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FOUCAULT: do poder centralizado ao poder microfísico

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Evandro da Mata

on 13 September 2013

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Transcript of FOUCAULT: do poder centralizado ao poder microfísico

FOUCAULT:
do poder centralizado ao poder microfísico

1 Thomas Hobbes e o poder centralizado
Considerações finais
Evandro da Mata
Edimar Brígido

Aprofundar a análise do poder, partindo da sua centralização em Hobbes à sua forma microfísica de exercício a partir de Foucault
Analisar o poder na modernidade a partir do "Leviatã" de Hobbes
Apresentar a contribuição foucaultiana dada ao poder, a partir de "Microfísica do poder"
O PODER MICROFÍSICO
Objetivos
Destacar os dispositivos utilizados para a manutenção do poder
Como Foucault analisa o deslocamento do poder centralizado para o poder microfísico ?
> Para Hobbes (2012, p.75), "qualquer qualidade que faz um homem ser amado ou temido por seus semelhantes, ou a reputação de tal qualidade, denomina-se poder";
> para se alcançar tal bem, é necessária a criação de um poder visível que garanta a paz e a segurança;
> este poder visível é o Estado que, surge de um contrato.
1. 2 O Leviatã:
O Estado soberano
2 O poder em Michel Foucault
> Foucault rompe com as concepções anteriores de poder: o poder agora será analisado nas suas formas moleculares;
> "onde há poder, ele se exerce. Ninguém é, propriamente falando, seu titular" (FOUCAULT, 2012a, p. 138);
> o poder também é produtivo: "ele permeia, produz coisas, induz ao prazer, forma saber, produz discurso" (FOUCAULT, 2012a, p. 45).

> " o poder político [sempre] tramou com o saber: a maneira pela qual ele faz nascerem efeitos de verdade e, inversamente, a maneira pela qual os jogos de verdade fazem de uma prática ou de um discurso um lugar de poder" (REVEL, 2005, p. 69);
> "a 'verdade' está circularmente ligada a sistemas de poder que a reproduzem e a apoiam, e a efeitos de poder que ela induz e que a reproduzem. 'Regime' de verdade" (FOUCAULT, 2012a, p. 54);
> as instituições, detentoras do saber e de um poder, utilizam-se de dispositivos para fazer reconhecer o poder que possuem e os saberes que produzem.
> A arquitetura aparece sempre ligada ao poder: "essa relação entre arquitetura e poder passa pelo modo como a organização do espaço distribui o movimento do olhar, determina a visibilidade" (CASTRO, 2009, p. 42);
> a arquitetura que é permitida pelas instituições tem por objetivo tornar os corpos dóceis, domesticando-os para a manutenção de seu poder.
> O dispositivo é "um conjunto decididamente heterogêneo que engloba discursos, instituições, organizações arquitetônicas, decisões regulamentares, leis, medidas administrativas, enunciados científicos, proposições filosóficas, morais, filantrópicas" (FOUCAULT, 2012a, p. 364);
> " o dispositivo, portanto, está sempre inscrito em um jogo de poder, estando sempre, no entanto, ligado a uma ou a configurações de saber que dele nascem mas que igualmente o condicionam" (FOUCAULT, 2012a, p. 367).
> Foucault pretende insurgir contra a ótica político-jurídica que sempre concebeu o poder como uma força inseparável do Estado;
> as instituições, utilizando-se de dispositivos, tomam os corpos dos indivíduos para estabelecer uma ordem na sociedade e manter o seu poder;
> o poder em Foucault passa a ser percebido como produtivo.
FACULDADE VICENTINA, Curitiba, Setembro, 2013
Obrigado.
Evandro da Mata
O PODER SOBERANO
Michel Foucault. Microfísica do poder (1970's)
Michel Foucault (1926-1984)
Michel Foucault. Vigiar e punir (1975)
Thomas Hobbes. Leviatã (1651)


> O Estado é o Leviatã: "a multidão assim unida numa só pessoa" (HOBBES, 2012);
> a essência do Estado é este poder soberano, o Estado forte;
> o mal maior é a ausência de governo, que faz com que haja a guerra na sociedade.
3 Os dispositivos do poder
Thomas Hobbes (1588-1679)
2.1 O poder e o saber
OS DISPOSITIVOS
3.1 A arquitetura do poder
> "Houve, como sempre nos mecanismos de poder, uma utilização estratégica daquilo que era um inconveniente. A prisão fabrica delinquentes, mas os delinquenes são úteis tanto no domínio econômico como no político" (FOUCAULT, 2012a, p. 216-217);
> Foucault propõe algumas provocações: "acaso devemos nos admirar que a prisão celular, com suas cronologias marcadas, seu trabalho obrigatório, suas instâncias de vigilância e de notação, com seus mestres de normalidade, que retomam e multiplicam as funções do juiz, tenha-se tornado o instrumento moderno da penalidade? Devemos ainda nos admirar que a prisão se pareça com as fábricas, com as escolas, com os quartéis, com os hospitais, e todos se pareçam com as prisões?" (2012b, p. 214)
3.1.2 A prisão
> "O poder político da medicina consiste em distribuir os indivíduos uns ao lado dos outros, isolá-los, individualizá-los, vigiá-los um a um, constatar o estado de saúde de cada um, ver se está vivo ou morto e fixar, assim, a sociedade em um espaço esquadrinhado, dividido, inspecionado, percorrido por um olhar permanente e controlado por um registro, tanto quanto possível completo, de todos os fenômenos" (FOUCAULT, 2012a, p. 157).
3.1.1 A medicina social
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