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A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E A DOENÇA

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by

Alfredo Ferreira

on 6 November 2013

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Transcript of A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E A DOENÇA

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E A DOENÇA
DISCIPLINA: Psicopatologia do Trabalho
PROFESSORA: Ana Paula Pereira Emmerich
Acadêmicos:
Alfredo A. Ferreira
Araceli M. Groth
Bruna F. Hillesheim
Luana Fagundes
Mirelle A. Casagrande
Nei Daniel de Souza Peres
Rejeane Pepes Bêz

É pelo trabalho que o homem se reinventa e supera-se. A importância do trabalho está no seu papel fundamental para o equilíbrio do homem, bem como para sua inserção no meio social, para sua saúde física e mental (FREUD, 1974 apud OLIVEIRA, 2003).

SISTEMAS DE DEFESA
Efeitos da exploração mental sobre a saúde.
Organização do Trabalho – aumento de produtividade.
Exploração do sofrimento x saúde do trabalhador, da mesma forma que a exploração física.
Exploração mental – fonte de mais valia nas tarefas desqualificadas.

Efeitos da exploração mental: noções de psicopatologia mais clássica e especializada.
Organização do trabalho como causa de doenças = referências à economia psíquica e somática global.
Sofrimento mascarado por estratégias defensivas para não se transformarem em patologias.
Descompensação psiconeurótica = queda de desempenho produtivo.

Neuroses detectadas pelo critério de rendimento na produção.
Punição é a exclusão imediata do trabalhador.
Técnicas de seleção de pessoal.
Na seção de trabalho – “assepsia mental”.

DESCOMPENSAÇÕES POR:
Aumento do ritmo de trabalho: (cadência, aceleração dos tempos, desempenho produtivo de rendimento crescente) = descompensações rápidas desencadeando-se como epidemias.

Ato supõe ação, e toda ação supõe que seja livre; mas existe uma ambivalência nesse ato: o trabalho é ação e, conseqüentemente, livre, se posso arbitrar sobre ele, como é o caso do artista. Em muitos trabalhos, porém, não existe essa liberdade de escolher, de arbitrar sobre eles (OLIVEIRA, 2003).

O trabalho é ação quando o sujeito se utiliza de sua singularidade e imprime nele características de sua personalidade. Em determinadas atividades de trabalho, onde não exista esta possibilidade, aparecem os estados de insatisfação, desânimo, tristeza, depressão e neurose, ou seja, o sofrimento no trabalho, algo bastante comum, pois, segundo Arendt, a condição humana é uma condição de sofrimento (ARENDT, 1997 apud OLIVEIRA, 2003).
Limiar coletivo de tolerância ou individual resulta em: trocar o trabalho, mudança de posto ou mudar de empresa (rotatividade), ou absenteísmo.
Mesmo não estando propriamente doente o operário não pode abandonar o trabalho sem maiores explicações.
Sofrimento mental e fadiga são proibidos de se manifestarem nas fábricas (somente doenças físicas são admissíveis).
Atestado e psico-estimulantes.

Consulta médica disfarça sofrimento mental = processo de medicação diferente do de psiquiatrização, por desqualificar o sofrimento no que este pode ter de mental.
Não existem psicoses do trabalho nem neuroses do trabalho.
Descompensações psicóticas e neuróticas ligadas à estrutura de personalidade formada antes do engajamento no produção.
Estrutura da personalidade explica a forma mas não o momento da descompensação.

Consideram-se três componentes da relação homem-organização do trabalho: Fadiga; Frustração-agressividade reativa; Organização do trabalho.
A organização do trabalho talvez inscreva seus efeitos mais nas possibilidades de tratamento de uma doença mental do que em seu determinismo.

Psicoterapia indicaria parar de trabalhar (crise econômica e falta de qualificação).
Tratamentos de alguns doentes em contradição com a organização do trabalho.
Farmacologia contra indicada – efeitos sobre a vigília e acidentes de trabalho.
Organização do trabalho e tarefas de pouca qualificação contribuindo para os casos inanalisáveis.

