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Trabalho do Classicismo

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by

Bárbara Silva

on 5 February 2014

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Classicismo
Arte Renascentista
Relaciona-se à revalorização do pensamento e da arte da Antiguidade clássica e à formação de uma cultura humanista.

Os artistas do período se orientam por ideias de perfeição, harmonia, equilíbrio e graça.

Há o auxílio dos sentidos de simetria e proporção das figuras.

Os principais artistas foram Leonardo da Vinci, Michelangelo Buonarroti e Rafael Sanzio.

Padre José de Anchieta
A Carta de Caminha inaugura o que se convencionou chamar de Literatura Informativa sobre o Brasil. Como consequência das Grandes Navegações, empenha-se em fazer um levantamento da “terra nova”, de sua floresta e fauna, de seus habitantes e costumes, portanto sendo uma literatura meramente descritiva.

. A principal característica da carta é a exaltação da terra, resultante do assombro do europeu diante do exotismo e da exuberância de um mundo tropical. Com relação à linguagem, o louvor à terra transparece no uso exagerado de adjetivos.
A Literatura do Brasil: século XVI
Literatura Jesuítica
Como consequência da Contrarreforma, chegam, em 1549, os primeiros jesuítas ao Brasil. Incumbidos de catequizar os índios e de instalar o ensino público no país, fundaram os primeiros colégios, que foram, durante muito tempo, a única atividade intelectual existente na colônia.


Do ponto de vista estético, os jesuítas foram responsáveis pela melhor produção literária do Quinhentismo brasileiro. Além da poesia de devoção, cultivaram o teatro de caráter pedagógico, inspirado em passagens bíblicas, e produziram documentos que informavam aos superiores na Europa o andamento dos trabalhos.

Os principais jesuítas responsáveis pela produção literária da época foram o Padre Manuel da Nóbrega, o missionário Fernão Cardim e o Padre José de Anchieta.

Já que falamos em Vênus, a retomada da mitologia pagã define um dos campos lexicais da poesia do Classicismo.

Raros são os textos renascentistas que não fazem referência aos deuses pagãos, seja empregando denominações romanas (Baco, Júpiter, Vênus, por exemplo), seja gregas (Dioniso, Zeus, Afrodite).

Da mesma forma, a busca do sublime, da perfeição formal, do ideal de beleza levam os autores clássicos a recorrer, em suas descrições, a uma constante adjetivação: a mulher, por exemplo, é vista como um ser superior, angelical, perfeito.
A linguagem do Classicismo
A revolução cultural renascentista e suas características temáticas e formais determinam a linguagem do Classicismo: seus conjuntos de expressões (que se referem a uma mesma realidade), a forte presença dos adjetivos e mesmo a estruturação das frases.

A Língua Portuguesa se uniformiza e adquire as características do português atual exatamente no século XVI, com a rica literatura renascentista (em particular, com a produzida por Camões).

As duas primeiras gramáticas da Língua Portuguesa (1536 e 1540) refletem a filosofia renascentista; daí a latinização sintática dos termos literários, com Camões afirmando, na estrofe 33 do Canto I de
Os Lusíadas
, que a deusa Vênus se identificava com o povo português em função da língua:

“E na língua, na qual quando imagina, / Com pouca corrupção crê que é a Latina”.
Características Gerais do Classicismo


Enfatiza a ordem, a clareza, o equilíbrio e a simplicidade.
• Racionalismo - Predomínio da razão sobre a emoção.
• Universalismo - Os valores universais apresentam maior importância do que os particularismos individuais.
• Antropocentrismo – O homem é o centro do universo.
• Idealização amorosa, neoplatonismo
• Paganismo
• Nacionalismo
• Valorização dos aspectos culturais e filosóficos das antigas Grécia e Roma;

Os Lusíadas
Introdução
Classicismo ou Quinhentismo é a denominação genérica das manifestações literárias da época do Renascimento (Europa séc. XV a XVI),

Movimento artístico, cultural e científico inspirado sobretudo nas ideias e nos textos da cultura clássica greco-latina
Quinhentismo em Portugal
Inicia-se no ano de 1527, com o retorno de Francisco Sá de Miranda que, após passar seis anos na Itália, divulga novos conceitos de arte e um novo ideal de poesia, conhecido como dolce stil nuovo (“doce estilo novo”, com o ritmo dos versos decassílabos).

