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cancer de prostata

apresentaçao
by

SERGIO RIGUETE ZACCHI

on 4 January 2013

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Transcript of cancer de prostata

INTRODUÇÃO PROPOSTA DO ARTIGO 3

SOBREVIDA CONSIDERAÇÕES FINAIS PROPOSTA DO ARTIGO 2

MORTALIDADE PROPOSTA DO ARTIGO 1


PERFIL Metodologia OBJETIVOS Análise de Sobrevida Apresentação dos Resultados - OBJETIVO 2
Testes qui-quadrado de associação
Regressão logística para cálculos dos odds ratios bruto e ajustados para nível de significância de 10%
- OBJETIVO 3
Produto de Kaplan-Meier
Teste de Log Rank com nível de significância de 5%
Regressão múltipla de Cox ANÁLISE ESTATÍSTICA
OBJETIVO 1:
Microsoft Office Excell 2007 for Windows
Pacote Estatístico para Ciências Sociais (SPSS), versão 18.0
Cálculos de média, mediana e desvio-padrão
Testes qui-quadrado de associação
Regressão logística para cálculos dos odds ratios bruto e ajustados nível de significância de 10% ANÁLISE ESTATÍSTICA FONTE DE DADOS
Registro Hospitalar de Câncer (RHC)
Prontuários
Sistema de Informação de Mortalidade (SIM)
COLETA DE DADOS
Outubro 2011 a março 2012
Fichas do RHC e ficha própria
Verificação manual do SIM de 2000 a 2011 METODOLOGIA CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO
Objetivo 1:
Impossibilidade de determinação do EC inicial
Realização de apenas 1 consulta no hospital
Objetivos 2 e 3:
Impossibilidade de determinação do EC inicial
Realização de apenas 1 consulta no hospital
Ser residente em outros estados
Ausência de informação sobre município de residência METODOLOGIA LOCAL DA PESQUISA
Hospital Santa Rita de Cássia (HSRC)
POPULAÇÃO DO ESTUDO
Homens com CAP atendidos no HSRC no período de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
Diagnóstico anatomopatológico de Adenocarcinoma de próstata
SIS-RHC METODOLOGIA TIPO DE ESTUDO
Objetivo 1: Observacional, descritivo, transversal, retrospectivo.
Objetivo 2: Observacional, descritivo, longitudinal, retrospectivo.
- Objetivo 3: Sobrevida, retrospectivo. METODOLOGIA BRASIL, 2008 Evitar grupos vulneráveis: HOMEM VULNERÁVEL
Barreiras socioculturais:
Doença como sinal de fragilidade
Provedor do lar
Cuidar: ato feminino
Barreiras de acesso:
Horário de atendimento nas unidades - ESF
Dificuldade de acesso: filas e encaminhamentos
Unidade de saúde: ambiente feminilizado PNAISH PNAISH Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem Análise de Sobrevida Tempo entre o diagnóstico de câncer e o desfecho (óbito)

Estudos experimentais e estudos de coorte observacionais Registros de Câncer INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva
Defesa de Mestrado Sérgio Riguete Zacchi