A partir de então, vamos encontrar ampla repercussão dos princípios tayloristas, como: a separação do trabalho manual, ou seja, das atividades de execução e do trabalho intelectual, também designado de concepção e planejamento; intensificação da divisão do trabalho; controle do tempo e dos movimentos na execução da tarefa, sendo relegado ao trabalho manual um status inferior, enquanto que o trabalho intelectual recebeu uma valorização superior. A Organização Científica do Trabalho propiciou a fragmentação, a repetitividade e a monotonia, tornando suas atividades sem sentido (CATTANI, 1997, p. 247 apud OLIVEIRA, 2003).
SÍNDROME SUBJETIVA PÓS TRAUMÁTICA
Surge após cicatrização de ferida, consolidação de fratura ou cura de intoxicação aguda.
Ocasiona problemas funcionais, sem substrato orgânico ou por persistência anormal de sintoma surgido após acidente, que muitas vezes impedem o retorno ao trabalho.
Instaura diálogo de surdos entre paciente, médico e Previdência Social, conduzindo a estado de reivindicação e depressão.
Não foi proposta explicação psicopatológica para a síndrome, interpretada como descompensação hipocondríaca de estrutura neurótica subjacente e preexistente ao acidente com evolução crônica.
Acidente = fator reativo ou desencadeante.
Atinge operários da construção civil e trabalhos perigosos.
Ideologia defensiva das profissões = acidente comprova a ineficácia da ideologia ocupacional. (coragem, virilidade e desafio ao medo impotentes na proteção do operário).

A realidade do risco leva o trabalhador a enfrentar individualmente o perigo e o medo.
Consciência do risco torna impossível a continuidade da tarefa.
Comportamento difícil por partilhar da ideologia ocupacional defensiva (reconhecer falência, impotência e medo).
Somente sofrimento físico é reconhecido pela organização do trabalho.
Sofrimento mental (ansiedade) levaria à demissão, sem indenização ou pensão.
Somente doença mental caracteriza status de invalidez (medo não se encaixa).

Saída é a medicalização (cefaléias, vertigens, problemas visuais, de equilíbrio sine matéria, servem de ponto de apoio para a medicalização.
Síndrome Subjetiva Pós-traumática: única entidade clínica reconhecidamente de origem limitada à organização do trabalho, mas com pouca frequência e atingindo milhares de trabalhadores, tratados após anos por psiquiatras.

Cronicidade não justifica tratamento médico ou constitui-se verdadeira afecção psiquiátrica pelo círculo vicioso de incompreensões.
Invalidez e pensão devido ao status de doença mental.
Lógica da organização do trabalho: sofrimento caracterizado como doença mental.

No sentido exposto acima, para realizar o trabalho, é necessário um investimento pessoal da inteligência dos sujeitos, em nível de inventividade, frente à imprevisibilidade na execução da tarefa, tendo em vista que o prescrito não comporta, ou seja, não dá conta do real do trabalho. Esta concepção contesta a divisão tradicional do trabalho, entre o de concepção, planejamento (intelectual) e o de execução (manual), pois todo o trabalho é sempre um ato de concepção, de criação (OLIVEIRA, 2003).

INVESTIGAÇÃO PSICOSSOMÁTICA
Pacientes com Síndrome Subjetiva Pós-traumática não possuem estrutura neurótica única pré-formada e característica da Síndrome.
Síndrome com resistência excepcional ao tratamento psiquiátrico, sem publicação de sucesso psicoterápico da patologia.
Determinismo sócioprofissional e não psicoafetivo, com sentido e significado na natureza das condições e da organização do trabalho.

Quando as defesas caracteriais e comportamentais não conseguem se exercer durante o trabalho, há risco de acúmulo pulsional, que não consegue se descarregar.
O inverso também é possível, onde exagerada defesa comportamental ou de sistema defensivo caracterial, em detrimento de outros mecanismos de defesa não colocados em prática, pode conduzir à desorganização.
Efeito principal = doença somática.
Teoria da Escola Psicossomática de Paris.

Pontos fundamentais para compreensão da Teoria:
- Doenças somáticas aparecem em indivíduos com estrutura mental pobre ou ineficaz em defesas mentais. Fala-se de neurose de caráter, neurose de comportamento ou de estruturação e de estado-limite.
- Defesas de caráter ou de comportamento são menos eficientes que as defesas mentais, onde os sujeitos são mais frágeis em situações conflituais do que sujeitos com estrutura neurótica.

- Quando defesas caracteriais e comportamentais não conseguem conter a gravidade dos conflitos, não descompensam de forma neurótica ou psicótica, mas na forma de doença somática.
- A maioria das doenças somáticas se dão em sujeitos com estruturas caracteriais e comportamentais.
Somatização = processo onde o conflito não encontra resolução mental, desencadeando no corpo desordens endócrinas-metabólicas, ponto de partida de doenças somáticas. É rara em indivíduos com estrutura neurótica ou psicótica verdadeira.

Ao falar do sofrimento no trabalho Oliveira (2003) ressalta:

"Ele é patogênico porque, tendo em vista o esgotamento de todos os recursos defensivos, o sofrimento continua a provocar uma descompensação do corpo ou da mente, debilitando o aparelho mental e psíquico do sujeito. É sofrimento, porque o sujeito se vê preso em uma monotonia que o empurra para um sentimento de incapacidade, de imbecilidade".