Trata-se de um modelo de poesia que vem da herança de dois nomes fundamentais na poética do Humanismo: Dante Alighieri e Francesco Petrarca (cujas concepções de amor, com suas respectivas musas – Beatriz e Laura -, também se tornaram padrão para os poetas quinhentistas).
Bárbara R. Silva
Fabiana B. Garcez
Giulia Vittoria Matinata Martins
Maria Camila S. Ceballos
Matheus B. Xavier
Sofia Perez
Francisco Sá de Miranda
Francisco Sá de Miranda (1481 – 1558) é um típico representante da poesia quinhentista lusitana, autor de uma obra em que convivem heranças medievais e humanismo renascentista, a medida velha (redondilha) e a medida nova (decassílabo).

A cantiga a seguir é uma das pioneiras ao apresentar o tema do homem dividido na literatura portuguesa:
Comigo me desavim

Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo:
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.
Com dor da gente fugia,
Antes que esta assi crecesse:
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meio espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho inimigo de mim?

Literatura Informativa
- Sobre o Brasil, para os europeus;
- Cartas, relatórios, documentos, mapas;
- Carta de Pero Vaz de Caminha.

Foi o instrumento mais utilizado para atingir os objetivos pretendidos pelos jesuítas. Para isso, estes chegaram a aprender a língua tupi, utilizando-a como veículo de expressão. Os índios não eram apenas espectadores das peças teatrais, mas também atores, dançarinos e cantores.
Luís de Camões
Contexto Histórico
Humanistas
Quinhentismo em Portugal:
Música: Monte Castelo
Análise
Dante Alighieri
: autor da
Divina Comédia
, criou a medida nova (verso decassílabo), abandonando as redondilhas medievais.
Petrarca:
compôs seu
Cancioneiro
em sua maior parte em sonetos. O soneto italiano consiste de 4 estrofes: a primeira e a segunda, com 4 versos; a terceira e a quarta, com 3 versos. Nesses sonetos o poeta declara seu amor platônico por Laura
Bocaccio:
escreveu
Decameron
, obra de narrativas curtas e picantes, que retratavam criticamente a realidade cotidiana
Escritores e pensadores italianos que liam e traduziam autores latinos e gregos.
Épica
Lírica
Filosófica
Os Lusíadas

A narração de
Os Lusíadas
começa quando os portugueses já deixaram sua terra natal e se encontram em Melinde, cidade situada no oceano Índico. Ao mesmo tempo, os deuses estão reunidos para decidir o destino dos navegantes.

Os portugueses encontram em Vênus uma preciosa aliada e em Baco o maior inimigo. Enquanto isso, Vasco da Gama narra ao rei a história de Portugal.

Netuno recebe a visita de Baco, que o convence aliar-se contra os portugueses, argumentando que depois daquela viagem os homens iriam perder o temor dos mares. Sob a ordem e proteção de Vênus e das Nereidas, os portugueses sobrevivem e conseguem chegar a Calecute, na Índia.

Após a última aventura na Ilha dos Amores, os portugueses voltam para seu país. O poeta termina seu livro em tom de lamento. Reclama que sua opinião não seja levada em conta pela “gente surda e endurecida” e oferece ao rei dom Sebastião uma solução para impedir a decadência do Império: uma grande empresa em direção ao Oriente, buscando a salvação de muitos infiéis e resgatando a glória do heróico povo português.
Poesia Lírica
Alma minha gentil, que te partiste

Alma minha gentil, que te partiste
Tão cedo desta vida, descontente,
Repousa lá no Céu eternamente,
E viva eu cá na terra sempre triste.