ASSOCIAÇÃO DE FATORES SOCIODEMOGRÁFICOS E CLÍNICOS COM O ESTADIAMENTO INICIAL EM HOMENS COM CÂNCER DE PRÓSTATA



Orientadoras: Prof. Dra. Eliana Zandonade
Prof. Dra. Maria Helena Costa Amorim

VITÓRIA - 2012
Aprovado pelo CEP – CCP – UFES n0 253/11 de 26/10/2011 Procedimentos Éticos Variáveis BRASIL, 2008 Inserir pela Atenção Básica
Promoção da saúde
Educação em saúde
Campanhas de rastreamento e diagnóstico precoce
Acesso aos tratamentos PNAISH PNAISH BRASIL, 2008
Proposta 2008, lançada 2009
EQUIDADE DE ACESSO E CUIDADO INTEGRAL ENTRE OS SEXOS BRASIL, 2012 Descrever e monitorar o perfil do câncer em uma população geograficamente definida
Sistema informatizado (SisBasepop): padronização no processamento dos dados coletados
Relatórios sobre câncer
ES: Vitória (SESA) Registro de Câncer de Base Populacional - RCBP Registro Hospitalar de Câncer Fontes de informação
Hospitais gerais ou oncológicos
Coletar dados dos casos de neoplasias malignas
Função clínica:
Monitorar e avaliar qualidade do serviço nesses hospitais
Dados estatísticos do Serviço RHC INCA, 2011
INCA, 2012 Epidemiologia do Câncer de Próstata SCHIMIDT, 2011 Mortalidade para os principais locais de câncer em homens, 1980–2006 INCA, 2011 Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para 2012 por sexo, exceto pele não melanoma* INCA, 2011 INCA, 2011 Epidemiologia do Câncer de Próstata FERLAY, 2010 Epidemiologia do Câncer de Próstata BLACK, 1998 YOUNG, 1991
Dados secundários:
RHC: resultados dos tratamentos, fatores de risco e prognóstico
RCBP: chance de estar vivo em intervalo de tempo
História natural da doença
Atividades de controle da doença: Estudos de coorte observacionais: INCA, 2011 ESPÍRITO SANTO INCA, 2009 Taxas brutas de incidência estimadas para 2012 por sexo, segundo Estado e capital*
(Espírito Santo) INCA, 2012 7a posição 16a. posição ES:
população de 3.514.952 Mortalidade APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Variáveis que representaram risco aumentado de estadiamento tardio ao diagnóstico podem ser modificadas a partir de políticas públicas específicas;
A partir de 2005 mais homens tem sido diagnosticados em estádios mais precoce; Conclusão
2009
orientar quanto a necessidade de cuidar de sua saúde e de sua família
garantir os meios para que possa fazê-la PNAISH MIKKOLA , 2009
PSA > 35 ng/dl:
risco elevado de metástases PSA GRÖNBERG, 2003:
idade média: 72 a 74 anos
85% acima dos 65 anos
NARDI, 2012:
Idade média: 68 +/- 8 anos
GONÇALVES, 2008:
45% entre 69 e 73 anos Idade Distribuição da amostra quanto as variáveis sociodemográficas e ao estadiamento precoce e tardio, dos homens com câncer de próstata atendidos no HSRC de janeiro de 2000 a dezembro de 2006 Estadiamento Clínico Inicial Perfil
Avaliar a associação de variáveis sociodemográficas e clínicas com o estadiamento clínico inicial dos homens com câncer de próstata atendidos em um hospital de referência estadual. OBJETIVO Associação de variáveis sociodemográficas e clínicas com o estadiamento inicial em homens com câncer de próstata Proposta de Artigo 1 Não contar com a totalidade dos casos incidentes no estado do Espírito Santo (viés de informação)
Hospital terciário de referência:
casos de diagnóstico mais tardio podem ser referenciados com maior frequência, ocorrendo um viés de amostragem. Limitações HOLMES, 2012
9,0% para negros e de 2,0% para brancos/milha de distância
1,63 (negros) e 1,34 (brancos) vezes maior o risco de metástases/milha de distancia. Detecção de tumores de alto risco: Diagnóstico e tratamento anteriores, escore de Gleason maior que 7 e PSA maior que 20.
Pode refletir dificuldade de acesso à atenção primária
Desconhecimento?
Preconceito?
Falta de disponibilidade de recursos médicos locais? Análise Multivariada NARDI,2012 SUS:
idosos e negros
valor de PSA mais elevado
maior probabilidade de doença metastática
menor probabilidade de tratamento cirúrgico
referenciados por diferentes localidades
atraso no tratamento
menor compreensão da gravidade da doença
Característica do HSRC Origem do Encaminhamento IBGE, 2010 GONÇALVES, 2008 89,01% primeiro grau completo ou incompleto e 5,5% de analfabetismo
