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FASES e AVALIAÇÃO de um PROJETO DE INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA

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Antónia Reis

on 19 February 2016

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Transcript of FASES e AVALIAÇÃO de um PROJETO DE INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA

A intervenção social
A intervenção social é feita através da construção de um mapa conceptual na qual seja possível identificar os conceitos que a completa. Ou seja, intervenção social é um processo social em que uma dada pessoa, grupo, organização, comunidade, ou rede social a que se designa de Sistema-interventor: assume como recurso social de outra pessoa, grupo, organização, comunidade, ou rede social na qual chamaremos de Sistema-cliente: que interage através de um sistema de comunicações diversificadas com o objectivo de ajudar a suprir um conjunto de necessidades sociais, potenciando estímulos e combatendo os obstáculos à mudanças pretendida.
Papel do interventor social
Antes de mais, o interventor deve conhecer a cultura do contexto assim como as características principais (idade, género, estatuto social, particularidades étnicas e linguísticas, etc).
Posteriormente, é necessário que o interventor se conheça a si próprio e faça uma autovigilância rígida sobre os seus próprios actos para que seja possível controlar a sua acção.
O interventor social deve conhecer os principais elementos que completam o ambiente da intervenção (políticos, económicos e socioculturais), que lhe defina uma ideia das ameaças e das oportunidades estratégicas.
Por último, deve estar atento a todos os factores que representam a interacção que decorre durante o processo de intervenção social.

O desenvolvimento comunitário na actualidade tem como tendências do ensino:
São as que mais se orientam para a formação do desenvolvimento social e económico;

Instituições de ensino à distância:
As instituições de educação aberta e à distância já há muito têm vindo a envolver estas matérias no âmbito da sua vocação de serviço à comunidade e ao desenvolvimento.

Tendências da prática no terreno:
1) Educação
2) Saúde
3) Exclusão social
4) Acção macrossocial
5) Rumos promissores

Tem vindo a aumentar os problemas de ensino-aprendizagem onde a resolução obriga a uma intervenção equilibrada entre os indivíduos directamente ligados ao sistema educativo e à comunidade envolvente, exemplo, absentismo, insucesso, abandono e orientação escolar. É verificado o alargamento da formação contínua.
Desenvolvimento comunitário e da saúde
No que diz respeito à protecção da saúde das populações, pode se identificar três dimensões em que as técnicas de intervenção comunitária têm sido usadas com sucesso:

- Apoio a cidadãos fragilizados por condições de saúde particulares;
- Programas de cuidados primários de saúde;
- Instituições de cuidados diferenciados de saúde.

Desenvolvimento comunitário e exclusão social
Outro domínio em que a intervenção comunitária é utilizada com bastante frequência é o da exclusão social. Seja qual for o grupo social envolvido, a estratégia de intervenção passa por dois processos:

- Capacita-los de uma força interna que lhe permita uma progressiva autonomia na resolução de problemas e a consequente inclusão social;
- Uso de instrumentos de luta pelos Direitos Humanos da população excluída.

Desenvolvimento comunitário e exclusão social
Pode dizer-se que o Desenvolvimento Comunitário tem vindo a ganhar eficiência pelo mundo estabelecendo uma ligação para o desenvolvimento com diversos sistemas de educação. Tem vindo a revelar-se um forte sistema de respostas sócio-educativas que permitem alargar e diferenciar a oferta educativa tradicional.

A formação para o desenvolvimento comunitário tem vindo a ser útil em três tipos de estratégias educativas:
- Na educação para a resolução de problemas básicos;
- No reforço à educação formal;
- No desenvolvimento da educação contínua

Programas e Projetos de Intervenção Comunitária
A Intervenção Social tem como objectivo a Inclusão Social, integração e melhoria da sua qualidade de vida das famílias realojadas nos empreendimentos de Habitação Social através de um trabalho ao nível das competências psicossociais dos moradores.
As áreas específicas de intervenção são essencialmente, a Formação e a procura activa de Emprego, a Prevenção das Dependências, a Inclusão pela Arte através do desenvolvimento de actividades de Expressão Plástica e Musical, o Desporto, Educação Cívica e Gestão da Economia Doméstica.

FASES e AVALIAÇÃO de um PROJETO DE INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA
A actualidade do desenvolvimento comunitário como estratégia de intervenção social
Instituições do Ensino Presencial:
Modelo lógico de um programa de intervenção comunitária – GerAcções
A intervenção comunitária trabalha em cooperação com as comunidades para abordar as preocupações locais. Este tipo de intervenção pode ser definida como influências programadas na vida dos indivíduos, com o objectivo de prevenir ou reduzir a desorganização social ou pessoal e promover o bem-estar da comunidade. A intervenção comunitária tem como objectivo específico provocar uma mudança na comunidade. No campo da intervenção comunitária é distinguida a criação dos recursos comunitários com as acções realizadas pela própria comunidade.
Modelo Lógico:
Os modelos lógicos, segundo Watson (2000), têm inúmeros usos e benefícios:
(1) Planeamento Estratégico e Desenvolvimento de um Programa;
(2) Comunicações eficazes;
(3) Planeamento da Avaliação;
(4) Aprendizagem e Melhoria Contínua


Na perspectiva deste artigo, um modelo lógico, terá dez componentes para um programa:
(1) Missão;
(2) Recursos;
(3) Objectivos Gerais e Específicos;
(4) Actividades;
(5) Cronograma;
(6) Resultados;
(7) Indicadores;
(8) Medidas;
(9) Sustentabilidade;
(10) Avaliação
PROGRAMA GerAcções

Os objectivos gerais determinados pelo GerAcções com a comunidade são:

(1) o envolvimento das crianças e jovens no seu próprio processo de desenvolvimento;
(2) o envolvimento famílias no seu próprio processo de desenvolvimento;
(3) o envolvimento dos seniores no seu próprio processo de desenvolvimento;
(4) o envolvimento da comunidade e parceiros da rede social para uma intervenção integrada no processo de construção de uma comunidade saudável.

