Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

XINGU

No description
by

Rafael Martins

on 21 May 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of XINGU

ANÁLISE
SINOPSE
Os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo Villas Bôas (Caio Blat) resolvem trocar o conforto da vida na cidade grande pela aventura de viver nas matas. Para isso, resolvem se alistar no programa de expansão na região do Brasil central, incentivado pelo governo. Com enorme poder de persuação e afinidade com os habitantes da floresta, os três se tornam referência nas relações com os povos indígenas, vivenciando incríveis experiências, entre elas a eterna conquista do Parque Nacional do Xingu.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-201699/ acessado em 24/11/2013 às 21:30
Contexto de Produção
CENAS
CENA 1
CENA 2
CENA 3
FICHA TÉCNICA
Título original: Xingu
Local de produção: Brasil
Ano de Realização: 2012
Direção: Cao Hamburger
Elenco: Felipe Camargo, João Miguel, Caio Blat, Maria Flor, Augusto Madeira, Fábio Lago Maiarim kaiabi, Awakarituman kaiabi, Adana Kambeba, Tapaié Waurá, Totomai Yawalapiti
Duração: 102 min 31 seg
As filmagens duraram dez meses e foram realizadas no Tocantins com muitas cenas gravadas no Jalapão e no parque Indígena do Xingu. Algumas cenas também foram gravadas na Reserva do Morro Grande, na Região Metropolitana de São Paulo.
As filmagens começaram em São Félix do Tocantins aonde foi construído o posto Leonardo e onde filmaram rios exuberantes de água cristalina e paisagem de Cerrado. Depois partiram para Caseara onde filmaram o posto Diauarum e rios com água turva, essa paisagem já era de uma floresta mais densa. A diferença das paisagens sempre foi um dos pontos que o diretor quis ressaltar, a ideia de que os irmão estão adentrando a floresta e desbravando o Brasil.
Relações históricas
Os irmãos Villas Boas
Set de filmagem em Miracema do Tocantins. Começo da expedição Brasil Central.


Xavantina é o marco inicial da expedição dos irmãos Villas Bôas. A cidade, era na época, a última cidade conhecida, "mapeada" pelo homem branco. A equipe de arte reconstruiu esse cenário em Miracema do Tocantins, próximo à Palmas.
Cena de "Xingu" diante da Serra da Catedral, no parque do Jalapão
A história desses três irmãos começa em 1941. Orlando, Cláudio e Leonardo moravam em São Paulo: o primeiro era escriturário na Esso, o segundo entregava avisos da Prefeitura e o terceiro era funcionário de uma empresa distribuidora de gás para geladeira.
O Parque índigena do Xingu, está localizado na região nordeste do Mato Grosso;
Possui 2.642.003 hectares de extensão.
Está localizado em uma área de transição do Cerrado para a floresta Amazônica;
De uma família de onze filhos, pai fazendeiro de café, os três tiveram de interromper os estudos na adolescência, depois que o pai ficou doente, vendeu a fazenda e levou todos para São Paulo. No ano de 1941 o pai morre e, cinco meses depois, a mãe. Os três deixam o casarão que a família ocupava no bairro de Pinheiros, alugam uma casa menor para os irmãos e vão para uma pensão na Vila Buarque, bairro no centro de São Paulo.
Localizada a 34 km da Capital, em Cotia, a Reserva do Morro Grande abriga um dos sistemas de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, o Alto Cotia, e está sob responsabilidade da Sabesp - uma das patrocinadoras do longa-metragem.
Criados no interior, não viam futuro na cidade grande. À noite, na pensão, liam e conversavam sobre o sertão, Cláudio abrindo grandes mapas do Brasil sobre os quais os três se debruçavam, deixando o sonho correr livre.
Até que em 1943 ficam sabendo que o governo federal acabara de criar a Expedição Roncador-Xingu, com o objetivo principal de “conhecer e desbravar as áreas que aparecem em branco nos mapas”.
Depois de Palmas e Miracema do Tocantins as filmagens seguiram para o coração do Brasil, no Parque Indígena do Xingu, no estado do Mato Grosso. Uma equipe reduzida, para que não alterasse muito a rotina do parque, embarcou para lá, onde as filmagens duraram 6 dias.
Por ordem superior, só eram aceitos “sertanejos”, porque “têm mais resistência que gente da cidade”. Assim, vão disfarçados de “sertanejos” e ganham o emprego: Cláudio e Leonardo, na enxada; Orlando, auxiliar de pedreiro.
O clima do parque é caracterizado por uma estação chuvosa de novembro à abril (verão e início do outono) e seca durante o resto do ano (inverno e parte da primavera);
As atividades econômicas mais praticadas na região são naturais da cultura indígena: pesca, caça, coleta de frutos, agricultura de subsistência e pesca.
As principais etnias indígenas que habitam o Parque Indígena do Xingu são: Aweti, Kaiabi, Kalapalo, Kamaiurá, Kuikuro, Matipu, Naruvotu, Tapayuna, Trumai, Yudja, entre outros;
Antecedentes de produção
No decorrer da expedição, revelam-se educados e alfabetizados. Assim, Cláudio é nomeado chefe do pessoal, Leonardo chefe do almoxarifado e Orlando secretário da base.
O filme foi produzido a pedido da família Villas-Bôas. Noel Villas-Bôas, filho de Orlando, contactou Fernando Meirelles, dono da produtora O2 Filmes, que então convidou Cao Hamburger para dirigí-lo.

