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Minicurso_Logística e Supply Chain Management

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Gabriel Villela

on 1 September 2018

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Transcript of Minicurso_Logística e Supply Chain Management

Logística e Supply Chain Management para o Enade
Prof. Esp. Gabriel Villela
Modelo SCOR

O modelo SCOR – Supply Chain Operations Reference (Modelo de Referência das Operações na Cadeia Logística) é utilizado para analisar uma cadeia logística e identificar oportunidades de melhoria no fluxo de trabalho e de informação. O modelo foi criado pelo Supply Chain Council no ano da sua formação (1996) e lançado em Fevereiro de 1997 depois de ser testado em vários segmentos industriais. Em Abril de 2005 foi apresentada a 7ª versão do modelo SCOR.

O SCOR procura condições de conseguir estabelecer processos-padrão, métricas de avaliação da gestão da cadeia e criar um modelo de gestão que produza melhorias contínuas de forma eficiente, tendo assim a possibilidade de utilizar casos de sucesso na gestão integrada da cadeia de suprimentos.
AUDITORIA LOGÍSTICA

É através da auditoria e controle logístico que as empresas conseguem determinar se existem gargalos entre a performance logística e os resultados esperados.

Este sistema tem como principais 
inputs
 de informação:

Resultados dos indicadores de performance logística;
Mapeamento de atividades (análise ABC);
Resultados da gestão logística;
Mapeamento dos conceitos que se pretendem medir e monitorar.

A partir da análise integrada dos vários
inputs
referidos, são produzidos
outputs
, sendo responsabilidade dos gestores logísticos desenvolver planos e acções de melhoria, sempre que for necessário (ciclo PDCA).
O ERP – Enterprise Resource Planning (SIGE – Sistemas Integrados de Gestão Empresarial) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).

O MRP – Material Requirement Planning (Planejamento das Necessidades de Materiais).
O WMS – Warehouse Management System (Sistema de Gerenciamento de Depósitos/Armazéns). Fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking (separação e preparação de pedidos), consolidação automática e cross-docking (redistribuição sem armazenagem prévia) para maximizar o uso do valioso espaço dos armazéns.

O TMS – Transportation Management System (Sistema de Gerenciamento de Transportes). É um software para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este sistema permite controlar toda a operação e gestão de transportes de forma integrada. O sistema é desenvolvido em módulos que podem ser adquiridos pelo cliente, consoante as suas necessidades.
BOM DIA!
Minicurso FCN 2018
Nesse Minicurso serão discutidos os conceitos de logística e de gerenciamento da cadeia de suprimentos, com enfoque para a gestão de estoques e de transportes que visam redução de custos e estratégias de operações.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Fundamentos de logística;

Fundamentos de Supply Chain Management;

Sistemas Logísticos;

Estratégias operacionais;

Modais de transporte.
APRESENTAÇÃO
Professor
Minicurso
Fundamentos de Logística
Grego "
Logistikos
", do qual o latim "
Logisticus
" é derivado, ambos significando
cálculo e raciocínio no sentido matemático
;

Francês "
Logistique
" ou "
Loger
", traduzida como "
a parte da arte da guerra que trata do planejamento
";

Na Grécia antiga, império Romano e império Bizantino, os oficiais militares com o título "
Logistikas
" eram responsáveis pelos assuntos financeiros e de distribuição de suprimentos;

Foi inicialmente usado para descrever a ciência da movimentação, suprimento e manutenção de forças militares no terreno;

Posteriormente foi usado para descrever a gestão do fluxo de materiais numa organização, desde a matéria-prima até aos produtos acabados.
Etimologia
Basicamente a logística é a ciência dos detalhes, assim a gestão da cadeia logística consiste numa série de aproximações utilizadas para integrar eficazmente fornecedores, fabricantes e lojas, para que a mercadoria seja produzida e distribuída nas quantidades ideais, na localização certa e no tempo correto, com o objetivo de satisfazer o nível de serviço e diminuir os custos ao longo do sistema;

