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Os sentidos de formação na cibercultura: múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital

Apresentação do artigo Os sentidos de formação na cibercultura: múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital para a 36ª Reunião Anual da Anped - Goiânia 2013.

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Transcript of Os sentidos de formação na cibercultura: múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital

Questão/Problema
Como os pesquisadores, que estudam sobre a cibercultura, compreendem o sentido de formação e o processo de subjetivação dos sujeitos adultos, na educação formal, em meio à cultura digital?
Pressupostos Metodológicos da Pesquisa
O embasamento da investigação por meio de uma abordagem Genealógica (Nietzsche) articulada à uma Análise do Discurso (Foucault) permitiu a composição de um potente caminho investigativo.
12
Sujeitos da Pesquisa Entrevistados
Há na pesquisa uma forte influência de
campos de saberes
diversos como a Filosofia, a Sociologia, a Antropologia, a Comunicação e a Educação.
Delimitamos na investigação duas Unidades Enunciativas de Análise:

Cibercultura/ciberespaço
Formação Humana/subjetividade
1
A formação é um processo humanizador do indivíduo, criando valores éticos para a vida humana.

Unidades Enunciativas do Discurso na Análise
Nelson Pretto - UFBA
Muito Gratos!
O referencial teórico foi delimitado com
os filósofos
que deram o suporte crítico às questões investigadas (Friedrich NIETZSCHE, Gilles DELEUZE e Michel FOUCAULT)
Além dos filósofos,
teóricos da Educação e da Comunicação
nos apontaram possíveis compreensões sobre as noções de cibercultura, formação e subjetivação (Pierre LÉVY; André LEMOS, Lucia SANTAELLA, Fernando, GONZÁLEZ REY, Maria Cândida MORAES, Edméa SANTOS, Adriana Rocha BRUNO, entre outros. Todos em composição com os demais sujeitos de pesquisa).
É importante observar que o quadro teórico da pesquisa esta misturado ao método no que tange à participação dos teóricos como sujeitos da pesquisa.
Este olhar investigativo em Ciências Humanas nos possibilitou encontrar pistas que emergiram na tensão das forças enunciativas do interdiscurso na ordem do acontecimento, no devir, em uma universalidade não totalizável.
Encontrar possíveis Unidades Enunciativas do Discurso acerca da problemática investigada nos enunciados coletados com os dados obtidos a partir de entrevistas abertas com os sujeitos da pesquisa.
6 Unidades Enunciativas do Discurso
2
A cibercultura é a cultura contemporânea, uma cultura universal sem totalizações, e requer o engajamento dos sujeitos para a efetivação de um processo de criação e produção de saberes, frutos de uma formação integral.
3
A subjetivação do sujeito acontece na relação da subjetividade individual com a subjetividade social da cibercultura
4
A autonomia e emancipação do sujeito adulto acontece com seu engajamento na cultura digital, mas que pode ocorrer em meio a um processo de subjetivação fragmentado, em função da volatilidade da subjetividade presente na cibercultura.
5
As políticas públicas de formação continuada têm que ser parte integrante do processo formativo do professor, a fim de minimizar a distância existente entre o educador, disperso na cultura digital, e o educando, imerso na cibercultura.
6
A cibercultura, por ser um prolongamento do capitalismo tardio, requer melhores condições de formação e subjetivação dos sujeitos, para que não caiam nas armadilhas da alienação e da coisificação próprias dos sistemas totalitários massivos presentes no ciberespaço, impedindo os sujeitos adultos de atingirem a autonomia e emancipação, tão necessárias na formação humana, em tempos e espaços de cibercultura.
A análise dos dados aconteceu por meio de 2 conjuntos de análises:
o crítico
o genealógico.
Agradecimentos
Adriana Rocha Bruno
adriana.bruno@ufjf.edu.br
Octavio Vieira Neto
ti.octavio.vieiraneto@uab.ufjf.br
O reviramento acontece no que se refere a todas as concentrações, inclusive produtoras e industriais, e mesmo linguageiras e culturais, para favorecer distribuições amplas, múltiplas e singulares.
(Michel Serrés)

