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Prática Clínica - Lacan

Trabalho de Faculdade
by

Ivan Albino

on 5 November 2012

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Transcript of Prática Clínica - Lacan

- O lugar da criança na família.

- O sintoma da criança representa a verdade do casal

- A função materna (orientação da pulsão) e a função paterna (o Outro na relação dual)

- A criação do filho se remete à tentativa de conserto da forma como os pais foram criados Real Simbólico Imaginário Real é um conceito diferente de realidade, é o campo das coisas, daquilo que não é nomeável, que escapa a simbolização. É o que fica registrado no psiquismo como coisa perdida. O real é o que domina completamente o ser humano, é o que fica fora do texto: fora da associação de idéias, de palavras, de imagens,de fantasias, fora da linguagem.
Real é da ordem das necessidades e a nossa insatisfação é produzida ao nível da privação.
Necessidades: alimento, água, moradia, dinheiro, sexo Imaginário é feito de imagens, de fantasias,de crenças, de sentimentos. “Estádio do espelho como formador da função do eu”. A imagem refletida no espelho dá a criança à sensação de totalidade, unidade. Depois do estranhamento, a criança se reconhece nela. Aqui a criança se constitui. Antes a criança possuía uma sensação de fragmentação, despedaçamento, corpo desgovernado. O espelho dá ilusão de unidade. O olhar dos pais também exerce esta função de devolver para a criança uma sensação, uma idéia de unidade. O ser humano é marcado pela incompletude, como se algo lhe faltasse...
Ele busca no Outro (pessoas, amor, imagem, objetos) uma sensação de completude, de unidade. No entanto... o Outro não existe para devolver a imagem com que o Ego(Eu) quer ser sustentado...
No imaginário temos a demanda e seu par oposto é a privação nossa insatisfação se dá a nível da frustração
Demanda: Carinho, aprovação, amparo emocional e social, reconhecimento Simbólico é o campo da linguagem, escrita e falada.Campo do símbolo.
A forma como o inconsciente se manifesta se dá através da linguagem: atos falhos, lapsos, sonhos, sintomas. O simbólico aparece na criança no momento em que ela entra na fase de aquisição da linguagem. O simbólico é tudo aquilo que encerra um sentido, um significado. O humano se constitui na e pela linguagem: é a linguagem que se corporifica.
Cadeia de significante produzirá um efeito de sentido, de saber.
Por exemplo: “meu S1 amor,S1 assim S1 não S1 posso S1 mais S1 continuar S1amandoS1”
S1= SIGNIFICANTE é o que representa o sujeito para outro significante.
S2= SABER sobre o desejo do sujeito no seu inconsciente.


Ordem do desejo seu par oposto é o da castração
Desejo: amar, compartilhar, criar, inventar, realizações humanas





Privados em nossa necessidade





Satisfeito com a nossa demanda de atenção e tratamento , caso contrário nos sentiríamos frustrados Exemplo Desejo está além da realização de uma necessidade e da demanda






