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Frei Luís de Sousa

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by

Rossana Naki

on 3 February 2014

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Transcript of Frei Luís de Sousa

Frei Luís de Sousa
Introdução
Síntese do ato terceiro
Síntese da cena XI do ato terceiro
Personagens:
D. Madalena:
Este trabalho é sobre um dos livros de Almeida Garret,
Frei Luís de Sousa
, escrito em 1844.
Esta peça foi inspirada na vida de Manuel de Sousa Coutinho, e por isso tem este título (nome adoptado por ele após se tornar frade). Contudo também é possível notar uma certa influência da vida pessoal de Almeida Garret na peça.
O tema principal da peça é a liberdade de amar, na peça essa liberdade foi ameaçada e a peça acabou em tragédia.
Telmo Pais é o velho criado com barbas brancas e cabelos esbranquiçados, aio de D. João de Portugal. Ele é conhecido por ser um bom conselheiro e pela sua lealdade. Não quer magoar nem pretende a desgraça da família de D. Madalena e Manuel. Mas como verdadeiro crente no mito sebastianista, acredita que D. João de Portugal há-de regressar. No fim da peça, acaba por trair um pouco D. João pelo seu amor por Maria de Noronha.
Ao longo da obra, verifica-se uma alteração da visão de Telmo sobre Manuel de Sousa Coutinho: no primeiro ato, reconhecia nele algumas qualidades, mas não o admirava; depois, do incêndio no palácio passou a admira-lo e Telmo lamenta não o ter admirado sempre como ele merecia
No final ele desejava que D. João nunca tivesse voltado, contrariamente ao que sempre julgara.
Nesta cena Maria interrompe a cerimónia, dando origem à cena mais melodramática da peça. Alienada pela febre, em delírio, exprime-se de forma violenta, mostrando uma profunda revolta contra o mundo, contra Deus, contra a sociedade hipócrita que não permite a dissolução do casamento, transformando assim, em filhos ilegítimos aqueles que são apenas vítimas de actos que lhe são alheios.
Telmo Pais
Figuras de estilo presentes na peça
Elementos da Tragédia grega
Hybris (desafio às autoridades físicas e morais) - É visível quando, por exemplo, Maria na cena XI questiona e desafia tudo e todos;

Pathos (sofrimento das personagens)- D. Madalena em toda a peça sofre, especialmente na altura em que ela e o seu marido tomam o hábito e Maria morre;

Catársis (aprendizagem)- Está em evidência tanto no final da peça (para os espectadores) ou quando D. João de Portugal descobre que no fundo ninguém lhe queria mal.

Anagnóris (reconhecimento de uma identidade)- Por exemplo, quando Maria ouve a voz do Romeiro e reconhece D. João de Portugal

Catástrofe (morte)- No final da peça Maria morre e Manuel de Sousa Coutinho morrem para a vida terrena.
Ato 3
,
Cena XI
"... Que cerimónias são estas? Que Deus é esse que quer roubar o pai e a mãe a sua filha?..." Aqui estão presentes várias interrogações retóricas, que mostram o quanto Maria está confusa e que ela questiona tudo e todos.
Cena 1
Telmo segue as instruções de Jorge e aguarda a chegada do irmão Converso.
Na cena 4 Telmo está confuso pois não sabe se deve ficar do lado de D.João de Portugal, ou de Maria.
Dividido entre a fidelidade do passado e do amor presente, oferece sua vida a Deus em troca da vida de Maria.
O Romeiro é trazido à presença de Telmo. E aí Telmo finalmente o reconhece. Pelo que Telmo diz a D. João de Portugal, este entende que estava prestes a arruinar uma família que nunca lhe desejara mal e por isso pede-lhe que diga que o Romeiro era um impostor que e que era tudo parte de um "embuste", tentando evitar uma tragédia.
Madalena desesperada chama pelo marido, criando-se assim confusão, pois o Romeiro, por momentos pensou que ela o chamava.
Manuel de Sousa conversa com o seu irmão Jorge, e a este revela o seu sofrimento, sobretudo em relação à filha, e confessa que prefere ver a sua filha morta pela doença do que por vergonha da sua ilegitimidade.
E por isso se sente responsável por toda a desgraça.
Telmo informa a Manuel de Sousa Coutinho e Frei Jorge que Maria acordou, mas que se encontra muito abalada e fraca.
Cena 2
Cena 3
Cena 4
Cena 5
Cena 6
Cena 7
Cena 8
Cena 9
Cena 10
Cena 11
Cena 12
Madalena resignada decide afogar as suas mágoas na religião cristã e esta também decide vestir o hábito.
Inicia-se a cerimónia de tomada de hábito
D. João de Portugal pede a Telmo que os salve, Maria ao ouvir isso morre de vergonha. E Manuel de Sousa Coutinho e D. Madalena morrem para o mundo.
Telmo diz a Frei Jorge e a Manuel de Sousa Coutinho o que D. João de Portugal pedira, e Madalena implora ao marido que não se separe dela, contudo Frei Jorge e Manuel de Sousa Coutinho mantêm-se inflexivéis.
Madalena continua, inutilmente apelando ao bom-senso do marido e Frei Jorge.
Para além de ser uma heroína romântica, Madalena é nobre, culta e frágil. Vive marcada por conflitos interiores e pelo passado, com sentimentos de culpa, pois casou com D. João e gostava de D. Manuel. Os sentimentos e a sensibilidade sobrepõem-se à razão e é uma mulher em constante sofrimento. Madalena desde o primeiro instante, vive aterrorizada com o «fantasma» do seu primeiro marido, no momento em que o tem, fisicamente, diante de si, e apesar das inúmeras coincidências, é incapaz de o reconhecer!
Crê em agoiros, superstições e em dias fatais. É uma sofredora, tem um amor intenso e uma preocupação constante com a filha Maria, contudo coloca a cima de tudo a sua felicidade e amor ao lado de Manuel de Sousa, mesmo o seu amor à pátria é menor do que o que sente por Manuel. No final da obra, aceita o convento como solução, mas fá-lo seguindo Manuel.
Ato 1
,
Cena I
"Oh que amar, que felicidade... que desgraça minha!" Aqui está presente uma antítese, que expressa os sentimentos opostos de Madalena, que por um lado é feliz (está casada com o homem que ama e com ele tem uma filha) e por outro vive ansiosa (pela incerteza da morte do 1º marido e pelo estado de saúde da filha)
Ato 2
,
Cena VI
"Aquele sangue está em chamas, arde sobre si e consome-se" Metáfora, que mostra que o sangue de Maria esta quente e a circular rapidamente como o fogo (por causa da febre)
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