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Defesa Doutorado

Léa Dobbert
by

Léa Dobbert

on 13 February 2015

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Transcript of Defesa Doutorado

no meio do caminho tinha uma árvore...
tinha uma árvore no meio do caminho...

transforma o ambiente natural, altera a natureza de seus ecossistemas
(ODUM, 1977)

Arborização na cidade de Campinas - percepção e conforto


Objetivo principal

Avaliar o grau de interferência proporcionado pela
arborização urbana
no
conforto térmico
-
percepção
do usuário da cidade de Campinas
Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"

Léa Yamaguchi Dobbert
orientador: Prof. Dr. Demóstenes Ferreira da Silva Filho

Shashua-Bar e Hoffman (2000, 2002); Dacanal et al. (2010); Abreu e Labaki (2010) - árvores-arrefecimento do espaço urbano
Cambuí
Centro
Com. V. Brandina
Paineiras
IMAGENS - FATOR DE VISÃO DO CÉU
Cambuí
Paineiras
Centro
Com. Vila Brandina
área de estudos

latitude 22°53'20"S longitude 47°04'40"W
altitude 689m
quatro áreas com características distintas em relação à tipologia das edificações, à cobertura arbórea, à morfologia ubana

1-Centro
2-Cambuí
3-Com. Vila Brandina
4-Jardim das Paineiras
Índice de distribuição espacial (I)

I
= Indice de correção
var
= variância calculada entre os quadrantes
var max
= variância max. possível calculada entre os quadrantes

LOCAL

IFU I IFUE

Jardim das Paineiras 1.40 0.87 1.21
Cambuí 0.80 0.84 0.67
Centro 0.70 0.81 0.57
Com. Vila Brandina 0.53 0.96 0.51

imagens termográficas fev 2013
correlação de Pearson r=0,99
aspectos
negativos
sobre as árvores na cidade
aspectos
positivos
sobre as árvores na cidade


opinião sobre : ter árvores na calçada...
local de moradia

- é possível
quantificar
e
qualificar
interferências da
arborização
no
microclima urbano
?

- índices
PMV
e
PET
apresentam discordâncias em relação ao
conforto térmico relatado
por entrevistados ?

-quais
interferências no microclima
- aumento da
arborização
urbana e
em que proporção
isto ocorre?

-qual a
percepção
dos usuários da cidade de Campinas em relação à
arborização urbana
?
Com. Vila Brandina-Ago/2012
Cambuí-Ago/2012
Com. Vila Brandina-Fev/2013
Cambuí-Fev/2013
Jardim das Paineiras-Ago/2012
Jardim das Paineiras-Fev/2013
Centro-Ago/2012
Centro-Fev/2013
cidade - um evento drástico no meio ambiente (Gordon Cullen, 1983)
A intensidade das ilhas de calor - fenômeno associado ao clima, à topografia e à geometria urbana (SANTAMOURIS et al., 2001)

PAI=___ELA___ e PAC= ___ELA____
(ELA + ELI) (ELA + EC)

onde:
PAI= Proporção entre Espaço Livre Arborizado e Espaço Livre Impermeável
ELA= Espaço Livre Arborizado (copa de árvores e arbustos)
ELI= Espaço Livre Impermeável (asfalto e pisos)
e
PAC= Proporção de Espaço Livre Arborizado por Espaço Construído
ELA= Espaço Livre Arborizado (copa de árvores e arbustos)
EC=Espaço Construído (todas as categorias de telhados)

IFU= PAI + PAC
Silva Filho et al. (2005)
1-A INTERFERÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA NO MICROCLIMA DE CAMPINAS

Objetivo:

