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PLE IV - Artigos

18 set. 2012
by

Glícia Tinoco

on 4 December 2015

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Transcript of PLE IV - Artigos

Here is something small...
An Example:
30
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
ESCOLA DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA DE GÊNEROS ACADÊMICOS

Profª Drª Glícia Azevedo Tinoco e Prof. Dr. José Romerito Silva

COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA:
artigo informativo, artigo de divulgação científica,
artigo de opinião, notícia.

18 de outubro de 2012

Vejamos essas questões conceituais a partir de textos concretos.
Iniciando nossa conversa...

Na aula da passada, tratamos sobre o gênero "banner" (ou "pôster"), com vistas à participação na I Semana de Ciências e Tecnologia da ECT, a se realizar nos dias 8 e 9 de novembro próximo. Nessa aula, vimos a importância desse gênero para a participação de graduandos em eventos acadêmicos.
No encontro de hoje, vamos retormar os gêneros "artigo informativo" e "artigo de divulgação científica", já vistos em aulas anteriores, a fim de observarmos diferenças importantes entre eles, o "artigo de opinião" (estudado em PLE II) e a notícia.

Vocês poderiam citar algumas dessas diferenças?
Na aula de hoje, 24 de maio, veremos em que o artigo informativo e o artigo de divulgação científica diferem do "artigo de opinião", que estudamos em PLE-II, da "notícia" sobre evento e/ou pesquisa científica e do "artigo científico", propriamente dito.
Qual a origem das férias?
Severino Barreto, por e-mail.

A origem das férias de trabalho está intimamente relacionada à Revolução Industrial, ocorrida inicialmente na Inglaterra, no século 18. Com a criação das primeiras máquinas industriais, homens, mulheres, idosos e crianças trabalhavam até 18 horas por dia, em condições precárias, nas fábricas inglesas.

Em 1784, os trabalhadores se rebelaram com tal situação e lançaram a Petição (ou Carta) dos Direitos, em que faziam uma série de reivindicações, inclusive o pedido de descanso remunerado. “Não era ainda um período de férias de 30 dias, como é hoje, mas foi a primeira vez em que se falou de férias para trabalhadores”, afirma a historiadora Zilda Gricoli Iokoi, da Universidade de São Paulo. “O descanso para as elites, no entanto, já existia há muito tempo, já que era costume da nobreza tirar férias e refugiar-se em casas de campo”, diz.

No Brasil, as férias trabalhistas começaram a ser discutidas nos anos 20 do século passado, mas só foram definitivamente oficializadas com a criação da consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943. O período de férias, bem como a duração da jornada de trabalho, varia muito entre os países.

Assim, enquanto os brasileiros desfrutam de 30 dias de férias por ano, os japoneses, os belgas e os italianos só têm direito a cerca de 20, e os alemães e austríacos, a 40 dias.

(Vida Simples, julho de 2006)
Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development

Disponível em <http://agencia.fapesp.br/15634>. Acesso em 23/05/2012.

O Forum on Science, Technology and Innovation for Sustainable Development será realizado nos dias 11 a 15 de junho no Rio de Janeiro. A reunião é realizada pelo Conselho Internacional para Ciência (ICSU, na sigla em inglês), em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Federação Mundial das Organizações de Engenharia (WFEO), o Conselho Internacional de Ciência Sociais (ISSC), o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil (MCTI) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Uma das atividades programadas pelo ICSU para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro, o Fórum tem como objetivo auxiliar a estabelecer as agendas de pesquisa, tecnologia e políticas que serão necessárias após a RIO+20.

O Fórum reunirá pesquisadores líderes internacionais em suas áreas e responsáveis por políticas públicas para explorar o papel fundamental da ciência e inovação interdisciplinárias na transição para um desenvolvimento sustentável, uma economia verde e a erradicação da pobreza.

A programação do encontro será composta por sessões temáticas centradas na exploração profunda de temas fundamentais, além de evento paralelos que serão coordenados por instituições como a FAPESP.