O que buscamos está além da nossa necessidade e da nossa demanda imaginária, está no desejo.
Este restaurante tem a nostalgia de uma falta e o desejo se revelou.
Castração se não pudéssemos frequentar o restaurante Lacan- Freud
1ª. Clinica -1953-1970
2ª. Clinica-1970-1981
Retorno ao sentido de Freud
Trabalha com a clínica, à ética e ao lugar do analista e, a partir disso, propõe novas compreensões a algumas antigas noções da Psicanálise Posição de Destaque O QUE É UM SUJEITO? Teoria do sujeito O que leva o sujeito para a analise?
Sofrimento/ questionamento
Queixa/sintoma De que tratam as entrevistas preliminares? QUE LUGAR E FUNÇÃO
TEM O ANALISTA? O que constitui o trabalho de uma análise? Transferência Como se dá o trabalho analítico? Recuperação da regra fundamental da psicanálise
Associação livre
Palavras sabem se organizar
Psicanalista tem o papel de escutá-las
Critica a contratransferência
Vê o inconsciente estruturado na linguagem
Teoria do sujeito -SRI
Posição do terapeuta
Tempo lógico
Corte
Renovação da clinica psicanalítica 1 - “Os escritos técnicos de Freud” (1953-54)
2 - “O eu na teoria de Freud e na técnica da psicanálise” (1954-55)
3 - “As psicoses” (1955-56)
4 - “A relação de objeto” (1956-57)
5 - “As formações do inconsciente” (1957-58)
6 - “Les désir et son interprétation” (1958-59)
7 - “A ética da psicanálise” (1959-60)
8 - “A transferência” (1960-61)
9 - “L’identification” (1961-62)
10 - “A Angústia” (1962-63)
11 - “Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise” (1963-64)
12 - “Problèmes cruciaux pour la psychanalyse” (1964-65)
13 - “L’objet de la psychanalyse” (1965-66)
14 - “La logique du fantasme” (1966-67)
15 - “L’acte psychanalytique” (1967-68)
16 - “De um Outro ao outro” (1968-69)
17 - “O avesso da psicanálise” (1969-70)
18 - “D’un discours qui ne serait pás du semblant” (1970-71)
19 - “...Ou pire” (1971-72)
20 - “Mais, ainda” (1972-73)
21 - “Les non-dupes errent” (1973-74)
22 - “R.S.I.” (1974-75)
23 - “O Sinthoma” (1975-76)
24 - “L’insu que sait de l’une bévue s’aile à mourre” (1976-77)
25 - “Le moment de conclure” (1977-78)
26 - “La topologie et le temps” (1978-79) SEMINÁRIOS PAOLA OK! TATIANA TAYANE OK! TATI OK! ANANDA OK! NESSA OK! ME! OK! “Se quiserem, sejam lacanianos vocês. Eu, sou freudiano.” - Lacan OK! OBJETO A A noção de OBJETO A talvez tenha sido a contribuição mais relevante de Jacques Lacan para a teoria psicanalítica. Ela pretende ser uma resposta psicanaliticamente legítima à seguinte pergunta: “Com qual objeto o ser humano se relaciona?”. A DESCOBERTA DE FREUD Diferentemente do restante da fauna do planeta, o animal humano não possui um objeto fixo com o qual saciar seu desejo sexual.

Basta lembrarmos do seguinte, apenas o homem sente tesão por sapatos, cores de cabelo, lábios carnudos, calcinhas, cuecas, etc. A variação dos objetos que nos provocam tesão é quase infinita.

Por outro lado, a sexualidade de um leão, de uma tartaruga ou de um cavalo-marinho não conta com tal plasticidade. Leão só sente tesão por leoa, touro por vaca (há encaixe sexual nos animais quando se tornam domésticos, ou seja, quando entram em contato com o homem). Nos animais, há relação sexual. No homem há relações sexuais, mas nenhuma em que os dois parceiros estejam de fato interessados num e noutro. É por isso que Lacan dirá no Seminário 11: “Amo em ti, mais do que tu”.


Isso porque cada um está interessado não no outro em si, mas naquilo que no outro lhe provoca seu desejo.


Essa foi a grande descoberta de Freud e o conceito de objeto a pretende ser uma forma de abordá-la teoricamente. Freud aprendeu com as crianças e os perversos que a pulsão sexual não tem objeto. É isso o que os psicanalistas querem dizer quando afirmam que o ser humano é marcado por uma falta. Que falta é essa? É a falta de um objeto que esteja de acordo com o nosso desejo.

Pelo fato desse objeto não existir, toda vez que nossa pulsão se engancha em algum objeto nós temos a ilusão de que ele nos satisfará plenamente. Mas nos enganamos. Logo vem a decepção e nós vamos buscar outra coisa.

É como se nosso desejo nunca pudesse ser satisfeito, mas apenas aguçado, ou, em outros temos, a gente só conseguisse ficar com “tesão” mas nunca saciá-lo completamente. Para Lacan é justamente essa falta de objeto. Na medida em que não temos um objeto adequado, os objetos que nos são oferecidos para ocupar esse lugar não vêm de uma estruturação pré-ordenada da natureza, mas sim da cultura. A cultura nos diz o que devemos desejar.

Cultura seria todas as experiências que o sujeito tem com qualquer instância que ocupe para ele o lugar de Outro (que pode ser desde o pai e a mãe até um programa de televisão).