IFU




PMV e PET


conforto térmico
índices de conforto térmico
PMV e PET
mais próximos da faixa de neutralidade térmica- > IFUe
f
orte correlação

entre
PET
e
PMV
- necessidade de reavaliação



Índice de Floresta Urbana Espacial (
IFUE
) demonstrou
avaliar
de forma mais eficaz a condição de arborização das áreas em estudo
2-INFLUÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA NO MICROCLIMA ESTIMADA POR MEIO DE SIMULAÇÕES COMPUTACIONAIS
Conclusões
redução da temperatura do ar em até 1,4 K e aumento de umidade relativa em até 8,7%
queda de 1K a cada 10% de acréscimo de árvores de copa densa
importância da adoção de
cenários adequadamente projetados
- alterar de
forma positiva o microclima urbano-
maior
conforto térmico
Conclusões
acumulação crescente dos homens em espaços limitados - transformações subordinadas a interesses econômicos - prejudicou a qualidade
de vida nas cidades
PMV- Fanger, 1970
variáveis ambientais
(temperatura do ar, velocidade do vento, umidade relativa)
variáveis pessoais
(clo e met)
PET- Höppe, 1999
variáveis ambientais
(temperatura do ar, velocidade do vento, umidade relativa,
temperatura radiante média
)
v
ariáveis pessoais
(clo e met)
3-ÍNDICES DE CONFORTO (PMV E PET) E A SENSAÇÃO TÉRMICA DO PEDESTRE
discordância
entre os índices de
conforto

calculados
e a
sensação de conforto relatada
pelos entrevistados - subjetividade percepção térmica
grande
diversidade

regional, cultural, morfológica e climática - considerar as
idiossincrasias
de cada população - análise do conforto térmico
o modelo RayMan considera
valores pré fixados

para
clo e met
, desconsiderando as particularidades de cada indivíduo - interferência nos resultados obtidos
4-AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA ARBORIZAÇÃO VIÁRIA POR USUÁRIOS DA CIDADE DE CAMPINAS/SP- UM ESTUDO DE PERCEPÇÃO
visão positiva
em relação à
arborização urbana
e percebe as alterações na paisagem
fatores

positivos: funções ambientais
das árvores na cidade, reconhecendo sua interferência no
conforto térmico
,
bem-estar
físico e mental
fatores
negativos
: queda de árvores, galhos e sujeira nas calçadas
diferentes visões e percepções
fator "
segurança
" foi recorrente em todas as áreas de estudo, sendo mais relacionado à queda de galhos e árvores e em menor parte devido ao risco de ocultar bandidos
Vila Brandina

- serviços de infraestrutura
Paineiras
- gestão - arborização
Centro
- segurança
Cambuí

- gestão- arborização
conclusões
Obrigada
A forma como cada pessoa se relaciona com o meio em que vive interfere de forma direta na sensação de
BEM-ESTAR
Kaplan e Kaplan (1989), Ulrich (1986), Kuo (2003) White e outros (2013)-
reduzir o cansaço
e restabelecer capacidades cognitivas -
recuperação da fadiga mental-
melhora convívio social
Percepção do usuário


877
Perfil dos entrevistados
Gênero:
44%- gênero feminino
56%- gênero masculino

Faixa etária:
Com.Vila Brandina
- 24-34 anos
Paineiras
- 35-64 anos
Cambuí-
18-34 anos
Centro-
25-44 anos
Grau de escolaridade:
Com. Vila Brandina
ensino fundamental completo
ensino médio incompleto

Paineiras
ensino sup. completo
pós-graduação

Cambuí
ensino médio incompleto ensino sup. incompleto

Centro
ensino médio comp.



CENTRO
CAMBUÍ
JD. PAINEIRAS
COM. VILA BRANDINA
Referências
Objetivo
: avaliar a
percepção
dos usuários da cidade de Campinas em relação ao papel da
arborização
local

QUESTIONÁRIOS (400) -
percepções
-arborização
Conforto térmico
Questionários
sensação térmica
ODUM, E.P. Ecologia. 3. ed. São Paulo: Ed. Pioneira, 1977. 201 p.
O
conforto térmico
no meio urbano tem sido tema de diversos estudos realizados por Oke (1978), Lombardo (1995), Givoni (1998), Höppe (2002), Nikolopoulou e Likoudis (2006), Alcoforado ( 2009)
Kántor et al. (2008) -
sombra das árvores
-
radiação solar
- sensação térmica humana


