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VAD - Via Aérea Difícil - Soluções

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Roger Bezerra

on 12 January 2016

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Transcript of VAD - Via Aérea Difícil - Soluções

Anatomia das Vias Aéreas Superiores
Posição Incorreta
Posição Anatómica para uma boa intubação.
Não Invasiva
Fibroscopia;
Laringoscópios não convencionais;
Máscara Laríngea como guia de intubação (com uso de fibroscópio ou não);
Intubação com estilete guia;
Estilete luminoso ou trocador de tubo;
Intubação nasal ou oral às cegas,
Broncoscopia rígida.
Intubação retrógrada;
Procedimentos Invasivos e Não Invasivos
Olfativa
Posição Anatómica para uma boa intubação.
A posição olfativa ótima envolve a colocação de coxim occipital associado à hiperextensão da cabeça para que seja possível o alinhamento dos eixos oral, laríngeo e faríngeo.
VAD - Via Aérea Difícil
Roger Bezerra
Verificar Fatores de Risco como:

- Se há doenças pré-existentes como:
Hipertensão, Diabetes, outros.
- Se o paciente é portador de alguma alergia;
- Se faz uso de algum medicamento contínuo;
- Se o paciente tem Históricos Clínicos, Cirúrgicos e de Anestesia anterior;
- Classificação ASA - American Society of Anesthesiologist.
- Verificar Mallanpati do paciente.

Visita Pré - Anestésica
Algoritmo de Via Aérea Difícil
Bibliografias e Fontes
Posição Correta

* Projeto Diretrizes - Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina

* http://www.viaaereadificil.com.br/
Invasiva
Traqueostomia cirúrgica ou percutânea;
Cricotireoidostomia cirurgica ou por punção;

• ASA I – Paciente saudável;
• ASA II – Paciente com doença sistêmica leve ou moderada, sem limitação funcional;
• ASA III - Paciente com doença sistêmica severa, com limitação funcional;
• ASA IV - Paciente com doença sistêmica severa, representa risco de vida constante;
• ASA V - Paciente moribundo com perspectiva de óbito em 24 horas, com ou sem cirurgia;
• ASA VI - Paciente com morte cerebral, mantido em ventilação controlada e perfusão, para doação de órgãos (transplante);
• OBS.: Quando o procedimento é considerado de emergência, acrescentar "E" à classificação ASA.
Classificação da ASA
Classificação de Mallanpati
Na anestesiologia, a classificação de Mallampati é usada para prever a facilidade de intubação do paciente.

Samsoon e Young, em 1987, propuseram a distinção em 4 classes para o teste de Mallampati:

Classe I - palato mole, fauce, úvula e pilares amigdalianos visíveis;
Classe II - palato mole, fauce e úvula visíveis;
Classe III - palato mole e base da úvula visíveis;
Classe IV - palato mole totalmente não visível.
Corte Sagital
Anatomia das Vias Aéreas Superiores
Cavidade Oral
Fatores complicadores para a Intubação
- Obesidade / Obesidade Morbida;
- Piercing;
- Paralisia Facial (Que não pode ou tem dificuldade para abrir a boca;
- Pescoço Gordo;
- Muita Barba;
- Trauma Facial;
- Retrogradismo Mandibular (Sup./ Inf.);
- Prognatismo Mandibular (Sup./ Inf.);
- Queimaduras Faciais;
- Deformação de Face;
- Macroglossía;
- Deformação Congênita;
- Problemas recorrentes de cirurgias anteriores nas Vias Aéreas Superiores;
- Dentes Quebradiços.

Três fatores que identificam um paciente como VAD:
1 - Dificuldade de Ventilação com a máscara
2 - Dificuldade de Laringoscopia
3 - Dificuldade de Intubação
Via Aérea Dificil
Não é possível manter Saturação de Sp O² > 90%, usando 100% O² em pressão positiva.
Dificuldades para a Intubação Endotraqueal
Ventilação Difícil
Intubação Difícil
Falha na Intubação
Mais de 3 tentativas de intubação em 10 minutos.
Multiplas tentativas de Intubação sem êxito.
Clínicos, Anatômicos e de Emergência
Outros fatores para VAD:

- Patologias Adquiridas
Osteoartrite Degenerativa
Esclerodermia
Estenose Subglótica
Amigdalas Hipertrofiadas
Mal formações da Coluna Cervical

- Antecedentes de VAD
Já ter tido uma intubação Difícil


Via Aérea Dificil
Máscara Laríngea - LMA
A Máscara Laríngea (ML) é um dispositivo desenvolvido para o manuseio supraglótico das vias aéreas, podendo ser considerado como funcionalmente intermediário entre a máscara facial e o tubo traqueal, dispensando o uso de laringoscópio, ou instrumentos para a sua inserção.
LMA Classic
LMA ProSeal
LMA Fastrach
LMA Unique
LMA Supreme
LMA Flex
Máscara Laríngea - Modo de Clocação
Borda superior da máscara descansa contra a base da língua.