São esses outros que ocupam lugar de Outro que nos dizem quem nós somos, o que devemos fazer da vida e o que desejar. No entanto, esse Outro nunca consegue realizar essa tarefa completamente porque nenhum objeto que ele nos oferece para desejar vai ser capaz de saciar completamente nosso desejo.

Isso porque não há um objeto único que satisfaça plenamente a todos, de modo que sempre haverá um restinho de desejo insatisfeito que nos moverá na busca por outro objeto. Frequentemente mascaramos com imagens a inexistência desse objeto ou a impossibilidade de descarregar esse restinho de desejo.

Daí, por exemplo, só conseguirmos sentir desejo sexual em condições específicas, o que é mais explícito na experiência do perverso: o sujeito só consegue sentir tesão pela namorada se ela estiver trajando uma meia-calça vermelha, por exemplo.

Nesse caso a imagem da meia-calça está no lugar da falta do objeto. A pulsão se enroscou na imagem da meia-calça de modo compulsivo. Com isso, o sujeito evita o confronto com a falta de objeto, com a angústia suscitada por essa falta, mas, por outro lado, se priva da plasticidade da pulsão. Para o pai da psicanálise, o neurótico que chega ao psicanalista é alguém que teima em achar que é possível encontrar esse objeto pleno, completamente satisfatório. Assim, o objetivo da análise é levar o sujeito a se dar conta justamente de que o objeto pleno não existe, de que essa falta de objeto é estrutural na existência humana e de que é justamente ela que permite o exercício da criatividade e da plasticidade do desejo. O QUE PROVOCA NOSSO DESEJO? Respondendo a pergunta, o que provoca nosso desejo não é nenhum objeto com o qual nos relacionamos efetivamente, mas sim esse resto que sobra de todas essas experiências. É esse resto que nos motiva para investir em outros objetos. O que Lacan chama de objeto a, o objeto que causa o desejo. Por isso, podemos dizer que é esse resto que buscamos naqueles com os quais nos relacionamos. Pretendemos neles esse pedaço perdido de satisfação, esse objeto que nos saciaria completamente.

Para o analista francês (como também para Freud) nós nunca deixamos de nos relacionar com objetos parciais, com pedaços de pessoas. E é justamente essa parte perdida de nós mesmos que nós buscamos ao longo da vida. É essa parte perdida, para Lacan, o objeto com o qual nos relacionamos: um objeto que, por sua ausência, se faz presente, o objeto a. TRAVESSIA DO FANTASMA
O fantasma constitui-se como uma defesa contra o real.
Há algo que vem do real que é intolerável ao sujeito, algo que ele deve mascarar. O fantasma é uma espécie de tela que dissimula o encontro com o real e o torna suportável ao sujeito.

O conceito pode ser entendido como uma tentativa de re-encontrar o objeto a ligado às primeiras experiências de satisfação.
Com o objeto faltando o sujeito homologa esta perda do objeto formando um fantasma. O desejo procuraria reencontrar esse objeto perdido.
Neste primeiro momento, o fantasma não é mais do que a representação imaginária do objeto perdido. Este objeto que serve de suporte ao fantasma é então o objeto que causa e coloca em movimento o desejo do sujeito.

O fantasma é também a matriz dos desejos atuais. Podemos também ver no fantasma uma função organizadora da realidade humana.
O fantasma não é somente uma função puramente imaginária, mas também uma função simbólica. Com a entrada na linguagem e seu assujeitamento a ela. O fantasma é o conceito que permite amarrar os três registros: o simbólico, o imaginário e o real.
O verdadeiro trabalho analítico consiste em produzir deslocamentos no interior da significação do objeto: operação de desvelamento do descentramento no objeto.
A travessia do fantasma é quando o sujeito muda de posição com relação ao objeto, o objeto passa a ser colocado atrás do sujeito e não mais à frente como algo a ser reencontrado. Real Simbólico Imaginário
SAFATLE V. (2008) - Gênese e estrutura do objeto do fantasma em Jacques Lacan.
NAPOLI L. (2012) – O que é o objeto a.
Chama-se “transferência” porque de fato o paciente transfere sua doença para o setting terapêutico, fazendo com que o problema possa ser abordado ao vivo e a cores e a transformação do paciente possa acontecer de maneira direta e imediata. TRANSFERÊNCIA O conceito de transferência é fundamental,
é a partir dele que se dá
o tratamento analítico.
Lacan afirma que a transferência é um fenômeno
que atualiza a realidade inconsciente, modificando
as relações do sujeito com seu inconsciente. Também afirma que, conforme a estrutura do paciente, o analista assume uma determinada posição. Transferência, portanto, não significa que o analista é uma tela em branco, onde o paciente irá projetar todas as suas fantasias. Trata-se de um laboratório da vida, onde misturas podem ser feitas, substâncias podem ser decompostas sem medo. A transferência testemunha a esperança do paciente de que o destinatário da mensagem veiculada por sua doença – destinatário que, no tratamento, passa a ser o analista – possa dar uma resposta diferente daquelas que o paciente já conhece e que só contribuem para a manutenção do adoecimento. No seminário XI Lacan relata que o inconsciente não pode ser separado da presença do analista, já que para ele a presença do analista é a própria manifestação do inconsciente.

