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O trabalho na Antiguidade

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André Luiz Bis Pirola

on 15 May 2015

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Transcript of O trabalho na Antiguidade

O trabalho na Antiguidade
Trabalho realizado por:Bela Zhang n6 , Katia n10
Na periodização das épocas históricas da humanidade, Idade Antiga, ou Antiguidade é um longo período da História da Europa que se estende aproximadamente do século VIII a.C.

Aqui estão os factores culturais das suas civilizações mais marcantes, o Egito, a Grécia e a Roma antigas.

• Antiguidade oriental (Civilização Egípcia; Civilização Mesopotâmica Civilização Hebraica Civilização Fenícia
• Antiguidade clássica (Civilização Grega Civilização Romana Império Macedónico
• Antiguidade na América (Civilização Maia)



Na Antiguidade, não existia a noção de emprego.

A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizada. Podemos referir as três civilizações mais influentes desta época que influenciaram o Ocidente com suas sociedades escravistas - a egípcia, a grega e a romana.

O TRABALHO NA ANTIGUIDADE
Nessa época, todo o trabalho era feito por escravos. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam os seus serviços.

Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.

O TRABALHO NA ANTIGUIDADE
Egito
O Egito está localizado no nordeste da África.

O Egito é um extenso país irrigado pelo Rio Nilo.

As cheias do Nilo começam em julho e vão até novembro.
Neste período, o rio transborda e deposita o lodo e o limo, que possibilitam o aproveitamento agrícola da região.
O Rio Nilo é tão importante para a civilização egípcia que os historiadores dizem: “O Egito é uma dádiva do Nilo”


A sociedade egípcia era hierárquica e de limitada mobilidade social. No alto da pirâmide, estava o faraó, que era considerado um deus vivo, depois vinham os nobres, os altos funcionários, os sacerdotes, os guerreiros, os escribas, os artesãos, os trabalhadores comuns, os camponeses, que eram a maioria da população, e os escravos.

Os camponeses tinham as piores condições, pois tinham uma dura fiscalização dos administradores.

Sociedade
Os escravos egípcios eram capturados nas guerras, os filhos dos escravos eram comercializados, pois eram uma forma de tributos das regiões que eram dominadas. O tratamento que lhes era dado, variava muito.

Sociedade
A mulher egípcia, comparada com a mulher das civilizações antigas, tinha uma boa situação. Tinha personalidade jurídica, podia adquirir propriedade, legar bens e fazer testamentos.

Os egípcios valorizavam a família, daí o respeito e consideração por suas mães.
Sociedade
A economia baseava-se na agricultura e na pecuária. O trabalho no Egito era centrado na agricultura, suas terras eram férteis, pois eram privilegiadas pelo rio e pela fertilização natural e favorecidas pelos açudes e canais de irrigação. Eram cultivados cereais, como a cevada e o trigo, legumes e abundantes árvores frutíferas.
Economia
Os escravos domésticos, os artesãos e os artistas recebiam um tratamento melhor do que os escravos que trabalhavam nas minas e pedreiras.
A atividade pastoril também era muito importante no Egito, os rebanhos de gado bovino eram cuidados pelos pastores nos campos próximos ao rio. faziam a criação de porcos, cabras, bois e mais tarde cavalos.
Com o papiro, que era encontrado nas margens do Nilo, fabricava-se papel, cordas, cestas, sandálias e esteiras. Os egípcios eram “mestres” na arte de tecer, portanto a tecelagem era bem desenvolvida. A caça e a pesca eram largamente praticadas.
Havia um comércio interno bastante desenvolvido, apesar de não haver moedas, o que dificultava a negociação, a qual era feita da forma amonetária.

O comércio com o exterior era fraco, pois dependia exclusivamente do faraó. Mas os egípcios exportavam cereais, vinho, óleos vegetais, papiro e móveis e importavam pedras preciosas, marfim, perfumes e madeiras.
Os camponeses recebiam terras para o cultivo, mas pagavam tributos para usá-las, e a forma de pagamento era na forma de produtos ou de trabalho.
Economia
Economia
O Império Romano
Os patrícios eram proprietários de terras e ocupavam importantes cargos públicos. Considerados cidadãos romanos, possuíam muita riqueza e escravos. No topo da pirâmide social romana, compunham a minoria da população.
Patrícios
Formavam a maioria da sociedade romana. A Plebe era composta basicamente por pequenos comerciantes, artesãos e outros trabalhadores livres. Possuíam poucos direitos políticos e de participação na vida religiosa.
Plebeus
Embora livres, os clientes viviam "presos" aos patrícios, pois possuíam uma forte relação de dependência. Esta classe era formada basicamente por estrangeiros e refugiados pobres. Tinham apoio económico e jurídico dos patrícios, porém deviam-lhes ajuda em trabalhos e questões militares.
Clientes
Camada sem nenhum direito social em Roma. Os escravos eram, em sua grande maioria, presos de guerra. Eram vendidos como mercadorias para patrícios e plebeus e não recebiam pagamentos pelo trabalho, mas apenas comida e roupas.
Escravos
Ex-escravos que obtinham a liberdade por concessão de seus proprietários, por abandono ou até mesmo pela compra própria da liberdade. Geralmente trabalhavam para seu ex dono.
Libertos
Executavam tarefas pesadas e também serviam como serviçais domésticos. Na época do Império Romano, o número de escravos aumentou de forma extraordinária.
Grécia antiga
Os gregos dos séculos VI a IV a.C., a condição de escravo estava ligada à concepção de política que a sua sociedade desenvolveu.
O TRABALHO NA ANTIGUIDADE
Egito
Grécia antiga
Grécia antiga
Grécia antiga
Grécia antiga
Conclusão
Com este trabalho podemos concluir que o trabalho na antiguidade era muito diferente do nosso tempo e, muito duro. Havia grupos de diferentes níveis, dos mais ricos e poderosos aos mais pobres.

As pessoas trabalhavam porque eram obrigadas, e em muitos países só pagavam com bens alimentares. As pessoas trabalhavam para sobreviver e não para viver melhor.

Gostamos de fazer este trabalho e achamos muito interessante, porque descobrimos coisas novas. Agora sabemos um pouco mais sobre a nossa história.

Apesar da sociedade grega ser voltada para as cidades e à vida urbana, a agricultura constituía-se na principal atividade económica, ou seja, eram livres os camponeses que retiravam da terra seus próprios meios de subsistência.
Na maioria das cidades gregas dos séculos VI e V a.C., só os cidadãos podiam ser proprietários.

No entanto, em suas poucas faixas de terras férteis, os homens gregos tentavam subtrair do solo fraco: frutas, leguminosas, trigo, cevada e, em maior escala, azeite de oliva e vinho.

A escassez de terras facilitou a formação de núcleos urbanos independentes.
Para manter a estrutura das cidades, conseguir tempo livre para dedicar-se a sua administração e produzir riqueza, foi necessário que generalizasse o trabalho escravo.

Portanto, o escravismo tornou-se o modo de exploração económico que sustentava a cidade e o campo e que proporcionava privilégios às elites gregas.
A sociedade romana era dividida em cinco grupos sociais distintos:
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