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9.2 Os fins e os Meios: que ética para a vida humana?

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by

Joana Santos

on 15 November 2016

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Transcript of 9.2 Os fins e os Meios: que ética para a vida humana?

Os fins e os meios: que ética para a vida humana?
Crise de Valores
Moral vs Ética
Os fins justificam os meios?
Valor
"Moral refere-se a uma forma particular de consciência social e histórica, que deriva de normas, princípios e valores (Ética) que regulam a conduta do indivíduo no interior do grupo onde vive."
O que é então a ÉTICA?
Ou seja...
Uma coisa é saber identificar a coisa certa a fazer (Moral), outra é saber porque é que fazer determinada coisa é a coisa certa (Ética).
"Valores são representações mentais que nós possuímos e que justificam as nossas escolhas. São realidades subjectivas e expressão da vontade de uma pessoa, da sua escala de preferências, que por sua vez são resultado da sua educação e da cultura da sociedade em que vive."
Quando fazemos escolhas, estamos a manifestar as nossas orientações pessoais para o que achamos ser melhor em determinada situação.
Conjunto de valores e princípios que usamos para decidir as três grandes questões da vida:
Eu Devo
Eu Quero
Eu Posso
Paz de espírito
Como definimos o que devemos, podemos e queremos fazer?
Princípios
Normas
Não deitar lixo para o chão
Não fumar dentro de um espaço fechado
Usar cinto de segurança
Não roubar
Não andar nu na rua
Moral
Amoral
Imoral
Alguém que não pode decidir escolher e julgar
Criança até determinada idade
Idoso com síndrome de Alzheimer
Alguém com algum tipo de patologia cerebral
Prática de uma ética
Prática contrária a uma ética
Não tirar o que não me pertence
Princípio ético:
Comportamento moral:
Não roubo
Princípio ético:
Não tirar o que não me pertence
Comportamento imoral:
Roubo
Uma
pessoa
pode ser...
Os objectivos que pretendemos alcançar justificam os processos a que recorremos para os atingir, que, por piores ou terríveis que sejam os meios utilizados, estamos desculpados em função dos objectivos a alcançar.
Alguém transporta a sua filha para o hospital porque se encontra em perigo de vida. Durante o trajecto ultrapassa o limite legal de velocidade, não pára numa passadeira para peões e por duas vezes não respeita o sinal de STOP num cruzamento.
Imaginemos alguém que comete as mesmas infracções para chegar ao restaurante a horas de jantar com os amigos.
Depende...
Dos meios utilizados
Dos fins a atingir
Todas as vezes que realizo uma acção, eu sei que podia ter agido de maneira diferente. Todas as acções que eu levo por diante poderiam ter ocorrido de outra maneira.
Quer dizer que os valores guiam a minha acção, são uma uma espécie de luz que ilumina determinado caminho.

Eu ajo em função dos valores que prefiro.
Amizade
Humildade
Família
Prazer
Sucesso
Vida
Educação
Trabalho
Honestidade
Fidelidade
Devo tratar o "outro" como um fim em si mesmo e nunca como um meio
O "Outro"
As minhas acções têm consequências que me ultrapassam
Quando digo mal de alguém
Quando voto
Quando ultrapasso os limites de velocidade
Quando minto
Quando roubo
Quando copio
Quando falo sem pensar
Quando faço voluntaridado
Quando ajudo alguém
Quando perdoo
Quando manifesto uma opinião
Quando julgo alguém
Devo preocupar-me com o outro na medida em que ele pode ser afectado pelas minhas acções. É isso que eu espero que façam os outros por mim.
Como é que eu sei que quando vou comprar pão à padaria, o padeiro não se lembrou de pôr veneno na massa?
Como é que eu sei que o cozinheiro do restaurante não cuspiu na minha comida?
Como é que eu sei que o professor não me engana naquilo que me ensina?
Confiança
Acredito que os "outros", tal como eu, desempenham bem o seu papel na sociedade.
O que faz com que uma acção possa ser considerada moralmente boa?
Teoria Consequencialista
Teoria Intencionalista
Defende que é pela intenção do agente que devemos concluir o valor moral da acção.
Ou seja, a vontade é boa, independentemente dos seus resultados, tenha ou não êxito, pois o que conta é a intenção com que o sujeito age.

Defende que o que é decisivo para a avaliação moral das acções são as consequências, os efeitos produzidos.
"De boas intenções está o inferno cheio"
Ou seja, a avaliação de uma acção dependerá da quantidade de prazer ou bem-estar proporcionado ao maior número possível de pessoas.
Uma acção boa será uma acção com boas consequências para muita gente.
SITUAÇÃO
O Jovem A, apercebendo-se que um idoso se prepara para atravessar uma rua extremamente movimentada, corre para o ajudar; entretanto, escorrega e cai no chão. Levanta-se rapidamente e retoma o caminho com algumas dores, o que faz com que tenha de ir mais devagar. Por causa disso, o idoso acaba por atravessar sozinho a rua.
Do ponto de vista moral, podemos avaliar positivamente o comportamento do jovem A?
Pena de morte
Eutanásia
Aborto
Isto significa que
qualquer acção representa uma escolha
. Ao agir de determindada maneira, eu estou a optar por algo que valorizo mais, a que dou mais valor.
Constantemente faço uma escolha entre valores diferentes.
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