Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Revolução dos Cravos

No description
by

Sandra Figueiredo

on 30 March 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Revolução dos Cravos

Sandra Figueiredo Revolução dos Cravos Antecedentes O surgimento do MFA As operações miltares Conjuntura
interna Conjuntura
internacional Situação
económico-social Oposição ao
regime Situação
militar Estado Novo Regime fortemente centralizado e ditatorial

Policía política (PVDE;PIDE;DGS)

Censura

Falta de liberdades essenciais Críticas internacionais Portugal não acompanha a segunda vaga de descolonização ONU Carta das Nações Unidas – reconhece o direito à autodeterminação dos povos Portugal mantém o seu império criando conflitos com a comunidade internacional Guerra Colonial Sentimentos dos Portugueses Famílias descontentes



Dinheiro e ouro do Estado gasto Más condições de vida e perdas humanas 60 % do orçamento nacional 8 mil mortos e 15 mil feridos portugueses Economia Sociedade Tardio desenvolvimento económico 1945 - Portugal registava um atraso significativo em relação aos países da Europa Ocidental No ciclo do Marcelismo, a economia de Portugal encontra-se em franca expansão investimentos estrangeiros
a produtividade dos grupos económicos
as receitas dos emigrantes
a estabilidade monetária
reservas de ouro acumuladas
baixa dívida externa Razões conjunturais Elevada taxa de mortalidade infantil
Elevada taxa de analfabetismo