Lacan relata que na transferência, a relação não é de reciprocidade, e sim de disparidade entre os sujeitos em presença. Ele afirma que o paciente coloca-se no lugar daquele que não sabe e situa o analista na posição de saber, ou seja, no suposto saber, aquele que irá retirar sua falta.

“Se o analista está na posição de ser para o outro aquele que contém a alma, ele sabe que deve oferecer um lugar vazio, que permite ao paciente articular o seu desejo e não pretende oferecer o que falta ao outro”. Segundo Quinet (2000), o analista quando assume essa posição de suposto saber permite que o paciente, a partir da associação livre, possa presenciar seu inconsciente decifrando-o. DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL

• Psicanalista como nomeador da colocação do sujeito na própria linguagem

• Ditos e enunciação do paciente – posicionamento na estrutura

• A definição da estrutura do paciente afeta o desenvolvimento do tratamento

• Tentativa de extrair do discurso descritivo a estrutura do paciente

• Selecionar aquilo que organiza o modo de cada sujeito lidar com a castração QUEIXA

• Segundo Miller:
“O sintoma, motivo de queixa, é gozo, ou mais precisamente um modo de gozar pelo sofrimento. Não há gozo sem corpo.” (...) “onde existe um gozo, há o Outro” (...) “Outro pode ser, eventualmente, o próprio corpo do sujeito.”.

• Para Lacan: “o primeiro grande Outro, o primeiro lugar do outro como lugar do significante é apresentado como o próprio corpo, o corpo no qual portamos inscrições, fazem-se cicatrizes, inscrevem-se marcas.”.

• Corpo do adoecimento, dos fenômenos psicossomáticos, dos transtornos alimentares, das chamadas síndromes do pânico, das drogas, da violência.
• As queixas revelam a construção da fantasia, que são referenciadas aos sintomas.
• No decorrer do tratamento, queixa se transformará em sintoma analítico
• Não é apenas uma tentativa de adaptação à realidade, como dizem outras propostas terapêuticas. MANEJO DA INTERPRETAÇÃO

• É aquilo que, acrescentando um significante, faz surgir a diferença pura, o nada que é o próprio fundamento do conjunto dos significantes
• Objetivo: interpretar sob o olhar da transferência e não interpretá-la em si
• O manejo técnico produtivo se constitui da permissão, ao máximo, da economia da associação livre, pelo “silêncio do analista”
• O manejo da interpretação da transferência que se permitirá ao analisando o acesso ao saber que ele não sabe. QUEIXA DIAGNÓSTICOESTRUTURAL MANEJO DA INTERPRETAÇÃO PSICANÁLISE LACANIANA COM A CRIANÇA
A ANÁLISE DOS PAIS

- partir sempre do fato de que os pais, são os educadores da subjetividade do filho
- o importante da análise não deve ser a queixa, os sintomas são apenas guias
- entender como os pais vivem a vida cotidiana
- partir para a retificação das relações edípicas
- Se os pais são a causa dos sintomas do filho, quando removida a causa, tira-se o efeito.