Se lá no assento etéreo, onde subiste,
Memória desta sida se consente,
Não te esqueças daquele amor ardente
Que já nos olhos meus tão puro viste.

E se vires que pode merecer-te
Alguma cousa a dor que me ficou
Da mágoa, sem remédio, de perder-te,

Roga a Deus, que teus anos encurtou,
Que tão cedo de cd me leve a ver-te,
Quão cedo de meus olhos te levou.
Poesia Lírica Filosófica
Aborda reflexões sobre a vida, o homem e o mundo. O eu-lírico reflete um homem angustiado e perplexo diante do seu tempo. Dentre seus principais temas podemos citar:
Mutabilidade das coisas da vida e do mundo;
Desconcerto do mundo
(A desordem do mundo);
A momentaniedade da vida e do mundo
(A vida passa em um piscar de olhos).
Ao desconcerto do Mundo

Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E pera mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.

Luís de Camões
O que se convencionou denominar Era Clássica, na literatura europeia, corresponde a uma nova ordem socioeconômica que marca os séculos XVI e XVII. Formam o plano de fundo para este período:

A crise do feudalismo
A tomada de Constantinopla pelos turcos (1453)
As navegações e os descobrimentos
O desenvolvimento do capitalismo mercantil
As monarquias absolutistas
Revolução Comercial
A Reforma Protestante(1517)

Assiste-se a una retomada dos valores da Antiguidade Clássica (daí a denominação), que passam a conviver com heranças esparsas dos modelos medievais.

Na Era Clássica predomina a poesia, tanto a lírica como a épica; musas ganham contornos e nomes que nos remetem à mitologia; Homero, Virgílio e Horácio são revisitados

O Renascimento deve ser entendido como um amplo movimento cultural que vem de uma grande virada: a cultura medieval perde terreno para a cultura clássica; o poder centraliza-se; o modo de produção feudal declina e consolida-se o capitalismo mercantil; vive-se o fim da Idade Média e o início da Idade Moderna.

Essa nova realidade política e econômica vivida pela Europa exige uma leitura do mundo mais liberal, antropocêntrica, identificada como o Mercantilismo.

O homem do séc. XVI se volta para a realidade concreta e acredita em sua capacidade de dominar e transformar o mundo.
Contexto Histórico
Parte do poema
O amor é um fogo que arde sem se ver
, de Luís de Camões, está presente na música da banda Legião Urbana, e faz parte da lírica clássica do autor, a medida nova.

Neste poema, Camões procurou conceituar a natureza contraditória do amor. Na Antiguidade o amor era visto como uma espécie de doença da razão, uma enfermidade de conseqüências às vezes devastadoras.

Nas cantigas de amor medievais, os trovadores exprimiam seu sofrimento, a coita, provocada pela desorientação das reações do artista diante de sua Senhora, de sua Dona.

Petrarca e os poetas do dolce stil nuovo privilegiaram, na Renascença italiana, o tema do desencontro amoroso, das contradições entre o amar e o querer e do sofrimento dos amantes e apaixonados.

O poeta buscou analisar o sentimento amoroso racionalmente, valendo-se de raciocínios próximos da lógica formal. No entanto o amor é um sentimento vago, imensurável, desta maneira Camões acabou por concluir pela ineficácia de sua análise, desembocando no paradoxo do último verso.

