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Os Projectos Setembristas e Cabralistas

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by

Daniela Guerreiro

on 26 March 2014

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Transcript of Os Projectos Setembristas e Cabralistas

1838
1851
1834
1846
Os Projectos Setembrista e Cabralista
A Revolução de Setembro de 1836
O movimento ocorreu em Lisboa e teve um carácter eminentemente civil e depois verificou-se a adesão militar.
A revolução de setembro reagiu tanto aos excessos de miséria como à atuação do Governo cartista.
Em lugar da Carta Constitucional, os organizadores do movimento propunham o regresso da Constituição de 1822.
Os acontecimentos precipitaram-se em 9 e 10 de Setembro de 1836, quando os deputados eleitos no Norte para as Cortes, chegaram a Lisboa.
A rainha D.Maria II acabou por entregar o poder aos radicais
A Actuação do Governo Setembrista
Actuação do Governo Setembrista
Costa Cabral e o Cabralismo
Antonio Bernardo da Costa Cabral
*1803-1889
Titulos: -Grão-mestre da Maçonaria
- 1º conde
- 1º Marquês de Tomar

foi uma das figuras mais controversas do século XIX português
exilado em virtude da repreesão de miguelista
*regressou ao país com a expedição liberal de D.Pedro
chegou a minitro do Reino após o golpe de 1842
Cabralismo:
-consistiu num programa governativo antirrevolucionário ligado ao estilo politico vigoroso e autoritário do seu chef.
-Costa Cabral submeteu os radicais ao ostracismo.
-do ponto de vista socioeconómico, apostou no desenvolvimento do país através:
facilitação do crédito
modernização das vias de comunicação
O cabralismo e o regresso à Carta Constitucional
Pode dizer-se que a guerra civil, agora entre as fações liberais, decorreu em duas fases:

1836
Datas Importantes:

1837- Pauta Geral
1838-Contituição
Políticos Setembristas
Passos Manuel
Fundou o jornal
Amigo do Povo
Foi governador em Santarém

José Estevão
Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo
Um dos representantes do liberalismo português
Fez parte do exército rebelde na Patuleia

Foi galardoado com vários títulos( Barão, Visconde e Marquês)
Perdeu o braço direito num acto heroico em Vila Nova de Gaia
Actuação do Governo Setembrista
Perda do mercado brasileiro
Alternativas Económicas
Exploração colonial em África
Proibição do Tráfico de escravos
Incidências da Política Setembrista
Os Setembristas queriam:
Redistribiução de empregos;
Reduções dos grandes ordenados;
Equilíbrio do orçamento;
Pagamento dos vencimentos e pensões;
Reformas da Administração( protecção da agricultura, comércio, indústria, defesa nacional-frente a Inglaterra)
Constituição de 1838
A Constituição de 4 de Abril de 1838 resultou como um compromisso entre o espírito monárquico da Carta 1826 e o radicalismo democrático da Constituição de 1822. Esta veio a satisfazer as 4 reinvidicações Setembristas:
A origem da soberania
Os tratados externos
A votação anual dos tributos
Eleições directas
Tratou-se de uma reação popular às leis da Saúde e das Estradas, assim como à burocracia instalada na cobrança de impostos (“papeletas da ladroeira”).

Foi, primeiramente, um movimento feminino e rural, por isso ficou conhecida pela “Revolta da Maria da Fonte” (aldeia minhota), mas depressa se alargou a todos os sectores da população e se estendeu a outras zonas do país.

Manifestou-se através de assaltos aos locais da administração concelhia para queimar os registos de propriedade (novo cadastro predial) e às prisões para soltar os presos.

Terminou com o derrube do governo de Costa Cabral e sua saída do país.

A partir do Porto foram-se estendendo a Aveiro, Coimbra, Santarém e até ao Algarve múltiplos levantamentos, designados no seu conjunto de Patuleia*, cujo motivo era a não realização de eleições por sufrágio direto para a Câmara de Deputados, prometido pela rainha aquando da queda de Cabral

O duque de Saldanha teve de recorrer à ajuda externa da Inglaterra e da Espanha, no âmbito da Quádrupla Aliança (1834), para pôr cobro à ameaça de deposição da rainha e instauração de uma República

A guerra terminou com a assinatura da Convenção de Gramido que garantiu uma amnistia geral e a formação de um governo neutro, sem representantes das fações em litígio, parecendo ter-se chegado, finalmente, a uma situação de compromisso entre liberais.
No entanto, em 1849 (Junho) Costa Cabral retoma a governação, desta vez mais moderada, mas nem por isso conseguiu acalmar as querelas no seio dos liberais portugueses.
Este seu segundo governo acabaria por ser tão impopular como o primeiro, voltando a unir os setembristas e cartistas para o derrubar.


1851 – Golpe militar
 
Idealizado por Alexandre Herculano e liderado pelo duque de Saldanha, este movimento pôs fim ao Cabralismo e iniciou um novo ciclo liberal: a Regeneração, cartista e moderado mas sem Costa Cabral.

A política setembrista promoveu uma reforma geral no ensino e também na industria
Não tiveram o sucesso que pretendiam logo de inicio.

A política setembrista fracassou no que toca a abolir taxas gravosas e por isso teve resultados muito aquém dos pretendidos a todos os níveis.



Este fracasso também é caracterizado pela falta de capitais(desviadospara outros fins), falta de vias de comunicação e a permanente instabilidade política.
O CABRALISMO E O REGRESSO Á CARTA CONSTITUCIONAL

Governo setembrista enfrentou constantes tentativa da restauraçao da Carta Constitucional
1842, golpe de estado pacifico por o próprio ministro da justiça;
pôs termo à Constituição de 1838;
nova governação fez regressar ao poder a grande burguesia
sob a bandeira da ordem pública e do desenvolviento económico, Costa Cabral apostou :

-no fomento industrial;
-nas obras públicas;
-na reforma administrativa e fiscal

difundiu-se a energia a vapor
surgiu a Companhia das Obras Públicas de Portugal ( 1844) com os objectivos de:

-construção e reparação de estradas;
-levantaram-se algumas pontes;
-publicou-se o código administrativo;
-tornou-se eficaz a cobrança de de receitas e contribuições;
-criou-se o tribunal das contas (1849);
-reformou-se a Saúde, proibindo-se os enterramentos nas igrejas (1846)

inovação e a exigência das medidas, aliadas ao autoritarismo que rodeou a sua implementação, estiveram na origem de uma série de motins populares;
alastraram por todo o país;
aproveitamento politico dos opositores;
1846.1847 vive-se um clima de guerra civil entre adeptos do cabralismo e setembristas, cartistas puros e também miguelistas.
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