Situação rara, uma vez que neuróticos e psicóticos apresentam resistência às doenças somáticas e doentes somáticos estão relativamente protegidos de neuroses e psicoses.
A somatização é encontrada em sujeitos com estrutura psiconeurótica quando o funcionamento mental é colocado momentaneamente fora de circuito.
Organização do trabalho age sobre a economia somática, determinando o conteúdo da tarefa por meio da divisão do trabalho.

No dia-a-dia do trabalho, o sofrimento se manifesta pela insatisfação em relação ao conteúdo significativo da tarefa e a insatisfação frente ao seu conteúdo ergonômico. Este último refere-se às exigências da tarefa, em virtude de sua importância no desencadeamento da relação saúde-trabalho, sendo apresentado, a seguir, quando nos referirmos à somatização, tendo em vista que na sua inadequação está a origem de vários sofrimentos somáticos (OLIVEIRA, 2003).

Não somente o conteúdo significativo (mais restrito quanto mais profunda for a divisão do trabalho), mas também o conteúdo ergonômico (gestos, postura, ambientes físico e químico) visam a economia do corpo em situações de trabalho.
O trabalhador procura ordenar a tarefa de modo a adequá-la e executá-la de melhor forma.
A mesma tarefa, executada por diferentes trabalhadores, nem sempre é executada segundo um único e mesmo protocolo.

A livre organização do trabalho é a estruturação do modo operatório, considerando atitudes individuais, necessidades da personalidade, onde gestos se harmonizam com defesas comportamentais e caracteriais.
Tempo organizado em fases de trabalho e descanso respeita a economia psicossomática, protege o corpo contra sobrecarga comportamental, possibilitando a canalização das pulsões durante o trabalho.

A organização do trabalho causa fragilidade somática por bloquear os esforços do trabalhador para adequar seu modo operatório às necessidades de sua estrutura mental.
Ocorre ainda a diminuição da longevidade do trabalhador quando este desce na hierarquia socioprofissional – mais rígida é a estrutura de organização do trabalho.
Tripla explicação:

Doenças somáticas são extraordinariamente mais raras em sujeitos com maiores capacidades de mentalizar.
Porém, a organização do trabalho deve facilitar o livre jogo do funcionamento mental.
Hipótese proposta: “a organização do trabalho e, em particular, sua caricatura no sistema taylorista e na produção por peças é capaz de neutralizar a vida mental durante o trabalho”.

Trabalhador – lesado em suas funções neuróticas e obrigado a funcionar em estrutura caracterial e comportamental – primeiro passo para desorganização psicossomática experimental.
Doença somática – bloqueio contínuo da organização do trabalho no funcionamento mental.
Primeiro passo: vivência de insatisfação, expressa pela fadiga.

Corresponde à repressão da atividade espontânea dos órgãos do corpo.
Pode encontrar sua origem ainda na inatividade, por não ser simples repouso, mas inibição da atividade espontânea.
Funcionários não reivindicam direito à ociosidade permanente.

Exemplo I:
Empresa onde seção inteira fora forçada ao repouso.
Secretárias submetidas à disciplina de horários, sem trabalho, mas proibidas de executarem atividades não profissionais.
Efeito = aparecimento de fadiga que levou a “licenças de trabalho”.
Exemplo II:
Fábrica 1 = ritmo de trabalho e produção mais elevado = sem fadiga física, mas com indiscutível recrudescência de intoxicação por chumbo.
Fábrica 2 = margem de liberdade na produção = recrudescência nítida de sinais sanguíneos ligados à intoxicação por chumbo.
FADIGA caracterizada por predisposição maior à intoxicação por chumbo ou por eliminação menos eficaz dos tóxicos absorvidos.

Fadiga e a difícil adaptação a ritmo de produção elevado provocaram perturbações passageiras nas defesas do organismo.
A passagem dos métodos de trabalho que permitiam certa “margem de liberdade na produção” para organização rígida (taylorista), teve como consequência o bloqueio da “livre estruturação do modo operatório”, em função das necessidades da economia psicossomática dos operários, desorganizando os sistemas defensivos espontâneos e favorecendo o surgimento de doenças somáticas.


REFERÊNCIAS

CODO, Wanderley; SORATTO, Lucia; VASQUES-MENEZES, Iône. Saúde Mental e Trabalho. In: ZANELLI, José Carlos; BORGES-ANDRADE, Jairo Eduardo; BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt. Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artimed, 2004. 520 p.

DEJOURS, Christophe. A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 5 ed., ampl. São Paulo: Cortez, 1992 168 p.

