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Neuroanatomia

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Luciana Dias

on 12 April 2013

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Transcript of Neuroanatomia

Grandes vias aferentes As grandes vias aferentes são aquelas que levam aos centros nervosos supra-segmentares os impulsos nervosos originados nos receptores periféricos.
São consideradas como cadeias neuronais que unem os receptores ao córtex. O receptor é sempre uma terminação nervosa sensível ao estímulo que caracteriza a via, ou seja, existe receptores especializados para cada uma das modalidades de sensibilidade. O trajeto periférico compreende um nervo craniano ou espinhal e um gânglio sensitivo anexo a este nervo. No trajeto central as fibras se agrupam em feixes de acordo com suas funções, formando os trastos, fascículos e lemniscos. A área de projeção cortical abrange o córtex cerebral, relacionado com a via consciente e o córtex cerebelar, relacionado com a via inconsciente. As vias podem ser conscientes ou inconscientes.
as inconscientes são geralmente constituídas por dois neurônios ;
as conscientes são geralmente constituídas por três neurônios. Neurônio I
É um neurônio sensitivo que geralmente está localizado fora do sistema nervoso central. É pseudo unipolar, dando um prolongamento periférico que liga-se ao receptor e um central que penetra no SNC pela raiz dorsal dos nervos espinhais ou por um nervo craniano. Neurônio II
Localiza-se na coluna posterior da medula ou em núcleo de nervos cranianos do tronco encefálico Neurônio III
Localiza-se no tálamo e origina um axônio que chega ao córtex por uma radiação talâmica. VIAS DE DOR E TEMPERATURA
• Tanto receptores para temperatura como para a dor são terminais nervosos livres.
•Existem duas vias que conduzem os impulsos de dor e temperatura até o sistema nervosos supra-segmentar: Via Neoespino-Talâmica:
•trata-se de uma via clássica, constituída basicamente pelo trato espino-talâmico lateral envolvendo uma cadeia de 3 neurônios.
•Os Neurônios I se ligam aos receptoras através de nervos espinhais que penetram na medula e terminam na coluna posterior, onde fazem sinapses com os Neurônios II que ao nível da ponte, as fibras desse trato se unem com as do trato espino-talâmico anterior para constituir o lemnisco espinhal que termina no tálamo, fazendo sinapses com os Neurônios III. Os últimos neurônios se localizam no tálamo, principalmente no núcleo ventral pós-lateral, seus axônios chegam à área somestésica do córtex cerebral situado no giro pós-frontal.
•Há evidência de que a via Neoespino-Talâmica é responsável apenas pela sensação de dor aguda e nem localizada na superfície do corpo, correspondendo à chamada dor em pontadas. Via Paleoespino-Talâmica
•Não tem organização somatotópica, ou seja, ela é responsável por um tipo de dor pouco localizada, dor profunda do tipo crônico, correspondendo à chamada dor de queimação, ao contrário da via Neoespino-Talâmica, que veicula dores localizadas do tipo dor em pontadas.
• Constituída por um cadeia de neurônios mais ampla que a da via anterior (Neoespino-Talâmica)
•Os primeiros neurônios localizam-se em gânglios espinhais, penetram na medula do mesmo modo que os da via anterior. Os segundos situam-se na coluna anterior e infletem-se cranialmente para constituir o trato espino-reticular, que sobe na medula jutno ao trato espino-talâmico lateral e termina fazendo sinapses com os terceiros neurônios, localizados na formação reticular e dão origens às fibras reticulo-talâmicas que terminam nos núcleos intramamilares do tálamo. Estes núcleos projetam-se amplamente pelo córtex-cerebral. Via de propriocepção consciente ou cinestesia, tato epicrítico e sensibilidade vibratória

•Permite a discriminação de dois pontos, e o reconhecimento de forma e tamanho dos objetos colocados na mão.
•Os impulsos tornam-se consciente em nível cortical.
•Receptores de propriocepção consciente: fusos neuromusculares e órgãos neurotendinosos.
•Receptores do tato: Corpúsculos de Ruffini e de Meissner e as ramificações dos axônios em torno dos folículos pilosos.
•Receptores para a sensibilidade vibratória: Corpúsculos de Vater Paccini.
•Neurônio I: localizam-se no gânglios espinhais. Fazem sinapse com os neurônios II
•Neurônios II: localizam-se no núcleo grácil e cuneiforme do Bulbo. Suas terminações vão ate o tálamo que faz sinapse com os neurônios III
•Neurônios III: estão ligados com o núcleo ventral póstero-lateral do tálamo. Vias de propriocepção inconsciente:

