Solução! •Fortaleçe a tua auto-estima. •Toma a decisão de vencer as dificuldades típicas de quem se apresenta em público. •Reconheçe e identifica as tuas barreiras e bloqueios. •Procura enfrentar os teus sentimentos corajosamente. •Quando receberes um convite, encara-o como um desafio. •Define e planeia estratégias facilitadoras. Não tenhas medo do sucesso!
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