OLIVEIRA, Nildete Terezinha. Somatização e sofrimento no trabalho. Revista Virtual Textos e Contextos. n. 2, dez. 2003. Disponível em: < http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/viewFile/958/738>. Acesso em: 28 out. 2013.

Se você dissesse a um estudioso de Psicologia que um indivíduo sofria afetivamente porque teve, durante apenas uma vez na vida, um evento traumático ligado à sexualidade, não seria questionado; mas se dissesse que uma atividade desempenhada pelo indivíduo durante oito horas por dia, cinco dias por semana, durante 30 anos (o seu trabalho) poderia provocar-lhe sofrimento psíquico, o nosso estudioso negaria tal afirmação. (CODO, SORATTO, VASQUES-MENEZES, 2003).
Interessam os efeitos psicológicos do estresse, como insatisfação no trabalho, ansiedade, depressão, bournot, fadiga, irritação, hostilidade, etc... Várias respostas também sugerem consequências comportamentais a partir do estresse, como afastamento da organização e intenção de abandoná-la. (CODO, SORATTO, VASQUES-MENEZES, 2003)
[...] a possibilidade de controle sobre o trabalho, condição fundamental para que o trabalhador desenvolva e utilize suas próprias estratégias para enfrentar as dificuldades e realizar o trabalho, protegendo contra o desgaste ou pelo menos evitando o sofrimento dele derivado. Isso significa que uma mesma atividade realizada sobre diferentes condições pode ter diferentes efeitos subjetivos, sobretudo em termos de prazer e sofrimento (CODO, SAMPAIO, HITOMI, 1994 apud CODO, SORATTO, VASQUES-MENEZES, 2003).
"[...] Psicodinâmica do Trabalho não é uma psicologia do trabalho, mas uma psicologia do sujeito [...] (DEJOURS, 1996, p. 2 apud CODO, SORATTO, VASQUES-MENEZES, 2003).
PIORES CONDIÇÕES DE TRABALHO DE OPERÁRIOS DESQUALIFICADOS;
RESPOSTA MÉDICO SOCIAL DE QUALIDADE INFERIOR;
EFEITOS NEFASTOS DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO.
Fadiga nem sempre corresponde à excessiva carga de trabalho, não necessita de excessivo desempenho físico.
Trabalhador desenvolve recursos para compensar o estreitamento dos canais comportamentais, caracteriais e mentais para a energia pulsional.
Fadiga é simultaneamente psíquica e somática.
Psíquica por corresponder a obstáculo para o psicossomático e vivência subjetiva.
Somática por sua origem estar claramente no corpo.

A palavra trabalho, segundo Arendt (1997, p. 90), tem sua origem no termo encontrado no baixo-latim tripalium, uma espécie de tortura, o que, para nós, dá uma noção de dor e sofrimento, tendo como veículo o corpo. (OLIVEIRA, 2003).
Na mitologia grega, em Brandão, consta o trabalho de Sísifo: trabalho estafante e inútil, porque, uma vez acabado, era preciso recomeçar. Este trabalho era fruto de um castigo, devendo Sísifo carregar uma pedra até o cume de uma montanha; a partir daí esta rolava, tendo que ser carregada novamente para cima. Esta passagem caracteriza, usualmente, as tarefas sem sentido, sendo chamadas de “trabalho de Sísifo” (BRANDÃO, 1986, p. 226 apud OLIVEIRA, 2003).
Trabalhadores (feminino) – crise de choro, de nervos, desmaios, contagiam toda uma seção de trabalho.
Intervenção da chefia com diminuição dos ritmos de trabalho.
Final e início de semana: carros de fim e começo de semana com mais defeitos do que os do meio da semana.
Chefias esforçam-se para manter o ritmo de trabalho.
“Uma norma de produção, é lógico, mas também uma norma mental”

CASO CLÍNICO
Trabalhador da construção, 26 anos, mal estares frequentes, sem afecção somática, detectada descompensação de neurose histerofóbica pelo nascimento do primeiro filho, sem problemas no trabalho.
Psicoterapia inviável – ideologia defensiva da profissão.
Sistema defensivo necessário à continuação do trabalho (semelhança de estruturas de defesa fóbica e ideologia defensiva da profissão).

A livre organização do trabalho torna-se peça fundamental para equilíbrio psicossomático e satisfação.
Ao contrário, o trabalho rígido e imposto, é obstáculo à livre estruturação da tarefa.
A organização do trabalho, neste sentido, pode comprometer imediatamente o equilíbrio psicossomático.
Quanto mais rígida a organização do trabalho, menos facilita estruturações favoráveis à economia psicossomática individual.
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