No dia 11 de junho, a FAPESP realizará a sessão “Belmont Forum Collaborative Research Actions to foster international environmental research most urgently needed to remove critical barriers to sustainability”.

No dia seguinte, serão feitas apresentações dos coordenadores de três grandes iniciativas da FAPESP: o Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), o BIOTA-FAPESP e o Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).

No dia 13 de junho, será a vez do “Symposium: Unanswered key questions for biodiversity conservation”, com a coordenação do programa BIOTA-FAPESP.

O Fórum e os eventos paralelos serão realizados na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), localizada na R. Marquês de São Vicente nº 222, na Gávea. Mais informações e inscrições: www.fapesp.br/rio20.
Raye também discorreu sobre como escolher um periódico para publicar um artigo, sugeriu maneiras de responder um parecer (quando o artigo é devolvido pela revista científica) e passou um bloco inteiro falando sobre ética nas publicações científicas. "Não faça múltiplas submissões de artigos nem plágios e não falsifique ou fabrique dados", ensinou Raye. O curso da Springer foi ministrado para plateias lotadas também em instituições como USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O interesse dos cientistas por esse tipo de oficina é compreensível. "Os pesquisadores nunca foram ensinados a escrever de maneira técnica, muito menos em inglês", explica a bióloga e ex-editora da "Science" Márcia Elblink.

Ela é uma das fundadoras da empresa Publicase, que, segundo ela, é a primeira especialista em treinar cientistas para escreverem dissertações, teses e artigos no País. A empresa surgiu em 2007, época em que o País "acordou" para a necessidade de aumentar a publicação de artigos na academia.

"Realmente não temos um treinamento específico na universidade e somos cobrados para publicar", analisa a veterinária Flávia Verechia Pereira, da Unesp. Ela participou do curso da Springer e disse que "gostou muito". Para Elblink, da Publicase, a falta de capacitação na redação científica não é um problema apenas do Brasil. "Mas as universidades de ponta do mundo têm centros para ajudar os autores e tirar dúvidas", diz a especialista.

Hoje, a demanda de universidades, de hospitais privados e de empresas pelos cursos de redação científica é tanta que a agenda de 2011 da Publicase fechou em maio. Uma semana de treinamento intensivo (40 horas) sobre "como escrever um artigo para uma revista de alto impacto", por exemplo, sai por R$ 12 mil por pessoa. Mas há cursos mais curtos.
"Escrever um artigo é uma questão de treino. Como correr uma maratona", completa Andrea Kaufmann-Zeh, que também é da empresa.
Caixão pra quê? Faça um funeral sustentável.
Por Joe Sehee *
Disponível em <http://www.humaniversidade.com.br/boletins/funeral_sustentavel.htm>
Acesso em 16/02/2011.

Eu me dei o trabalho de fazer as contas: todos os anos, nos Estados Unidos, os caixões usados em funerais lançam no solo mais metal do que tudo o que foi usado para construir a ponte Golden Gate, em São Francisco, e os gavetões das sepulturas usam concreto suficiente para construir uma avenida de duas pistas ligando Nova York a Detroit (os dados foram coletados pela Association of American Cemetery Superintendets).

Em 2009, os americanos enterraram no solo 3,1 milhões de litros de fluidos para embalsamamento, 104 mil toneladas de aço e 2.700 toneladas de bronze. A preocupação com o meio ambiente pode ajudar a repensar alguns hábitos que nós repetimos simplesmente porque não refletimos a respeito.

Como os enterros sempre acontecem em momentos dolorosos, obviamente, não há muito espaço para raciocinar sobre costumes. Daí que acabamos entupindo nossos entes queridos com produtos químicos e os enfurnando em caixões que apenas dificultam sua devolução para a natureza. Sem contar no mal que causamos ao meio ambiente.
Considerações finais
Cientistas desvendam mecanismo epigenético que mantém viva célula de câncer
Por Fábio de Castro
Disponível em <http://agencia.fapesp.br/15600>. Acesso em 21/maio/2012.