A qualidade de vida é um dos requisitos para a estrutura das comunidades saudáveis. Na ideia de qualidade de vida está implícito a criação de hábitos de vida saudáveis, como o bem-estar físico, psicológico, emocional e mental, mas também a relação com a família, os amigos, o emprego ou com outras circunstâncias da vida, estando estreitamente associada à percepção dos indivíduos sobre a sua posição na vida, ao seu enquadramento cultural e às próprias expectativas e preocupações (Vido & Fernandes, 2007)
A intervenção nas escolas surgiu da necessidade dos directores de turma, dos encarregados de educação e/ou dos psicólogos das várias escolas da Freguesia. Este projecto refere a promoção de competências pessoais e sociais com a promoção de comportamentos de saúde, procurando envolver os alunos, os professores, a família e toda a comunidade.

Os Resultados desejados pelo GerAcções baseiam-se nos objectivos definidos e nas actividades desenvolvidas. O esperado seria que, em toda a comunidade envolvida, haja um maior conhecimento em relação aos comportamentos positivos para a saúde, verificação do aumento das competências pessoais e sociais das crianças e dos jovens, que os pais aumentem os seus conhecimentos e competências de comunicação positiva, que aumente a participação comunitária ao longo de todo o programa e, ainda, que se estabeleçam redes de suporte formais e informais em toda a Freguesia.





Plano Municipal para a Integração de Imigrantes da Amadora 2015-2017
O seguinte foi elaborado a partir das necessidades e oportunidades de quem tão bem conhece a cidade da Amadora.
Com este Plano compromete-se a Autarquia, em conjunto com os vários parceiros da Rede Social, a potenciar o que de melhor tem a multiculturalidade, contribuindo para atenuar as dificuldades encontradas por quem escolhe a Amadora para viver.
O projecto actua na área de integração de imigrantes da Amadora,
foram definidas quatro (4) áreas prioritárias de intervenção tais como:

1) Serviço de Acolhimento e Integração;
2) Emprego, Educação e Capacitação;
3) Cultura e Cidadania;
4) Mídia e a Sensibilização da Opinião Pública.



As fases do projecto de intervenção são:

- O combate aos estereótipos e ao preconceito;
- O respeito pelo multiculturalismo;
- O esforço de coesão social;
- As melhorias no processo de acolhimento e integração;
- A aposta de capacitação das comunidades imigrantes.

 A cada uma destas áreas tem definidos objectivos estratégicos, específicos e medidas a serem implementadas pelos vários parceiros ate 2017.

O método da Avaliação utilizado foi a elaboração de um documento de acompanhamento e o relatório anual de monitorização do Plano Municipal para a Integração de Imigrantes, de forma a permitir um acompanhamento regular e informado do processo de implementação do PMII. Foram utilizados diferentes métodos e instrumentos de recolha de dados, que permitam um cruzamento de visões e uma leitura mais completa da realidade.

Os métodos ou instrumentos a utilizar nesta recolha de dados serão (não exclusivo): tais como:
- Análise documental;
- Inquéritos online e presenciais;
- Entrevistas semi-estruturadas;
- Workshops;
- Observação participante;
- Registos fotográficos e vídeo;
- Dinâmicas de grupo;
- Análise SWOT;
- Reuniões de trabalho.

Desta forma, o processo de monitorização do PMII visa assegurar uma aferição contínua da implementação do Plano e proporcionar a todos os stakeholders informações detalhadas sobre os desenvolvimentos registados.
A plataforma de acompanhamento funcionará no período de vigência do plano, de acordo com a seguinte metodologia:
• Realização de 3 reuniões anuais (mínimo);
• Coordenação anual a cargo de duas instituições (rotatividade com base no critério da ordem alfabética).


O papel de coordenação implica as seguintes responsabilidades
1. Convocar por e-mail as reuniões com uma semana de antecedência;
2. Dinamizar as reuniões;
3. Definir a ordem de trabalhos das reuniões;
4. Dinamizar, em conjunto com os restantes parceiros, a monitorização anual do Plano;
5. Arquivar em dossier a documentação de trabalho;

• Redacção de atas das reuniões, com base numa lógica de rotatividade assente no critério da ordem alfabética;
• Participação pontual de parceiros públicos ou privados do CLAS da Amadora nas reuniões da Plataforma, de acordo com a natureza dos assuntos a tratar;
O funcionamento da Plataforma de Acompanhamento do Plano será acompanhado pelo representante do Núcleo Executivo do CLAS com presença no grupo, que deverá garantir o apoio logístico necessário.

Antónia Reis (37417)
&
Diana Cardoso (37424)

Modelos e Práticas de Intervenção Comunitário
Mestrado em Ciências da Educação
2015/12/21
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