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O Connetivismo

Formação à Distância e E-learning MÓDULO 2 : Novas perspetivas teóricas e authoring tools.
by

António Gomes

on 14 October 2012

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Transcript of O Connetivismo

George Siemens A teoria de aprendizagem connetivista Então, o que é o connetivismo? Um pequeno PowerPoint... Ideias únicas do Connectivismo Visão de uma Ecologia de Aprendizagem segundo Siemens Knowing Knowledge - clica no vídeo Formação à Distância e E-Learning – turma 1 Trabalho realizado por António José Silva Gomes George Siemens, professor e diretor do Centro de Tecnologia da Aprendizagem da Universidade de Manitoba, no Canadá, juntamente com o seu colega Stephen Downes, do Institute for Information Technology's e-Learning Research Group (Canadá), tem explorado as possibilidades pedagógicas das novas tecnologias da informação e comunicação.

Siemens propõe o connectivismo como novo paradigma de ensino-aprendizagem. Face ao crescente número de fontes de informação, o investigador alerta: "O maior desafio que os indivíduos e as organizações vão enfrentar nas próximas décadas será dar sentido a esta abundância!" George Siemens O que é o Connetivismo? A aprendizagem ocorre, desde sempre, em diferentes cenários. Tradicionalmente, assume-se que a aprendizagem é regulada por processos formais sob controlo institucional (uma escola ou uma instituição de formação profissional, por exemplo). A aprendizagem de um indivíduo vai, no entanto, muito para além do que ocorre nestes processos formais. Muitas vezes, as pessoas aprendem de forma inesperada sem que estivessem especificamente a procurar aprender algo. Também na execução de uma tarefa ou no exercício de uma atividade profissional, a aprendizagem e a aquisição e melhoramento de competências está permanentemente presente. Ela ocorre mesmo no convívio social, fora das instituições formais e do contexto profissional.
O desenvolvimento crescente de tecnologias de informação e comunicação veio impulsionar a comunicação e a aprendizagem em rede na educação. Isto deve-se à sociedade do conhecimento e da informação e à necessidade constante de novas competências e um reposicionamento do campo docente e da sociedade em geral, com vista a aumentar a qualidade e eficácia dos sistemas de educação.  What we know is less important than our capacity to continue to learn more. The connections we make (between individual specialized communities/bodies of knowledge) ensure that we remain current. These connections determine knowledge flow and continual learning (…) To remain relevant, education needs to align with the needs of learners and the changing climate of work. Courses are not effective when the field of knowledge they represent is changing rapidly. We need to respond to these changes in a way that meets learner's needs and that reflects the reality of knowledge required in the work force. (Siemens, 17-10-2003) Mas, o que é o Connetivismo? Siemens sustenta que a aprendizagem é, sobretudo e mais frequentemente, um processo com vários estádios e diferentes componentes. Existem muitas atividades preparatórias ainda antes de nos envolvermos na aprendizagem, como sejam a exploração, a tomada de decisões, a seleção, etc. A experiência de aprendizagem, ela mesma, pode definir-se como o momento em que adquirimos, de forma ativa, o conhecimento que nos faltava para completarmos uma tarefa necessária ou resolvermos um problema.
A aprendizagem é multifacetada, orientada e determinada pela tarefa. Em Knowing Knowledge (2006), Siemens procura clarificar e detalhar melhor este carácter multidimensional e complexo da aprendizagem, distribuindo-a por quatro domínios: transmissão, emergência, aquisição e acreção: O connectivismo foi dado a conhecer em 2004 através da publicação de um texto online Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age (2005) e tem sido desenvolvido e divulgado através da publicação de artigos em suporte de papel e online, de capítulos de livros, da participação em encontros científicos e da organização de um curso online, através da Universidade de Manitoba onde participaram 2 400 pessoas espalhadas pelo globo. As teorias connectivistas estão sintetizadas pela mão de George Siemens na obra Knowing Knowledge (2006). O Connectivismo visa responder às novas necessidades dos aprendentes do século XXI e às novas realidades introduzidas pelo desenvolvimento tecnológico e as transformações económicas, sociais e culturais.
O Behaviorismo, o Cognitivismo ou o Construtivismo, as três teorias da aprendizagem mais frequentemente utilizadas no desenho de ambientes instrucionais, segundo Siemens pertencem a um tempo em que a aprendizagem não beneficiava do tremendo impacto da tecnologia, como acontece atualmente. Assim, não têm em conta os atuais ambientes sociais subjacentes ao processo de aprendizagem, nem outros aspetos muito relevantes, como sejam a mobilidade profissional ao longo da vida, a importância da aprendizagem informal, a grande variedade de formas e meios de aprendizagem – através de comunidades de práticas, redes pessoais ou tarefas ligadas ao desempenho de uma profissão, desenvolvendo-se continuamente ao longo da vida. Quando o conhecimento é relativamente escasso, o processo de atribuição de valor ao conhecimento é visto como uma característica intrínseca à aprendizagem. Quando, pelo contrário, este existe em grande abundância, e quando a informação cresce exponencialmente, temos muitas vezes que agir sem que isso envolva uma aprendizagem pessoal, sendo necessário proceder a uma avaliação muito mais rápida, mobilizando informação que não está presente no nosso conhecimento primário. Deste modo, a capacidade de sintetizar e reconhecer conexões e padrões é uma competência muito valiosa. Um dos aspetos seguramente mais óbvios é, para o autor, o facto de podermos agora externalizar, transferir parcialmente ou apoiar (off-load) muitos dos processos mentais, nomeadamente os ligados ao processamento cognitivo da informação, através da tecnologia.  Connectivism is the integration of principles explored by chaos, network, and complexity and self-organization theories. Learning is a process that occurs within nebulous environments of shifting core elements – not entirely under the control of the individual. Learning (defined as actionable knowledge) can reside outside of ourselves (within an organization or a database), is focused on connecting specialized information sets, and the connections that enable us to learn more are more important than our current state of knowing. (Siemens, 12-12-2004) Num tempo em que as circunstâncias mudam rapidamente, em que tudo se relaciona com tudo, em que o fluxo de informação é muito superior ao que podemos apre(e)nder, a adaptabilidade, a capacidade de reconhecer alterações nos padrões e proceder a reajustamentos, de formar conexões entre comunidades especializadas, de criar padrões de informação úteis a partir de uma variedade de fontes de informação são aspetos essenciais para a aprendizagem.
Os conteúdos que aprendemos têm que ser atualizados, relevantes e contextualmente adequados. A atualidade do conhecimento é uma função da rede, que se torna, assim, um elemento cognitivo separado: processa, filtra, avalia e valida nova informação.
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