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Neurotransmissores

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ARNON FELIPE

on 8 December 2013

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Transcript of Neurotransmissores

Neurotransmissores
Quimicamente, os neurotransmissores são moléculas relativamente pequenas e simples. Diferentes tipos de células secretam diferentes neurotransmisores. Cada substância química cerebral funciona em áreas bastante espalhadas mas muito específicas do cérebro e podem ter efeitos diferentes dependendo do local de ativação.
Neurotransmissores Importantes
Conclusão
Sinapse
É a conexão entre dois neurônios vizinhos, da qual há mais de um tipo, segundo as formações que fazem o contato entre essas células para que se propague o impulso nervoso de uma para a outra.
Tipos de Sinapse
A sinapse típica, e a mais frequente, é aquela na qual o axônio de um neurônio se conecta ao segundo neurônio através do establecimento de contatos normalmente de um de seus dendritos ou com o corpo celular. Existem duas maneiras pelas quais isso pode acontecer: as sinapses elétricas e as sinapses químicas.
O que são ?
Neurotransmissores são substâncias químicas produzidas pelos neurônios, as células nervosas. Por meio delas, podem enviar informações à outras células. Podem também estimular a continuidade de um impulso ou efetuar a reação final no órgão ou músculo alvo.
Essas substâncias atuam no encéfalo, na medula espinhal e nos nervos periféricos e na junção neuromuscular ou placa motora.

Neurotransmissores
Quando um sinal nervoso, ou impulso, alcança o fim de seu axônio, ele viajou como um potencial de ação ou pulso de eletricidade. Entretanto, não há continuidade celular entre um neurônio e o seguinte; existe um espaço chamado sinapse. As membranas das células emissoras e receptoras estão separadas entre si pelo espaço sináptico, preenchido por um fluido. O sinal não pode ultrapassar eletricamente esse espaço. Assim, substâncias químicas especias, chamadas neurotransmissores, desempenham esse papel.
Sinapse Elétrica
Sinapse Química:

Tipos de sinapse química:
Sinapses Excitatórias
Sinapses Inibitórias

Apesar dos grandes avanços tecnológicos e científicos, e do grande conhecimento já alcançado a respeito do corpo humano, nem todos os mistérios a respeito de sinapses e neurotransmisores foram revelados, deixando para os próximos profissionais da área da saúde o dever de desvendá-los. Este conhecimento certamente tratá muitos benefícios para a humanidade, como a cura de doenças degenerativas, que proporcionará uma melhor qualidade de vida para milhões de pessoas que são afetadas por tais doenças.
Quimicamente, os neurotransmissores são moléculas relativamente pequenas e simples. Diferentes tipos de células secretam diferentes neurotransmisores. Cada substância química cerebral funciona em áreas bastante espalhadas mas muito específicas do cérebro e podem ter efeitos diferentes dependendo do local de ativação. Cerca de 60 neurotransmissores foram identificados e podem ser classificados, em geral em uma das quatro categorias.
O potencial de ação estimula a entrada de Ca2+, que causa a adesão das vesículas sinápticas aos locais de liberação, sua fusão com a membrana plasmática e a descarga de seu suprimento de transmissor. O transmissor se difunde para a célula alvo, onde se liga à uma proteína receptora na superfície externa da membrana celular. Após um breve período o transmissor se dissocia do receptor e a resposta é terminada. Para impedir que o transmissor associe-se novamente a um receptor e recomece o ciclo, o tranmissor, ou é destruído pela ação catabólica de uma enzima, ou é absorvido, normalmente na terminação pré-sináptica. Cada neurônio pode produzir somente um tipo de transmissor.
Cerca de 60 neurotransmissores foram identificados e podem ser classificados, em geral em uma das quatro categorias.
Categorias:
• Colinas
• Aminas Biogênicas
• Aminoácidos
• Neuropeptídeos

