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Fixismo

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by

Bruna Mota

on 13 January 2015

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Transcript of Fixismo

Fixismo
O fixismo é uma teoria filosófica/doutrina que tem como finalidade explicar o aparecimento e diversidade das espécies existentes e que, tal como a palavra indica, defende que as espécies surgiram tal como se conhecem nos dias de hoje e que estas se mantiveram fixas e imutáveis, isto é, sem que jamais ocorressem mudanças significativas na sua descendência ao longo dos tempos sendo também que estas se criaram através da ação divina e independentes umas das outras.

Criacionismo
Catastrofismo
Ao longo dos tempos houveram inúmeras catástrofes geológicas (cataclismos tais como secas ou dilúvios), que destruíram as espécies existentes, surgindo posteriormente novas espécies vindas de outras regiões (migrações) e dessa forma dava-se um novo repovamento, havendo assim uma evolução gradual por meio de catástrofes. Muitos dos eventos catastróficos são explicados como sendo intervenção divina.
Espontaneísmo
As espécies são formadas a partir de matéria inerte, isto é, não viva, por ação de um principio ativo e mediante determinadas condições especiais que atuava sobre essa matéria e que, por si só, era capaz de gerar vida. Considera ainda, que as espécies não têm capacidade para alterar as suas características.
Hipóteses do Fixismo
As espécies foram criadas todas de uma só vez, segundo um determinado plano de um ser sobrenatural (Criador) e, por isso são perfeitas logo não necessitam de se transformar.
Nascia então um novo ramo do Fixismo, sendo este talvez o mais relativo de todos pois altera-se conforme a religião e o Texto Sagrado característico.
A cultura Judaico-Cristã, cujas ideias acerca do aparecimento das espécies aparecem no Livro Sagrado, constituem o registo mais importante sobre a formação das espécies e, por isso, a teoria fixista era ainda mais fortalecida.

“Deus disse: que a Terra produza seres vivos segundo as suas espécies, animais domésticos, répteis e animais ferozes, segundo as suas espécies. Assim aconteceu. Deus fez os animais ferozes, segundo as suas espécies; os animais domésticos, segundo as suas espécies, e todos os répteis da Terra, segundo as suas espécies.”
Trabalho realizado por:
Bruna Mota, nº4
Hugo Mendonça, nº14
Jorge Palha, nº16
Pedro Costa, nº23
Sofia Teixeira, nº24
Leopoldo Landmeier, nº25


