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Estratégias da organização para

Capitulo 3 Disciplina gestao ambiental urbana e sustentabilidade
by

Hudson da Silva

on 21 April 2014

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Transcript of Estratégias da organização para

O DS e as Coorporações
Empresários para o meio ambiente
As principais tarefas da função desenvolvimento sustentável, preconizadas pela EPE, são:
a) Melhorar o diálogo entre os stakeholders e identificar aspectos da empresa relacionados à sustentabilidade;
b) Definir a política de desenvolvimento sustentável de forma a acatar tais aspectos;
c) Colocar em prática essa política de desenvolvimento sustentável;
d) Controlar e relatar a implementação dessa nova estrutura.
Auto-organização
Focos da pressão sobre as empresas
Organizações Não Governamentais (ONGs) de cunho ambientalista;
Legislações ambientais;
Tratados internacionais;
Demandas de mercados consumidores cada vez mais exigentes;
Concorrência.
[...] a vertente do marketing que trata da relação consumo – meio ambiente e está envolvida com as necessidades recentes do cliente cidadão, consciente da importância da preservação da natureza, à qual foram atribuídas varias denominações: marketing ecológico, marketing verde, marketing ambiental, ecomarketing e marketing sustentável, sendo que todas elas têm como preocupação fundamental as implicações mercadológicas dos produtos que atendem às especificações da legislação ambiental e que contemplam às expectativas de uma boa parcela de consumidores, no que diz respeito aos produtos e a seus processos não serem agressivos ao meio ambiente (DIAS, 2011, p. 72).
Agenda
Introdução
Consumo e Produtos Sustentáveis
Marketing Verde
Projetos Sustentáveis Alternativos
Desenvolvimento Sustentável no Mundo Corporativo
Ecodesing
PmaisL
Proposiçoes
Debate e Conclusões
Estratégias da organização para
o desenvolvimento sustentável

Introdução
No contexto de pressão social sobre as organizações, modifica-se o ambiente, o que faz emergir novas estratégias para enfrentar novos paradigmas nos modelos de produção de bens e serviços.
Demandas do consumo sustentável
Atuar por convicção, mais do que por marketing. Nos aspectos visíveis e não visíveis, em toda a cadeia produtiva.
Promover a desmaterialização da produção, ou seja, ajustar os processos, visando à economia de materiais e à maior durabilidade dos produtos, em uma revisão do conceito de obsolescência programada (próprio da velha economia).
Produzir levando em conta o impacto que o uso do produto terá: com papel proativo, sem esperar por mudanças de mentalidade ou pressão dos consumidores.
Implementar a logística reversa, cumprir a lei: incluir o retorno dos bens de pós venda e o descarte responsável ao ciclo produtivo, agregando valor (econômico, ambiental, legal, competitivo e de imagem corporativa).
O CEBDS (http://www.cebds.org) é uma coalizão dos maiores e mais significantes grupos empresariais no Brasil. Como representante do World Business Council for Sustainable Development(WBCSD), o CEBDS integra uma rede global de mais de 50 conselhos que estão trabalhando para difundir uma nova forma de se fazer negócios o mundo.
Disciplina Gestão Urbana Meio Ambiente e Sustentabilidade

Hudson Santos da Silva

As mudanças advindas do movimento ambientalista
Nova tipologia nas relações entre empresa e sociedade:

As premissas da política de responsabilidade social empresarial pressupõem o atendimento da empresa às exigências legais e econômicas relacionadas às suas atividades produtivas, além das sociais e ambientais, no sentido de prevenir, mitigar ou compensar a sociedade pelos danos decorrentes de suas atividades (TEIXEIRA e MORAES, 2013, p.844).
Novos Produtos
Novos modos de fazer

É todo o processo que contempla os aspectos ambientais onde o objetivo principal é projetar ambientes, desenvolver produtos e executar serviços que de alguma maneira irão reduzir o uso dos recursos não-renováveis ou ainda minimizar o impacto ambiental dos mesmos durante seu ciclo de vida. Isto significa reduzir a geração de resíduo e economizar custos de disposição final (MMA).
Ecodesign
Em termos de iniciativas individuais, o consumo sustentável pode ser expresso nos seguintes elementos (Marchand et al., 2005):

Abstinência: deixar de consumir ou, em alguns casos, consumir menos.
Atitude: considerar o consumo exagerado, ou seja, aquele que excede as necessidades do indivíduo, como algo nocivo.
Conscientização: escolher produtos baseando-se em suas qualidades ambientais (é o exemplo do detergente biodegradável).
Alternativa: identificar substitutos para o consumo tradicional de maneira a buscar a sustentabilidade (p. ex.: troca de produto por serviço).
O marketing ambiental ou verde é definido por Polonsky (1994, p. 2) como todas as “atividades desenvolvidas para gerar e facilitar quaisquer trocas com a intenção de satisfazer as necessidades dos consumidores, de modo que a satisfação destas necessidades ocorra com o mínimo de impacto negativo sobre o meio ambiente”.
Estratégias de projeto para o consumo sustentável:
reprojetar aquilo que é consumido (consumo mais “verde”);
reorganizar a forma como o consumo ocorre (consumir de forma diferente);
redescobrir a natureza das necessidades e associá-las com a satisfação dos consumidores (consumo apropriado)