•Receptores: fusos neuromusculares e órgãos neurotendinosos situados nos músculos e tendões.
•Neurônios I: localizam-se nos gânglios espinhais, suas terminações fazem sinapse com os neurônios II da coluna posterior ou no núcleo cuneiforme acessório do bulbo.
•Neurônios II: pode estar em três posições diferentes, assim dando origem a três vias diferentes porem com mesmo destino o cerebelo:
1.Situados no núcleo torácico ou dorsal, originam axônios que se dirigem para o funículo lateral do mesmo lado, inflectem-se cranialmente para formar um tracto espino-cerebelar posterior , que termina no cerebelo, penetrando pelo pedúnculo cerebelar inferior.
2.Situado na base da coluna posterior e substancia cinzenta intermédia, originam axônios que cruzam o funículo lateral do lado oposto, inflectem-se cranialmente constituindo o tracto espino-cerebelar anterior, penetrando pelo pedúnculo cerebelar superior , admite-se ainda que as fibras q se cruzam na medula também cruzam-se antes de penetrar no pedúnculo.
3.Situado no núcleo cuneiforme acessório do bulbo, recebem os impulsos proprioceptivos do pescoço e membros superiores. Os axônios destes neurônios constituem o tracto cuneo-cerebelar, que penetra no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar inferior.
Através destas vias, os impulsos originados nos músculos estriados do esqueleto chegam até o cerebelo. Vias de sensibilidade visceral:

•Receptor: Terminação Nervosa Livre e em algumas vísceras, o Corpúsculos de Vater Paccini.•Os impulsos originados nas vísceras são geralmente insconscientes, mas na medida em que os impulsos nervosos originados nas vísceras atingem níveis mais altos do Sistema Nervoso Central (SNC), eles se tornam conscientes, relacionando-se com a dor visceral.
•As fibras aferentes acompanham os nervos simpáticos e parassimpáticos. Os neurônios de primeira ordem estão localizados nos gânglios sensitivos espinhais. Com relação à sensibilidade dolorosa, os impulsos viscerais seguem, principalmente, por nervos simpáticos, fazendo exceção às vísceras pélvicas inervadas pela parte sacral do parassimpático.
•Os impulsos seguem por nervos simpáticos, passam pelo tronco simpático, ganham os nervos espinhais pelo ramo comunicante branco, passam pelo gânglio espinhal, onde estão os neurônios I, e penetram na medula pelo prolongamento central destes neurônios. No caso dos impulsos relacionados com a dor visceral, eles seguem pelos tratos espinotalâmicos laterais situados do mesmo lado e do lado oposto.

Via gustativa

•Receptores: corpúsculos gustativos da língua e da epiglote;
•Impulsos originados nos corpúsculos da língua chegam ao sistema nervoso central pelo nervo intermédio;
•Impulsos da língua e da epiglote penetram no sistema nervoso central pelos nervos glossofaríngeo e vago;
Neurônio I: ligam-se aos receptores fazendo sinapse com neurônios II;
Neurônio II: fazem sinapse com neurônios III;
Neurônio III: originam axônios que chegam a área gustativa do córtex cerebral. Via olfatória:

•Receptores: cílios olfatórios das vesículas olfatórias
Neurônio I:
•Próprias células olfatórias;
• Prolongamentos periféricos são vesículas olfatórias (contém receptores de olfação)
•Prolongamentos centrais, amielínicos, agrupam-se formando nervo olfatório;
•Fazem sinapse com neurônio II.
Neurônio II:
•Células mitrais, constituindo glomérulos olfatórios;
•Impulsos olfatórios seguem pela estria olfatória lateral e terminam na área cortical de projeção para a sensibilidade olfatória, situada no úncus e giro para-hipocampal.
Peculiaridades:
•Possui apenas neurônios I e II;
•O neurônio I localiza-se em uma mucosa e não em um gânglio;
•Falta um relé talâmico;
•Área cortical é alocórtex e não isocórtex;
•Totalmente homolateral
•Conjunto de formações integrantes da via olfatória constitui o rinencéfalo. Vias auditivas:

•Receptor: Órgão Espiral (de Corti), situado na Cóclea da Orelha Interna.