Platão considerava a existência de dois mundos: um “real e perfeito” e um “ilusório e imperfeito” e que era percetível através dos nossos sentidos. As diferenças nas espécies de animais e plantas eram, então, simples representações imperfeitas das que na verdade existiam. Este filósofo colocava então, de parte, qualquer ideia relacionada com a evolução pois não era compatível com a ideia de um mundo onde os organismos ideias estavam já adaptados.
Aristóteles, outro filósofo, questionou inúmeras vezes a existência dos tais dois mundos que Platão falava, no entanto as suas ideias acabam por ser compatíveis pois ambos colocam de parte as teorias evolucionistas. Estudava a Natureza e por isso acabou por organizar os organismos numa escala crescente de complexidade, “Scala naturae”. Daqui nasceu um ramo do Fixismo.
No séc.XVIII, Carolus Linnaeus ou Lineu, como era conhecido, médico e botânico, descobriu uma determinada ordem da diversidade da vida.
Teólogo que era, pensava que as espécies eram criaturas imutáveis e de origem divina e, por isso, tentou criar um esquema de classificação para tentar descodificar o “plano de Deus”.
Com o passar dos anos, estudos paleontológicos descobriram vestígios de seres já extintos (fósseis) sendo que os que foram encontrados num estrato eram diferentes dos que eram encontrados em estratos anteriores. Estas novas descobertas evidenciavam que a flora e a fauna do nosso planeta não tinham sido sempre iguais.
Alguns dos seguidores de Cuvier possuíam uma visão mais extrema acerca desta tese. Acreditavam que depois das catástrofes globais e depois de casa “Holocausto”, Deus criava novas espécies novamente. Devido a isto, o Catastrofismo é muitas vezes designado como Teoria das Criações sucessivas.
A paleontologia foi desenvolvida por George Cuvier que ao interpretar todos os factos anteriormente referidos compreendeu que a extinção das espécies tinha sido um facto comum ao longo dos tempos. No entanto, Cuvier manteve-se fiel aos seus princípios fixistas e propôs uma nova teoria.
Bibliografia
http://pt.slideshare.net/elvira.sequeira/apresentao-fixismo-e-evolucionismo
http://pt.slideshare.net/sandranascimento/ii-fixismo-vs-evolucionismo-10967998?next_slideshow=1
http://pt.slideshare.net/1gisele1/evoluo-lamarck-e-darwin?next_slideshow=2
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/biologia/biologia_trabalhos/origem_especies.htm
http://a-ciencia-da-coisa.blogspot.pt/2009/01/fixismo-vs-evolucionismo.html
Manual da disciplina
Caráter dogmático, sendo na maioria dos casos defendido com superstições e/ou mitos.
Lineu ao desenvolver o estudo sistemático das espécies da altura sustentou a tese evolucionista pois este estudo mostrava a evolução dos seres e destes uns para os outros.
Com o passar dos tempos, novos estudos foram feitos dos quais resultaram conclusões que vinham a colocar em causa tudo o que anteriormente fora defendido.
Charles Lyell afirmava que os fenómenos que ocorrem atualmente também aconteciam no
No séc.XVIII, Carolus Linnaeus ou Lineu, como era conhecido, médico e botânico, descobriu uma determinada ordem da diversidade da vida.
Teólogo que era, pensava que as espécies eram criaturas imutáveis e de origem divina e, por isso, tentou criar um esquema de classificação para tentar descodificar o “plano de Deus”.
Com o passar dos anos, estudos paleontológicos descobriram vestígios de seres já extintos (fósseis) sendo que os que foram encontrados num estrato eram diferentes dos que eram encontrados em estratos anteriores. Estas novas descobertas evidenciavam que a flora e a fauna do nosso planeta não tinham sido sempre iguais.
Alguns dos seguidores de Cuvier possuíam uma visão mais extrema acerca desta tese. Acreditavam que depois das catástrofes globais e depois de casa “Holocausto”, Deus criava novas espécies novamente. Devido a isto, o Catastrofismo é muitas vezes designado como Teoria das Criações sucessivas.
Ao contrário das teses que na altura vinham a emergir, nomeadamente o Evolucionismo, não explicava a evolução das espécies verificada.
passado, sendo a erosão das rochas onde existiam fósseis, pela água e vento, o fenómeno responsável pela ausência de fósseis em alguns estratos, tratando-se de um acontecimento lento e gradual como todos os processos naturais.
Esta oposição provocou acalorados debates que se têm prolongado até aos nossos dias, onde argumentos de natureza científica são confrontados com argumentos de natureza religiosa.
Van Helmont era um dos muitos cientistas que, na sua altura, defendia a hipótese do espontaneísmo e da hipótese Aristotélica que afirmava a existência de um “princípio ativo”, sendo este a capacidade
No entanto, em 1668, Redi realizou uma experiência que colocava em causa tudo o que anteriormente havia sido considerado. Ao colocar bocados de carne e de peixe crus em recipientes diferentes, uns cobertos com gaze
para que houvesse apenas circulação de ar e outros em frascos abertos, observou que ao fim de alguns dias as amostras nos frascos para que houvesse apenas circulação de ar e outros em frascos abertos, observou que ao fim de alguns dias as amostras nos frascos.
de originar seres vivos, acreditava que conseguiria criar um ser vivo a partir da matéria bruta. Considerou então que:
Os "cheiros" dos pântanos geravam rãs;
A roupa suja gerava ratos, adultos e completamente formados.
Embora viesse a contrapor o que havia sido dito anteriormente acerca da geração espontânea, esta ideia perdurou até 1864 quando Pasteur descobriu o processo de pasteurização, que consiste num processo utilizado em alimentos para destruir microrganismos patogênicos ali existentes.
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