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Uma Didatica para a pedagogia histórico - critica

João Luiz Gasparin
by

Kethullin Rezende

on 5 January 2013

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Transcript of Uma Didatica para a pedagogia histórico - critica

2013 Centro de Educação Infantil Passos Firmes João Luiz Gasparin "Se não sabes, aprende; se já sabes, ensina." Possui graduação em Filosofia pela Universidade Regional doNoroeste do Estado do Rio Grande do Sul (1966)
Graduação em Letras Português Inglês pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Paranavai (1970) Especialização em Métodos e Técnicas do Ensino pela Universidade de Brasília (1974)
Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1976)
Doutorado em Educação: História e Filosofia da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1992).
Atualmente é Professor Associado da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Método de ensino, Didática, Educação. Biografia Obras Demerval Saviani Teoria Histórico-Crítica Confúcio [...] a pedagogia histórico-crítica é tributaria da concepção dialética, especificamente na versão do materialismo histórico, tendo fortes afinidades, no que se refere ás suas bases psicológicas, com a psicologia histórico-cultural desenvolvida pela Escola de Vygotsky. A educação é entendida como o ato de produzir, direta e indiretamente, em cada individuo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens.(p. 420) Saviani afirma; a educação como uma atividade mediadora no seio da pratica social
global. Assim a educação é entendida como instrumento, como um meio, como uma via através da qual o homem se torna plenamente homem apropriando-se da cultura, isto é, a produção humana historicamente acumulada. [...] permitindo ao homem assumir consciência da dimensão ética de sua existência com todas as implicações desse fato para sua vida em sociedade. Demerval Saviani Biografia Saviani formou-se em Filosofia pela PUC-SP em 1966 e
doutorando-se em filosofia da educação na mesma instituição.
Lecionou também na Universidade Federal de São Carlos e desde
1980 na Unicamp, da qual tornou-se professor emérito.
Considerado filósofo da educação e/ou pedagogo latu sensu, fundador de uma pedagogia dialética, que denominou Pedagogia Histórico-Crítica. Obras "A utopia está lá no horizonte.
Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos.
Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos.
Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei.
Para que serve a utopia?
Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar."
Eduardo Galeano Uma didática para a
Pedagogia
Histórico-Crítica. Na primeira parte do livro, no capítulo um (Prática social: nível de desenvolvimento atual do educando), Gasparin inicia a discussão de como tornar a aprendizagem significativa, tomando como base o mestre Vygotsky e mostra como fazer uma ponte (ligação) entre o conhecimento que o aluno traz e o conhecimento científico, ou seja, valorizando o nível de desenvolvimento real em que o educando se encontra e proporcionando uma re-elaboração e reestruturação desse conhecimento para uma nova tomada de decisão. A segunda parte do livro, contendo três capítulos, constitui o
momento da teorização, fazendo ligação e contrastando com a prática
social inicial do aluno. No capítulo dois (Problematização: explicitação
dos principais problemas), mostra a etapa da problematização que,
segundo ele, constitui um desafio, ou seja, é a criação de uma necessidade
para que o educando, através de sua ação, busque o conhecimento.“A
problematização tem como finalidade selecionar as principais
interrogações levantadas na prática social a respeito de determinado
conteúdo” (GASPARIN, 2002, p. 37). O capítulo três aborda a instrumentalização (Ações didático pedagógicas) que, segundo Gasparin (2002, p. 53) “é o caminho
através do qual o conteúdo sistematizado é posto à disposição dos
alunos para que o assimilem e o recriem e, ao incorporá-lo,
transformem-no em instrumento de construção pessoal e profissional”. É nesse capítulo extenso que Gasparin mostra com maior ênfase conceitos como Zona de desenvolvimento imediato (real), cooperação, imitação (como possibilidade de intervenção pedagógica de forma crítico-reflexiva, sem reprodução) dentre outros. No capítulo quatro (Catarse: expressão elaborada da nova
forma de entender a prática social) Gasparin explica a síntese, que
consiste na verdadeira apropriação do saber por parte dos educandos
(interiorização), na qual eles assumem uma nova postura mental que
conseqüentemente influenciará nas suas práticas sociais. Por fim, a terceira parte do livro (capítulo cinco – Prática social
final do conteúdo: nova proposta de ação a partir do conhecimento
aprendido) corresponde ao retorno à prática social, porém, com uma
nova visão e uma nova perspectiva sobre determinada prática; isso
porque houve uma modificação do sujeito na sua forma de pensar,
agir e enxergar o mundo.
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