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com participação brasileira identificou as alterações epigenéticas que são essenciais para a sobrevivência de células cancerosas. O estudo demonstrou experimentalmente que as células tumorais morrem quando são reativados os genes que haviam sido “desligados” pela anomalia epigenética.

Epigenética é a informação genômica que não faz parte da sequência do DNA. Em geral, as células cancerosas apresentam padrões anômalos de metilação do DNA. A metilação é o principal mecanismo epigenético, no qual um grupo metil é transferido para algumas bases de citosina do DNA. Padrões aberrantes de metilação podem levar as células cancerosas a uma transformação maligna.

O trabalho teve seus resultados publicados na edição desta segunda-feira (14/05) da revista Cancer Cell. O primeiro autor do artigo, Daniel Diniz de Carvalho, realiza pós-doutorado no Departamento de Urologia, Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade do Sul da Califórnia (Estados Unidos). Graduado em medicina veterinária pela Universidade de Brasília (UnB), Carvalho concluiu doutorado em 2009 no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), na área de imunologia, sob a orientação do professor Gustavo Amarante-Mendes.

Trabalhos anteriores de Carvalho já haviam gerado resultados importantes, publicados nas revistas Oncogene, do grupo Nature, e PloS Genetics. O cientista acaba de ser contratado pela Universidade de Toronto (Canadá), onde coordenará seu próprio laboratório no Instituto de Câncer de Ontário, da mesma instituição.
Se, nos Estados Unidos, esse movimento é crescente, principalmente na Califórnia e na Nova Inglaterra, que já evitam o embalsamamento químico, na Europa, ele tende a se tornar dominante já nos próximos anos. Isso se justifica porque o formaldeído usado no processo foi banido, neste ano, por conta de poluir os solos e matar micro-organismos importantes ao meio.

Hoje, oito estados americanos já têm cemitérios com seções verdes. Usa-se uma camada de gelo, colocada sob o corpo, para garantir sua preservação. A água que derrete é conduzida por canais em direção a um recipiente. Na hora do enterro, o corpo é envolvido por tecidos finos, que se degradam rapidamente. Depois, é colocado em uma placa feita de galhos de madeira e assim depositado direto na terra. Como não é sólida, a madeira facilita a decomposição e a absorção de nutrientes pelo solo.

E quanto à cremação? Ela é nociva de outra forma: cada cremação emite 150 quilos de gases poluentes na atmosfera. Entre esses poluentes, estão o CO2 e o mercúrio, o qual vem da queima de obturações dentárias. Uma empresa especializada nesse tipo de despedida, a Neptune Society, já lida com o problema ao compensar suas próprias emissões e estimular que as cinzas sejam descartadas de forma a não prejudicar o meio ambiente.

* Joe Sehee é diretor executivo da ONG Green Burial Council, uma das maiores divulgadoras do funeral verde nos Estados Unidos.
Segundo Carvalho, o principal objetivo de sua linha de pesquisa, que terá continuidade no Canadá, é contribuir para o desenvolvimento de uma nova geração de terapias epigenéticas. “Há terapias epigenéticas sendo usadas clinicamente, mas elas mudam todo o padrão do DNA, ativando não apenas os genes que impedem a sobrevivência do tumor, mas também vários outros que não deveriam ser ativados. Por serem inespecíficas, são terapias de alto risco. Neste estudo, identificamos alvos importantes para o futuro desenvolvimento de uma segunda geração, mais eficiente, de terapias epigenéticas”, disse.

Todas as células do organismo possuem a mesma informação genética. O que garante a diferenciação entre elas, possibilitando a formação de vários tecidos, é o fato de determinados genes estarem ligados ou desligados. Essa regulagem é feita por mecanismos epigenéticos, com a metilação de DNA e alterações na cromatina. “Quando esse mecanismo é desfigurado por uma alteração epigenética, podem surgir várias doenças, em especial o câncer. Quando essa alteração leva a célula a se tornar um tumor, ela perde ainda mais o controle do mecanismo de regulação. A célula começa então a acumular outras mutações que não têm importância nenhuma na gênese do tumor”, explicou.

