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TRADUÇÃO E A SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA: A LÍNGUA PODE T

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Larissa Pícoli

on 1 December 2013

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Transcript of TRADUÇÃO E A SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA: A LÍNGUA PODE T

TRADUÇÃO E A
SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA: A LÍNGUA PODE TRADUZIR A SOCIDADE?

Este artigo tem como objetivo discutir o processo tradutório e, em especial, a noção de equivalência a partir dos pressupostos teóricos da Sociolinguítica Variacionista (LABOV, 1972, 1982, 1994, 2001). Partindo do princípio de que os dialetos e os socioletos que compõem cada sociedade/comunidade linguística são representativos de realidades específicas, pretende-se debater qual seria o papel do tradutor como intermediador de variantes e variedades linguísticas motivadas socialmente. Conforme defendemos, uma recuperação total e estrita dos dialetos e socioletos que compõem o discurso do texto de partida não seria possível no processo tradutório, já que o tradutor sempre lida com realidades linguístico-culturais diversas. Se cada dialeto e cada socioleto reflete a heterogeneidade social que caracteriza cada língua ou comunidade linguística, não é possível ao tradutor recuperar fielmente essa heterogeneidade linguístico-social. Por mais que o tradutor busque na língua de chegada uma variante linguística parecida ou, até mesmo, correlata àquela que caracteriza o texto fonte, ele nunca estará refletindo a mesma realidade sócio-histórico-cultural. Nesse sentido, como discutimos nesse trabalho, o papel do tradutor - ao lidar com variantes/variedades linguísticas distintas - acaba consistindo em optar, nos termos de Venuti (1995), por uma postura domesticante ou estrangeirizante.
INTRODUÇÃO;
BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA NOÇÃO DE EQUIVALÊNCIA;
A SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA E A HETEROGENEIDADE LINGUÍSTICO-SOCIAL;
REDISCUTINDO A NOÇÃO DE EQUIVALÊNCIA A PARTIR DA SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA;
CONSIDERAÇÕES FINAIS;
RESUMO.
Patrícia F. A. da Cunha Lacerda
INTRODUÇÃO
- Objetivo principal: (re)discutir o conceito de equivalência com base no aporte teórico da Sociolinguítica Variacionista;

- Partindo do pressuposto de que a heterogeneidade linguística é um reflexo da heterogeneidade social, pretende-se questionar se realmente é possível a língua traduzir a sociedade;

- A língua não é utilizada de forma homogênea por todos os seus falantes;

- Ao assumir a tarefa de estudar a covariação sistemática entre a estrutura linguística e a estrutura social ou, até mesmo, uma relação de causalidade entre essas dimensões, a Sociolinguítica Variacionista promoveu um redirecionamento dos estudos linguísticos, tratando a língua como um sistema heterogêneo e multifacetado.
- Considerando que os dialetos e os socioletos que compõem cada socidade/comunidade linguística são representativos de realidades específicas, pretende-se debater qual seria o papel do tradutor como intermediador de variantes e variedades linguísticas motivadas e marcadas socialmente.

- O papel do tradutor, ao lidar com variantes/variedades linguísticas distintas, acaba consistindo em optar - nos termos de Venuti (1995) - por uma postura domesticante ou estrangeirizante.

- Analisar, pararelamente, em que medida a Linguística tem influenciado as diferentes definições/concepções de equivalência.

BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA NOÇÃO DE EQUIVALÊNCIA
- Décadas de 1960 e 1970: estruturalismo e o gerativismo;

- Busca da estabilidade do significado, já que o processo tradutório estaria pautado na comparação entre a língua de partida e a língua de chegada e no posterior estabelecimento de equivalências entre os dois sistemas linguísticos (o tradutor, enquanto agente do processo tradutório, e as questões de natureza sócio-cultural estariam fora do escopo da tradução);

- Paralelo entre a história dos Estudos da Tradução e a história da Linguística;

- Durante longo período, os estudos linguísticos se basearam em uma concepção formalista, estabelecida, nesse caso, a partir do estruturalismo e do gerativismo.


SAUSSURE:
- Em 1916, com a publicação do
Curso de Linguística Geral
, instaurou-se na Linguística a noção de estabilidade do significado
;

- Saussure promoveu a distinção entre língua (
langue
) e a fala (
parole
) e assumiu que o objeto de estudo da Linguística seria a língua
;

- Para ele, a língua seria um conjunto de signos convencionalmente estabelecidos a partir da dicotomia significante (
imagem acústica) e significado (conceito);

- A fala, que é realização individual da língua, não seria sistemática e ficaria fora do escopo da Linguística;

- Saussure acabou por isolar o sistema linguístico de tudo que lhe fosse exterior, prescindindo da consideração de fatores históricos, antropológicos, etnográficos, sociológicos e psicológicos.
GERATIVISMO:
- Maior representante: Chomsky;

- O grande objetivo do gerativismo é tentar formalizar um sistema de regras e princípios que dêem conta da produção sistemática e infinita de enunciados gramaticais na língua;

- O gerativismo chomskiano promoveu uma cisão entre a língua e fala, atribuindo à primeira a denominação competência e à segunda a denominação desempenho;

- O falante/ouvinte ideal.