As estratégias podem focar tanto na qualidade quanto na quantidade de consumo e podem ser organizadas em três aspectos:
foco no produto
– fabricando produtos mais eficientes;
foco no resultado
– produzindo o mesmo resultado de uma forma diferente (e mais sustentável);
foco na necessidade
– questionando a necessidade satisfeita pelo objeto, serviço e sistema, e como esta pode ser alcançada.
Dinâmica
Apresentação seguida do debate
Estudos revelam que tais inovações podem ser classificadas em quatro níveis (Brezet, 1998; Rathenau Institute, 1996):
Melhorias no produto
, o que envolve pequenas mudanças e melhorias nos produtos já existentes. De uma forma geral, o produto e suas técnicas de produção permanecem os mesmos.
Reprojeto do produto
, em que, apesar de o projeto conceitual permanecer o mesmo, algumas peças e componentes do produto são significantemente melhorados ou substituídos no sentido de atingir uma melhora no desempenho ambiental.
Inovação na função do produto
, que não está restrita aos produtos existentes. A estratégia adotada aqui é a de atender as funções do produto, mas de forma sustentável.
Inovações do sistema
em que todo o sistema tecnológico (produto, cadeia de produção e infraestrutura associada) é substituído por um novo sistema.
A visão baseada em recursos originou-se no final dos anos 1950 com os estudos de Selznick (1957) e Penrose (1959). Esses autores são considerados os primeiros a apontar a importância dos recursos para as organizações, mas a abordagem VBR só alcança maior visibilidade a partir do final dos anos 80 com os estudos de Wernerfelt (1984), Prahalad e Hamel (1990) e Barney (1991). Trata-se de uma perspectiva que visa à geração de vantagem competitiva que, de acordo com Porter (1985), consiste na capacidade da empresa em criar valor para o cliente, com custos baixos, a partir da mobilização de recursos.
A análise de Wernerfelt se dedica a explicar em que circunstâncias um recurso irá conduzir a organização a altos retornos por períodos mais longos de tempo.
Estas competências são inerentes a cada organização. Segundo Barney e Hesterly (2007), a capacidade da organização em atingir desempenhos acima da média e, portanto, ganhar competitividade, estaria na mobilização dos recursos e capacidades disponíveis na própria organização. Para o autor “VBR é um modelo de desempenho com foco nos recursos e capacidades controlados por uma empresa como fontes de vantagem competitiva.” (BARNEY e HESTERLY, 2007 p.64).
Os recursos e suas capacidades organizacionais, conforme explicam Barney e Hesterly (2007), podem ser desenvolvidos de maneira a gerar um maior desempenho. Os recursos são de dois tipos: tangíveis e intangíveis. As capacidades são caracterizadas como um subconjunto de recursos capazes de auxiliar na criação e implantação de estratégias. Além disso, na abordagem VBR os recursos e capacidades ainda podem ser classificados em quatro categorias: financeiros, físicos, individuais e organizacionais.
Melhoria da
perfomance
;
Sinergia entre os aspectos: ambientais, economicos e sociais;
Melhoria global do desenvolvimento da empresa.
Alguns fatores contribuem para isso, como a falta de entendimento do que realmente seja uma “organização sustentável” (Hart e Milsten, 2004). Isso ocorre devido à falta de informação sobre o assunto. Portanto, os empresários deveriam ser informados sobre os conceitos, as práticas, os benefícios e riscos que envolvem o desenvolvimento sustentável corporativo e a partir daí tomarem as suas próprias decisões.
O ecodesign está baseado em dois princípios fundamentais: (a) abordagem holística ou abordagem de ciclo de vida; (b) abordagem multicritério.
Benefícios do Ecodesing
Redução do Impacto ambiental de seus produtos/processos;
Obtenção de uma perspeciva sistemática;
Motivação para o desenvolvientos de bons projetos e inovação;
Redução de custos;
Superação das novas necessidades/desejos dos consumidores.
GREENWASHING
Entre os desafios a serem enfrentados pelo marketing verde estão a falta de credibilidade dos consumidores, o conflito entre os conceitos de produtos ecológicos, verdes e sustentáveis, uma reputação em risco devido a erros na comunicação e o chamado greenwashing (Machado e Saad,2011, p. 525).


Vídeo para reflexão
Tópicos para discussão:

Ao se considerar as questões ambientais em seus procedimentos, as empresas irão incorporá-las gradualmente e nem todas alcançarão o mesmo nível de maturidade simultaneamente. Ou seja, cada empresa irá incorporar os aspectos ambientais em níveis distintos. A questão que se apresenta é como avaliar o nível de maturidade de uma determinada empresa com relação à incorporação de aspectos ambientais em seus procedimentos.

Quais são as características de uma empresa madura com relação à questão ambiental?

Como se transpõe um nível de maturidade para outro?
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