•Neurônios I: Localizam-se no gânglio espiral situado na cóclea. São neurônios bipolares cujos prolongamentos periféricos são pequenos e terminam em contato com os receptores no órgão de Corti. Os prolongamentos centrais constituem a porção coclear do nervo vestíbulo-coclear e terminam na ponte, fazendo sinapse com os neurônios II.
•Neurônios II: Estão situados nos núcleos cocleares dorsal e ventral. Seus axônios cruzam para o lado oposto constituindo o corpo trapezoide, contornam o núcleo olivar superior e inflectem-se cranialmente para formar o leminisco lateral do lado oposto. As fibras do leminisco lateral terminam fazendo sinapse com os neurônios III no colículo inferior.
•Neurônios III: a maioria dos neurônios III da via auditiva está localizada no colículo inferior. Seus axônios dirigem-se ao corpo geniculado medial, passando pelo braço do colículo inferior.
•Neurônios IV: Estão localizados no corpo geniculado medial. Seus axônios formam a radiação auditiva, que, passando pela cápsula interna, chega à área auditiva do córtex (áreas 41 e 42 de Broadmann), situada no giro temporal transverso anterior.

Vias vestibulares:
•São vias aferentes.
•Localizam-se na porção vestibular do ouvido interno
•São as cristas dos canais semicirculares e as máculas do utrículo e do sáculo.
•São considerados proprioceptivos.
•Receptores das vias vestibulares: a mácula do utrículo.
•A terminação das fibras aferentes se da nos núcleos vestibulares, localizados no Bulbo e na Ponte caudal.
• Esses núcleos vestibulares são responsáveis por manter o equilíbrio corporal.
•Neurônio I: São células bipolares. Os seus prolongamentos periféricos, ligam-se aos receptores e os prolongamentos centrais, fazem sinapse com os neurônios II.
•Neurônios II: localizam-se nos núcleos vestibulares. A partir destes núcleos, encontramos dois trajetos de via consciente ou inconsciente. VIA ÓPTICA

Estrutura da retina
• A estrutra da retina é complexa, e contém 10 camadas, sendo a mais externa a camada pigmentar.
• Distinguem-se então camadas que correspondem aos territórios dos neurônios I, II e III. De fora para dentro, são:
- Células fotossensíveis (fotorreceptoras)
- Células bipolares
- Células ganflionares
• Uma estabelecendo sinapses com a outra, em cedeira, partindo das Células fotossensíveis e terminando na Células ganglionares cujos axônios contituem o nervo óptico.
• Para cada cone exite uma fibra no nervo óptico, isso explica a grande acuidade visual.
• Na via Óptica é válido o princípio de que o hemisfério cerebral de um lado se relaciona com as atividades sensitivas do lado oposto. Tipos de fibras da vias ópticas

a) Fibras retino-hipotalâmicas: destacam-se do quiasma óptico e ganham o núcleo supraquiasmático do hipotálamo. São importantes para a regulção dos ritmos biológicos;
b) Fibras retino-tactais: ganham o colículo superior e estão relacionadas com certos reflexos de movimentos dos olhos, como o reflexo de piscar;
c) Fibras retino-tectais: ganham a área pré-tactal e estão relacionadas comreflexos fotomotor direto e concensual;
d) Fibras retino-geniculadas: as mais importantes, terminam fazendo sinapses com neurônios IV da via óptica localizados no corpo geniculado lateral.
• Os axônios dos neurônios do corpo geniculado lateral (neurônios IV) constituem a radiação óptica (trato geniculado-calcariano) e terminam na área visual, área 17.
• Existe correspondência entre partes da retina e partes do corpo geniculado lateral, da radiação óptica e da área 17. Lesões das Vias Ópticas

a) Lesão do nervo óptico: resulta em segueira completa do olho correspondente;
b) Lesão na parte mediana do quiasma óptico: como consequência da interrupção das fibras provenientes das retinas nasaisque cruzam a este nível, resulta em hemianopsia bitemporal;
c) Lesão da parte lateral do quiasma óptico: resulta em hemianopsia nasal do olho correspondente, como consequência do interrupção de fibras provenientes de retina temporal deste olho.
d) Lesão do trato óptico: resulta em hemianopsia homônica direita ou esquerda, conforme a lesão se localize.
e) Lesões da radiação óptica: ocorrem hemianopsia homônimas, ou seja, causam alterações de campo visual idênticas.
f) Lesões no córtex visual: as lesões são iguais as sofridas completas da radiação óptica, contudo aqui são frequentes as lesões parciais. Exteroceptivas
Os exteroceptores estão distribuídos na superfície externa do corpo e são ativados por: calor, frio, tato, pressão, luz e som. São receptores somáticos e propiciam sensibilidade superficial.