Ele disse que decidiu fazer o filme, pois ele tinha vontade de contar a história dos irmãos Villas-Bôas para o povo brasileiro. Uma história que segundo ele "o Brasil faz questão de esconder e desprezar."
Na década de 80 começaram as invasões de pescadores e caçadores no território do Parque. Já no final da década de 90 as queimadas nas fazendas ao redor do Parque e o avanço das madeireiras ameaçavam o território indígena.
Atualmente, o parque se vê "abraçado" por áreas desmatadas, principalmente pelo avanço do plantio de soja.
Foi criado o Projeto Fronteiras que pretende mapear as áreas de desmatamento ao redor do parque, além de capacitar chefes de postos que seriam responsáveis por fiscalizar os limites do Parque.
Para que ele pudesse ter uma noção melhor da história, a família lhe ofereceu alguns arquivos históricos e o livro A Marcha para o Oeste, que ele leu e achou uma "história fantástica".
No Brasil, em 25 de maio de 2012, foi aprovado o Novo Código Florestal brasileiro.
Se refere à quantidade de terras florestais que podem ser legalmente exploradas, ou seja, qual porcentagem de florestas naturais de um terreno deve ser mantido, para evitar ao máximo o desmatamento das mesmas
A Expedição Roncador-Xingu foi uma parte do processo de interiorizacão do Brasil, a Marcha para o Oeste. Foi, inicialmente, planejada para descobrir as regiões ainda desconhecidas do Brasil Central e da Amazônia.
No território dos Kalapalos, os três irmãos presenciam um horripilante surto de gripe, trazido por eles próprios, que traz ao óbito quase toda a aldeia.
Houve diversos protestos contra o Novo Código Florestal, que determinou que a porcentagem de florestas naturais poderia ser menor e permitindo, legalmente, um aumento do desmatamento; que mesmo assim foi aprovado, apenas com algumas modificações; o que se assemelha muito com a luta dos três irmãos, que conseguiram sua tão cobiçada reserva florestal, mas com algumas concessões.
Protesto
http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/policia-contem-protesto-contra-novo-codigo-florestal-em-frente-ao-planalto.html
Num primeiro momento, o contato que os irmãos fazem com os indígenas se assemelha ao esquema utilizado pelos portugueses (escambo).
A ocupação da terra do índio (por meio da construção de rodovias e distribuição de terras) utilizando como justificativa que o índio não é gente. Pensamento que se assemelha à postura de inferiorização do índio presente na época do Brasil colônia.
Relação entre a matéria e o filme
Parque Nacional do Xingu
CENÁRIO
Full transcript