A ponta distal alcança o fundo da hipofaringe diretamente encima do (Esfinter esofágico superior)

A máscara está desenhada para encaixar nos contornos da hipofaringe

Características
Melhora a estabilidade hemodinâmica durante a indução anestésica e durante as emergências;
É menos invasiva;
Utiliza-se menos drogas;
Baixa freqüência de tosse durante a emergência (mais suave);
Saturação de oxigênio melhora durante a emergência;
Baixa incidência de dor de garganta em adultos;
Aumento da velocidade e facilidade de colocação por pessoal inexperiente;
Possui vários tamanhos;
Existem modelos descartáveis e Autoclaváveis.


Máscaras Laríngeas - Concorrentes
Máscara Laríngea - i gel
Combitube - Tubo esôfago-traqueal
O tubo esôfago-traqueal é introduzido às cegas e permite adequada ventilação independentemente de sua posição ser esofágica ou traqueal.
Máscara Perilaringea
A Cobra PLA pode ser usada como uma alternativa para a máscara facial, permitindo o controle das vias aéreas durante os procedimentos de anestesia.
A CobraPLA não protege as vias aéreas dos efeitos da regurgitação e aspiração.
Bougie
Tubo Laríngeo
Tubo Laríngeo é um dispositivo supra glótico para a utilização em anestesia geral, durante a ventilação espontânea ou pressão positiva, e em emergências. É ideal para proteger as vias aéreas, sendo uma alternativa para a ventilação com máscara facial e intubação traqueal. O Tubo Laríngeo possui dois balonetes, um proximal e um distal, que impedem a saída do ar ventilado e a aspiração de resíduos gástricos, e ambos são insuflados e desinsuflados pela mesma via. Nas atuais orientações do Conselho Europeu de Ressuscitação (ERC) o tubo laríngeo foi incluído como um dispositivo adicional para a gestão das vias aéreas em ressuscitação cardiopulmonar.
- O Guia Tipo “BOUGIE” está indicado nos casos de intubação difícil, sempre que fatores anatômicos, traumáticos ou patológicos, não permitam boa visualização das cordas vocais através de laringoscopia direta.
- Antes de proceder às manobras de intubação, verifique se o Guia Tipo “BOUGIE” pode ser movimentado livremente por dentro do tubo traqueal (TT) escolhido;
- Exito de 78 a 100 %;
- Complicações: Sangramento e Odinofagia (Dor ao Deglutir).

Intubação com Laringoscopia Convencional
Intubação com Laringoscópio - Lâminas Flexíveis
Intubação com Laringoscopia por Vídeo - Fibroscopia
É um tipo especial de lamina de laringoscópio com ponta articulada, de forma a melhorar a exposição da laringe.
Útil em casos de laringoscopia difícil, onde comparativamente às laminas convencionais, leva a uma melhor exposição da laringe em casos Cormack-Lehane graus II e III, mas não com os de grau IV.
Intubação com Laringoscopia por Vídeo McGRATH ® MAC
Intubação com Laringoscopia por Vídeo Principais Concorrências
Laringoscópio Óptico VAD TRUVIEW
Vídeo-laringoscópio DCI® seg. BERCI-KAPLAN
Laringoscópio Óptico AIRTRAQ
Cricotireoisdostomia
Punção
Cirúrgica
Melker Emergência cricothyrotomy Cateter Set - Universal
Quicktrach II
Conjuntos Melker Emergência cricothyrotomy Cateter
Consiste na abertura da membrana cricotireóideana em sua linha média, comunicando-a com o meio externo. É um procedimento simples, eficaz, seguro e rápido.
Traqueostomia
Traqueostomia é um orifício artificial criado cirurgicamente através da frente de seu pescoço e em sua traquéia, colocando um traqueóstomo para que o paciente tenha uma fácil respiração.
Traqueostomos - Concorrentes
Tubos Bivona ® Traqueostomia
Arcadia Medical
Outros Dispositivos
Estilete Flexível
Estilete Luminoso
Cânula Nasofaríngea
Cânula de Guedell ou Orofaringea
Grau I: glote bem visível;
Grau II: somente a parte posterior da glote é visualizada;
Grau III: somente a epiglote pode ser visualizada
nenhuma porção da glote é visível;
Grau IV: nem a epiglote, nem a glote podem ser visualizadas.

