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Clínica Ampliada e Acolhimento

Esta é uma apresentação custumizada a partir de diversas apresentações de consultores(as) da PNH.
by

Dagoberto de Oliveira Machado

on 14 August 2014

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Transcript of Clínica Ampliada e Acolhimento

Acolhimento em Rede:
Clínica Ampliada e Cogestão. Que ponte é essa?

ACOLHIMENTO

O acolhimento é um modo de operar os processos de trabalho em saúde de forma a atender a todos os que procuram os serviços de saúde, ouvindo seus pedidos, analisando as demandas e assumindo no serviço uma postura capaz de acolher, escutar e dar respostas mais adequadas aos usuários e sua rede social.

Produzir saúde.
Aumentar a autonomia do sujeito, da família e da comunidade (produzir sujeitos).
Objetivo

PERMITE:
- Exercitar a capacidade de perceber os limites dos diversos saberes estruturados diante da singularidade do sujeitos e dos desejos destes sujeitos (deve-se pensar em metas possíveis de ser pactuadas com o outro).
- Perceber temas que a equipe tem dificuldade de conversar / lidar com dificuldades / incluir conceitos como redução de danos.
- Que venha à roda os afetos que circulam no grupo -lidar com poderes na equipe.
- O exercício da interdisciplinaridade.
Projeto Terapêutico Singular
Diagnósticos (problematização / acesso à singularidade)

II. Definição de Objetivos

III- Distribuição de tarefas (fazer junto) e prazos

IV: Coordenação e Negociação com o outro

V- Re-Avaliação
Projeto Terapêutico Singular
Mesa, balcão, pessoas em pé circulando, sala da equipe: ouvir e identificar a necessidade
(de saúde ? administrativa ? ) (pactuar fluxo)
Agenda aberta e com previsão para o eventual.
Escala da Equipe de saúde.
Garantia da continuidade do acompanhamento (ordenamento do acesso).
É observatório da assistência que está sendo prestada no território
2) Acolhimento como arranjo organizativo
Acolhimento
objetivo : inclusão sob a ótica do vínculo e da vulnerabilidade (programação x imprevisto)
“quem precisa ser atendido?”
Triagem
objetivo : exclusão
“quem não vou atender ? ”
“quem não deveria estar aqui ?”
Rompimento com a lógica da exclusão
O Acolhimento promove :

A responsabilização com a resolução do caso: Compromisso, pactuação
Demanda e resposta

A qualificação da produção de saúde:
complementaridade dos diversos saberes
= melhora a qualidade
atender a todos = melhora o acesso
O acolhimento possibilita analisar:

As formas de organização dos serviços de saúde
O uso ou não de saberes para melhoria da qualidade das ações de saúde
O quanto estes saberes estão a favor da vida
A governabilidade das equipes locais
A humanização das relações em serviço
Os modelos de gestão vigentes na unidade de saúde
O ato da escuta
Fazer COM e não à revelia ou pelo outro.
Trabalho em equipe interdisciplinar.
Adscrição de clientela e construção de vínculo.
Responsabilização.
Acolhimento.
Ampliação dos recursos de intervenção sobre o processo saúde-doença.
Projeto terapêutico singular.
Apoio Matricial.
Meios de trabalho
Mudança no olhar sobre:
Clínica
Sujeito
Objeto
Quando for o caso de orientar o paciente e a família em relação a outros serviços de saúde para continuidade da assistência, estabelecer contato / pactuações com esses serviços para garantir a efetividade desses encaminhamentos.
Acolhimento não é triagem !
Acolhimento não é triagem !

Favorece o estabelecimento de vínculo e é consequência da responsabilização.
Implica prestar um atendimento com resolutividade (muitas vezes o primeiro) .
Identificar riscos e vulnerabilidades conjugando necessidades dos usuários com cardápio de ofertas do serviço visando resposta responsável e resolutiva.
O Acolhimento como nova postura do fazer em saúde

Problematização do processo de trabalho em saúde com foco nas relações

Percepção do usuário como sujeito e participante ativo na produção de saúde.

Mudança na relação profissional/usuário, profissional/profissional, através de parâmetros éticos, técnicos, de solidariedade
Sujeito Profissional de Saúde
e
Sujeito demandante