Distinguir as alterações epigenéticas importantes – que garantem a sobrevivência do tumor – das alterações causadas pela própria presença do tumor é um grande problema para a ciência. “Com as novas técnicas de sequenciamento disponíveis, mapeamos todas as alterações genéticas e epigenéticas. Mas como só analisamos a célula tumoral no fim do processo, não sabemos quais alterações são a causa e quais são consequências”, disse Carvalho.
Identificar as alterações epigenéticas essenciais para a sobrevivência do tumor é fundamental para identificar alvos terapêuticos adequados, segundo Carvalho. “Uma alteração genética, como uma mutação, é uma alteração definitiva. Mas as alterações epigenéticas são reversíveis e por isso mesmo são muito interessantes para possíveis terapias”, disse.

Para identificar as alterações epigenéticas essenciais, analisou-se uma célula tumoral com grande quantidade de metilação aberrante e, gradualmente, reduziram os níveis de enzimas que produzem a metilação no DNA. “Reduzindo a disponibilidade de metilação, colocamos pressão para que a metilação só fosse dirigida às regiões genômicas fundamentais. Até certo momento, a célula cancerosa sobrevivia. Depois de certo nível de redução, a célula não sobrevivia e sabíamos, então, que os últimos genes metilados eram essenciais para a sobrevivência do tumor”.

Em seguida, os cientistas mapearam o genoma e descobriram onde se localizavam os genes fundamentais. Utilizando amostras de tumores do consórcio internacional The Cancer Genoma Atlas, verificaram que os genes fundamentais estavam sempre metilados e inativos em células tumorais. “Depois reativamos esses genes nas células, para verificar se realmente eram importantes. Assim que os genes eram reativados, as células tumorais morriam. De fato, a sobrevivência do tumor só é possível quando esses genes estão silenciados”, afirmou.

Embora inativos, os genes fundamentais permanecem intactos na célula tumoral. Segundo Carvalho, o desafio agora é descobrir como reverter a metilação do DNA, reativando esses genes para matar o tumor. “Um dos principais objetivos dessa linha de pesquisa é identificar um mecanismo que permita a demetilação de genes específicos, viabilizando uma segunda geração de terapias epigenéticas. Outra meta consiste em melhorar os resultados das terapias epigenéticas inespecíficas que, ao ativar muitos genes da célula tumoral, a tornam imunogênica. Achamos que podemos aprimorar essas terapias combinando-as com a imunoterapia”, disse.

O artigo DNA Methylation Screening Identifies Driver Epigenetic Events of Cancer Cell Survival, de Daniel D. de Carvalho e outros,
pode ser lido por assinantes da Cancer Cell em www.cell.com/cancer-cell.
Atividade
Lidos esses textos iniciais (artigo informativo e artigo de opinião), vejamos quais seriam as especificidades de um texto (mais) científico.
Escolinha de cientistas
Folha de São Paulo – 30/10/2011
Editoras científicas e empresas especializadas dão cursos de escrita de artigos científicos para pesquisadores, que alegam que não aprenderam a escrever artigos na universidade, mas são cobrados para publicar.

Universidades brasileiras estão empenhadas em capacitar seus cientistas para escreverem artigos científicos para revistas renomadas. Os cursos, na maioria das vezes, partem das próprias editoras de revistas científicas, interessadas em receber textos de melhor qualidade.

Isso diminuiria o trabalho e o tempo entre o artigo recebido e o publicado (o que pode levar de meses a anos). Já as universidades têm interesse nos cursos para melhorar seus indicadores. Quanto mais artigos emplacados em revistas de alto impacto (amplamente citadas por outros pesquisadores), melhor a instituição aparece nos rankings universitários internacionais.

