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Instrumento Musical "Bateria"

Pesquisa Simples
by

Aderson Soares

on 26 March 2012

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Transcript of Instrumento Musical "Bateria"

Definição:
Constituição da Bateria
História e contexto
Batera
(cc) photo by Metro Centric on Flickr
(cc) photo by jimmyharris on Flickr
(cc) photo by Metro Centric on Flickr
Curiosidades
Melhores de todos os tempos
É um conjunto de tambores (de diversos tamanhos e timbres) e de pratos colocados de forma conveniente. com a intenção de serem percutidos por um único músico, denominado baterista, geralmente, com o auxílio de um par de baquetas, vassourinhas ou bilros, embora no caso de alguns executantes, possam também ser usadas as próprias mãos.
O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock e pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde os década de 20 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções. Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou penduravam nos ombros com uso de correias.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910. William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria – ou trap set, como foi chamada inicialmente.
Seu peso varia de 40 a 70 kg. Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muito indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas:

•Um surdo (designado também por tímbalo de chão).

Pratos:

•Um chimbal (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
•Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
•Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execução rítmica, contribuir melodicamente para a música.
A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.
Blues
O blues tem sua origem na África, onde a tradição é passada de pai para filho. Nos Estados Unidos da América o Blues sempre esteve profundamente ligado à cultura afro-americana, especialmente aquela oriunda do sul dos Estados Unidos (Alabama, Mississipi, Louisiana e Geórgia), dos escravos das plantações de algodão que usavam o canto, nas chamadas "worksongs", para embalar suas intermináveis e sofridas jornadas de trabalho, as quais são uma das origens dos "blues". São evidentes tanto em seu ritmo, sensual e vigoroso, quanto na simplicidade de suas poesias que basicamente tratavam de aspectos populares típicos como religião, amor, sexo, traição e trabalho. Com os escravos levados para a América do Norte no início do século XIX, a música africana se moldou no ambiente frio e doloroso da vida nas plantações de algodão. Porém o conceito de "blues" só se tornou conhecido após o término da Guerra Civil quando sua essência passou a ser como um meio de descrever o estado de espírito da população afro-americana. Era um modo mais pessoal e melancólico de expressar seus sofrimentos, angústias e tristezas. A cena, que acabou por tornar-se típica nas plantações do delta do Mississippi, era a legião de negros, trabalhando de forma desgastante, sobre o embalo dos cantos, os "blues".
Rock
Rock é um termo abrangente que define o gênero musical popular que se desenvolveu durante e após a década de 1950. Suas raízes se encontram no rock and roll e no rockabilly que emergiu e se definiu nos Estados Unidos da América no final dos anos quarenta e início dos cinquenta, que evoluiu do blues, da música country e do rhythm and blues, entre outras influências musicais que ainda incluem o folk, o jazz e a música clássica. Todas estas influências combinadas em uma simples estrutura musical baseada no blues que era "rápida, dançável e pegajosa".[1]
No final das década de 1960 e início dos anos setenta, o rock desenvolveu diferentes subgêneros. Quando foi misturado com a folk music ou com o blues ou com o jazz, nasceram o folk rock, o blues-rock e o jazz-rock respectivamente. Na década de 1970, o rock incorporou influências de gêneros como a soul music, o funk e de diversos ritmos de países latino-americanos. Ainda naquela década, o rock gerou uma série de outros subgêneros, tais como o soft rock, o glam rock, o heavy metal, o hard rock, o rock progressivo e o punk rock. Já nos anos oitenta, os subgêneros que surgiram foram a New Wave, o punk hardcore e rock alternativo. E na década de 1990, os sub-gêneros criados foram o grunge, o britpop, o indie rock e o nu metal.
O som do rock muitas vezes gira em torno da guitarra elétrica ou do violão e utiliza um forte backbeat (contratempo) estabelecido pelo ritmo do baixo elétrico, da bateria, do teclado, e outros instrumentos como órgão, piano, ou, desde a década de 1970, sintetizadores digitais. Junto com a guitarra ou teclado, o saxofone e a gaita, são por vezes utilizados como instrumentos solo. Em sua "forma pura", o rock "tem três acordes, um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante".[1]