O sentir e o pensar são movimentos antagônicos: o sentir deseja e o pensar limita, e, como o poeta não podia separar aquilo que sentia daquilo que pensava, o resultado ´é o acúmulo de contradições e paradoxos. Essa feição contraditória e o jogo de oposições aproximam Camões do Maneirismo e, no limite, do Barroco.
Composta por Renato Russo, a canção traz citações do poeta português Luís Vaz de Camões em seu soneto 11, além do capítulo 131 de Coríntios, livro da Bíblia. Monte Castelo é o nome do local onde a FEB (Força Expedicionária Brasileira) ganhou sua principal batalha durante a Segunda Guerra Mundial - ou seja, uma alusão a um ato de desamor da humanidade. O título é uma referência antagônica a mensagem da letra.
Linguagem do Classicismo
Na poesia lírica Camões escreveu tanto os poemas em medida velha (redondilhas), seguindo a tradição da poesia palaciana, quanto os poemas em medida nova (decassílabos), influência do humanistas italianos, em especial de Petrarca.

Os temas mais relevantes são o neoplatonismo amoroso, a reflexão filosófica (sobre o desconcerto do mundo) e a natureza (confidente daquele que sofre por amor).
Webgrafia:
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/camoes-2-poesia-epica-os-lusiadas-o-maior-poema-epico-da-lingua-portuguesa.htm

http://www.zun.com.br/classicismo-contexto-historico-e-caracteristicas/

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/portugues/literatura_portuguesa/autores/lit_port_poesia_lirica

http://www.infoescola.com/literatura/classicismo/

http://www.suapesquisa.com/artesliteratura/classicismo.htm

http://lingua-agem.blogspot.com.br/2011/02/classicismo-na-pintura.html

http://prntscr.com/2piobj

http://guiadoestudante.abril.com.br/estude/literatura/materia_409173.shtml

Livro Lingua, Literatura e Produção de Textos Volume 1, de José de Nicola

Livro Conecte Literatura Brasileira Primeira Parte, de William Cereja e Thereza Magalhães

http://www.algumapoesia.com.br/poesia/poesianet065.htm

http://viciodapoesia.com/2013/02/05/camoes-reflexoes-poeticas-sobre-o-desconcerto-do-mundo/

http://www.webartigos.com/artigos/analise-do-poema-ao-santissimo-sacramento/31077/

http://guiadoestudante.abril.com.br/estude/literatura/materia_409173.shtml

2°B
José de Anchieta (1534 – 1597 ) nasceu nas Ilhas Canárias, Espanha, e faleceu em Reritiba, atual Anchieta, no estado do Espírito Santo.

Foi um dos principais participantes na fundação das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Escreveu poesia religiosa, poesia épica, crônica histórica e uma gramática tupi, a
Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil.

Entre os índios exerceu as tarefas de médico, sacerdote e professor. No processo de catequização utilizou o teatro e a poesia para ensinar a fé cristã; ensinando também latim.

O Padre cuidava não apenas de educar e catequizar os indígenas, como também de defendê-los dos abusos dos colonizadores portugueses que queriam escravizá-los e tomar-lhes as mulheres e filhos.
O emprego da medida velha (redondilha) comprova a total indiferença do religioso para com o Renascimento, que se desenvolvia na Europa simultaneamente.

Ao Santíssimo Sacramento (Trecho)

Oh que pão, oh que comida,
Oh que divino manjar
Se nos dá santo altar
Cada dia.

Filho da Virgem Maria
Que Deus Padre cá mandou
E por nós na cruz passou
Crua morte.

E para que nos conforte
Se deixou no Sacramento
Para dar-nos com aumento
Sua graça.


- "Poema à Virgem"
- "Os feitos de Mem de Sá"
- "Arte e Gramática da língua mais usada na costa do Brasil"
- "A Cartilha dos Nativos" (Gramática tupi-guarani)
- "Carta da Companhia"

Principais obras:
O Teatro de Anchieta
Poesia Épica de Camões:
Os Lusíadas
O poema de Camões é composto de cinco partes: Proposição, Invocação, Dedicatória, Narração e Epílogo.

Na parte "Proposição" (Canto I, da primeira à terceira estrofe), o autor nos apresenta o tema de seu poema: a viagem de Vasco da Gama às Índias e as glórias do povo português.

A parte "Invocação" (Canto I, quarta e quinta estrofes), consiste na invocação das musas do rio Tejo, as Tágides, ressaltando novamente o modelo da cultura greco-latina.

