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Génese do Hino Nacional

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by

Teresa Nunes

on 26 November 2014

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Transcript of Génese do Hino Nacional

O Hino Nacional
e a sua
génese

Escola Superior de Educação de Lisboa
Escola Superior de Música de Lisboa
História da Música V

Maria Teresa Nunes
2011418
novembro de 2013

O Hino Nacional
e a sua génese


contextualização

os antecedentes do Hino

a reação
do público


a implementação
como Hino
Nacional

opinião
pessoal

contextualização
Texto de Maria José Artiaga;
Publicação de 3 de outubro de 2010;
Jornal Açoreano Oriental;
Capítulo relativo à Temporada de Música de 2010;
Texto sobre o Hino Nacional, sua origem e implementação.
Recensão Crítica
os antecedentes do Hino
Segundo a autora:


duas causas diretas para a criação de
A Portuguesa
Ultimatum
britânico;
factos políticos e sociais dele emergentes.
1890
- Portugal sob o regime monárquico
O Governo britânico, chefiado pelo primeiro-ministro Lord Salisbury,
a retirada das forças militares do território compreendido entre Moçambique e Angola.
exigiu
Orgulho ferido;
População portuguesa:
Sentimentos de revolta e humilhação;
Acusações ao Governo e ao rei D. Carlos I.
Manifestações anti-britânicas;
Queda do Governo;
Profundo movimento de descontentamento social.
consequências
No âmbito musical:


Descontentamento social demonstrado através da criação de hinos e marchas.
composições de caráter
patriótico
Conformidade com as ideologias de vários países Europeus.
Nacionalismo
do final do século XIX
Nacionalismo
Origem na Revolução francesa de 1789;
Maior expressão na segunda metade do séc. XIX;
Ideologias de unidade nacional e orgulho num passado comum;
Manifestações nas artes como consequência de repressões políticas.
"Depois da influência de Wagner, a força mais poderosa da música (...) foi o nacionalismo, um nacionalismo relativamente consciente que surgia, praticamente em todos os casos, por razões políticas, geralmente pela repressão política." (Borges, 2001)
Neste contexto, Alfredo Keil compõs
A Portuguesa
(1890), com letra de Henrique Lopes Mendonça.
a reação do público
Popularidade imediata;
Entoação em contextos formais e informais;
"era (
A Portuguesa
) já entoada por quase todas as filarmónicas do país e assobiada e cantarolada pelo rapazio que percorre as ruas da capital." (periódico
Amphion
)
Utilização com fins políticos;
"Durante a sublevação republicana no Porto,
A Portuguesa
foi a música que serviu de mote ao movimento." (Artiaga, 2010)
Descontentamento de Keil.
"É um canto patriótico e nada mais" (Keil, 1890)
a implementação como Hino Nacional
Após a implantação da República (1910);
Queda do sucesso até à proibição de entoação.
Reascenção de
A Portuguesa
;
Necessidade de mobilização e de unidade nacional;
criação de
símbolos
- bandeira e hino nacionais.
Oficialização do Hino Nacional a 19 de junho de 1911 pela Assembleia Constituinte.
Alterações ao Hino:
Constituição de uma comissão com o objetivo de rever o Hino Nacional (1916);
Revisão por diversos motivos;
acessibilidade a todos, facilidade de entoação, variedade de instrumentações...
Segundo a autora, o Hino manteve-se na sua versão original e não pôde ser alterado;
contestação por parte de Cleyde Maria Cinatti e Luís Keil.
Porém, são conhecidas várias alterações ao Hino desde a sua primeira versão.
Versão final aprovada em 1957.
versão original
(1890)
"contra os bretões,
marchar, marchar!"
versão alterada
(1957)
"contra os canhões,
marchar, marchar!"
opinião pessoal
Texto expositivo de fácil leitura, claro e lógico;
Texto com importância e relevância no âmbito da História Nacional;
Possibilidade de relação com acontecimentos e ideologias referentes ao resto da Europa, na mesma época.
(fonte
: http://centenariorepublica.pt/escolas/s%C3%ADmbolos-da-rep%C3%BAblica/o-hino-nacional)
Letra do Hino Nacional
"A Portuguesa"
Letra:
Henrique Lopes de Mendonça
Música:
Alfredo Keil

I
Heróis do mar, nobre Povo,
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar.
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!



Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar.
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar.
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
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