A cadeia logística não é composta apenas de movimentação de produtos físicos entre empresas. Envolve, também, o fluxo de informação e capitais entre as mesmas companhias. A comunicação é um fator chave para a manutenção e gestão da cadeia logística.
A gestão da cadeia logística, do inglês
Supply Chain Management
, também conhecida como gestão da cadeia de suprimentos no Brasil, gestão da cadeia de abastecimento em Portugal,
pipeline
logístico ou rede logística, consiste em todas as partes relacionadas seja direta ou indiretamente, na execução do pedido de um cliente.
O QUE É SCM ?
Atividades logísticas na empresa

Atividades Logísticas numa Instituição Pública

Responsabilidade social na cadeia de suprimentos

Serviços e valor agregado

Implementação de um departamento logístico

Sistema de gestão de cadeia de suprimento (SCM)

1. Fluxos de materiais:
São todos os produtos físicos, matérias primas, suprimentos e etc, que fluem ao longo da cadeia;

2. Fluxos de informações:
Incluem todos os dados relacionados a demanda, remessas, pedidos, devoluções, agendas e alterações nos dados;

3. Fluxos financeiros:
São todas as transferências de dinheiro, pagamentos, informações e autorização de cartão de crédito, agendas de pagamento, pagamentos eletrônicos, antecipação de recebíveis e dados relacionados a crédito.
Fundamentos de Supply Chain Management
Sistemas Logísticos
Estratégias Operacionais
SUPPLY CHAIN DRIVERS

São áreas de desempenho através das quais as organizações podem melhorar a sua prestação na cadeia de abastecimento.

Costantino et al. (2007, p. 44-48) aponta quatro drivers principais:

Infrastruturas
Transportes
Stocks
Informação

COSTANTINO, Francesco; GRAVIO, Giulio di; TRONCI, Massimo – Supply chain management e network logistici: dalla gestione della partnership al risk management. Milão: Ulrico Hoepli Editore, 2007.
ISBN 978-88-203-3933-3
Supply Chain Drivers

Todavia Chopra e Meindl (apud HUGOS, 2003, p. 10) definem os drivers em cinco áreas:

Produção (fabricação VS montagem);
Stock (
Stock Keeping Unit
,
Job Lot Storage
ou
Crossdocking
);
Localização (custo, infra, qualificação, legislação, layout);
Transporte (modais);
Informação (velocidade, eficácia, competitividade).

HUGOS, Michael – Essentials of supply chain management. Nova Jersey: John Wiley and Sons, Inc., 2003. ISBN 978-0-471-23517-0
Dependendo da decisão, o impacto pode perdurar por horas, dias, meses ou até anos. Para Waters (2003, p. 60) as decisões estão classificadas como:

ESTRATÉGICAS:
são as mais importantes e decidem a direção da organização. Elas têm efeitos a
longo prazo
, envolvem muitos recursos e são as mais arriscadas;

TÁTICAS:
estão relacionadas com a implementação das estratégias sobre o
médio prazo
, olham a um maior detalhe, envolve menos recursos e apenas apresentam algum risco;

OPERACIONAIS:
são decisões mais detalhadas e dizem respeito a estratégias com
curto prazo
, envolvem menos recursos que as decisões tácticas e correm um risco pequeno.

WATERS, Donald – Logistics: An introduction to supply chain management. Nova Iorque: Palgrave Macmillan, 2003. ISBN 978-0-333-96369-2
Modais de Transporte
Vantagens

Caminhão de carga, um semirreboque;
Manuseamento mais simples (cargas menores);
Grande competitividade em distâncias curtas/médias;
Elevado grau de adaptação;
Baixo investimento para o operador;
Rápido e eficaz;
Custos mais baixos de embalagem;
Grande cobertura geográfica.
Desvantagens

Aumento do preço com a distância;
Espaço limitado;
Sujeito às condições atmosféricas;
Sujeito ao trânsito;
Sujeito à regulamentação (circulação, horários).
RODOVIÁRIO
Vantagens

Ideal para grandes quantidades de carga;
Baixo custo para grandes distâncias;
Bom para produtos de baixo valor e alta densidade;
Pouco afetado pelo tráfego e condições atmosféricas;
Amigo do ambiente (pouco poluente).
Desvantagens