O Problema do Paradigma Moderno
Estamos, hoje, vivendo uma radical mudança, a passagem da era moderna para a era pós-moderna, isto significa dizer que está acontecendo um gigantesco processo de mudança nas relações materiais da sociedade contemporânea, nas formas de representação social e nas relações pessoais e institucionais da sociedade.
Novas Perspectivas Epistemológicas
No teatro dionisíaco em que se configura o nosso tempo e espaço fluidos e líquidos, novos paradigmas epistemológicos surgem, como igualmente emergem novos processos de subjetivação, e uma constituição da realidade que vem sendo consolidada por meio da coabitação da tecnocultura na cibercultura e, com isto, fazendo surgir outras possibilidades de formação dos sujeitos no pós-industrial.
André Lemos - UFBA
Edméa Santos - UERJ
Anônimo - Universidade na Inglaterra
Erick Felinto - UERJ
Eugêmio Trivinho - PUC-SP
Estrela Dálva Bohadana - UERJ/ESTÁCIO DE SÁ
José Armando Valente - UNICAMP/PUC-SP
Lucila Pesce - UNIFESP
Marco Silva - UERJ
Maria de Los Dolores de La Peña - UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE
Maria Elizabeth Almeida - PUC-SP
O Sujeitos da Pesquisa são pesquisadores da cibercultura o que caracteriza o quadro teórico da investigação entrelaçado ao método no que tange à participação dos teóricos como sujeitos da pesquisa.
Abordagem Genealógica articulada à Análise do Discurso
Objetivou-se, com esta abordagem metodológica fazer uma
Ontologia do Presente
, uma investigação do problema do sentido da formação e da subjetivação do sujeito adulto na cibercultura na ordem do acontecimento;
uma investigação que contemple a plasticidade da vida a partir dos discursos que emergiram na pesquisa.
Argumentar acerca do sentido da formação e da subjetivação do adulto no espaço e no tempo educacionais da cibercultura foi possível ao entendermos que a “
analítica do presente
, [é] um pensamento crítico que toma a forma de uma
ontologia de nós mesmos
de uma
ontologia da atualidade
” (FOUCAULT, 1994, p. 06).
Este novo olhar investigativo nos apontou para dados e pistas relevantes na pesquisa.
1
São diversos os caminhos (teóricos e metodológicos) em que as pesquisas têm-se encaminhado nos últimos cinco anos.
2
Há uma diversidade de influências filosóficas, sociológicas e pedagógicas na discussão e fundamentação das pesquisas nas áreas de Filosofia da Educação e da Comunicação
3
É relevante o objeto desta investigação diante do tamanho da fortuna crítica existente a respeito do tema em foco.
Revisão da Literatura
(2007–2011)

Portal de Periódicos da Capes
SciELO
Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
Banco de Teses da Capes
ANPEd
GT 16 – Comunicação e Educação
GT 17 – Filosofia da Educação.
GT 16
104 os trabalhos publicados
12 apresentavam relação com a temática da pesquisa.
7 discutiam questões diretamente afeitas à pesquisa, mais especificamente à cibercultura ou à formação
nenhum trabalho estabelecia paralelos entre os dois termos, conforme tratado na investigação.
GT 17
68 trabalhos publicados;
13 apresentavam aproximação com a questão problema da pesquisa;
5 publicações trouxeram questões que podiam resultar em diálogo concernente à problemática da pesquisa.
Pressupostos Teóricos da Pesquisa
Resultados da Pesquisa
Objetivo da Pesquisa
Considerações finais,
pra não concluir...
O entendimento de que a Cibercultura é parte integrante da cultura e da vida, efeito da própria produção e criação humana na realidade sócio-histórica.
A busca de caminhos múltiplos para a educação, o sentido de formação integral.
A possibilidade de que uma outras perspectivas formativas sejam incorporadas à educação, a fim de que as subjetividades se atravessem e se integrem. Isso provocaria a reorganização do currículo para a era digital como meio de se atingir o objetivo maior da educação: a formação do “espírito superior”, conforme preconiza Nietzsche (1993).
A subjetivação acontece por meio da ciberaculturação, em uma multiplicidade de relações em redes rizomáticas que propiciam ao sujeito adulto humanizar-se para que possa reinventar-se e criar/produzir conhecimentos, imerso na cibercultura, reinventando-se em um sujeito dromoapto, ou seja, capaz de ser veloz, ser hábil, ser ágil no trato dos ingredientes tecnológicos dessa nova época, nas redes rizomáticas de conhecimento, tornado-se um sujeito emanacipado, autônomo, integral e ético: um "espírito superior".
A formação e subjetivação do sujeito adulto na cibercultura
Licenciamento
O trabalho Os sentidos de formação na cibercultura: múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital de Octavio Silvério de Souza Vieira Neto e Adriana Rocha Bruno foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em http://prezi.com/2t2byeeu8tnq/os-sentidos-de-formacao-na-cibercultura-multiplos-olhares-dos-pesquisadores-para-a-subjetivacao-do-adulto-na-cultura-digital/.
Instrumento de Pesquisa
Entrevistas Semi-Estruturadas.
Modalidade Síncrona e Assíncrona.
Contato por meio de E-mail e Facebook .
O Skype e gravadores de áudios foram os recursos utilizados para produzir e arquivar as entrevistas.
OS SENTIDOS DE FORMAÇÃO NA CIBERCULTURA:
múltiplos olhares dos pesquisadores para a subjetivação do adulto na cultura digital

Octavio Silvério de Souza Vieira Neto
Adriana Rocha Bruno
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