CENSO 2000: 65,1% a população brasileira apresentava ensino fundamental incompleto ou analfabetismo e apenas 4,4% apresentavam nível superior
- Este estudo deve apenas refletir a escolaridade do sexagenário brasileiro Escolaridade Distribuição do EC Inicial dos homens com CaP registrados no HSRC entre 2000 e 2006 Estadiamento Tratamento
50,0% de hormonioterapia exclusiva
15,0% de radioterapia com hormonioterapia
11,0% de cirurgia
Metástases à distância:
Não: 76,0%
Sim: 24,0%
óssea: 18,0% dos homens. 2000 a 2006 Metodologia Conclusão
Maior número de homens tenham melhor acesso a rede de saúde, proporcionando diagnóstico precoce e tratamento oportuno. Política Nacional Atenção Integral à Saude do Homem maior divulgação da doença pela mídia
campanhas de detecção precoce
maior acesso ao sistema de saúde no estado Aumento incidência X
redução da relação EC Tardio/ Precoce (p = 0,035). Evolução temporal Frequências absoluta e percentual do total por EC precoce e tardio e frequência ajustada das variáveis sociodemográficas, clínicas e de acesso dos homens com CaP atendidos no HSRC de janeiro de 2000 a dezembro de 2006 Frequência absoluta e percentual do total e por estadiamento precoce e tardio das variáveis clínicas dos homens com CaP atendidos no HSRC de janeiro de 2000 a dezembro de 2006 Associação entre origem do Encaminhamento e Diagnóstico e tratamentos anteriores Distribuição da amostra quanto as variáveis sociodemográficas e ao estadiamento precoce e tardio, dos homens com câncer de próstata atendidos no HSRC de janeiro de 2000 a dezembro de 2006 ABDOLLAHE , 2011 KRAVDAL , 2002 NARDI, 2012 80% dos homens casados
não relacionando-se a apresentação inicial
Aumento do risco de morte:
45,0% para divorciados
24,0% para solteiros
sem aumento para viúvos
Divorciados, solteiros e viúvos :
1,1 x > CaP localmente avançado
1,3 x > mortalidade câncer específica Estado conjugal NARDI, 2012 80,7% de homens brancos
19,3% de homens não-brancos
Sem associação com metástases
influenciou o tipo de tratamento, com redução da chance de tratamento cirúrgico em negros Raça/Cor MIGOWSKI , 2010 D’AMICO, 2006 BRATT, 2002 INCA, 2011 HOWLADER, 2012 Idade > 65 anos-
Raça negra-
História familiar de Câncer de Próstata (CaP)-
Escore de Gleason + PSA + exame físico: estratificação da doença-
Estadio Clínico Inicial (EC): prognóstico
> 70% sobrevida em 10 anos nos EC I e II Fatores de risco: PARKER, 2006 NARDI, 2012 53,8% Gleason </= 6
32,1% Gleason 7
13,3% Gleason >/=8
Gleason >/= 7: maior probabilidade de doença metastática Escore de Gleason APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Apresentação e Discussão dos Resultados PSA elevado:
Aumenta mortalidade CaP e outras causas:
Dificuldade de acesso?
Falha na Declaração de Óbito?
Viúvo:
Mortalidade por outras causas:
ausência da figura do cuidador? Apresentação e Discussão dos Resultados SUS x Não-SUS:
Ausência de diferença estatisticamente significante
Características diversas
Sem diagnóstico e sem tratamento:
chance maior de mortalidade por outras causas
Fragilidade do sistema: dificuldade de rastreamento para próstata e demais doenças. Resultado da Análise de regressão logística multivariada para as variáveis estatisticamente significante (Odds ratio ajustado) em homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Desfecho dos homens com câncer de próstata atendidos no HSRC entre 01 janeiro de 2000 e 31 dezembro de 2006
Avaliar a associação de variáveis sociodemográficas e clínicas com a mortalidade geral e específica por câncer de próstata nos homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cássia Objetivo Avaliação da mortalidade em homens com câncer de próstata e sua associação com variáveis sociodemográficas e clínicas Proposta de Artigo 2 Tendência de mortalidade crescente no Brasil nos últimos anos;
Necessidade de implementação de políticas de saúde:
Cuidado integral:
CaP e outras doenças
Previsão de prognóstico a partir de variáveis clinicas e sociodemograáficas relativas a esta neoplasia. Conclusão Apresentação e Discussão dos Resultados BAADE, 2004 América do Norte e Oceania:
