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"Nós" de Cesário Verde

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Frederico Beato

on 3 June 2013

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Transcript of "Nós" de Cesário Verde

"Nós" Cesário Verde Estrutura interna O poema está dividido em três partes, tendo nós apresentado um excerto da primeira parte; A parte I consitui um intróito, em que a cidade aparece como sinónimo de limitação, repressão, doença e morte. E, pelo contrário, o campo aparece como um espaço amplo de liberdade, saúde e vida. Estrutura Externa -Este é o mais longo poema de Cesário Verde e o último da sua autoria.
-É constituído por 128 quadras, onde na primeira parte estão incluídas 12 estrofes, todas elas em verso alexandrino (composto por doze sílabas métricas)
-Presença de um rigor formal, característico do movimento literário Parnasianismo (anti-romântico)
-A rima é cruzada em algumas estrofes (ABAB) , interpolada e emparelhada noutras ( ABBA) 1. O poema retrata o episódio de fuga da população, da cidade doente para o campo. O sujeito poético lá, no campo, cresce saudável, daí o seu pai gostar tanto do campo. Todos os seus vizinhos haviam morrido, contou-lhe uma vez o seu pai. A epidemia havia afectado vários sítios: a alfandega havia parado e o comércio cessado. Em vez da confusão habitual, na cidade, apenas restavam os mortos juntamente com os médicos, padres e coveiros. 2. No verso 3 (“Que esta população, com um terror de lebre,”) encontra-se expressa uma metáfora: “com um terror de lebre”. É expressiva na medida em que enfatiza a rapidez com que as pessoas fugiam da cidade. São comparadas a lebres, que são animais muito rápidos, neste caso, representa a rapidez com que as pessoas fugiam da Cólera e da Febre. 5. A cidade aparece como um sinónimo de repressão, doença (Febre e Cólera) e morte, enquanto que o campo é visto como um espaço amplo de liberdade e vida. O campo tem uma simbologia de vitalidade, alegria de trabalho produtivo e útil, nunca como fonte de devaneio sentimental. É neste poema que o autor melhor revela o seu amor ao campo, elogiando-o por oposição à cidade. Trabalho elaborado por: Alexandre Silva, nº 1
Miguel Ferreira, nº 24
Frederico Ró, nº 30 Agradecimento especial: Jaqueline Vieira 4.1 A epidemia trouxe não só doença e morte mas como também uma paralisação total da cidade. Nasceu o pânico entre as pessoas, o porto e a alfândega pararam, assim como o comércio, cessando a algazarra habitual. A sua referência deve-se exclusivamente ao facto de ser o único motivo pelo qual a cidade para. 3, O pai pode considerar-se um sortudo pelo campo ter salvo os seus filhos visto estes terem crescido "entre os montões das malvas", isto é, todos os vizinhos haviam morrido, excepto eles, que conseguiram salvar-se na fuga da cidade. Daí mostrar-se grato e gostar muito do campo: "Que ele ganhou por isso um grande amor ao campo".
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