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Desconstruir/ reconhecer estigmas e estereótipos introjetado

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wilza VILLELA

on 30 March 2014

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Transcript of Desconstruir/ reconhecer estigmas e estereótipos introjetado

Desconstruir/ reconhecer estigmas e estereótipos introjetados por cada um;
Lidar com a singularidade dos sujeitos;
Estimular a formação de redes de apoio e suporte social
Revitimização/ poder/ subordinação
Valorizar dos efeitos colaterais e dos regimes de uso dos medicamentos;
Escuta

Enfrentando o estigma e desconstruindo estereótipos. O papel do profissional de saúde

Homens gays tem mais cuidado com a saúde, e conseguem ter uma maior adesão, se inserem mais em redes sociais e de apoio; isto não é assim com as pessoas trans, que no geral têm menor acesso à saúde
Homens hetero, menos adesão, maior negação da doença. Quando casados e com parceira, se as parceiras sabem, conseguem tem maior cuidado

Viver com HIV, algumas diferenças: homens

Co morbidades e coinfecções:
TB; cardiopatias, depressões – curso e manejo distinto para mulheres e homens ;
lipodistrofia, envelhecimento precoce – significados distintos para homens e mulheres, para diferentes homens e diferentes mulheres



Estigma e HIV: entre o visível e o invisível

Escolhas reprodutivas: pouco acessadas com homens, “proibida” para mulheres;
Prescrições “morais “ para evitar evolução da infecção (sic)
Importância do sentir-se “normal”;
Desafios relacionados ao trabalho;
Revelação do diagnóstico: mais fácil para homens gays do que para homens e mulheres hetero


Exemplos (2)

Busca tardia: mulheres não se testam pois se sentem fora do risco; diagnóstico em presença de sintomas próprios ou do parceiro;
Buscam de tratamento pós diagnóstico ;
Maior adesão quando grávidas
Homens heterossexuais: testagem menor que homens gays, não aceitam o resultado ; não compartilham e não buscam tratamento


Exemplos: acesso a diagnóstico e tratamento


Os estereótipos de gênero que alimentam o estigma relacionado ao HIV/aids são produzidos e reproduzidos nas práticas sociais cotidianas.
A reprodução do estigma e dos estereótipos de gênero pelos serviços/profissionais de saúde aumentam a vulnerabilidade dos sujeitos à infecção pelo HIV e à Aids;

Gênero, estigma e vulnerabilidade

As bem documentadas diferenças nos perfis de saúde e de doença de mulheres, homens e pessoas trans, na maioria das vezes estão mais relacionadas ao gênero que ao sexo;
Gênero molda práticas cotidianas e comportamentos relativos à saúde, acesso aos cuidados e respostas do sistema de saúde.

Gênero e Saúde

Maior uso de serviços básicos por mulheres x maior uso de serviços especializados por homens;
Diferenças na concepção de doença, na interpretação dos sintomas e na sua expressão;
Diferenças na capacidade de adesão a tratamentos e cumprimento de normas

Gênero e comportamentos de saúde

A construção do ser “mulher” ou “homem” inclui a produção de estereótipos que configuram identidades.
Exemplos:
A centralidade do trabalho para homens, e da maternidade para as mulheres;
Polarizações: Força física x beleza; Razão x emoção; cuidado x provisão

Estereótipos de gênero e Identidades

Gênero - conjunto de práticas sociais relacionadas à diferença sexual que molda a subjetividade e a vida cotidiana de mulheres e homens, e institui a ideia de “trans”.
Gênero não atua sozinho, e sim em articulação com outros marcadores, como classe social, raça/etnia, faixa etária e orientação sexual.
Gênero não diz respeito apenas aos sujeitos, e está presente em todos os espaços da vida social

Conceituando gênero

Wilza Vieira Villela
UNIFESP/UNIFRAN


Gênero e HIV: Existem diferenças entre mulheres e homens?

Wilza.villela@gmail.com

Obrigado

Maior sobrecarga doméstica, em especial se têm filhos ou se o marido tem HIV;
Maior sobrecarga de estresse, em função de não poder falar do HIV e contar com muito suporte social;
Menor possibilidade de inserção em redes sociais de apoio, com consequente menor possibilidade de reestruturação do cotidiano.

Viver com HIV, algumas diferenças: mulheres

Práticas diferenciadas de prevenção entre mulheres, homens, travestis e transexuais;
entre homens gays e hetero;
entre profissionais do sexo com seus clientes e com seus parceiros;
Em mulheres, testagem associada ao pré natal aumenta a detecção de casos, mas não a prevenção; foca as crianças;
Faltam estratégias para detecção precoce de homens heterossexuais e mulheres

Alguns exemplos: prevenção

As prescrições de gênero relativas à sexualidade são as bases do estigma relacionado ao HIV/aids
O estigma relacionado ao HIV/aids é o maior obstáculo hoje para o enfrentamento da epidemia e para a construção do viver com HIV/Aids


Gênero, vulnerabilidade e estigma

Vulnerabilidade aponta para a articulação de fatores individuais, institucionais e estruturais na ocorrência de um agravo à saúde.

Gênero é um elemento importante na configuração da vulnerabilidade à infecção pelo HIV, à sua progressão para AIDS e para o óbito.


Gênero e Vulnerabilidade.

Bogotá, 3-4 abril, 2014

Ser positivo: actualidad y tendencias en VIH.

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