Serviços e horários pouco flexíveis;
Pouco competitivo para distâncias curtas e cargas pequenas;
Grande dependência de outros transportes (normalmente rodoviário);
Pouco flexível, pois só para de terminal em terminal;
Elevados custos de manuseamento.
Vantagens

Bom para situações de "aperto" a larga distância;
Bom para mercadoria de elevado valor a grandes distâncias;
Boa fiabilidade e frequência entre cidades;
Velocidade de transporte.
FERROVIÁRIO
AEROVIÁRIO
Desvantagens

Pouco flexível, pois trabalha terminal a terminal;
Mais lento do que o rodoviário para pequenas distâncias;
Elevado custo para grande parte dos produtos.
HIDROVIÁRIO
Vantagens

Competitivo para produtos de muito baixo custo (químicos industriais, ferro, cimento, petróleo, minerais e outros).
Desvantagens

Velocidade reduzida;
Muito pouco flexível;
Limitados a zonas com orla marítima ou rios navegáveis.
DUTOVIÁRIO
Vantagens


Transporte tubular de hidrogênio;
Longa vida útil;
Pouca manutenção;
Baixa mão-de-obra;
Rápido;
Funciona ponto a ponto para líquidos ou gases (gás natural, químicos e outros).
Desvantagens

Não se adapta a muitos tipos de produtos;
Investimento inicial elevado.
UM GRANDE ABRAÇO !
e
SUCESSO A TODOS !

Qual a semelhança
entre...
http://lattes.cnpq.br/6089534441597892
A logística é uma especialidade da administração responsável por prover recursos e informações para a execução de todas as atividades de uma organização;

Visando suprir recursos, ela envolve a aplicação de conhecimentos de outras áreas (engenharia, economia, contabilidade, estatística, marketing, tecnologia da informação e recursos humanos).

Operacionalmente possui uma visão organizacional, administrando os recursos materiais, financeiros, pessoas e informação, onde exista movimento na organização, fazendo a gestão desde a compra, a entrada de materiais, o planejamento da produção, o armazenamento, o transporte e a distribuição dos produtos;

Monitora toda a entrega e recebimento de produtos e serviços na organização.
O que é isso?
Definição

Oxford English Dictionary
 define logística como "
O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos
".

Pela definição do 
Council of Supply Chain Management Professionals
, "
Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes
"

A logística é dividida em dois tipos de atividades:

Principais:
Transportes, Gerir os Estoques, Processamento de Pedidos.

Secundárias:
Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Compras, Gestão de produtos e Sistema de informação.
Carl von Clausewitz
dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia;

É a
Antoine-Henri Jomini
, ou
Jomini
, contemporâneo de
Clausewitz
, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra "
logística
", definindo-a como "a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas", enquadrando-a como "a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores";

Em 1888, o
Tenente Rogers
introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América, mas até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos tais como Administração, Organização e Economia de Guerra.
História
A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel
Thorpe
, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América que, no ano de 1917, publicou o livro "Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra";

O Almirante
Henry Eccles
em 1945, ao encontrar a obra de
Thorpe
empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em
Newport
, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial;

Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logística Militar, sendo considerado como o "pai da logística moderna" Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares.
Apesar dessa evolução, até a década de 40 havia poucos estudos e publicações sobre o tema;

A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente. Foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor;

Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (
Material Requirements Planning
);

Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração.
As empresas e organizações, começaram a captar e a adaptar a mensagem da logística apenas nos primórdios do século XX;

Nos anos 1960, a logística tinha principalmente, uma vertente operacional, isto é, era vista como sistema de atividades integradas;

Nos anos 1970, passou a ser caracterizada por ter uma área funcional e estratégica;

Já nos anos 1980, a logística passa a ser vista como serviço, começam a aparecer os sistemas logísticos de informação e a logística como pipeline total;

Nos anos 1990, surge a gestão da cadeia logística;

Finalmente, na atualidade, a função logística interage basicamente com quatro setores das empresas: marketing, finanças, controle da produção e gestão de recursos humanos, criando assim uma rede logística;

No entanto, em pleno século XXI, o conhecimento, exploração e aplicação empresarial da logística, ainda estão longe dos tempos da logística aplicada em estratégias de guerra.
Participantes na cadeia logística:
Produtores;
Distribuidores;
Varejistas;
Clientes;
Fornecedores de Serviços.