A maioria dos grupos de rock são constituídos por um vocalista, um guitarrista, um baixista e um baterista, formando um quarteto. Alguns grupos omitem uma ou mais destas funções e/ou utilizam um vocalista que toca um instrumento enquanto canta, às vezes formando um trio ou duo; outros ainda adicionam outros músicos, como um ou dois guitarristas e/ou tecladista. Mais raramente, os grupos também utilizam saxofonistas ou trompetistas e até instrumentos como violinos com cordas ou cellos.
1 – John Bonham (Led Zeppelin)
2 – Keith Moon (The Who)
3 – Danny Carey (Tool)
4 – Neil Peart (Rush)
5 – Jimmy Chamberlin (Smashing Pumpkins)
6 – Buddy Rich (baterista de jazz em big bands)
7 – Rick Allen (Def Leopard)
8 – Carl Palmer (Emerson, Lake & Palmer e Asia)
9 – Gene Krupa (baterista de jazz em big bands)
10 – Phil Collins (Genesis)
Constituição
História e Contexto- O conjunto de instrumentos é geralmente usado nos estilos musicais jazz, hip-hop, rock e pop entre outros, tendo sido componente essencial da música contemporânea desde os década de 20 até ao surgimento da percussão eletrônica, quando se deu o aparecimento das primeiras baterias eletrônicas.
No começo dos anos 1900, bandas e orquestras tinham de dois a três percussionistas cada. Um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e o outro tocava os blocos de madeira e fazia os efeitos sonoros. O desenvolvimento do pedal possibilitou que uma mesma pessoa executasse todas estas funções. Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apoiá-las ou penduravam nos ombros com uso de correias.
O primeiro pedal prático foi inventado em 1910. William F. Ludwig, que criou o primeiro modelo de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com seu cunhado, Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Uma vez que pedais e suportes para caixas práticos se tornaram disponíveis, um único baterista poderia executar o trabalho antes feito por três. E assim nasceu a bateria ou trap set, como foi chamada inicialmente.
Melhores da atualidade
Aderson Soares (Bléia, Belo Jardim/PE);
Marcos Lemos (Bléia, Belo Jardim/PE).
Escola de Música Shekná, apresenta : Batera...
Automático : É o mecanismo que aciona a esteira. Ver Caixa.
Batedor: Peça do pedal do bumbo que toca a pele. A “cabeça” do batedor pode ser feita em diversos materiais (feltro, plástico, madeira), que resultam em diferentes sons ao tocar a pele.
Bumbo: O maior tambor do Kit. É tocado com o pé (ou pés) através do pedal. Seu diâmetro varia habitualmente entre 16” e 26” e a profundidade entre 14” e 22”
Caixa: O principal tambor do kit, junto com o bumbo. Normalmente é um tambor raso, com profundidade entre 4” a 10”. Sua principal característica é a existência de uma esteira de aço sobre a pele de resposta, acionada por um mecanismo que permite a regulagem de tensão e controla o contato com a pele.
Chimbal: É o conjunto de dois pratos contrapostos, montados em uma estante que permite o acionamento com os pés. Geralmente são usados pratos de menores dimensões, entre 10” e 15”. Os pares de qualidade são formados de pratos de características diferentes, normalmente com o prato inferior mais pesado. É o prato mais versátil do kit, que permite ser tocado com os pés , com as mãos ou ambos.
China: Prato de efeito caracterizado pela borda “invertida” e cúpula achatada. O som lembra gongos orientais, daí o nome. Normalmente é montado invertido, com a cúpula para baixo. Os diâmetros mais utilizados vão de 16 a 20”
Crash: Prato de ataque. Utilizado para executar acentos de alto volume. As dimensões mais utilizadas estão entre 16” e 20”.
Cúpula: Porção do prato próxima ao furo central
Esteira: Ver Caixa
Flat Ride: Ride sem cúpula. Apresenta som mais seco e de menor volume que o ride convencional.
Pedal: Mecanismo que converte o movimento do pé em um toque no bumbo com um batedor
Ride: Prato de condução. Geralmente o prato de maior diâmetro do kit, utilizado para marcar a condução do tempo, do mesmo modo que o chimbal. As medidas variam entre 18” e 22”. A medida mais utilizada é de 20”.
Setup : A bateria em si. O conjunto dos tambores, pratos, ferragens e acessórios que compõem a bateria. Também conhecido como kit
Splash: Prato rápido de ataque. Utilizado da mesma maneira que o Crash, com acentos de menor volume. Os diâmetros vão de 8” a 14”.
Os mais utilizados tem 10”.
Surdo: tambores de diâmetro entre 14” e 18”montados no chão ao lado do baterista. Complementam os tons com sons mais graves.
Tons ou ton-tons: Tambores de diâmetro entre 6” e 14” montados à frente do kit. Utilizados mais frequentemente nas viradas.
Termos de Estudo