Na parte "Dedicatória" (Canto I, da estrofe 6 à 17), o poeta dedica a obra ao rei dom Sebastião, a quem confia a continuação das glórias e conquistas que serão narradas em seguida.

Na parte "Narração", o poema propriamente se desenvolve (Canto I, estrofe 18, ao Canto X, estrofe 144). Nela, é contada a navegação de Vasco da Gama às Índias e as glórias da história heróica de Portugal.

A parte "Epílogo" (Canto X, estrofes 145 a 156) consiste em um lamento do poeta, que, ao se deparar com a dura realidade do reino português, já não vê muitas glórias no futuro de seu povo.
Anchieta e as feras, de Benedito Calixto.
"O Homem Vitruviano" feito por Leonardo da Vinci
Estrutura
O Enredo
O nascimento de Vênus, de Sandro Botticelli
O termo lusíadas significa “lusitanos” e, como afirma Hernâni Cidade, é um “nome que logo nos anuncia a história heroica de todo um povo. Os lusíadas são os próprios lusos, em sua alma como em sua ação”.

Herói: Vasco da Gama, comandante da expedição marítima que “descobriu” o caminho para as Índias em 1498.

Argumentos: As façanhas dos navegantes portugueses, suas lutas, os perigos enfrentados durante a viagem de Portugal às Índias; No meio da narrativa, pela voz de Vasco da Gama, o leitor toma contato com a História de Portugal a partir da independência capitaneada por Afonso Henriques durante o governo de Dom Manuel, o Venturoso.

Presença do maravilhoso pagão: o destino dos navegadores é decidido pelos deuses do Concílio do Monte Olimpo.


David, de Michelangelo
No Canto III, Inês de Castro, moça de grande beleza, descrita como loura e elegante, vive um amor proibido. Ela, a dama de companhia da rainha, e ele, o príncipe Dom Pedro. Devido à ameaça política que Inês representa ao reino, o rei Dom Afonso manda executar a jovem. Entretanto, após perceber que o amor de Inês por seu filho era sincero, o monarca revoga sua decisão, mas mesmo assim ela é executada.
"Escola de Atenas" por Rafael Sanzio
A Pietà, de Michelangelo
Episódios de destaque:
Existem três episódios em
Os Lusíadas
que merecem maior destaque. São estes: Inês de Castro, Velho do Restelo e o Gigante Adamastor.
Bela Jardineira, de Rafael Sanzio.
Inês de Castro
No Canto IV, um velho na praia do Restelo, durante os preparativos da viagem dos navegantes, faz uma série de críticas à cobiça desenfreada dos portugueses e ao abandono a que fica sujeita a nação.
Velho do Restelo
A Dama com Arminho, Leonardo Da Vinci
No Canto V, Vasco da Gama e sua tripulação navegam em direção ao Cabo das Tormentas, personificado como Gigante Adamastor. Ele significa todos os perigos, as tempestades e os naufrágios que o povo português teve de enfrentar. O gigante diz que as naus portuguesas terão sempre “inimigo a esta paragem” através de “naufrágios, perdições de toda a sorte, que o menor mal de todos seja a morte”. Faz lembrar as palavras proféticas do velho do Restelo.
Gigante Adamastor
Forma
O poema é constituído por 1102 estrofes de oito versos cada uma, que resulta em 8816 versos no total. Camões usou apenas versos decassílabos (de dez sílabas métricas), tipo de verso conhecido como “medida nova”.

As rimas seguem o formato da oitava-rima (ABABABCC). Além disso, o poeta inseriu na obra diversas rimas internas, que causam assonância (sonoridade das vogais) e aliteração (sonoridade das consoantes).


Na lírica amorosa, o eu lírico nega a realização física do amor por entender que o sexo estraga o verdadeiro Amor, isto é, o amor como ideia universal, como abstração pura e perfeita.
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