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O texto jornalístico: elementos, estruturas e especificidades

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by

Raquel Satto

on 4 January 2013

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Transcript of O texto jornalístico: elementos, estruturas e especificidades

elementos, estruturas e especificidades O texto jornalístico: O básico da notícia Estruturação do texto Aspectos necessários ao texto O lide O lide Hierarquização das informações (escolher o que é mais importante e se aprofundar nisso)
Uma ideia/informação por parágrafo
Parágrafos curtos
Formato clássico: Pirâmide invertida (não é uma regra)
Outros formatos possíveis: apresentação de uma cena, "do personagem para o geral", diálogos
Descrição - Não use adjetivos, descreva ou compare
Apuração - Só publicar informações apuradas. Se não tiver a certeza, atribua a informação a quem a declarou Quem, o que, onde, quando, como, por que, para quê?
E daí? Utilização de verbos no pretérito perfeito se a notícia é de evento que já aconteceu, no futuro ou futuro próximo (presente pelo futuro) se anuncia evento previsto a acontecer, e muito raramente no presente durante narrativa simultânea do evento (modulado por verbo ou advérbio) Título
Explorando o mais importante do lide
Lide
A "história mínima"
Texto
Contexto, opiniões relevantes, próximos passos... Precisão nas informações Precisão na escolha dos verbos na construção de declarações Prefira verbos neutros, que não distorçam os fatos ou aparentem algum juízo de valor
Discurso direto ou indireto 09/11/2012 15h52 - Atualizado em 09/11/2012 18h02
Turistas se dizem vítimas de estupro e espancamento em hotel de Ipanema
Moradoras de Brasília, elas estão no Rio para ir ao show de Lady Gaga.
Homem teria rendido as duas jovens e entrado no quarto delas no hotel.
Livia Torres
Do G1 Rio

Duas estudantes de direito, que moram em Brasília e vieram ao Rio para assistir ao show da cantora Lady Gaga, disseram ter sido espancadas na madrugada desta sexta-feira (9) em um quarto do Hotel San Marcos, em Ipanema, Zona Sul do Rio, onde estão hospedadas. Um delas teria sido violentada, segundo o advogado Paulo Ramalho, que representa as vítimas. O homem teria fugido com malas e pertences das jovens.
De acordo com o advogado, as duas meninas, uma de 18 e outra de 19 anos, saíram para uma boate, retornaram por volta de 4h e viram um homem que consideraram suspeitos nas imediações do hotel. Segundo Ramalho, quando elas subiram, deram de cara com o mesmo homem na porta do quarto. "Elas correram para dentro do hotel, se dirigiram até a recepção, pegaram as chaves e subiram normalmente. Quando chegaram na porta do quarto, aquele sujeito suspeito estava na porta com uma arma, as obrigou a entrar no quarto, agrediu as duas. Violentou uma delas, não violentou a segunda porque ela estava menstruada. Ele espancou as duas e saiu tranquilamente do hotel", disse o advogado.
Ainda segundo o advogado, o homem trancou a porta e conseguiu sair do local arrastando malas e pertences. "Ele roubou diversos pertences e saiu tranquilamente do hotel. O hotel tem sistema de câmeras, mas a gerente informou que nada foi gravado. Estamos aguardando as imagens dos vizinhos, comércio, rede bancaria, farmácia e vamos identificar essa pessoa." Uma gerente do hotel foi à delegacia para prestar depoimento, mas até as 16h não havia conversado com a equipe de reportagem do G1.
Ramalho disse que as estudantes gritaram por socorro, mas ninguém ouviu já que estavam hospedadas no último andar. Elas prestaram depoimento na 14ª DP (Leblon) e fizeram exame de corpo de delito. O Hotel San Marcos não tinha se pronunciado sobre o assunto até as 16h50. A polícia apreendeu um computador do hotel para analisar possíveis imagens do circuito interno. http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/11/jovens-dizem-ter-sido-espancadas-e-estupradas-em-hotel-de-ipanema.html Comece pelo o que é mais importante. Normalmente é o sintagma nominal (sujeito) ou algum sintagma circunstancial (particularidades e circunstâncias)
Não: comece com uma pergunta, imagine algo, use personagens indefinidos, corrobore informação sem comprovação, seja impreciso, se utilize de estereótipos
Riscos ao sair do óbvio: ritmo de leitura cansativo, demora a apresentar a notícia
Redação em Jornalismo I
Prof. Ricardo Augusto
Raquel Satto De punho em riste: quem é a garota que desafiou a ocupação israelense?
Ahed Tamimi, de apenas 13 anos, enfrenta os soldados israelenses e diz que a dor já faz parte de sua vida