Interoceptivas
Os interoceptores ou visceroceptores localizam-se nas vísceras e vasos; são pouco localizados. São receptores viscerais e propiciam sensibilidade profunda. Via de pressão e tato protopático

Os receptores são o corpúsculo de Meissner e os de Ruffini.
Neurônio I: localizam-se nos gânglios espinhais localizados nas raízes dorsais. O prolongamento periférico liga-se ao receptor, enquanto o central penetra na medula pela divisão medial da raiz dorsal e divide-se em um ramo ascendente muito longo e um ramo descendente curto, terminando ambos na coluna posterior em sinapse com o neurônio II.
Neurônio II: localizam-se na coluna posterior da medula. Seus axônios cruzam o plano mediano na comissura branca, atingem o funículo anterior do lado oposto onde se inflectem cranialmente para constituir o tracto-espino talâmico anterior, que ao nivel que ponte se une ao espino-talâmico lateral para formar o lemnisco espinhal, cujas fibras terminam no tálamo fazendo sinapse com o neurônio III
Neurônio III: localizam-se no núcleo ventral póstero-lateral do tálamo. Originam radiações que formam axônios talâmicas que, passando pela cápsula interna e coroa radiada, atingem a área somestésica do córtex cerebral.
Os impulsos de pressão e tato só se tornam conscientes em nível talâmico. Via trigeminal exteroceptiva

Os receptores são os mesmos das vias medulares de temperatura, dor, pressão e tato.
Neurônio I: estão nos gânglios sensitivos anexos aos nervos V, VIII, IX e X. São neurônios pseudo-unipolares cujos prolongamentos periféricos ligam-se aos receptores através dos respectivos nervos, enquanto os prolongamentos centrais penetram no tronco encefálico, onde fazem sinapses com o neurônio II.
Neurônio II: localizados no tracto espinhal ou no núcleo sensitivo principal do trigêmeo. Todos os prolongamentos centrais dos neurônios I dos nervos VII, IX e X terminam no núcleo do tracto espinhal do V. Os prolongamentos centrais do V par podem terminar no núcleo sensitivo principal, no núcleo do tracto espinhal ou então bifurcar dando um ramo para cada um desses núcleos. Os axônios situados no núcleo do tracto espinhal e no núcleo sensitivo principal em sua grande maioria cruzam para o lado oposto, inflectem-se cranialmente para construir o lemnisco trigeminal, cujas fibras fazem conexões com o neurônio III.
Neurônio III: localizam-se no núcleo ventral póstero-medial do tálamo. Originam fibras que ganham o córtex passando pela cápsula interna e coroa radiada. Terminam na porção da área somestésica que corresponde à cabeça, ou seja, na parte inferior do giro pós-central. Via trigeminal proprioceptiva

Neurônio I está localizado no núcleo do tracto mesencefálico. O prolongamento periférico do neurônio de tipo pseudo-unipolar liga-se a fusos neuromusculares situados na musculatura mastigadora, mímica e da língua. Liga-se também a receptores na articulação temporo-mandibular e nos dentes, os quais veinculam informações sobre a posição da mandíbula e da força da mordida. A maioria dos prolongamentos centrais estabelece sinapse com neurônios do núcleo motor V, formando-se arcos reflexos simples como o reflexo mandibular. Alguns destes prolongamentos levam impulsos proprioceptivos inconscientes ao cerebelo. Admite-se também que uma parte destes prolongamentos faz sinapse no núcleo sensitivo principal, de onde os impulsos proprioceptivos conscientes através do lemnisco trigeminal vão ao tálamo e de lá ao córtex. Angélica Giannini
Bárbara Marques
Luciana Dias
Marina Cunha
Paula Medeiros Grandes Vias Aferentes Exterocep., Interocep., Gustató. Olfa., Opticas, Dor, Audição, Vestibu. Etc.
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