Estabilização na incidência e redução da mortalidade
detecção em estádios precoces (anos 90)
introdução do PSA,
prostatectomia radical, da evolução do tratamento radioterápico e da hormonioterapia Apresentação e Discussão dos Resultados AZEVEDO E SILVA, 2011 No Brasil, entre 1980 e 2006 a mortalidade por CaP:
aumento de 100% (interior)
Aumento de 40,8% (capitais)
melhor acesso ao diagnostico precoce e as melhores opções de tratamento Apresentação e Discussão dos Resultados SIMONE, 2008 Média de idade (CaP):
Sobreviventes: 63 anos
Óbito CaP: 67 anos
Óbito outras causas: 68 anos
Fumantes:
2,5x óbito outras causas
Segunda neoplasia:
2,0x obito por outras causas. LEEUWEN, 2012
SIMONE, 2008 INCA, 2011 75% dos casos ocorrendo nos países desenvolvidos
Acima de 65 anos:
Caráter insidioso
outras causas de óbito concorrem para o desfecho:
cardiovasculares
respiratórias
outras neoplasias primárias Apresentação e Discussão dos Resultados 2000 a 2006 Metodologia Apresentação e Discussão dos Resultados BERGLUND, 2011 Outros fatores de risco de morte por outras causas: Resultado da Análise de regressão logística multivariada para as variáveis estatisticamente significante (Odds ratio ajustado) em homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Freqüência absoluta e relativa das variáveis clínicas segundo total e desfecho em homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Freqüência absoluta e relativa das variáveis sociodemograficas segundo total e desfecho em homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Freqüência absoluta e relativa das variáveis sociodemograficas segundo total e desfecho em homens atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida multivariada (Hazard Ratio bruto e ajustado pelo modelo de regressão de Cox) para desfecho morte por câncer de próstata em dos homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida câncer específica e global por Valor do PSA Sobrevida câncer especifica e global por Escore de Gleason Sobrevida câncer específica e global por diagnóstico e tratamento anteriores Sobrevida câncer específica e global por faixa etária Apresentação e Discussão dos Resultados Hospital terciário:
referenciados com diagnóstico tendem a ter maior sobrevida do que aqueles encaminhados sem diagnóstico histológico, provavelmente pelo quadro clínico sugestivo de câncer de próstata já na fase sintomática da doença.
com diagnóstico e tratamento anteriores: Tratamento de segunda linha RESULTADOS
Determinar a sobrevida dos homens com câncer de próstata atendidos em um hospital de referencia estadual e a sua associação com algumas variáveis clínicas e sociodemográficas. Objetivo Análise de sobrevida dos homens com câncer de próstata e sua associação com variáveis clínicas e sociodemográficas. Proposta de Artigo 3 Variáveis clínicas associam-se ao tempo de sobrevida:
Escore de Gleason
PSA
Metástase
Passíveis de reconhecimento e diagonóstico precoce em consultas de rastreamento. CONCLUSÃO CAP:
Incidência e mortalidade ascendentes
Proporção estádios clínicos avançados é maior que a americana. CONCLUSÃO Apresentação e Discussão dos Resultados FONTES, 2011
GOMES , 2007
COUTO, 2010
CARRARA, 2009
SANTOS SILVA, 2012 Percepção de que as unidades básicas de saúde são ambientes femininos e voltados as populações frágeis (como mulheres, crianças, idosos, grupos de risco de determinadas doenças)
Horários dos atendimentos (provedor do lar) Apresentação e Discussão dos Resultados FONTES, 2011
GOMES , 2007
COUTO, 2010
CARRARA, 2009
SANTOS SILVA, 2012 Barreira ao rastreamento: questões culturais e de gênero representativas da masculinidade
sentimento de invulnerabilidade
visão de que o ato de cuidar e feminino
Autocuidado: representar fraqueza, medo e insegurança Apresentação e Discussão dos Resultados PNAISH:
Universal:
permitir que os homens brasileiros tenham um maior acesso a ações de prevenção e diagnóstico precoce Apresentação e Discussão dos Resultados KORETS, 2011 Um atraso pequeno no tempo entre o diagnóstico e o tratamento não influencia a sobrevida.