Dopamina
A dopamina é um tipo de neurotransmissor inibitório derivado da tirosina e classificado no grupo das aminas. Produz sensações de satisfação e prazer. Os neurônios dopaminérgicos podem ser divididos em três subgrupos com diferentes funções.
O primeiro grupo regula os movimentos: uma deficiência de dopamina neste sistema provoca a doença de Parkinson, em fases avançadas pode verificar-se demência.
O segundo grupo, o mesolímbico, funciona na regulação do comportamento emocional.
O terceiro grupo, o mesocortical, projeta-se apenas para o córtex pré-frontal. Esta área do córtex está envolvida em várias funções cognitivas, memória, planejamento de comportamento e pensamento abstrato, assim como em aspectos emocionais, especialmente relacionados com o stress.
Serotonina
Atualmente a Serotonina está intimamente relacionada aos transtornos do humor, ou transtornos afetivos e a maioria dos medicamentos chamados antidepressivos agem produzindo um aumento da disponibilidade dessa substância (tornam ela mais disponível) no espaço entre um neurônio e outro. Tornou-se conhecido como o 'neurotransmissor do 'bem-estar'. ' Ela tem um profundo efeito no humor, na ansiedade e na agressão.
Noradrenalina
Este neurotransmissor é encontrado no SNC, no tronco cerebral e no hipotálamo, e possui ação depressora sobre a atividade neuronal do córtex cerebral. A noradrenalina do SNC provém da metabolização da dopamina pela ação da enzima dopamina beta-hidroxilase, então, origina-se da recaptura do neurotransmissor da fenda sináptica. Principalmente uma substância química que induz a excitação física e mental e bom humor
Epinefrina
Como neurotransmissor do SNC, é bem menos conhecida. Ela tem sido muito estudada, mas, em correlação com sua atividade nos nervos do sistema nervoso autônomo, no seu segmento simpático e na medula da glândula supra-renal. No SNC, estritamente falando, são descritos sistemas adrenér¬gicos em alguns núcleos hipotalâmicos relacionados com uma atividade vasoconstritora. A adrenalina tem efeito sobre o sistema nervoso simpático: coração, pulmões, vasos sanguíneos, órgãos genitais, etc. Este neurotransmissor é liberado em resposta ao stress físico ou mental, e liga-se a um grupo especial de proteínas - os receptores adrenérgicos. Seus principais efeitos são: aumento dos batimentos cardíacos, dilatação dos brônquios e pupilas, vasoconstricção, suor entre outros.
Adrenalina
Glutamato
O principal neurotransmissor excitante do cérebro, vital para estabelecer os vínculos entre os neuroônios que são a base da aprendizagem e da memória a longo prazo. É armazenado em vesículas nas sinapses. O impulso nervoso causa a libertação de glutamato no neurôniopré-sináptico; na célula pós-sináptica, existem receptores (como os receptores NMDA) que ligam o glutamato e se ativam. Pensa-se que o glutamato esteja envolvido em funções cognitivas no cérebro, como a aprendizagem e a memória.
Asparato
É um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos. É um aminoácido não essencial em mamíferos, tendo uma possível função de neurotransmissor excitatório no cérebro. Como tal, existem indicações que o ácido aspártico possa conferir resistência à fadiga.
Histamina
É uma amina biogênica cujos estudos acerca de sua atuação sobre os tecidos, em especial sobre o coração, têm sido efetuados desde o início deste século. Seu padrão de distribuição no tecido cardíaco humano é praticamente o mesmo em diferentes espécies, apresentando maior concentração no átrio direito e a seguir decrescendo no átrio esquerdo, ventrículo direito e, finalmente, menor concentração no ventrículo esquerdo.
Encefalinas e Endorfinas
Essas substâncias são opiáceos que, como as drogas heroína e morfina, modulam a dor, reduzem o estresse, etc. Elas podem estar envolvidas nos mecanismos de dependência física.
Artigos
Neurotransmissores:
Dores Orofaciais
Esse impulso doloroso é transmitido dos tecidos até o sistema nervoso central, por via sinaptica (nesse espaço sinaptico que os fármacos ultilizados no tratamento das dores tem seu local de ação).

