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TECNICAS E INSTRUMENTOS DA AVALIAÇÃO

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CRISTIANE GOMES

on 26 September 2016

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Transcript of TECNICAS E INSTRUMENTOS DA AVALIAÇÃO

Processo Avaliativo II
Profª Cristiane A. M. Gomes

Quando o professor verifica o rendimento escolar dos alunos, ele está avaliando comportamentos que lhe permitam deduzir o que o aluno aprendeu. Quanto maior for a amostragem, mais perfeita é a avaliação. Todos os recursos disponíveis de avaliação devem ser utilizados para a obtenção dos dados.
Procedimentos para que a avaliação proceda de forma satisfatória
A Avaliação deve ser constante e continua;

Verificações periódicas fornecem maior número de amostras;

As verificações podem ser informais ( trabalhos , exercícios, seminários , debates, dinâmicas etc)

É importante que o aluno conheça suas dificuldades para poder afirmar seus acertos. Isso garante a eficácia da avaliação.
Aplicação de prova
Dinâmicas de grupo
Se as aprendizagens mais significativas se fazem por processos mais coletivos, que envolvem a participação de todos. A prática da avaliação compartilhada, da reflexão ao longo de todo o processo de trabalho, exige a prática da auto-avaliação de todos, professores, alunos e dos demais profissionais. A avaliação da aprendizagem escolar adquire seu sentido na medida em que ela se articula com o projeto pedagógico da escola e é coerente com as crenças e compromissos de professores, coordenadores e gestores escolares.
Os instrumentos de avaliação de aprendizagem devem ser largamente utilizados ao longo do período letivo. Esses instrumentos de avaliação devem permitir ao professor colher informações sobre a capacidade de aprendizado dos alunos, medida, em especial, pela competência dos mesmos para resolver problemas e instrumentalizar o conhecimento para a tomada de decisões.
Há várias classificações de avaliação, e o uso de determinados tipos não exclui o uso de outros. Vamos apresentar aqui algumas classificações de autores que estudam avaliação:


quanto à regularidade
: contínua, ou pontual;

quanto ao avaliador:
interna (quando realizada pelo próprio professor) e externa (realizada por órgãos externos, como nas provas do SAEB e do ENEN);

quanto à explicitação
: explícita (situação clara, definida, acertada com os alunos) ou implícita (feita naturalmente, sem que o aluno se dê conta de que está sendo avaliado);
quanto à natureza:
passiva, repetitiva, alienante, em oposição à reflexiva, crítica, emancipatória;

quanto à forma:
verbal, de forma oral ou escrita, ou não-verbal, como em desenhos, maquetes, experimentação;

quanto ao foco:
quantitativa (enfatiza aspectos numéricos), ou qualitativa (enfocando aspectos descritivos);

ainda quanto ao foco ou momento
: processual ou final.
Classificação das técnicas e instrumentos de avaliação
São classificadas de diversas formas. Em geral, as classificações são elaboradas de acordo com a forma de coleta de dados.





Vale lembrar Para que uma avaliação possa desempenhar as funções que a educação moderna exige, faz-se necessário o uso combinado de várias técnicas e instrumentos.

Não medimos a aprendizagem e sim alguns comportamentos que nos permita inferir se houve ou não aprendizagem.
Seleção das técnicas e instrumentos de avaliação
A seleção das técnicas e instrumentos de avaliação depende:

Da natureza da área de estudo ou do componente curricular,
Dos objetivos visados (informações , habilidades, atitudes , aplicação de conhecimentos etc)
Das condições de tempo do professor
Do número de alunos

As técnicas e instrumentos selecionados para avaliar devem , também , estar adequados aos métodos e procedimentos usados no ensino.
TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DA AVALIAÇÃO
Que instrumentos utilizar em cada modalidade de avaliação?
Para a avaliação diagnóstica, pode-se utilizar o teste diagnóstico, a ficha de observação ou qualquer outro instrumento elaborado pelo professor.

Para a avaliação formativa, têm-se as observações, os exercícios, os questionários, as pesquisas e o portfólio.

Para a avaliação somativa, os dois tipos de instrumentos mais utilizados são as provas objetivas e as provas dissertativas.
É muito frequente ouvir os alunos dizendo "amanhã tem avaliação". Na verdade, ele vai ser submetido à aplicação de um instrumento de levantamento de informações, ou seja, ele vai responder a uma prova. A avaliação não pode ser confundida com a aplicação de instrumentos, nem atribuição de notas. Ou seja: prova não é avaliação (é um dos muitos instrumentos possíveis de avaliação).

Segundo Luckesi, o que costumamos chamar de avaliação, na realidade, são instrumentos de coleta de dados para a avaliação. Ou seja, aplicar provas, testes e realizar tarefas não é avaliar, e sim coletar informações que podem subsidiar a avaliação.
Fichas individuais, testes, provas, relatório, portfólio, auto-avaliação, entrevistas, são exemplos de instrumentos de avaliação que poderão ser utilizados pelos professores.

Ao fazer uso de determinados instrumentos, o professor poderá ampliar a sua capacidade de observação, podendo, assim, melhorar a sua prática e contribuir para aprendizagem dos alunos.
O ato de avaliar implica momentos e procedimentos.