Cormack RS, Lehane J: Difficult tracheal intubation in obstetrics.Anaesthesia 39:1105, 1984.

Classificação em graus de laringoscopia -Cormack Lehane
Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como escala de Glasgow, é uma escala neurológica que permite medir/avaliar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo crânio-encefálico. É usada durante as primeiras 24 horas posteriores ao trauma e avalia três parâmetros: a abertura ocular, a resposta motora e a resposta verbal.
Escala de Coma de Glasgow
Máscaras Laríngeas - Ambu
A máscara laríngea AureOnce possui uma curvatura especial que reproduz com perfeição a anatomia humana. Modelada diretamente no tubo aéreo, o seu formato exclusivo facilita a inserção correta sem machucara a via aérea superior. De uso uso, propicia para acesso à via aérea difícil, a curva da AuraOnce garante também que a cabeça do paciente seja mantida em uma posição mais natural.
A Ambu Aura40™ é confeccionada em silicone, reutilizável por até 40 vezes através do processo de esterilização em autoclave a vapor, sem sofrer alterações em sua estrutura original.
A Ambu AuraFlex™ é confeccionada em PVC, estéril e de uso único, aramada, projetada especialmente para otorrinolaringologia, oftalmologia, odontologia e outros procedimentos cirúrgicos de cabeça e pescoço.
Válecula
Cordas Vocais
- Supraglóticos de 1ª, 2ª e 3ª Gerações
- Bougie
- Laringoscópio - Lâminas: Mc Coy , Curvas e Retas.
- Fibroscópio
- Videolaringoscópios
- Cricotireoidostomia
- Intubação Retrógrada
- Estilete Flexível
- Sonda Nasofaríngea
- Cânula de Guedell
- Estilete Luminoso
- Traqueostomos
Dispositivos
Dispositivos Supraglóticos
Intubação com King Vision
Algoritmo de Via Aérea Difícil
Finalidades do algoritmo:

Facilitar o manuseio da via aérea;
Reduzir a incidência de eventos adversos;

Os principais eventos adversos associados ao manuseio inadequado da via aérea difícil:

Óbito, lesão cerebral, parada cardiopulmonar,
traqueostomia desnecessária, trauma à via aérea, trauma dental.

Algoritmo de Via Aérea Difícil
1.
Avaliar a probabilidade e o impacto clínico das seguintes dificuldades:
A. Intubação difícil
B. Ventilação difícil
C. Paciente não cooperativo (crianças, agitação psicomotora, paciente alcoolizado, confuso ou inconsciente)
D. Traqueostomia difícil

2.
Sempre administrar O2 suplementar durante os procedimentos.

3.
Considerar os prós e contras na escolha das técnicas:

A. Intubação com paciente acordado ou tentativa de intubação após indução de anestesia geral?

B. Técnicas de acesso não invasivo à via aérea ou acesso invasivo?

C. Preservação da ventilação espontânea ou abolição da ventilação espontânea?

4.
Desenvolver estratégias primárias e alternativas.

Anatomia das Vias Aéreas Superiores
Obrigado a todos!

Contatos:

rogerbezerrape@hotmail.com

roger@onemedic.com.br

81-996477530
Alguma Pergunta?
Intubação com King Vision
Primeira Geração: Dispositivo Supraglótico comum, descartável ou reutilizável.
Segunda Geração: Mantém via de acesso Gástrico.
Terceira Geração: É possível introduzir um tubo Endotraqueal através do Dispositivo.


1ª, 2ª e 3ª Gerações de Dispositivos Supraglóticos
LMA Fastrach
LMA ProSeal
LMA Supreme
AURA ONCE
Aura 40
AuraFlex
Aura i
AURA FLEX
AMBU - AuraGain
LMA Classic
LMA Unique
AURA ONCE
AURA 40
Igel
Tubo Laringeo c/Asp. G
Tubo Laringeo
Outras Marcas
1ª Geração
2ª Geração
3ª Geração
AuraGain
90°
55°
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