Neurotransmissores envolvidos na manutenção das dores orofaciais são: Noradrenalina serotonina, peptídeos opioides, ácido Gama-Aminobutírico e glicina.

Os psicofármacos têm sua ação pela interação com algum sistema neurotransmissor, podendo agir na síntese, armazenamento e liberação dos neurotransmissores, bem como podem atuar como agonistas ou antagonistas de receptores de membrana, e ainda podem agir através da inativação de determinado neurotransmissor.
Para diminuir a percepção de dor alguns fármacos bloqueiam a transmissão ascendente do estímulo doloroso até o córtex cerebral. 
Outros atuam estimulando a modulação do estímulo, através de uma maior atividade inibitória descendente.

Dores de ouvido ou zumbido
Desgaste dentário
Dores de cabeça
Dificuldade ao mastigar
Estalos ao mastigar
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA E DE FATORES ODONTOLÓGICOS RELACIONADOS COM A SÍNDROME DA APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO (SAOS)

Este estudo teve como objetivo geral avaliar a qualidade de vida de pacientes com Síndrome da Apneia do Sono e investigar fatores odontológicos relacionados.
A SAOS é uma desordem respiratória caracterizada pelo colapso repetido da via respiratória superior durante o sono que inibe a passagem de ar por pelo menos 10 segundos mais de 5 vezes durante o período de sono, gera um despertar súbito, mas é comum que esse episódio seja esquecido junto com os sonhos.
NORADRENALINA, SEROTONINA e a ACETILCOLINA correlacionados são neurotransmissores de fundamental importância para o estudo da regulação do sono:

Noradrenalina: estimula o sono REM (caracterizada por uma intensa atividade cerebral e movimentos rápidos dos olhos).
Serotonina: reguladora do sono de ondas lentas (SOL), sua lesão induz a insônia.
Acetilcolina: tem papel modulador do sono REM.

A maioria dos indivíduos que ronca e que tem SAOS apresenta respiração bucal durante o sono. Quando se abre a boca em 1,5 cm, há um deslocamento dorsal do ângulo da mandíbula em 1 cm, resultando numa diminuição de 1 cm na distância entre a parede posterior da faringe e o dorso da língua. Esta nova postura lingual provoca estímulo estático e dinâmico no véu palatino, úvula, pilares tonsilares e epiglote, levando a uma hipotonia e hipertrofia dessas estruturas que, com o relaxamento muscular e ação da pressão inspiratória que acontece durante o sono, leva ao colapso da faringe, conseqüentemente à SAOS.

Fatores Odontológicos relacionados com a SAOS

Pacientes com SAOS que apresentam maxila e mandíbula com medidas dentro da normalidade, ou seja, 96 mm para a primeira e 125 mm para a segunda, podem ter mandíbula retroposicionada, assim como osso hióide em posição caudal. Através da análise cefalométrica, observaram que a língua tende a ocupar mais espaço das VAS nos pacientes obesos do que nos não-obesos portadores da SAOS, tanto no sentido vertical quanto no sentido horizontal. A redução do espaço aéreo pode ser explicada pelo depósito de gordura na língua desses pacientes.
O tipo de oclusão é capaz de determinar alterações no espaço aéreo orofaríngeo. Os valores médios da profundidade da orofaringe são maiores nos indivíduos que apresentam mal oclusão Classe III do que naqueles que apresentam mal oclusões Classes I e II de Angle. Os índices de 30 normalidade para a profundidade da orofaringe, segundo a idade, são os seguintes: entre 8,76 mm e 14,86 mm para a faixa etária 6-11 anos; entre 9,07 mm e 15,07 mm para a faixa etária 12-17 anos; e entre 9,55 mm e 16,99 mm para a faixa etária 18-24 anos.

Conclusão

O tipo de oclusão dentária apresentou correlação com a gravidade da SAOS, sendo a Classe II de Angle (56,2%) a mais prevalente.

Equipe
Arnon Felipe
Ana Rafaella
Edmilson Aragão
Gessika Farias
Marcela Marques
Noélia Pedrosa
Railha Lopes
Raffaela Moura
Staylany Prado
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