Num primeiro momento, é necessário obter informações sobre como está ocorrendo ou ocorreu o processo de aprendizagem. Para isso, são utilizados alguns procedimentos, como:
· Observação
. Os registros mais comuns e adequados para observação do trabalho escolar são a ficha individual e a lista de checagem. Assim, o professor poderá observar e registrar os progressos individuais de cada aluno, por exemplo, na sua capacidade de expressão oral, no seu relacionamento com os colegas e com o professor, nas suas atitudes de participação e colaboração, dentre outros. São questões importantes, que não são avaliadas em provas ou testes.
·
Realização de entrevista
. As entrevistas podem ser feitas informalmente, sem um roteiro a seguir, ou formalmente, mediante a aplicação de um roteiro ou pauta com o registro, nos dois casos, das informações obtidas. Vale lembrar que o antigo procedimento didático denominado “argüição” não deixava de ser uma forma de entrevista, embora carregado do estigma de punição... Mas o que se quer dizer é que, através de uma conversa com os alunos, o professor poderá verificar não só o que eles aprenderam, como também a atitude que revelam em relação à aprendizagem. Muitas vezes, os alunos revelam melhor o que aprenderam quando se expressam oralmente, devido a dificuldades de domínio da escrita (o que já constitui um outro problema, que interfere muito nos resultados das provas, e que deve ser tratado de modo específico).

Realização de dinâmicas
. As dinâmicas podem ser previamente estruturadas, com texto, papéis definidos para cada um dos alunos ou grupo de alunos (pequenas peças teatrais, jogos, performances etc.). Ou dinâmicas estruturantes, em que os próprios alunos se colocam no grupo, assumem espaços, criam situações, se expõem (jogos inventados, dramatizações espontâneas). Supõem observação e registro do professor. Não tem sentido realizar dinâmicas interessantes com os alunos, se o professor não aproveita a oportunidade para registrar o que essas dinâmicas revelam quanto às aprendizagens evidenciadas.
Construção de portfólio
. Trata-se de um arquivo individual, com informações sobre o aluno e coleções de seus trabalhos. Através de portfólios, o professor poderá apreciar o crescimento do aluno ao longo de um determinado tempo, comparando seus trabalhos iniciais com os finais e obtendo, assim, uma visão do seu progresso ao longo do período letivo.
·
Aplicação de instrumentos formais.
Realização de exercícios, provas, testes, deveres de casa ou de classe, relatórios etc.


Quanto a esse último procedimento, de uso quase generalizado, algumas observações precisam ser feitas:
Quanto a esse último procedimento, de uso quase generalizado, algumas observações precisam ser feitas:
É preciso muito cuidado na elaboração de testes e provas. As questões devem ser elaboradas com clareza, indicando objetivamente a resposta que se quer dos alunos. É inadequado o procedimento muito comum de complicar a formulação da pergunta, para atrapalhar os alunos Nada deve ser cobrado que não tenha sido intensamente trabalhado durante as aulas. As provas devem cobrir todos os aspectos trabalhados e não apenas os mais difíceis... E a valoração de cada questão deve corresponder ao seu grau de complexidade.
A aplicação de testes e provas deve ser feita num clima natural, sem a costumeira pressão que envolve a avaliação, tampouco como um momento de punição, em que o professor irá castigar os que não se comportaram bem... Esse clima, quando integrado à cultura escolar, evita a necessidade de vigilância em relação à “pesca” ou “cola”, quando os valores de sinceridade e honestidade são trabalhados no cotidiano do trabalho pedagógico e se evitam os comportamentos de concorrência ou competição.
A correção de provas ou testes nada mais é que a leitura dos dados de avaliação. Assim, além de atribuir notas, o professor precisa usar os resultados obtidos pelos alunos para identificar os aspectos que não foram bem assimilados, o que lhe permitirá um retorno a esses aspectos para reforçar a aprendizagem. A ênfase não deve recair apenas nas respostas certas. Nesse sentido, é preciso reconsiderar o conceito de erro. O erro também faz parte da aprendizagem , pois expressa uma hipótese de construção do conhecimento.
A avaliação só tem sentido, como já foi afirmado, se os seus resultados permitirem tanto a alunos quanto a professores, uma reflexão sobre os processos pedagógicos desenvolvidos. A nota ou conceito é apenas uma mensagem, uma convenção utilizada para comunicação com os alunos e seus pais.
a provas objetivas, quando bem formuladas, a partir de objetivos claros, podem ser utilizadas como um dos instrumentos úteis de avaliação. Há duas questões aí envolvidas: provas objetivas bem feitas dão muito trabalho na formulação, e apenas aparentemente são fáceis de responder; elas não devem constituir o único instrumento de avaliação, mas podem integrar um conjunto de instrumentos diferentes utilizados pelo professor.
As questões discursivas, que exigem do aluno a formulação de uma resposta, são adequadas a determinados objetivos e, convém lembrar, além do conhecimento ou conteúdo cobrado, elas exigem domínio da expressão escrita. Ou seja: é importante saber se o aluno errou por desconhecimento do que estava sendo solicitado, ou por ter dificuldade de expressar seu conhecimento através da linguagem escrita.
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