NA TRADUÇÃO (1):
- As abordagens formalistas exerceram uma certa influência, principalmente no que se refere à noção de equivalência;

- Baseando-se na linguística formalista, estabeleceu-se como a "Ciência da Tradução", cuja intenção era analisar a tradução sob uma perspectiva de sistematicidade;

- Nida, Catford e Wilss foram os três mais representativos pesquisadores da área da tradução que assumiram como base epistemológica a visão imanentista e formalista do estruturalismo e do gerativismo.
NIDA:
- A abordagem desenvolvida por Nida baseava-se, inclusive, na gramática proposta por Chomsky.

- Pautando-se no modelo de Chomsky, adotou a diferença entre estrutura profunda (forma abstrata subjacente que determina o significado da frase) e estrutura superficial (representação do símbolo físico que produzimos ou ouvimos);

- Propôs o conceito de "equivalência dinâmica", partindo do princípio de que a mensagem original, quando traduzida, deveria expressar os mesmos efeitos no público-alvo.
CATFORD:
- Assumiu que o problema central da tradução seria a busca por equivalentes;

- Considera que a tradução envolveria a equivalência textual (a partir da qual qualquer texto na língua de chegada deveria ser equivalente à sua realização original na língua de partida) e a correspondência ou equivalência formal (a partir da qual qualquer categoria gramatical presente na língua de partida deveria se tornar equivalente na língua de chegada).
WILSS:
- Se pauta na noção de universais linguísticos defendida por Chomsky para quem o homem viria com algum equipamento inato, que lhe permitiria adquirir, nos primeiros anos de vida, a língua de seu ambiene familiar;

- Considera que a tradução seria uma transferência interlingual, ou seja, entre línguas;

- Sob essa perspectiva, ele postula a noção de equivalência como sendo um mecanismo básico e essencial na tradução.
NA TRADUÇÃO (2):
- A partir da abordagem histórico- descritiva, a tradução estabeleceu-se como uma disciplina independente e passou a ser reconhecida pela denominação "Estudos da Tradução" (termo proposto por Holmes);

- A noção de equivalência começou a ser questionada, pois começaram a ser levados em consideração os aspectos sócio-culturais que envolveriam o tradutor e a efetivação do ato tradutório;

- A partir da década de 1960, os estudos funcionalistas da linguagem começaram a se estabelecer de forma mais pontual e ampla;

- Como funcionalismo (também reconhecido como pós- estruturlismo) entendem-se todas as abordagens linguísticas que concebem a língua como um instrumento de comunicação;

- Sociolinguística Variacionista, Sociolinguística Interacional, Pragmática, Linguística Textual, Sociocognitivismo, Análise do Discurso etc;

- A noção de equivalência também tem sido rediscutida e redefinida, já que a relação texto/sociedade/ideologia passou a ser considerada como aspecto fundamental da atividade tradutória;

- A contribuição da abordagem histórico-descritiva (a ênfase passa a ser dada ao texto traduzido e às situações que envolvem o tradutor durante o processo tradutório);

- A noção de reescritura , proposta por Lefevere, parte do princípio de que há uma relação estrita entre a tradução e o processo de manipulação cultural;

- Como o tradutor traz consigo uma formação discursiva diferente da formação discursiva do autor do original, já podemos verificar que um processo de equivalência estrita não é possível;

- Além de a tradução constituir uma leitura/interpretação que realiza o tradutor, uma questão mais ampla permite refutar uma possível equidade entre a língua/o texto de partida e a língua/o texto de chegada: cada dialeto e /ou socioleto é único e, consequentemente, é impossível se recuperar a heterogeneidade linguístico-social que compõe a língua/o texto de partida no processo de tradução;

- Contribuição da abordagem desconstrutivista;

- O principal representante do desconstrutivismo é o pensador e escritor francês Jacques Derrida;

- Derrida se baseia nos conceitos de sujeito e linguagem propostos pelo psicanalista francês Lacan e nos estudos do filósofo francês Foucault sobre o discurso para estabelecer o conceito de diferença (différance) a fim de questionar as dicotomias estabelecidas por Saussure, criticando as noções de significante e significado;