Cambuí
Jardim das Paineiras
Centro
Distribuição da vegetação ???
ANOVA- Tukey (diferenças)
ca=3%
resultados-queda de 1K - 10% árvores
t ar = 309 K
Inverno-Ago/2012
Verão-Fev/2013
abrigo bandidos
queda de árvores
atrapalha a iluminação

rede elétrica/hidráulica
danos calçada prejudica a circulação


sujeiras de aves, folhas, flores e galhos


correlação linear de spearman
AVALIAÇÃO

CONFORTO
Índices
Modelos computacionais
Técnicas de geoprocessamento
Questionários
percepção
ARBORIZAÇÃO
URBANA
4 áreas de estudo
1-A INTERFERÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA NO MICROCLIMA DE CAMPINAS




2-INFLUÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO URBANA NO MICROCLIMA ESTIMADA POR MEIO DE SIMULAÇÕES COMPUTACIONAIS




3-ÍNDICES DE CONFORTO (PMV E PET) E A SENSAÇÃO TÉRMICA DO PEDESTRE




4-AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA ARBORIZAÇÃO VIÁRIA POR USUÁRIOS DA CIDADE DE CAMPINAS/SP- UM ESTUDO DE PERCEPÇÃO

capítulos
Morteza et al. (2012)-
sensação de opressão
-concentração de grandes edifícios -
sem vegetação

a paisagem é percebida de diferentes formas pelos observadores





leitura diversificada


subsídio para planejadores intervirem em ambientes urbanos
(LYNCH, 2011)
Modelo
RayMan
- avalia o bioclima urbano por meio de índices térmicos:
PMV
e
PET

-criação de diferentes cenários no tecido urbano por meio de interações entre
superfície

-
vegetação
-
atmosfera

-analisar a relação entre o
desenho urbano
e o
microclima
em uma microescala
-inserir vegetação e outros elementos construtivos alterando a morfologia da área a ser estudada- avaliar os
efeitos

das
interferências
do desenho urbano no
microclima

O programa MultiSpec -Análise de Dados de Imagens Multiespectrais- opera a partir da seleção de campos de treinamento e de testes para classes específicas de áreas conhecidas
tipos de classe de acordo com as áreas de interesse
Valores limites de
índices de conforto térmico

(PET e PMV) para diferentes graus de
sensação térmica
Estação meteorológica portátil

PMV e PET - quantidade de cobertura arbórea (%) e Índice de Floresta Urbana Espacial (IFUE) das áreas da cidade de Campinas, São Paulo, Brasil, 2012/2013
Distribuição quanto aos Índices PMV e PET nos períodos de verão e inverno nas regiões da cidade de Campinas
Área de configuração do modelo ENVI-met v.3.1
ca=3%
ca=10%
ca=20%
ca=20%
t ar = 308,5 K
t ar = 307,7 K
-1,3K
t ar = 308,2 K
-0,8K
t ar = 307,6 K
-1,4K
UR = 74,3%
+3%
UR = 71,3%

UR = 79,1%
+7%
UR = 76,3%
+5%
UR = 80%
+8,7%
Correlação entre Tar e Cobertura arbórea
Valores limites de índices térmicos (PET e PMV) - graus de sensação térmica
Gênero dos entrevistados
relação entre conforto calculado e conforto relatado

relação entre conforto calculado e conforto relatado

Imagens da área e alterações
o que mais atrai no local?
Se pudesse mudar algo ...
sensação ao caminhar por rua arborizada
NOVO MÉTODO
viabilizar estudos com propostas de
intervenções

no tecido urbano a partir de
metas específicas

de conforto térmico.