A Folha de S. Paulo acompanhou um dos cursos, ministrado recentemente pela editora científica Springer, na Unesp (Universidade Estadual Paulista), para 80 membros de comissões de pesquisa e de programas de pós-graduação.

Entre os temas ensinados, há desde "faça títulos curtos" a "escreva seu artigo científico como se estivesse contando uma história a alguém". "Mesmo quando você escreve sobre algo complicado, deve torná-lo o mais simples possível para que o maior número de pessoas entenda", ensina Warren Raye, da Springer, no curso na Unesp.
ARTIGO INFORMATIVO
Baseando-se nos dados da pesquisa de que você está participando (ver mapeamento científico), escreva um artigo informativo, a ser publicado no site “ECT Divulga”. Para tanto, oriente-se pelo plano textual abaixo.
01 – Atribuição de um título ao texto e, na linha abaixo, à direita, inserção do seu nome e e-mail.
02 – Parágrafo introdutório no qual você explicite a área de interesse, o tema da pesquisa e o objeto em foco.
03 – Dois ou três parágrafos de desenvolvimento em que você informe dados interessantes da pesquisa em desenvolvimento.
04 – Parágrafo conclusivo ratificando a pertinência dessa pesquisa.
05 – Escrita conforme a norma padrão.
Ao escrever um texto, seja no ambiente acadêmico ou em outra esfera social, é de suma importância atentar para as especificidades do gênero discursivo e do contexto de interação. Nesse sentido, deve-se considerar, entre outros fatores, o público-alvo, o suporte midiático, a função social, os aspectos linguístico-textuais.
Feito isso, é sempre aconselhável submeter o texto a um revisor, a fim de que faça uma leitura crítica, com vista ao aprimoramento do que você escreveu, antes de o texto ser publicado. Lembre-se: é sua palavra e sua imagem pessoal que estão em jogo.

Como vecês classificam o texto que acabamos de ler?
Que propriedades o caracterizam?
Vejamos, agora, o texto a seguir.
Em que gênero esse texto se enquadra?
Existe alguma diferença entre ele e o que lemos anteriormente?
Em que especto(s)?
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte – FAPERN, colaboradora das ações de ciência, tecnologia, inovação para inclusão e desenvolvimento social do Ministério de Ciência e Tecnologia – MCT, apresenta programação da VII Semana Potiguar de Ciência e Tecnologia – 2012, integrada à Semana Nacional, com celebração conjunta no mês de outubro e tendo como tema central “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza”.

Para adesão preencha o formulário de atividades e encaminhe para o email eventosfapern@gmail.com.
Entre os programas de divulgação científica, a Semana Potiguar inclui:

Pesquisa vai à Escola: um trabalho voluntário realizado por pesquisadores de Universidades e Instituições de ensino e pesquisa apoiadas pela FAPERN e consiste na realização de palestras nas escolas públicas e privadas, para a divulgação das ações de Ciência e Tecnologia desenvolvidas no Rio Grande do Norte

Escola Vê Ciência: compreende as atividades programadas por Instituições parceiras que abrem as portas para visitação e demonstração de seus serviços, possibilitando aos alunos e professores da rede de ensino do RN, a vivência e a experimentação da ciência e da tecnologia desenvolvida no Estado. A escola pública interessada em participar da atividade divulgada na programação, deve fazer contato com a FAPERN para agendamento prévio e preenchimento da ficha de inscrição - Escola Vê Ciência . No caso de escolas da rede pública de ensino, a FAPERN poderá tentar viabilizar o transporte para os alunos, desde que agendado e consultado previamente sobre essa disponibilidade.
Maiores informações com a coordenadoria de eventos pelos telefones (84) 3232-0328 - ramal 24 ou email eventosfapern@gmail.com.
Para saber mais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, acesse o site: semanact.mct.gov.br

http://www.fapern.rn.gov.br/contentproducao/aplicacao/fapern/fapern_destaque/gerados/snct_2012.asp.
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