- Totalmente contra a noção de estabilidade do signo linguístico;

- Parte do princípio de que o sujeito é uma construção discursiva, histórica, instável e provisóriia;

- É contra a ideia de que há um sujeito transcendental, estável e ontológico;
- O desconstrutivismo atua na dessacralização do texto de partida, uma vez que traduzir significaria promover intervenções no texto original;

- E, nesse contexto, obviamente também não há lugar para a noção estrita de equivalência.
A SOCIOLINGUÍTICA VARIACIONISTA E A HETEROGENEIDADE LINGUÍSTICO-SOCIAL
Em 1968, a obra "
Empirical
foundations for a theory of language change
" foi publicada. Os autores são Uriel Weinreich, William Labov e Marvin Herzog, que assumem uma postura nitidamente contrária à visão imanentista defendida, por um longo período, pelo estruturalismo e pelo gerativismo.
Weinreich, Labov e Herzog tentam romper com a associação estabelecida por Saussure entre sincronia e sistematicidade.
Saussure defendia que a diacronia (e, consequentemente, os processos de variação e mudança lingustica) não seria sistemática, não devendo integrar o escopo da Linguística.
Ao excluir a variação e a mudança, Saussure estava abdicando paralelamente da consideração de aspectos sócio-históricos.
Essa postura de Saussure pode ser explicada quando consideramos que ele assumiu como objeto da Linguística a língua, e não a fala, que é justamente o
locus
da variação linguística.
Em sua obra,
Weinreich, Labov e
Herzog defendem
veementemente o princípio da heterogeneidade sistemática, que determina que todo processo de variação
e mudança linguística se dá de forma regular e sistematizada. A variação e a mudança para eles não é obra do acaso ou obra de apenas um indivíduo.
Se a natureza da sociedade é
heterogênea, é natural que a língua
e, mais propriamente, a fala
reflitam essa
heterogeneidade.
O objeto de análise da Sociolinguística Variacionista é, portanto, a ocorrência linguística de processos de variação e mudança. Nesse sentido, é fundamental destacar que, enquanto a variação envolve a coexistência e a competição entre formas alternativas (chamadas de variantes linguísticas), a mudança envolve a prevalência de uma das variantes em detrimentos das demais.
Além de se dedicar pontualmente ao
estudo de processos sincrônicos de
variação e processos diacrônicos de
mudança, a Sociolinguística Variacioista ainda
se dedica à análise de situações de contato linguístico a fim de compreender os fatores propulsores do processo de variação e, consequentemente, de mudança.
Estudar a variação e a mudança significa, nesse caso, estudar a identidade dos falantes, uma vez que o uso de cada variante linguística está intimamente relacionado ao papel social desempenhado por cada estrato social
em uma dada comunidade
linguística.
Os processos de variação
e mudança linguística indicam que as línguas se encontram, no decurso do tempo, em um constante fluxo de transformação, isto é, as línguas não constituem realidades estáticas e homogêneas.
Buscando contribuir para a sistematização da Sociolinguística Variacionista, Coseriu estabelece que a variação linguística pode ser percebida sob quatro diferentes perspectivas:
- A variação diacrônica;
- A variação diatópica;
- A variação diastrática;
- A variação diafásica.
Variação
diacrônica:
Do grego:
dia
+
khronos
= "através de" + "tempo".
Compreende as mudanças pelas quais a língua passa
ao longo do tempo.
Variação
diatópica:
Do grego:
dia
+
topos
=
"através de" + "lugar".
Está relacionada à
variação da língua
de acordo com
o espaço.
Variação
diastrática:
Do grego:
dia
+
stratos
= "através de" + "nível".
Compreende fatores de natureza social, tais como nível de escolaridade, idade e sexo do falante.
Variação
diafásica:
Do grego:
dia
+
phasis
= "através de" + "discurso".
Refere-se às diferenças observadas na fala de um mesmo indivíduo, de acordo com a situação comunicativa em que
ele se encontra.
A língua é
dinâmica e comporta
uma grande multiplicidade
de vardades linguísticas. Nesse contexto, cabe à Sociolinguística Variacionista a tarefa de
demonstrar como cada variedade linguística - desde a mais formal
até a menos formal - está
diretamente relacionada
ao seu contexto
de uso.
REDISCUTINDO A NOÇÃO DE EQUIVALÊNCIA A PARTIR DA SOCIOLINGUÍSTICA VARIACIONISTA
- A noção de equivalência, como vimos, configura-se como um dos grandes problemas na área dos Estudos da Tradução;

- Vimos, também, que a noção de equivalência tem sido questionada tanto pela abordagem histórico-descritiva da tradução como pela abordagem desconstrutivista;

- A tradução tem sido, cada vez mais, considerada um processo histórico-social e discursivo, que deve ser pensado a partir de uma perspectiva dinâmica e dialógica;
A noção de reescritura tem contribuído muito para que a atividade tradutória seja pensada como uma atividade discursiva, já que o papel do tradutor não se circunscreve a uma mera transposição de códigos linguísticos, mas está diretamente relacionado à construção de um discurso que se volta para um contexto sócio-político-cultural que é diverso daquele em que o original foi produzido.