É provável que ainda no Brasil este intervalo de tempo seja alto o suficiente para que o perfil da doença se altere. Apresentação e Discussão dos Resultados Estadiamento clínico:
não mostrou significância estatística
ter apresentado redução na sua importância no modelo multivariado porque as outras variáveis em conjunto também representam doença em estádios mais avançados, como o PSA, o Escore de Gleason e a presença de metástase. Sobrevida câncer especifica e global por Estadiamento 2000 a 2006 METODOLOGIA Apresentação e Discussão dos Resultados BRAWLEY, 2012 BRAWLEY, 2012
AUA, 2012 EUA:
Rastreamento rotineiro desde o uso clínico do PSA
Sobrevida em 5 anos (EC I e II)

Sobrevida em 10 anos: 95%
Sobrevida em 15 anos: 82% Apresentação e Discussão dos Resultados FROEHNER, 2011
BERGLUND , 2011 FARIA, 2011 RASTREAMENTO:
No Brasil: Parâmetros clínicos e patológicos mais favoráveis
Homens com câncer de próstata morrem de outras doenças distintas desta patologia, pelo acúmulo de comorbidades comuns na faixa etária desses homens Apresentação e Discussão dos Resultados RASTREAMENTO FROEHNER , 2011 WILT, 2012 Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Apresentação e Discussão dos Resultados MIGOWSKI, 2010 Brasil: EC I E II: 88,0% em 5 anos SEER, 2012 SOBREVIDA 5 ANOS Apresentação e Discussão dos Resultados SEER, 2012 NARDI, 2012 SEER, 2012 Função de sobrevida acumulada: evento óbito por câncer de próstata e evento óbito por todas as causas em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Apresentação e Discussão dos Resultados PNAISH:
Universal:
permitir que os homens brasileiros tenham um maior acesso a ações de prevenção e diagnóstico precoce Apresentação e Discussão dos Resultados Estadiamento clínico:
não mostrou significância estatística
ter apresentado redução na sua importância no modelo multivariado porque as outras variáveis em conjunto também representam doença em estádios mais avançados, como o PSA, o Escore de Gleason e a presença de metástase. Sobrevida multivariada (Hazard Ratio bruto e ajustado pelo modelo de regressão de Cox) para desfecho morte por câncer de próstata em dos homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida câncer específica e global por Valor do PSA Sobrevida câncer especifica e global por Estadiamento Sobrevida câncer específica e global por diagnóstico e tratamento anteriores Sobrevida câncer específica e global por faixa etária Apresentação e Discussão dos Resultados Hospital terciário:
referenciados com diagnóstico tendem a ter maior sobrevida do que aqueles encaminhados sem diagnóstico histológico, provavelmente pelo quadro clínico sugestivo de câncer de próstata já na fase sintomática da doença.
com diagnóstico e tratamento anteriores: Tratamento de segunda linha RESULTADOS
Determinar a sobrevida dos homens com câncer de próstata atendidos em um hospital de referencia estadual e a sua associação com algumas variáveis clínicas e sociodemográficas. Objetivo Análise de sobrevida dos homens com câncer de próstata e sua associação com variáveis clínicas e sociodemográficas. Proposta de Artigo 3 Variáveis clínicas associam-se ao tempo de sobrevida:
Escore de Gleason
PSA
Metástase
Passíveis de reconhecimento e diagonóstico precoce em consultas de rastreamento. CONCLUSÃO CAP:
Incidência e mortalidade ascendentes
Proporção estádios clínicos avançados é maior que a americana. CONCLUSÃO Apresentação e Discussão dos Resultados FONTES, 2011
GOMES , 2007
COUTO, 2010
CARRARA, 2009
SANTOS SILVA, 2012 Percepção de que as unidades básicas de saúde são ambientes femininos e voltados as populações frágeis (como mulheres, crianças, idosos, grupos de risco de determinadas doenças)
Horários dos atendimentos (provedor do lar) Apresentação e Discussão dos Resultados KORETS, 2011 Um atraso pequeno no tempo entre o diagnóstico e o tratamento não influencia a sobrevida.

É provável que ainda no Brasil este intervalo de tempo seja alto o suficiente para que o perfil da doença se altere. Apresentação e Discussão dos Resultados FROEHNER, 2011
BERGLUND , 2011 FARIA, 2011 RASTREAMENTO:
No Brasil: Parâmetros clínicos e patológicos mais favoráveis
Homens com câncer de próstata morrem de outras doenças distintas desta patologia, pelo acúmulo de comorbidades comuns na faixa etária desses homens Sobrevida câncer especifica e global por Escore de Gleason Função de sobrevida acumulada: evento óbito por câncer de próstata e evento óbito por todas as causas em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Apresentação e Discussão dos Resultados FONTES, 2011
GOMES , 2007
COUTO, 2010
CARRARA, 2009
SANTOS SILVA, 2012 Barreira ao rastreamento: questões culturais e de gênero representativas da masculinidade
sentimento de invulnerabilidade
visão de que o ato de cuidar e feminino
Autocuidado: representar fraqueza, medo e insegurança Apresentação e Discussão dos Resultados BRAWLEY, 2012 BRAWLEY, 2012
AUA, 2012 EUA:
Rastreamento rotineiro desde o uso clínico do PSA
Sobrevida em 5 anos (EC I e II)

Sobrevida em 10 anos: 95%
Sobrevida em 15 anos: 82% Apresentação e Discussão dos Resultados RASTREAMENTO FROEHNER , 2011 WILT, 2012 Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Apresentação e Discussão dos Resultados MIGOWSKI, 2010 Brasil: EC I E II: 88,0% em 5 anos SEER, 2012 SOBREVIDA 5 ANOS Apresentação e Discussão dos Resultados SEER, 2012 NARDI, 2012 SEER, 2012 2000 a 2006 METODOLOGIA Sobrevida bivariada para o desfecho morte por câncer de próstata (Kaplan-Meier e teste log-rank) em homens com cancer de prostata atendidos no Hospital Santa Rita de Cassia, Vitoria-ES, no periodo de 01 de janeiro de 2000 a 31 de dezembro de 2006 Obrigado! “Querem que vos ensine o modo de chegar a ciência verdadeira? Aquilo que se sabe, saber que se sabe; aquilo que não se sabe, saber que não se sabe; na verdade é este o saber”.
Confúcio (551 a.C. – 479 a.C.) FERLAY, J.; at al. Estimates of worldwide burden of cancer in 2008: GLOBOCAN 2008. International Journal of Cancer, v. 127, 2893-2917, 2010.
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