Integração na cadeia logística:
Problemas da cadeia logística fragmentada (efeito chicote);
Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment
(CPFR);
Eletronic data inter-change
(EDI);
Benefícios da integração logística.
Operações da cadeia logística:
Modelo SCOR (
Supply Chain Operations Reference
);
Planejamento;
Aprovisionamento;
Fábrica;
Entrega (
Pipeline
logístico);
Processos (MKT->PCP->Fornecedor->MP->Produção->Stock->MKT Feedback).

Decisões estratégicas:
Estratégia logística VS logística estratégica
Auditoria logística (Análise ABC)
Estratégia global
Supply chain drivers
Produção (
stock keeping unit - SKU
,
job lot storage
e
crossdocking
);
Estoques (ciclo, segurança, sazonal);
Localização;
Transporte (modais);
Informação;
Competitividade.
Infraestruturas definem os locais da cadeia de abastecimento onde o produto é armazenado, montado ou produzido.

Sobre este driver devem ser tomadas decisões em termos de capacidade das instalações, layout, centralização ou descentralização e gestão da produção.
Transportes incluem as atividades de transferência e movimentação dos stocks de todos os locais de cadeia de abastecimento.

Decisões sobre os meios de transporte, percursos e
outsourcing
devem ser tomadas em função da satisfação do cliente, mantendo um equilíbrio entre a rapidez e os custos.
Stocks é o nível de serviço aos clientes, no âmbito do qual a organização toma decisões sobre o nível de stocks, stocks de segurança e datas de aprovisionamento.

Uma mudança na política de stocks influencia bastante a eficiência da cadeia de abastecimento.
Informação envolve os dados e a análise das infraestruturas, transportes, stocks e também dos intervenientes ao longo de toda a cadeia de abastecimento.

É um driver fundamental, uma vez que influencia directamente as decisões relativas aos outros três e é responsável pelos níveis de desempenho global.

Engloba tecnologias de informação como EDI, ERP, gestão de custos, transferência de dados fiáveis, precisos e actuais e sensibilidade aos mecanismos de push e pull.
MILK RUN

Consiste num sistema de entregas em que ao mesmo tempo que se deixa a mercadoria, se leva a outra para economizar nos custos de transporte.

Exemplo:
A empresa controladora do CD distribui os produtos nas lojas da rede e no mesmo transporte recolhe os produtos de assistência, devoluções e excessos.

Em algumas indústrias a recolha dos componentes pelos fornecedores pode ser realizada pela própria empresa, sendo assim efetua-se uma melhor gestão da sua rota, da quantidade de componentes necessárias de cada fornecedor e da capacidade dos seus veículos de transporte.

MOURA, Delmo A.; BOTTER, Rui C. - Caracterização do sistema de coleta programada de peças, Milk Run. RAE-eletrônica [Em linha]. 1:1 (2002) 1-14. [Consult. 13 Mai. 2008]. ISSN 1676-5648
LOGÍSTICA REVERSA

É a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem.

Os processos de logística reversa existem há tempos, entretanto não eram tratados e denominados como tal.

Como exemplos de logística reversa, temos:
o retorno das garrafas (vasilhame) e a recolha/coleta de lixos e resíduos recicláveis.

DIAS, Vini- Logística global e macrologística. Lisboa: Edições Sílabo, 2005. ISBN 978-972-618-369-3
ANÁLISE LOGÍSTICA DE SUPORTE

Logistics Support Analysis é entendida como um conjunto de medidas necessárias para assegurar uma base sólida de apoio a um sistema, durante o ciclo de vida para que foi programado.

Fazem parte integrante do sistema logístico, os tempos:

Fiabilidade (média de falhas);
Manutibilidade (média de horas homem na manutenção);
Disponibilidade (média de manutenção)

Idealizados, sobretudo em função do equipamento e infra-estruturas que suportam os fluxos físicos, com foco nas que se encontram fixas, como instalações fabris, de armazenamento ou pontos de venda.