ALCOFORADO, M.J.; ANDRADE, H.; LOPES, A.; VASCONCELOS, J. Application of climatic guidelines to urban planning: the example of Lisbon (Portugal), Landscape and Urban Planning, Amsterdam, v. 90, p. 56-65, 2009.
OKE, T. R. Boundary layer climates. London: Methuen, 1978. 372 p.
HÖPPE, P. Different aspects of assessing indoor and outdoor thermal comfort. Energy and Buildings, Lausanne, v. 34, p. 661-665, 2002.
GIVONI, B. Climate considerations in building and urban design. New York: John Wiley, 1998. 464 p.
NIKOPOULOU, M.; LYKOUDIS, S. Thermal comfort in outdoor urban spaces: Analysis across different European countries. Building and Environment, Oxford, v. 41, p. 1455-1470, 2006.
LABAKI, L.C.; FONTES, M.S.G.C.; BARTOLOMEI, C.L.B.; DACANAL, C. Conforto térmico em espaços públicos de passagem: estudos em ruas de pedestres no estado de São Paulo. Revista Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 12, n. 1, p. 167-183, 2012.
LYNCH, K. A imagem da cidade. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1997. 227 p.
KAPLAN, R.; KAPLAN, S. The experience of nature: a psychological perspective. Cambridge: Cambridge Press, 1989. 360 p.
ULRICH, R.S.Human responses to vegetation and landscapes. Landscape and Urban Planning, Amsterdam, v. 13, p. 29-44, 1986.
WHITE, M.P.; PAHL, S.; ASHBULLBY, K.; HERBERT, S.; DEPLEDGE, M.H. Feelings of restoration from recent nature visits, Journal of Environmental Psychology, Ann Arbor, v. 35, p. 40-51, 2013.
KUO, F.E. The role of arboriculture in a healthy social ecology, Journal of Arboriculture, Savoy, v. 29, p. 148-155, 2003.
MORTEZA, A.; LUSK, A.; KOGAB, T.; HIRATEB, K. Measuring oppressiveness of streetscapes, Landscape and Urban Planning, Amsterdam, v. 107, p. 1–11, 2012.


SANTAMOURIS, M.; PAPANIKOLAOU, N.; LIVADA, I.; KORONAKIS, I.; GEORGAKIS, C.; ARGIRIOU, A.;ASSIMAKOPOULOS, D.N. On the impact of urban climate on the energy consumption of 569 buildings. Solar Energy, New York, v. 70, p. 201-216,2001.
SILVA, F.D.; PIVETTA, K.F.L.; COUTO, H.T.Z.; POLIZEL, J.L. Indicadores de floresta urbana a partir de imagens aéreas multiespectrais de alta resolução, Scientia Forestalis, Piracicaba, v. 67, p. 88-100, abr. 2005.
CULLEN, G. Paisagem urbana. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 1983. 308 p.
INTRODUÇÃO
Objetivo
: PMV e PET X Sensação de conforto
CONCLUSÕES
CONCLUSÕES
Objetivo
:
avaliar as
mudanças microclimáticas
- simulação - alteração da vegetação e do solo
Bem estar
Indices de conforto
Questionários
conservação das condições ecológicas nos grandes centros urbanos (FRANCO, 2001)
Shinzato (2009); Onishia et al. (2010), Perini e Magliocco (2014) destacam o importante papel da
arborização urbana
na
redução
dos efeitos das
ilhas de calor
Com. Vila Brandina
Jardim das Paineiras
Centro
Cambuí
Com. Vila Brandina
verão
inverno
CENÁRIOS
TEMPERATURA
UMIDADE RELATIVA
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
T ar
CAMBUÍ
CENTRO
JARDIM DAS PAINEIRAS
COM. VILA BRANDINA
Valor máximo IFU=2
valores de PAI e PAC variam de 0 a 1
LOMBARDO, M.A. Ilhas de calor nas metrópoles: o exemplo de São Paulo. São Paulo: Hucitec, 1985. 244 p.
ABREU, L.V.; LABAKI, L.C. Conforto térmico propiciado por algumas espécies arbóreas: avaliação do raio de influência através de diferentes índices de conforto, Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 10, n. 4, p. 103-117, 2010.
DACANAL, C.; LABAKI, L.C.; SILVA, T.M.L. Vamos passear na floresta? O conforto térmico em fragmentos florestais urbanos. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 10, n. 2, p. 115-132, abr./jun. 2010.
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