Co-produção de compromissos singulares a partir de necessidades, de interesses e de direitos de cada um desse sujeitos.
ACOLHIMENTO: “Encontro complexo” entre dois SUJEITOS
Suspender o conceito de Clínica para que possamos inventar novos modos de fazer. Borrar as fronteiras dos especialismos
Meios de trabalho
- É um conjunto de propostas e condutas terapêuticas articuladas, não somente no plano biológico, para um sujeito individual ou coletivo.
- Funciona como dispositivo de resposabilização e reforço do vínculo.
- É resultado da discussão coletiva de uma equipe interdisciplinar, com apoio matricial se necessário.
- Geralmente é dedicado a situacões mais complexas (vulnerabilidade).
Projeto Terapêutico Singular
Pressupõe abertura à diversidade da demanda.
Não pressupõe hora, local ou profissional específico; é atribuição de todos que são referência para aquela população.
1) Acolhimento como Postura Acolhedora
Processo de Gestão da "implantação" do Acolhimento
• Como realizamos o acolhimento em nossa unidade?
• Que profissionais estão na “linha de frente” do acolhimento? Eles mudam em diferentes horários?
• O que ofertamos no acolhimento?
• Qual a distribuição das ofertas da UBS ao longo do dia e no decorrer da semana?
• Qual o perfil da demanda espontânea?
• O que as pessoas que estão cedo na UBS estão demandando?
• Quantas são com cada grupo de demandas?
• Essa distribuição varia ao longo do dia ou certos padrões de demandas se concentram em determinados horários?
• São demandas passíveis de serem negociadas para outros horários de menor movimento?
Questões:
Após o momento de acolhimento coletivo realizado pela equipe, para garantir acesso a usuários que cheguem durante o turno, segue-se o trabalho com outra modelagem de acolhimento associada. O acolhimento coletivo permite envolver toda a equipe na realização da primeira escuta, possibilita identificar usuários com risco e sofrimento mais evidentes e pode contribuir para o aumento da capacidade de autoavaliação dos riscos pelos usuários, mas apresenta como principal inconveniente o constrangimento das pessoas, que podem se sentir expostas na sua intimidade e privacidade, além de não oportunizar uma adequada avaliação dos riscos não evidentes e da vulnerabilidade, devendo, por isso, ser necessariamente articulada àescuta individualizada (GOMES; MELO; PINTO, 2005).
Acolhimento Coletivo
Equipe de Acolhimento do dia:
Acolhimento pela equipe de referência do usuário

Equipe de acolhimento do dia

Acolhimento misto (equipe de referência do usuário + equipe de acolhimento do dia)

Acolhimento coletivo
Modalidades de Acolhimento na
Atenção Básica
O acolhimento como mecanismo de ampliação/facilitação do acesso
O acolhimento como postura, atitude e tecnologia de cuidado
O acolhimento como dispositivo de (re)organização do processo de trabalho em equipe
Dimensões constitutivas
do acolhimento
Essa modelagem se apresenta como intermediária entre o acolhimento por equipe e o acolhimento do dia, mas requer comunicação mais intensa entre equipes e alguns instrumentos para facilitar a gestão das agendas.
Acolhimento misto (equipe de
referência + equipe do dia):
A reoganização do processo de
trabalho e o Acolhimento à demanda
espontânea
Acolhimento à Demanda Estapontânea
Acolhimento pela equipe de Referência
A principal vantagem dessa modelagem é que as equipes que não estão “escaladas” podem realizar as atividades programadas com mais facilidade, e as desvantagens são a menor responsabilização e vínculo entre equipe e população adscrita (quando comparado com o acolhimento por equipe) e a sobrecarga da equipe que está no acolhimento do dia, sobretudo em dias de maior demanda.

INCLUSÃO DOS DIFERENTES SUJEITOS
ANÁLISE COLETIVA DOS CONFLITOS
INCLUSÃO DOS COLETIVOS
MÉTODO

TRÍPLICE INCLUSÃO
www.saude.gov.br/bvs/humanizacao www.saude.gov.br/humanizasus www.saude.gov.br/sas
GRUPO DE TRABALHO
COLEGIADO DE GESTÃO
CONTRATOS INTERNOS DE GESTÃO
CÂMARA TÉCNICA (CTH)
DISPOSITIVOS
humanizasus@saude.gov.br
www.saude.gov.br/bvs/humanizacao www.saude.gov.br/humanizasus www.saude.gov.br/sas
DISPOSITIVOS
Acolhimento e Classificação de Risco
humanizasus@saude.gov.br
Ministério da Saúde
Política Nacional de Humanização
Acolhimento em Rede
________________________________
Dagoberto Machado
Consultor PNH/MS
dagoesef@gmail.com 27/03/2013
Acolhimento à Demanda Espontânea

Avaliação de Risco e Vulnerabilidade
A principal vantagem dessa modelagem é a potencialização do vínculo e responsabilização entre equipe e população adscrita, e uma das dificuldades é a conciliação com atividades da equipe fora da unidade (visita domiciliar, por exemplo), bem como com os atendimentos programados nos dias em que a demanda espontânea é muito alta.
MS/SAS/DAB. Cadernos da Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica, 2012.
MS/SAS/DAB. Cadernos da Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica, 2012.
MS/SAS/DAB. Cadernos da Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica, 2012.
Não tem uma ordem para essa convocação,
precisamos estar atentos ao processo provocado pelo acolhimento.
MS/SAS/DAB. Cadernos da Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica, 2012.
MS/SAS/DAB. Cadernos da Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea na Atenção Básica, 2012.
Decisão política-institucional, Mobilização e Participação
Problematização e Qualificação da Discussão do Acolhimento
Construção Coletiva da Proposta
Interfaces e organização interna dos serviços para o Acolhimento
Pactuação e integração do serviço na Rede
Convoca outras
diretrizes
Acolhimento
Clínica Ampliada e
Compartilhada
Políticas de Equidade
Cogestão
Ambiência
Fomento a Grupalidades,
Coletivos e Redes
Mobilização Social
Direitos dos usuários
Valorização do trabalho e do trabalhador
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