Em relação às infra-estruturas móveis, assumem particular destaque os contentores, paletes, veículos e empilhadeiras.

CARVALHO, José Mário Crespo - Logística. Lisboa: Sílabo, 2002. ISBN 978-972-618-279-5
ARMAZENAGEM

É constituída por um conjunto de funções de recepção, descarga, carregamento, arrumação e conservação de matérias-primas, produtos acabados ou semi-acabados.

Uma vez que este processo envolve mercadorias, este apenas produz resultados quando é realizada uma operação, nas existências em trânsito, com o objetivo de lhes acrescentar valor.

DIAS, João Carlos Quaresma - Logística Global e Macrologística. Lisboa: Edições Sílabo. 2005. ISBN 978-972-618-369-3
Inventário Gerido pelo Fotnecedor - IGF
(
Vendor Managed Inventory - VMI
)
ou
Programa de Reposição Contínua
(
Continuous Replenishment Program - CRP
)

É um programa desenvolvido por uma parceria entre fabricante e fornecedor direcionado para a gestão de estoques e controle da informação de ordens de compra/venda, onde há troca de informação através do
Electronic Data Interchange - EDI
.

O VMI surge como uma forma de lidar com a incerteza da procura, na medida em que coordena os diferentes elos da cadeia de abastecimento no difícil processo de prever a procura.


Raghunathan, Srinivasan; YEH, Arthur B. (2001). «Beyond EDI: impact of continuous replenishment program (CRP) between a manufacturer and its retailers». Information Systems Research. 12: 406-419. ISSN 1526-5536
Collaborative Planning, Forecasting, and Replenishment - CPFR

É um programa colaborativo entre os diferentes intervenientes da cadeia de abastecimento, que estabelece uma coordenação entre a produção, planejamento, previsão de vendas e reposição.

O CPFR pretende ser uma alternativa válida ao
Efficient Consumer Response - ECR
aproveitando os aspectos positivos deste, mas apresentando mais soluções no lado da procura.

Tendo o ECR um maior foco no fornecedor, sobretudo na redução dos custos e agilização das empresas, o CPFR vem trazer maior preocupação pelo cliente final, através da gestão conjunta de processos e da troca de informação.

Este programa encontra-se sobre a alçada do
Voluntary Interindustry Commerce Standards - VICS
.

CARVALHO, José Mário Crespo; DIAS, Eurico Brilhante - e-Logistics e e-Business. Lisboa: Sílabo, 2000. ISBN 978-972-618-238-2

FLIEDNER, Gene - CPFR: an emerging supply chain tool. Industrial Management & Data Systems [Em linha]. 103:1 (2003) 14-21. [Consult. 5 Mai. 2008]. Dísponível em WWW: <URL:http://www.emeraldinsight.com/Insight/viewContentItem.do?contentType=Article&hdAction=lnkhtml&contentId=850107>. ISSN 0263-5577
EFEITO CHICOTE

Causas do efeito chicote:

Processamento das variações na procura;

Racionamento;

Formação de lotes de compra e de produção;

Variações de preço.


Mecanismos de controle do efeito chicote:

Estratégias de partilha de informação: Point of Sale (POS), Electronic Data Interchange (EDI), Enterprise Resource Planning (ERP), gestão da cadeia de abastecimento realizada por vários agentes e sistemas de suporte à decisão;

Estratégias logísticas: Vendor Managed Inventory (VMI), compra directa, outsourcing logístico;

Estratégias Operacionais: Redução do lead time, maior frequência nas entregas, Every Day Low Price (EDLP), Just in time (JIT).
Formas de redução do efeito chicote:

Agilizar o tratamento dos pedidos;

Melhorar a qualidade dos dados;

Ajuste dos níveis de stock;

Processamento das variações na procura;

Racionamento histórico (backward);

Formação de lotes de compra e de produção;

Variações de preço;

Redução da incerteza;

Redução da variação;

Redução do lead time;

Parcerias Estratégicas.
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