Termos utilizados em estudo: Abertura: Toque no chimbal fechado seguido imediatamente de uma liberação do pedal. Acento: Nota tocada com mais volume BPM: Batimentos por minuto. É a referência do metrônomo para estudo.
Buzz Roll: Rulo de pressão; notas tocadas em alta velocidade e baixo volume, aproveitando o rebote da baqueta, resultando em um som sustentado e contínuo.
Chop: Fill curto, que geralmente ocupa ¼ ou ½ compasso.
Doubles: Duas notas seguidas com o mesmo membro.
Double Stroke Roll: Rulo duplo. Tb conhecido como papa-mama.
Drag: Seqüência de 3 toques: um duplo muito leve com uma das mãos seguido do acento com a outra.
Fill: Virada; Frase pré-estudada que interrompe o groove e geralmente é utilizada para introduzir um novo trecho da música ou mudar o groove.
Five Stroke Roll: Rulo de 5 toques: 2 de um lado, 2 de outro e o 5º de volta com a primeira mão, acentuado Flam: Dois toques rápidos (um em cada mão) com o acento no segundo toque. Soa como um “trá” e é intepretado como um único tempo.
Ghost notes: Notas de baixa intensidade tocadas durante um groove, com objetivo de acrescentar swing.
Grace note:Nota fraca colocada junto a uma acentuação.
Groove: Levada. A tocada “de fundo” da bateria.
Heel Up/Down: Posições dos pés nos pedais.
No Heel Up, o pedal é tocado com a ponta dos pés e o calcanhar erguido.
No Heel Down, o pé fica totalmente apoiado na sapata, apoiado no calcanhar.
Lick: Frase pré-estudada encaixada no groove.
l Odd: Fórmula de compasso alterada, muito usada em progressivo.
Paradiddle: Combinação do Single com o Double Stroke Roll. Pinça/Mola: é a maneira de acionar o movimento da baqueta com a mão. A pinça é formada pelo firme agarramento da baqueta entre dois dedos.
A mola corresponde ao acionamento do movimento com os demais dedos.
Pivot: Técnica utilizada para tocar doubles nos pedais. Rudimentos: Os rudimentos são frases percussivas originalmente criadas para o toque de caixa em bandas marciais ou fanfarra.
Sincope: ou Síncopa; "inversão" do groove. Os tempos da caixa e do bumbo são "jogados" para frente, normalmente com atraso de uma colcheia.
Single Stroke Roll: Rulo simples; uma nota tocada alternadamente com cada mão; .
Swing: O balanço do groove. A capacidade de gerar pulso. No próximo episódio: Termos utilizados para descrever os sons da Batera.
Groove
É na verdade um termo, que significa (Encaixar e palavras relacionadas).Por isso muitos músicos usam esse termo ao criarem algum arranjo, ou seja, eles tem que estar interligados (encaixados) mesmo que não seja de forma direta, exemplo baixo e bateria são dois instrumentos distintos, porém tem que estar em perfeita ordem.
Valeu pela atenção, e nem se atrevam a ter dúvidas!!!!
Video
Set-Aquiles Priester

Demostração Estilos
Aquiles Priester
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