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Software proprietário versus software livre (open source)

Vantagens e desvantagens
by

ana silva

on 6 December 2012

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Transcript of Software proprietário versus software livre (open source)

Software livre versus Software proprietário Vantages e Desvantagens Vantagens para os Particulares Problemas do software Livre Vantagens para o Governo do software livre versus software proprietário Vantagens do Software Livre Software Livre Software - Definição Software Proprietário O Software proprietário, particular ou não livre é um software para computadores que é licenciado com direitos exclusivos para o produtor.[1] Conforme o local de comercialização do software este pode ser abrangido por patentes, direitos de autor assim como limitações para a sua exportação e uso em países terceiros. Seu uso, redistribuição ou modificação é proibido, ou requer que você peça permissão, ou é restrito de tal forma que você não possa efetivamente fazê-lo livremente..[2] A expressão foi cunhada em oposição ao conceito de software livre Software[1], logiciário ou suporte lógico é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento. Software também é o nome dado ao comportamento exibido por essa seqüência de instruções quando executada em um computador ou máquina semelhante além de um produto desenvolvido pela Engenharia de software, e inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais e especificações. Para fins contábeis e financeiros, o Software é considerado um bem de capital.[2] O problema, segundo os críticos do software livre, é que nem todo mundo é programador. E grande parte do desenvolvimento atual deve-se às empresas que desenvolveram software e investiram por muito tempo em pesquisa pra isso. É natural que venham a cobrar pelo serviço que prestam. Segundo eles, com o tempo e sem a devida remuneração, rarearia o desenvolvimento de novos programas, já que nem todo mundo se dispõe a trabalhar de graça. Em termos de governo, a opção pelo software livre implica deixar de gastar milhões e milhões com o licenciamento de programas para as suas máquinas. Dinheiro que poderia ser mais bem utilizado em outras coisas. Por isso, não vejo como não optar por um software proprietário havendo uma alternativa sem custo algum. Quanto aos particulares, vai depender de cada um. Quem gostar mais da Microsoft e estiver viciado em Word, jamais o abandonará pelo BrOffice. Do mesmo modo, quem é fã da Apple não se preocupa tanto com o bolso quando a decisão gira em torno da “última-grande-revolução-da-informática”. Software Livre, software de código aberto ou software aberto é qualquer programa de computador cujo código-fonte deve ser disponibilizado para permitir o uso, a cópia, o estudo e a redistribuição. O conceito de livre ou aberto se opõe ao conceito de software restritivo (software proprietário), mas não ao software que é vendido com intenção de lucro (software comercial). Ao distribuir o software livre, o detentor dos direitos deve escolher uma licença de software livre que normalmente é anexada ao código-fonte. Esta licença informará quais os direitos que o autor estará transferindo e quais as condições que serão aplicadas. A vantagem, em termos de segurança, é do software livre. E a razão disso é puramente numérica. Se houver alguma falha no programa, apenas os “donos” do software saberão onde ela está e como resolvê-la, já que ninguém mais tem acesso às linhas de programação. Com o software livre, é como se “toda a rede” pudesse detectar problemas e sugerir soluções. Enquanto na Microsoft e na Apple o número de pessoas trabalhando em P&D é limitado, com o software livre a quantidade de “programadores” é virtualmente infinita. Por isso, é mais fácil para um hacker identificar falhas de segurança em softwares proprietários do que em softwares livres, já que nestes as brechas costumam ser fechadas com mais rapidez. Definições
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