No meio de uma estrada deserta, cercada de paisagem árida, uma pequena menina com a insígnia da paz estampada no peito enfrenta dezenas de soldados, protegidos com capacetes e metralhadoras. O contraste da imagem choca, mas nem as armas em punho foram capazes de amedrontar a garotinha, que continuou a gritar e empurrar os oficiais em busca de respostas .

Os risos jocosos dos militares, que se entreolhavam em desprezo, apenas alimentaram o desespero e raiva da jovem. No fim, a única resposta recebida foi o disparo de balas de borracha. As imagens da bravura da menina, na reedição de uma espécia de batalha entre Davi e Golias, correram o mundo. Ahed Tamimi, de apenas 13 anos, queria apenas saber para onde o irmão, Waed, de 15 anos, havia sido levado durante os protestos do dia 2 de novembro em Nabi Saleh, pequeno vilarejo na Cisjordânia onde vivem.

Sentada na cama do hospital, em Ramallah, com a mão enrolada em curativos, a palestina não reclama do ferimento e conta que a dor já se tornou parte de sua vida. Filha do líder comunitário Bassem Tamimi, considerado pela União Europeia um “defensor dos direitos humanos” e pela Anistia Internacional “um prisioneiro de consciência”, Ahed já teve de lidar com o encarceramento dos pais, a morte de dois tios e a violência cotidiana de soldados israelenses contra a família e amigos.



“Eu lembro que o pior período da nossa vida foi quando prenderam o meu pai pela primeira vez. As autoridades israelenses não nos deram autorização para visitá-lo”, contou ela a Opera Mundi. Detido por oficiais israelenses por seu papel de liderança nos protestos pacíficos, Bassem teve de enfrentar a corte militar de Israel por 13 vezes e chegou a passar mais de três anos no cárcere, sem nenhum julgamento.

Há mais de três anos, os residentes de Nabi Saleh se concentram toda sexta-feira às 13h30 no centro da vila e tentam caminhar com bandeiras da Palestina até a Alqaws, fonte de água da cidade confiscada pelos oficiais israelenses em 2009 e atualmente de uso exclusivo dos colonos. O recurso era necessário para as plantações na aldeia e também funcionava como local de lazer, mas Israel restringiu a visita e proibiu a construção de qualquer tipo de infraestrutura no local pelos palestinos.

“Toda sexta-feira, choques começam quando tentamos começar nosso protesto pacífico contra o assentamento que nos cerca”, contou a garota. Idosos, como sua avó, de 90 anos, crianças, mulheres e homens, são atingidos indiscriminadamente por munições e projéteis. Com balas de borracha, bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e o líquido “skunk”, os soldados impedem que a passeata chegue ao local de destino mas, pela primeira vez, em junho deste ano, o grupo conseguiu entrar na fonte.

Depois dos primeiros protestos, as Forças de Defesa de Israel começaram a fechar todas as entradas e saídas da vila, impedindo a chegada de ativistas internacionais e de outras cidades palestinas e restringindo a manifestação às ruas da vila.

“O uso de todos os meios para finalizar o protesto pelas forças de segurança é excessivo e ocorre mesmo quando os manifestantes não são violentos e não representam ameaça. As forças disparam enormes quantidades de gás lacrimogêneo dentro da área urbana da vila, que é o lar de centenas de pessoas”, disse em relatório a organização israelense B’TSelem. “Em um protesto, pelo menos 150 latas de gás lacrimogêneo foram disparadas”, completou. http://operamundi.uol.com.br/conteudo/perfis/25876/de+punho+em+riste+quem+e+a+garota+que+desafiou+a+ocupacao+israelense.shtml Estrutura do texto partindo de um personagem para o geral Adjetivação e imprecisão Escolha de verbos Estrutura de texto que apresenta uma cena "Em geral, em jornalismo, devemos sempre procurar o que é mais específico, particular em cada caso." Pinto, Ana Estela de Sousa
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