Imigração muito intensa entre 1960 e 1973 Grande surto de emigração sobretudo para a Alemanha, França, e EUA na busca de melhores condições de vida e salários mais altos Oposição ao regime As eleições fraudulentas A crise académica A vigilia na Capela do Rato Levantamento das Caldas Tentativa de golpe de Estado frustrada que teve lugar em 16 de Março de 1974, e foi, por alguns, considerada uma precipitação que poderia ter posto em risco toda a ação futura, mas que acabou por ser um balão de ensaio para o 25 de Abril. Infantaria 5 das Caldas da Rainha cerca de 200 militares presos oficiais do Exército dos postos intermédios, na sua maioria capitães e majores Descontentes: Guerra colonial
Fascismo Prepararam reuniões clandestinas Coordenar as ações em perspetiva 24 de Abril 00:20 00:30 03:00 04:00 04:15 04:20 04:26 03:30 04:45 05:15 06:45 07:30 12:30 16:30 17:45 18:45 19:30 20:00 22:00 Otelo Saraiva de Carvalho e outros cinco oficiais ligados ao MFA encontram-se no Regimento de Engenharia 1 na Pontinha 22:55 É transmitida a canção ”E depois do Adeus”, de Paulo de Carvalho, a primeira senha. 25 de Abril Leitura gravada da primeira estrofe da canção "Grândola, Vila Morena" de José Afonso, no programa Limite transmitido através da Rádio Renascença. Os militares do MFA ocupam a Escola Prática de Administração Militar. 01:00 É tomada a Escola Prática de Cavalaria de Santarém, ao mesmo tempo que se inicia a movimentação de tropas em Estremoz, Figueira da Foz, Lamego, Lisboa, Mafra, Tomar, Vendas Novas, Viseu, e outros pontos do país. Inicia-se a ocupação dos pontos da capital considerados vitais para o sucesso da operação:
Aeroporto de Lisboa
Rádio Clube Português
Emissora Nacional
RTP
Rádio Marconi Os militares do MFA iniciam o cerco ao Quartel-General da Região Militar de Lisboa, em São Sebastião da Pedreira. Devido à falta de notícias sobre o controlo do Aeroporto de Lisboa, é adiada a transmissão do primeiro comunicado do Movimento, prevista para esta hora no RCP (Rádio Clube Português). O regime reagiu, com o ministro da Defesa, Silva Cunha, a ordenar a forças sedeadas em Braga para avançarem sobre o Porto, com o objectivo de recuperar o Quartel-General, mas estas forças tinham aderido ao MFA e ignoraram as ordens. As forças da Escola Prática de Infantaria de Mafra controlam o aeroporto de Lisboa que é encerrado. O tráfego aéreo é reencaminhado para Madrid e Las Palmas. O Aeroporto Militar de Figo Maduro, adjacente ao Aeroporto de Lisboa, foi ocupado e obrigou o encerramento de todos os sobrevoos e ou operações aéreas civis em Portugal. Leitura do primeiro comunicado do MFA, pela voz do jornalista Joaquim Furtado, aos microfones da Rádio Clube Português. Após a leitura do comunicado, foi tocada A Portuguesa, prosseguindo a emissão com a passagem de marchas militares, entre as quais a marcha "A Life on the Ocean Waves" de Henry Russell (1812-1900), que haveria de ser adoptada como hino do MFA. Leitura do segundo comunicado do MFA, na antena do RCP: «A todos os elementos das forças militarizadas e policiais o comando do Movimento das Forças Armadas aconselha a máxima prudência, a fim de serem evitados quaisquer recontros perigosos. Não há intenção deliberada de fazer correr sangue desnecessário, mas tal acontecerá caso alguma provocação se venha a verificar.
Apelamos, portanto, para que regressem imediatamente aos seus quartéis, aguardando as ordens que lhes serão dadas pelo M. F. A.
Serão severamente responsabilizados todos os comandos que tentarem por qualquer forma conduzir os seus subordinados à luta com as Forças Armadas.» « (…) A todos os elementos das forças militarizadas, nomeadamente às forças da G.N.R. e P.S.P. e ainda às Forças da Direcção-Geral de Segurança e Legião Portuguesa, que abusivamente foram recrutadas, lembra-se o seu dever cívico de contribuírem para a manutenção da ordem pública, o que, na presente situação, só poderá ser alcançado se não for oposta qualquer reação às Forças Armadas. Tal reação nada teria de vantajoso, pois conduziria a um indesejável derramamento de sangue, que em nada contribuiria para a união de todos os portugueses. Embora estando crentes no bom senso e no civismo de todos os portugueses, no sentido de evitarem todo e qualquer recontro armado, apelamos para que os médicos e o pessoal de enfermagem se apresentem em todos os hospitais para uma colaboração que fazemos votos seja desnecessária.» É lido o terceito comunicado do MFA: É lido o quarto comunicado do MFA: «Aqui Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas.
Atenção elementos das forças militarizadas e policiais. Uma vez que as Forças Armadas decidiram tomar a seu cargo a presente situação, será considerado delito grave qualquer oposição das forças militarizadas e policiais às unidades militares que cercam a cidade de Lisboa. A não obediência a este aviso poderá provocar um inútil derramamento de sangue, cuja responsabilidade lhes será inteiramente atribuída. Deverão, por conseguinte, conservar-se dentro dos seus quartéis até receberem ordens do Movimento das Forças Armadas. Os comandos das forças militarizadas e policiais serão severamente responsabilizados, caso incitem os seus subordinados à luta armada.» «Aqui posto de comando das Forças Armadas.Conforme tem sido transmitido, as Forças Armadas desencadearam, na madrugada de hoje, uma série de ações com vista à libertação do País do regime que há longo tempo o domina.Nos seus comunicados as F. A. têm apelado para a não intervenção das forças policiais, com o objetivo de se evitar derramamento de sangue. Embora este desejo se mantenha firme, não se hesitará em responder, decidida e implacavelmente, a qualquer oposição que se venha a manifestar.Consciente de que interpreta verdadeiros sentimentos da Nação, o M. F. A. prosseguirá na sua ação libertadora, e pede à população que se mantenha calma e que recolha às suas residências.Viva Portugal.» Quinto comunicado do MFA É cercado, pelas forças de Salgueiro Maia, o Quartel da GNR do Largo do Carmo, onde se encontra o presidente do Conselho, Marcelo Caetano. 16h00 Forças do CIOE (Centro de Instrução de Operações Especiais) controlam as instalações da RTP do Monte da Virgem e do RCP, no Porto. Após negociações, Marcelo Caetano decide render-se, mas apenas a um oficial de alta patente. Chega ao quartel do Carmo o General António de Spínola, para receber a rendição de Marcelo Caetano. Redigido o Decreto-Lei 171/74, que "entra imediatamente em vigor", visando a extinção da Direcção-Geral de Segurança, da Legião Portuguesa, da Mocidade Portuguesa e da Mocidade Portuguesa Feminina. Marcelo Caetano e os ministros que com ele estavam no quartel são transportados, numa Chaimite, para o posto de comando do MFA, na Pontinha. Disparos de elementos da PIDE/DGS sobre manifestantes que começavam a afluir à sede daquela polícia na Rua António Maria Cardoso, fazem quatro mortos e 45 feridos. A queda do Regime Novo comunicado do MFA Proclamação do Movimento das Forças Armadas e apresentação do novo governo Cartazes acerca do 25 de Abril
Full transcript