- Descobrir na escuta dos pais qual é o mito familiar

- Atender os pais propicia-lhes a reafirmação das relações a dois, a resolução ou o amainar dos conflitos, não raro a preservação da família, o encaminhamento do filho, evitando-lhe a cronificação dos sintomas ou, até, lhes possibilite o rompimento de relações insustentáveis. PROCESSO DE FORMAÇÃO DO PSICANALISTA LACANIANO 1 2 3 O "Passe" Estudar a obra freudiana, os conceitos e os casos clínicos, com vários professores, escolhidos a partir de sua afinidade com o pensamento freudiano e o conhecimento da proposta lacaniana. Neste momento, o aluno só estuda, lê bastante, importa-se com o pensamento psicanalítico. Os textos para este primeiro contato são escolhidos pelos professores e pela coordenação do curso. Anos Leituras de Jacques Lacan, a partir dos Escritos, apenas quanto aos conceitos. Ainda acontecerão as aulas coordenadas por professores de fora, mas as leituras versarão sobre os textos da obra de Lacan e os textos indicados pelos professores. Além das aulas e das leituras, os alunos deverão compor cartéis – reuniões de interessados em um mesmo tema, em torno de 03 a 05 alunos. Para cada tema, convida-se o mais-um, um analista que conhece sobre o tema e auxiliará na produção textual de cada aluno. Não é um grupo de estudos, pois cada aluno estará implicado no tema à sua maneira. No colóquio do final do ano, os alunos que julgarem ser possível farão a apresentação de suas reflexões, por escrito ou oralmente; assim, a participação nos cartéis é obrigatória, mas a apresentação oral é facultativa. Cada cartel tem a duração de dois anos.

Este também é o momento de iniciar a própria análise. O terceiro ano do curso é o momento de estudo da clínica, ainda a partir dos Escritos, também com a possibilidade de leitura de outros textos indicados pelos professores, mas sem taxa de inscrição. A participação nos cartéis é obrigatória e a apresentação das reflexões na jornada do final do ano também. Além do estudo da teoria, da análise pessoal, o aluno começa a fazer o atendimento clínico supervisionado. Ao final dos três anos de curso, o aluno que já tem um curso superior, – agora, oficiante – poderá começar a sua formação, que implicará na participação de cartéis anuais, no atendimento clínico, na freqüência às supervisões e a análise pessoal. E pronto? Sou um analista? ...Ainda não. Dentro da perspectiva lacaniana, a autorização para ser psicanalista (passe) é uma conquista que depende dos três pilares da formação: clínica, análise pessoal e estudo teórico. Para este momento de testemunho dessa conquista, há a Cerimônia do Passe. Nesta cerimônia, diante dos colegas, da equipe diretora e de psicanalistas convidados, o oficiante dirá, a partir de sua prática, de seus estudos teóricos e sua reflexão pessoal acerca de sua autorização para ser psicanalista. Será devidamente argüido e levado à sua própria conclusão. FIlME? Durval Checchinato- Psicanálise dos pais - Pulsional Revista de Psicanálise, anos XIV/XV, nos. 152/153, 42-69. O diagnóstico em psicanálise: do fenômeno à estrutura - Ana Cristina Figueiredo; Ondina Maria Rodrigues Machado;

O ESTABELECIMENTO DO DIAGNÓSTICO EM PSICANÁLISE - Rita Aparecida Romaro;

Do sintoma ao sinthoma: uma via para pensar a mãe, a mulher e a criança na clínica atual - Laura Fangmann;

http://www.escolalacaniana.com.br/ruedelille_texto.php?idtextos=16;
OS DIFERENTES MANEJOS DA TRANSFERÊNCIA - Célia Gillio; Denise Leite; Elsa Góis; Elzira Uyeno; Felipe Marchiori; Patrícia Furlan;Renato Chiavassa.;

LAURENT, Éric. Versões da clínica psicanalítica. Tradução: Vera Ribeiro; revisão técnica, Manoel Barros da Motta – Rio de Janeiro; Jorge Zahar Ed., 1995. http://www.nucleodepsicanalise.com.br/03_escola/full.html caldeira,geraldo-psicossomatica: teoria e prática cap 3-O real,o simbolico e o imaginário-messias Eustaquio chaves www.youtube.com/watch?v=GU9h9EWME2Y NAPOLI L. (2012) – A essência da psicanálise
http://lucasnapoli.com/tag/metodo-psicanalitico/ LIMA, L. Transferência: Freud a Lacan. 2007
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