- Quando traduzimos, estamos lidando não apenas com textos, mas com discursos, já que novas relações discursivas são estabelecidas justamente durante a tradução;

- Isso se explica pelo próprio fato de o tradutor - antes de ser um tradutor - atuar como um leitor/intérprete do texto original;

- Por si só, as considerações acima justificariam que não há lugar, nos Estudos da Tradução, para a noção de equivalência, tal como ela tem sido defendida ao longo do tempo.
- A partir dos pressupostos teóricos da Sociolinguística Variacionista é possível ratificar ainda mais a sua fragilidade;

- Como vimos, a Sociolinguística Variacionista parte do pressuposto de que há uma indissociável relação entre a língua e a sociedade;

- O mesmo, nesse caso, valeria para os dialetos e socioletos;

- Não há dialetos e socioletos idênticos;

- Cada comunidade linguística estabelece, ao longo do tempo, a(s) sua(s) variedade(s) linguística(s) com base em fatores de natureza eminentemente social.
No caso da tradução, esta questão se torna pontual: se não há línguas idênticas e, muito menos, dialetos e socioletos que se igualem, como é possível conceber a atividade tradutória como um processo de equivalência, que se pauta no princípio da equidade? Se não há igualdade entre culturas e variedades linguísticas, como poderemos recuperar totalmente a língua/ o texto de partida na língua/no texto de chegada?

O papel do tradutor acaba sendo o de intermediar culturas/variedades linguísticas diversas, buscando, em cada atividade tradutória em particular, as melhores opções e soluções de acordo com o propósito a que se destina a tradução.
Em relação a esta questão, assumem um importância fundamental os conceitos de estrangeirização e domesticação, sistematizados por Venuti.

Segundo o autor, a estrangeirização consiste na busca pela manência das diferenças linguístico-culturais que caracterizam o texto de partida. Nesse caso, o tradutor se torna visível no processo de tradução. Já a domesticação envolve, por parte do tradutor, uma adaptação do texto de partida ao contexto cultural do texto de chegada, desconsiderando os mais relevantes aspectos culturais que caracterizam a língua/texto de partida, o que contribuiria, inclusive para a sua invisibilidade.

Se cada dialeto e socioleto reflete a heterogeneidade social que caracteriza cada língua ou comunidade linguística, não é possível ao tradutor recuperar fielmente essa heterogeneidade linguístico-social.

Por mais que o tradutor busque na língua de chegada uma variedade linguística parecida ou, até memso, correlata àquela que caracteriza o texto fonte, ele nunca estará refletindo a mesma realidade sócio-histórico-cultural.

Nesse contexto, o tradutor acabará tendo que optar por uma postura estrangeirizante ou domesticadora.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conforme vimos,
a noção de equivalência
ainda permanece, na área dos Estudos da Tradução, como uma questão que tem gerado muitas discussões (A noção clássica de equivalência não leva em consideração os aspectos de natureza social-histórico-cultural que integram a atividade tradutória).
Com o advento
da abordagem histórico-
descritiva e do desconstrutivismo, iniciou-se um processo mais pontual
de questionamento da noção de equivalência.
Conceitos como reescritura e manipulação contribuíram, de forma bastante incisiva, para se tratar a atividade tradutória como uma prática discursiva que envolve a
consideração do contexto em
que se realiza a tradução.
Com base em
toda essa discussão, é
proposto que a noção
clássica de tradução (pautada
na busca de equivalências entre sistemas linguísticos estruturalmente distindos) seja realmente repensada e redefinida.
Em vez de buscar a equivalência entre línguas, é proposta a
noção de equivaência
pragmática.
O tradutor, ao
verificar que tem diante
de si duas realidades sócio-culturais distintas, deve analisar mais pontualmente a natureza dessas diferenças e procurar estabelecer, do ponto de vista pragmático, a reinserção do texto de partida na cultura de chegada.
O tradutor
deve levar em consideração os aspectos sociolinguísticos da tradução, partindo do princípio de que são possíveis correspondências entre dialetos e socioletos distintos, mas nunca o estabelecimento estrito
de equivalências.
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