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A República de Platão

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on 25 March 2014

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Transcript of A República de Platão

Platão
A República de Platão
A ideia de Platão
Justiça
Platão e o mito da Caverna
Equipe:
Náufrago
Pedro Augusto
Willian Correa
Eduardo José
Janaina Santos
A República de Platão
Na classe dos guardiões, homens e mulheres são iguais, capazes de exercer as mesmas tarefas.

Eles não podem constituir família.

Não podem possuir bens; seu poder deriva de seu saber (os reis-filósofos).


(UEL-2005) “- Mas a cidade pareceu-nos justa, quando existiam dentro dela três espécies de naturezas, que executavam cada uma a tarefa que lhe era própria; e, por sua vez, temperante, corajosa e sábia, devido a outras disposições e qualidades dessas mesmas espécies.

- É verdade.

- Logo, meu amigo, entenderemos que o indivíduo, que tiver na sua alma estas mesmas espécies, merece bem, devido a essas mesmas qualidades, ser tratado pelos mesmos nomes que a cidade”. (PLATÃO. A república. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. 7 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993. p. 190.)


Com base no texto e nos conhecimentos sobre a justiça em Platão, é correto afirmar:

a)
As pessoas justas agem movidas por interesses ou por benefícios pessoais, havendo a possibilidade de ficarem invisíveis aos olhos dos outros.

b)
A justiça consiste em dar a cada indivíduo aquilo que lhe é de direito, conforme o princípio universal de igualdade entre todos os seres humanos, homens e mulheres.

c)
A verdadeira justiça corresponde ao poder do mais forte, o qual, quando ocupa cargos políticos, faz as

leis de acordo com os seus interesses e pune a quem lhe desobedece.

d)
A justiça deve ser vista como uma virtude que tem sua origem na alma, isto é, deve habitar o interior do homem, sendo independente das circunstâncias externas.

e)
Ser justo equivale a pagar dívidas contraídas e restituir aos demais aquilo que se tomou emprestado, atitudes que garantem uma velhice feliz
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