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Loft's e Estúdios

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Laura Flores

on 7 March 2016

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Transcript of Loft's e Estúdios

Loft's e Estúdios
O conceito de LOFT
Nos anos 70, mais precisamente em Nova York surgem os lofts. Um novo tipo de residência que retoma conceitos antigos de morar. Um loft (palavra que significa “sótão” ou depósito em inglês) é um tipo de apartamento que caracteriza-se, basicamente por ser um grande espaço coberto, sem paredes.
Os Loft's de hoje...
“a partir da década de 90 houve uma tendência no mercado imobiliário brasileiro em investir no que há de ‘mais moderno em termos de praticidade’: o loft”(CONSTRUÇÃO, 2002).
O que um LOFT de verdade tem?
Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros;
Ausência de paredes como divisões internas;
Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só;
Colunas de sustentação aparentes;
Tijolos e tubulações à vista – elétrica, hidráulica e de ar-condicionado;
Ausência de forro e piso. O chão é de cimento;
Uso de materiais frios, como cerâmica;
Iluminação natural garantida por grandes janelas.

No Brasil...
Como atender às necessidades de um LOFT?
Conclusão
Não há receita de bolo para desenvolver um Loft, o Estúdio...o que existe são DICAS para facilitar a criação...BUSQUEM SEMPRE REPERTÓRIO: Ler e analisar imagens, revistas e reportagens sobre LOFT's nos ajuda a perceber soluções que funcionam nestes espaços!
“Em um só ambiente, convive-se com toda a casa: salas, quarto, varanda e escritório, são abertos, divisões são permitidas apenas em banheiros e eventualmente na cozinha” (MARTINS, 2005 apud PUTTINI e RIBEIRO, 2008).
Os primeiros lofts surgiram no bairro SoHo (abreviatura de South of Houston Street), em Nova York , que abrigava fábricas e lojas que migraram para o subúrbio e o resultado foram galpões abandonados.
Os galpões industriais de SoHo viraram lugares decadentes, mas com aluguel barato que, setorizados atraíram jovens publicitários e artistas de baixa renda em busca de espaço para seus ateliês – os lofts.
Estes espaços, até então, eram clandestinos, porém mais econômicos para morar e trabalhar. Com o tempo a prefeitura de Nova York revitalizou o local e os loft’s passaram a ser espaços valorizados e sofisticados. Este jeito americanizado de morar chega ao Brasil mais adiante.
A década de noventa incentivou o uso de espaços integrados, principalmente para as pessoas descasadas, solteiros e casais sem filhos. Outro fator paralelo é a redução dos espaços das habitações, que está se tornando comum nas grandes cidades, isto ocorre, devido ao aumento do número da população urbana, e à diminuição do número de componentes da família.
No Brasil, os projetos passam a levar em conta o conceito de loft. A idéia por detrás das construções dos lofts brasileiros difere da idéia de apropriação do espaço dos galpões pelos norte-americanos: apresenta uma estrutura pensada para possibilitar alterações do espaço interno, de acordo com a vida dos moradores.
Hoje, entretanto, percebe-se um retorno ao espaço arquitetônico único – como o loft – onde, não apenas a sala e o quarto, mas boa parte dos ambientes, são interligados entre si e definidos, basicamente, pelo mobiliário, refletindo, novamente, mudanças de hábitos de seus moradores – como o exercício de atividades profissionais em casa. (PUTTINI E RIBEIRO, 2008)
Embora os lofts brasileiros tenham como peculiaridade não ser tão antigos como os de Nova York, correspondem a uma idéia atual que está sendo colocada em prática nas novas construções com todo o conforto e funcionalidade proporcionados pelos materiais mais modernos.
Por exemplo, muitos dúplex encontrados no mercado, embora não sejam nada amplos, são vendidos como lofts só por causa do pé-direito duplo.
No Brasil, a maioria dos projetos lançados se distanciam muito do conceito original. Surgiram muitas adaptações, chamadas muitas vezes de lofts-fake ou apartamentos loft-inspired. 

O que se faz por aqui são ambientes “loftados”, pois não  há galpões de fábrica em áreas em que as pessoas gostariam de morar. Mesmo assim o metro quadrado de um loft é cerca de 20% mais caro do que o de um apartamento convencional de mesma localização.
A tradução do conceito pelo mercado local resultou em construções de pé-direito duplo e grandes janelas em que a área social se confunde com a de serviço.
As habitações foram se individualizando bem como os cômodos, aproximando-se da proposta do organicismo, que procurava inserir o mobiliário ou objeto nas circulações, sem bloquear a área de circulação, o organicismo admite o conceito de compor de dentro pra fora procurando inserir o objeto no meio circundante, sem agredir o entorno ( VERÍSSIMO E BITAR, 1999 apud RAMOS e PÁDUA, 2012).
A ala íntima (quarto e banheiro) fica resguardada em um mezanino. Solteiros e jovens casais sem filhos são o principal público desse tipo de empreendimento.
Manter a privacidade num ambiente assim, no entanto, pode ser difícil quando ele é dividido com alguém. O loft é mais que um espaço: é um estilo de vida!
O objetivo é que os ambientes integrados procurem refletir um público sofisticado que tem a idéia de liberdade associada à de conforto proporcionado pelo o que há de mais moderno.
Como não há divisórias, o mais recomendado é usar móveis e cores para delimitar os ambientes .
“É importante manter a organização e praticidade nos espaços para não deixar a bagunça tomar conta”
Móveis com dupla função também são indicados. “Eles ajudam a aproveitar a metragem disponível e apresentam soluções inteligentes”.
“Não use materiais diferentes para revestir o piso de cada área e nem pense em colocar divisórias para criar áreas isoladas porque estaria mudando a proposta completamente”
Boas opções para deixar o projeto ainda mais especial são aparadores, biombos, mesas com características retrô e quadros apoiados nas paredes.
“Como os ambientes são integrados, evite optar por muitas tonalidades. Diga não ao exagero.”
Utilize dos princípios de UNIDADE e REPETIÇÃO para integrar os espaços, seja por meio de CORES ou de OBJETOS.
Explore a iluminação: quanto mais indireta ela for mais integração haverá entre os espaços. Se optar por pendentes ou luzes direcionadas, setorize os espaços também utilizando móveis.
Professora Laura Z. Flores
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